Praia dos carros

Todos os dias de bicicleta precisamos passar com muito cuidado em calçadas e outros espaços onde alguns andam com seus veículos irregularmente e a EPTC não fiscaliza o suficiente. Algumas vezes há inclusive motoristas que parecem incomodados com a presença de ciclistas no entorno.

Pode uma calçada virar estacionamento? É razoável que haja vagas de estacionamento para estimular o uso da área (lembrando que há estacionamento pago no museu), mas deve ser organizado e fiscalizado. Pois veja a praia do Iberê em algum final de semana.

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Veja o álbum completo. Mas para fechar com chave de ouro:

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Fotos por Helton Moraes.

Esse post foi publicado em apocalipse motorizado, ciclovia, Porto Alegre. Bookmark o link permanente.

11 respostas para Praia dos carros

  1. Daniel Serafim disse:

    Bem que o guaiba podia subir derrepente pra levar o carro branco (e todos que conseguir)

  2. Felipe X disse:

    Esse artigo se refere (no título) ao cais dos carros – https://vadebici.wordpress.com/2014/08/14/cais-dos-carros/

  3. Pedro disse:

    A mesma região, há pouco mais de dois anos, era um atoleiro de brita. exigindo alguma habilidade para passar de bicicleta.

    Posso estar enganado ou delirando (ou os dois), mas me parece resultado direto da demanda induzida causada pela quadriplicação da Edvaldo. Mais vias, mais incentivo a usar o carro, e a consequente necessidade de estacionar.

    Provavelmente, seguindo os rumos dessa administração, em breve teremos um estacionamento regulamentado ali.

    Feliz dia mundial sem carro a todos!

    • Felipe X disse:

      Não entendi a referência a varreção..

      Mas sim, a praia do Iberê foi ganhando movimento aos poucos e com a duplicação estourou de vez.

      M que mais me incomoda dessa cultura é que o “quero ir ali sentar na grama, ver o por do sol, curtir a natureza”. Legal né? Eu acho, realmente. Mas daí o cara vai com o carro e estaciona EM CIMA desse lugar de destino, tirando, na prática, espaço de outras pessoas que querem usufruir daquele espaço.

      Tudo por que não pode pagar estacionamento nem caminhar uma ou duas quadras.

      • Pedro disse:

        Oi Felipe

        A referência à brita foi pra mostrar como era há pouco tempo: quando o ambiente era difícil de transitar não se estacionava ali, ou seja, o motorista médio aproveita todas as facilidades possíveis e vai ocupando os espaços que encontrar. No popular, curto e grosso: folgado e espaçoso.

        Essa mesma prainha passou por ações comunitárias de coleta de lixo.

        Resumindo, depois de ajeitada a casa, os motoristas vieram, sentaram no sofá e colocaram os pés na mesa.

        Abraços!

      • Felipe X disse:

        Entendi, valeu!😉

    • Luiz Felipe disse:

      Lembro-me do Carropellari dizendo que isso não ficaria assim, e que a construtora ainda acabaria com as “obras”: por isso do acúmulo de brita!

      Quanta mentira, desde sempre. Quanto discurcinho pra boi dormir.

      Sempre dizendo que depois se arrumará que isso que aquilo

  4. o melhor de tudo é que quem pedalada que descobre os lugares antes dos motorizados.
    Lamentável isso que está acontecendo nesse ponto da antiga curva do Estaleiro Só, não duvido que a área onde ficava o estaleiro, se transforme em estacionamento, se bem que há projetos de olho ali naquela área pra exploração imobilária.

    sobre o carro branco e os outros, se houvesse um tsunami no “Guaíbão”, os magrelados iriam sair de boa, mas o carros, seriam lavados e levados, já que haveria um congestinamento incrível e seus ocupantes, bom, nem sei o que faria? fugiriam ou tentariam salvas as suas caixas metálicas sobre rodas motorizadas?

    • Matheus disse:

      De houvesse um shopping no estaleiro com vagas subterrâneas de estacionamento, poderiam estacionar ali. Só precisaria garantir o espaço regular rente ao guaiba com a função de parque como manda a lei.

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