A Pressa Vale Uma Vida? Protesto Contra a Rodoviarização de Porto Alegre e por Segurança no Trânsito.

Até quando estas notícias?!
Até quando? Podia ser eu, você, seu amigo(a), sua família.
Até quando a EPTC será conivente com os atropelamentos?
Até quando a desculpa da “fluidez no trânsito” ceifará vidas?
Até quando a lei será desrespeitada e pedestres e ciclistas não serão realmente priorizados?

1958013_10200818527385559_1306473399_nHoje a partir das 18h30, no cruzamento das avenidas Érico Veríssimo, Getúlio Vargas e Venâncio Aires, acontece um protesto para exigir que a cidade seja projetada tendo em vista a segurança de todas e todos e não o mero fluxo de veículos.

Queremos vias projetadas para desestimular as altas velocidades.

Queremos que Fortunati desista do seu projeto de lei que reduz as verbas para a educação para o trânsito e para a construção de ciclovias.

Queremos que pedestres e ciclistas possam circular despreocupados pela cidade, sem o temor de que, em um momento de distração, percam sua vida.

Basta!

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6 respostas para A Pressa Vale Uma Vida? Protesto Contra a Rodoviarização de Porto Alegre e por Segurança no Trânsito.

  1. Daniel disse:

    Maravilha é a reportagem da ZH com uma página de dicas para segurança do ciclista e nada sobre a violência dos motoristas..

  2. Aldo M. disse:

    A autoridade de trânsito, então, foi completamente esquecida como agente de segurança de tráfego. A EPTC projeta avenidas como se projetasse autódromos. As ruas e avenidas deveriam induzir os motoristas a moderar a velocidade. Mas a EPTC faz o oposto. Suas sinalizações e vias livres convidam os motoristas a pisar fundo. Para ela, os mais vulneráveis, pedestres e ciclistas, é que devem ser responsabilizados pela sua própria segurança.
    A EPTC não age como agente de mobilidade e transporte, mas como incentivadora do transporte motorizado e repressora dos pedestres e ciclistas. Se cumprisse as leis e as recomendações de moderação de tráfego da Organização Mundial da Saúde, as mortes no trânsito poderiam ser bastante reduzidas.

    • Rodinei Porto disse:

      Concordo com as tuas colocações Aldo M. EPTC é completamente omissa no em muitas questões de trânsito, principalmente no que se refere a atropelamentos de pedestres e ciclistas envolvendo motoristas de ônibus. Não verdade ela advoga em favor do cartel das empresas de ônibus.

  3. Carlos disse:

    “A Pressa Vale Uma Vida?”
    Isso é uma pergunta pra guria que morreu atropelada por não ter olhado para os dois lados antes de atravessar a faixa? A mesma que não atravessou a faixa desmontada da bicicleta? A mesma que devia estar com tanta pressa que não fez nenhuma das duas coisas?

    • Felipe X disse:

      Talvez, mas exatamente pela pressa dela não matar os outros é que a responsabilidade é do veículo maior. No caso específico, o ônibus que não respeitou a faixa.

      • rodineiporto disse:

        Tu estás errado Carlos, pois uma testemunha do acidente que estava no outro coletivo, que havia parado na pista contrária disse que o sinal havia fechado e por isso o ônibus havia parado e a menina começou atravessar a via pela “faixa de insegurança”, a mesma que o motorista imprudente não respeitou, pois ele já havia furado o sinal e por isso estava em velocidade acima da permitida para o corredor de ônibus, que é de 30 km/h. O próprio motorista deu declaração a um jornalista momentos depois do acidente (ELE DIZ ISSO, ELA NÃO ESTÁ AQUI PARA DAR A SUA VERSÃO DOS FATOS), de que havia percebido que a ciclista estava no canteiro central junto ao meio-fio e que havia olhado para o lado do ônibus que vinha sentido bairro-centro, segundo ele, ela não teria olhado para o lado que ele vinha trafegando em alta velocidade já com intenção de não respeitar a “faixa de insegurança” e a parada de ônibus, em seguida ela teria começado a atravessar a via pela dita faixa, porque o outro ônibus parau devido ao sinal ter fechado para ele. Ora! A pergunta que deveríamos fazer para este irresponsável é: Primeiramente, porque não respeitou o sinal fechado para ele? Já que furou o sinal e se havia percebido que a menina iria e já estava atravessando, porque não diminuiu? Porque não parou? Porque não buzinou para alertá-la, que o monstrengo de metal não iria respeitar a dita “faixa de insegurança”, nem a parada e muito menos o sinal fechado para ele? Na verdade ele fez “ROLETA RUSSA” com esta menina, na medida em que ela só sobreviveria se percebesse que ele não iria parar, como não percebeu ele passou por cima.
        Portanto esta menina foi penalizada por acreditar na faixa de segurança, nas leis de trânsito, no sinal verde para ela e principalmente por achar que os motoristas de ônibus fossem mais educados e que tivessem mais amor a vida e a integridade física dos pedestres e ciclistas desta cidade, mas infelizmente ela descobriu isso da pior maneira, pagando com a própria vida.

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