Chuva e Sangue na Ciclovia – Não foi por falta de aviso

Hoje, dia 02 de dezembro de 2013, eu Helton Moraes fui testemunha ocular de um acidente que infelizmente ocorreu nos moldes que já foram insistentemente informados à EPTC, durante incontáveis reuniões com sua Equipe Técnica, em especial o Diretor Presidente Wanderley Cappellari, o Arquiteto Régulo Franquini, e o Arquiteto Antonio Carlos Vigna.

Os agentes causadores do acidente foram a aderência insuficiente do piso vermelho quanto molhado, e a sinuosidade da pista devido a obstáculos e baixa visibilidde, no caso as torres de alta tensão em frente ao Shopping Praia de Belas.

Eu presenciei o acidente à distância, enquanto ele ocorria, e o que houve foi a queda do ciclista da frente ao frear/desviar do poste, seguida pela colisão com capotamento do ciclista que vinha atrás, que não conseguiu frear a tempo. Um dos ciclistas não se machucou.

Alguma coisa precisa ser feita COM URGÊNCIA, antes que acidentes FATAIS aconteçam, por exemplo nos trechos em curva e declive que existem a poucos centímetros da faixa de rolagem dos veículos motorizados.

O acidentado pediu para não ser identificado publicamente, mas ele pode ser localizado se necessário.

As fotos foram feitas depois que a SAMU já estava a caminho.

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#NãoFoiAcidente !!

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167 respostas para Chuva e Sangue na Ciclovia – Não foi por falta de aviso

  1. Julio disse:

    Se a pista tem pouca aderência, então o “ciclista” deve diminuir a velocidade!! Caiu de “mané”!!! Até parece que ciclista, em Porto Alegre, virou cidadão especial, onde todos tem que ficar de joelhos!!

    • zezinho disse:

      Pelo visto, não andas de bicicleta. Tu não sabe nada do ocorrido e julgas como se fosse perfeito. Tu só pode ser parente de alguém da EPTC… vai procurar tua turma manézão….

      • gabriel disse:

        Eu sou ciclista. Há mais de 30 anos. Tomei alguns tombos. Uns feios, em situações extremas. Agora, cair uma reta, por mais esnaboada que fosse, nunca caí não…

      • gabriel disse:

        É exatamente isto que o Zaffari e o Praia de Belas querem ver… Manés se estapeando por causa da indiferença deles para com as pessoas… enquanto o nome deles segue bonito, brilhando e sem tombos!

      • artur disse:

        acho que o que caiu mereceu, quando pequeno nunca me deixram andar de bicicleta na chuva, imbecilidade dele sair de bike com um temporal acontecendo

      • heltonbiker disse:

        Convém lembrar que ninguém “saiu pra pedalar com um teporal acontecendo”, a chuva começou por uma pancada que não durou nem dez minutos, pegou todo mundo no meio da ciclovia “desprevenido”, e era isso. Além do mais, pedalar na chuva é prática ciclística comum e não tem nada demais desde que a aderência do piso seja normal, e não igual à da ciclovia que é uma armadilha.

      • Felipe X disse:

        Só o que me falta ser proibido pedalar na chuva.

      • Marcos Rech disse:

        Antes de andar de bicicleta, andavam de triciclo no apartamento da vó. Garanto que daqui a pouco vai aparecer um retardado sugerindo tirar os postes de alta tensão da ipiranga, para os “ciclistas”. São é um bando de maneta mesmo…SEMPRE ANDEI DE BICICLETA, POR QUATRO ANOS INTEIROS PARA IR À FACULDADE E TRABALHO, ANTES DESTAS CICLOVIAS EXISTIREM,.. pra cair com chuva ou com sol, sem ninguém por perto, tem que ser meio tonto mesmo… sempre andei entre os carros, caminhões e ônibus…pela pista do meio ou da esquerda…., 10 cm de água cobrindo a João Pessoa…nunca tive problemas…acontece é que tem gente que acha que porque ganha uma ciclovia da prefeitura, virou uma espécie de ser especial….vão aprender a andar de bicicleta antes de vir trovar fiado… Ando de bicicleta até hoje e nunca me incomodo com ninguém…. para isto, apenas respeito o espaço dos outros motoristas e ciclistas. E por favor, coloquem um nome decente neste blog…

      • Tiago disse:

        Olha eu sou ciclista há um bom tempo, e isso que a gente vê nas imagens é um acidente típico de quem não anda de bicicleta ou está completamente fora de forma e provavelmente em alta velocidade para o contexto. Ridículo!!! Video cassetada

    • andersonastor disse:

      Não, meu amigo. Se tu tá falando isso é porque nunca subiu numa bicicleta e andou em um piso como este. Eu caí indo para uma entrevista para um trampo.(Em dia de chuva dá pra imaginar que estava indo muito devagar pra não me sujar). Te convido a tentar e depois dar tua opinião novamente.

      • Abacate disse:

        Ando de bicicleta e posso afirmar que vc é um idiota, porque ir à uma entrevista de emprego depois de pedalar, suar e se molhar em dia de chuva é coisa de imbecíl!!! Nunca ia conseguir emprego desse jeito seu panaca…

    • andersonastor disse:

      recomendo dar uma lida nos outros textos que foram publicados aqui sobre esse mesmo assunto. Não é de hoje que esse problema vem sendo discutido. https://vadebici.wordpress.com/2013/05/09/insistindo-no-erro/

      • Filipe disse:

        ô, animal. tu acha certo mesmo que uma CICLOVIA tenha pouca aderência? quem tá errado é o ciclista que caiu? tás mal mesmo, brother. volta pro teu buraco

    • Nailton disse:

      O Julio é a prova do que a prefeitura está fazendo em termos de mobilidade na cidade. Não quer que a cidade se mova, não quer o benefício popular, quer criar uma guerra contra os ciclistas. Como? Executando esse tipo de obras, não investindo em educação no trânsito, priorizando obras viárias pra alta velocidade… Todas essas medidas visam criar uma cultura onde o ciclista não existe e não incomoda. Vai ser caminho livre pra toda empreiteira financiadora de campanha realizar obras faraônicas, viadutos e freeways por toda a cidade. Ciclovia? Isso é merreca, eles precisam de obras mais “interessantes”.

    • MArcos Garcia Neto disse:

      Concordo com o Sr. Julio. O coitadismo dos ciclistas está complicado… o certo era a ipiranga ter uma nova pista para carros, e não uma meia ciclovia.

      • ReginaldoPortoAlegre disse:

        A Ipiranga tem oito pistas de rolamento apenas para carros. Fica muito mais trancada que a Protásio que tem quatro. E ambas vão para o mesmo destino. Não adianta aumentar o número de pistas, pois o número de veículos também aumenta e o congestionamento se eterniza. A solução é o transporte público e o individual que não agrida nem pessoas nem meio-ambiente.

      • Felipe X disse:

        Se não cabe nem uma ciclovia ali como ia ser uma pista para carros? Por que todo espaço tem que ser para carros? Vocês vão ter que aprender a dividir o espaço público, queriam ou não.

      • Claudio disse:

        Tu ta falando besteira.. a Ipiranga não precisa de mais uma pista para automóveis.No mínimo tu és um almofadinha gordo que não tira a bunda do carro e não sabe o que é pegar uma bicicleta. Ciclista é tão cidadão quanto vc, e com uma diferença…não polui o ambiente em que vive com gazes tóxicos e com poluição sonora. Agora se têm um buraco na rua no qual torna perigosa a passagem do carro vc vai se sentir no direito de abrir a boca falando absurdos, ciclistas podem se machucar e passar por perigos pq não tem o direito de falar nada pq ele é menos cidadão que tu né!!

      • Leo Spiller disse:

        Bah, mas que bobagem enorme.

      • Marcel Wesz disse:

        Seria tipo curar a obesidade afrouxando o cinto das calças?

    • Aldo M. disse:

      Tens razão, Julio. No primeiro dia em que troquei meu carro pela bicicleta, deixei de ter acesso a uma infra-estrutura adequada para meu transporte. É como se eu perdesse o status de cidadão para ser tratado como mané.
      E, sim, ciclistas e pedestres são cidadãos especiais nas ruas, pois têm prioridade sobre os que estão atrás de um volante. Embora alguns poucos ainda considerem a Lei do Mais Forte o seu “Código de Trânsito”.

      • fernando disse:

        onde vc leu isto?? todos somos iguais perante a lei, artigo 5º da constituição. leia então o código brasileiro de transito item pedestre, seus direitos e deveres. a lei é para todos e todos devem a respeitar, na integra

      • Felipe X disse:

        Fernando, vai ler o código de trânsito onde diz que a prioridade no trânsito é do mais fraco (pedestre) para o mais forte (veículos). O ciclista está no meio do caminho, deve dar preferência para o pedestre, mas o motorista deve dar para o ciclista.

      • GV disse:

        É, mas também depende quem é o pedestre, dependendo da pessoa pode até ser mais forte que um carro.

      • Aldo M. disse:

        Nem precisava ter lido, “fernando”, para desconfiar que o pedestre deve ter prioridade sobre o automóvel. Basta ter um mínimo de bom senso.
        Bem, “GV”, então defendes que o carro deva ter prioridade, caso o pedestre seja mais forte que ele? Estás querendo apatifar este debate, não?

    • ReginaldoPortoAlegre disse:

      Julio, pára para pensar no que tu escreveu e retorna mais tarde.

    • Felipe X disse:

      Quem se acha especial são os motoristas, veja os comentários abaixo. Acham todo espaço devia ser para vocês. Só queremos segurança, afinal quando a prefeitura pinta a ciclovia com tinta escorregadia ela está agindo para dimininuir nossa segurança, não é nem omissão.

    • Barbara disse:

      Bah, essa turma que reclama dos grupos que PRECISAM reclamar seus direitos porque simplesmente não os tem é das mais ignorantes do mundo! Não tem nada de cidadão especial nisso!

    • Thobias disse:

      Concordo em parte contigo julio! Não acho o ciclista em questão um mané! Acho que todos tem seus direitos no trânsito! Mas la vai uma para ser pensado!!!
      Tenho carro e moto, pago impostos (que não são baixos) que em teoria devem ser aplicado em vias de rolagem. Qual a contribuição financeira dos ciclistas perante tantas exigências??
      Sou a favor de ciclovias e que as mesmas ofereçam segurança!!
      Mas o que eu disse quanto a impostos não da direito aos motoristas de não respeitar as bicicletas no trânsito! “O mais forte tem que zelar pelo mais frágil”

      • Carlos Fernando Tomasini disse:

        Thobias, na verdade, o IPVA nada tem a ver com a obrigatoriedade de ser aplicado na conservação e/ou investimentos em vias terrestres, pelas razões que passo a descrever.

        Primeiro, precisa-se entender o significado de imposto. O Código Tributário Nacional (CTN) – Lei 5172/66 – estabelece, em seu artigo 16, o que significa “imposto”: “é o tributo cuja obrigação tem por fato gerador uma situação independente de qualquer atividade estatal específica, relativa ao contribuinte”.

        No mesmo sentido, o artigo 167 da Constituição Federal, por meio do inciso IV, proíbe a vinculação de receita de impostos a órgão, fundo ou despesas, ressalvadas aquelas constitucionais, como, por exemplo, as destinadas à saúde e educação.

        O IPVA é um imposto cobrado pelo Estado ao qual se impõe a devolução de cinquenta por cento do produto de arrecadação ao município onde o veículo estiver licenciado.

        Por essas razões, o contribuinte, ao pagar um imposto, entre eles o IPVA, não pode exigir nem presumir que aquele valor deva ser destinado aos serviços das rodovias estaduais, ou seja, o IPVA é considerado uma fonte de receita para atender necessidades da sociedade como um todo e não especificamente para as rodovias.

      • heltonbiker disse:

        Sem falar que, como o próprio nome já diz, é o Imposto sobre PROPRIEDADE de Veículo Automotor. Não importa nem mesmo se o indivíduo roda muito, roda pouco, ou nem roda com o veículo, o simples fato de POSSUIR um veículo automotor já é a situação desencadeante da necessidade de usar imposto. Até mesmo nas situações em que existe pedágio urbano, não se pode falar em “estou pagando para usar esta rua”, está isso sim pagando pelo custo que esse uso gera, já que a rua é pública.

      • Pedro disse:

        Todos pagam impostos. Bicicletas também custam dinheiro (sem isenção de IPI), necessitam de manutenção, troca de pneus, acessórios.

        Ciclistas também não vivem de vento. Se alimentam, tem família, pagam IPTU ou aluguel, etc.

        Quanto à estrutura viária, o próprio peso dos veículos motorizados danifica as vias, exigindo manutenção constante. Toda a sociedade paga esse preço. Bicicletas não abrem buracos no asfalto. Não poluem. Não ocupam espaço demais.

        Escolhas tem consequências. Andar de carro tem um custo social. Toda sociedade financia o deslocamento de uma minoria.

        Não me parece muito razoável.

      • Uma bicicleta comercializada no Brasil tem, em média, 72% de impostos. Para comprar uma bicicleta no Brasil paga-se uma tributação média sobre o custo de 72,3%, mais do que é imposto em um carro, por exemplo, onde a tributação chega a 32%. Então os impostos foram pagos eu os queria até de graça, mesmo assim tenho tanto direito ao espaço publico quanto qualquer um aqui.

      • Beto Flach disse:

        Falando em impostos, aqui sim quase sempre escorregamos de mané, deixando que o discurso fácil subverta a lógica das coisas e a realidade dos fatos.
        Os impostos dos carros e motos deveriam ser quase integralmente investidos nos modais coletivos e não poluentes (bicicleta e a pé). Se houvesse democracia nas ruas, somente 30% dos recursos arrecadados deveriam ser destinados ao modal “automóvel particular individual” porque este é o percentual dos deslocamentos diários por ele realizados, ao passo que a ampla maioria não usa o carro para se deslocar.
        Além disso, deveriam aumentar ainda mais os impostos sobre carros e motos pois, enquanto realizam tão mal e em tão pequena escala a tarefa de mobilidade diária, são responsáveis por ocupar quase 70% do espaço das ruas e são os vilões de quase 80% das emissões poluentes que atingem a todas as pessoas. São da ordem de bilhões de reais os gastos do Estado nos impactos diretos e indiretos do uso irracional dos automóveis em nossa sociedade. Essa seria uma forma de mitigar todo o amplo recurso que a maioria das pessoas, através de seus impostos, não vê revertidos em benefícios públicos ou ampliação e garantia de direitos, pois precisam cobrir a conta deficitária deixada na saúde, na qualidade de vida e nas feridas de longo prazo, provocadas pelos escapamentos, desgastes de componentes e suas micropartículas, aquecimento global, etc.
        No futuro, os carros serão tratados como hoje é o cigarro e provavelmente a sociedade verá como um ser não evoluído aquele que achar-se em vanglória por usar seu automóvel, diametralmente ao contrário do que hoje se vê.
        Abraço.

    • gabriel disse:

      Em dias de chuva os carros têm de andar mais devagar, assim como os ônibus, as motos, os scooters. Porque em dias de chuva o piso fica escorregadio. Até o asfalto, onde circular carros e outros veículos. Quando asfaltarem a ciclovia e alguém cair, vão pedir o quê? Que façam ciclovias de borracha, de chiclete? Get a life…

    • Filipe disse:

      ô, animal. tu acha certo mesmo que uma CICLOVIA tenha pouca aderência? quem tá errado é o ciclista que caiu? tás mal mesmo, brother. volta pro teu buraco

    • Diego Souza disse:

      Aderência não tem nada a ver com velocidade, pois com a bicicleta a roda da frente pode escorregar até mesmo parada em chão liso. E não precisa ficar de joelhos, pois querem ter a liberdade de andar de bicicleta sem correr riscos de vida, que é o mínimo quem sabe você curta andar de bicicleta também quando não for tão arriscado.

    • marcos disse:

      julio, você é muito infantil, seus argumentos são rasos como o espelho d’água da redenção. teu radicalismo conservador te emburrece, o ciclista em porto alegre quer apenas ser respeitado como qualquer outro ciclista de qualquer cidade que tenha um planejamento de mobilidade urbana coerente com os tempos atuais, e não a retrógrada carrocracia, O que me deixa feliz é perceber que as pessoas que geralmente são consideradas mais inteligentes, se não pealam pelo menos apoiam ou entendem a importância de respeitar os ciclistas assim como os caminhantes, como no meu caso, pelo visto vc está na outra ponta da evolução (discordo do uso dessa palavra nesse contexto mas abro aqui uma exceção) de uma olhada em sua volta, reveja seus conceitos, pedale um pouco, ou vá a pé, talvez vc entenda.

    • carlos disse:

      esse tal de julio so pode qe baba ovo do prefeito!!!maneé vc qe qe n tem oq fala e fica falando essas “merda”

    • Deivson Trajano disse:

      Oxe, se motoristas, como você quer regalias, nós queremos e estamos construindo nosso espaço. Experimenta, andar no seu carro, então, com uma pista com pouca aderência. É porque o problema não aconteceu contigo, né? Aí, fica fácil falar sem pensar.

  2. Leon Geraldo Pabst Filho disse:

    Só em Porto Alegre, para termos uma ciclovia com postes no meio. Ainda por cima, tendo de enfrentar pessoas caminhando empurrando carrinhos de nenê, catadores de papel e latas empurrando carrinhos de supermercado, skatistas e outros. Prefiro andar no meio dos automóveis
    onde me defendo melhor.

    • TLR disse:

      Cara… ciclovia, apesar do nome, é pra qualquer veículo com rodas com propulsão humana. creio que tirando os carrinhos de nenê, todos os outros que tu citou aí devem andar na ciclovia. Mas, obviamente, seguirem atitudes para o transito fluir melhor (como no trânsito com carros), ou seja, andar na sua mão, evitar parar na pista, facilitar ultrapassagem, entre outros. Olho no olho de outras pessoas também ajuda a ter uma circulação mais tranquila e gentil!! 😉 Então que tal sermos menos egoístas e dividirmos espaços com, skates, rollers, carrinhos de catadores e outros veículos que são, como nós, escanteados no campinho dos carros?
      Dos postes, to de acordo contigo. E o principal, que provavelmente causou esse tombo do cara, é a utilização de qualquer tinta pra pintar a pista. A bike já tem menos aderência que um carro por ser mais leve, independente da velocidade. E os caras ainda pintam com uma “cera” o troço!

      • Marcio disse:

        Ciclovia pra carrinho de catador ? Em 2013 a gte precisar que pessoas trabalhem como catador já é um absurdo, dizer que eles devem ocupar a ciclovia, que tem como principal utilidade um meio de transporte eficiente( o exato oposto de automóvel ), skatistas têm pista de skate, mas se a intenção for usar para transporte até estou de acordo.

      • Guilherme M. disse:

        Discordo que catadores e carrinhos de bebe devam andar na ciclovia. Para os catadores deveria haver um “destino mais digno” e para os carrinhos de bebe, que andam em baixa velocidade, devem andar na calçada.

        A ciclovia é para aumentar a fluides do transporte não motorizado, então acho justo que patinadores e esqueitistas usem-a também, e não fique apenas aos ciclistas. E não, não seriam usadas apenas para lazer, pois conheço muitos esqueitistas que vão à escola e inclusive ao trabalho de skate, inclusive por ser mais fácil entrar no trem e no ônibus que a bicicleta.

      • Felipe X disse:

        Errado. Skates sequer são regulamentados. Ciclovias, segundo o código de trânsito é exclusivamente para bicicletas, pode conferir lá. Mas até acho que alguns outros veículos poderiam ser liberados.

      • Felipe disse:

        FelipeX, é melhor tu ler adequadamente o código de trânsito na parte onde consta o significado de CICLO, CICLOFAIXA e CICLOVIA, irá perceber que em nenhum momento é dito que há exclusividade desse ou daquele CICLO em nenhuma dessas pistas.

      • Felipe X disse:

        Felipe, real.ente o código permite veículo de tração como triciclos, mas não propulsão como carrinhos de nenê, supermercado ou catadores. E repito, skate não é veículo.

      • heltonbiker disse:

        Do jeito que as calçadas estão, fica difícil tentar acusar alguma mãe que prefira andar com seu bebê no carrinho por uma ciclovia lisa do que por uma calçada toda fudida.

      • Felipe X disse:

        Mesmo onde há calçada boa muitas usam a ciclovia, helton. Exemplo: Icarai.

      • Guilherme M. disse:

        Se o skate não é veículo, é o que? Brinquedo? Quem usa o skate para se locomover na cidade está apenas brincando de ir para a escola ou trabalho?

      • Aldo M. disse:

        Guilherme, segundo o nosso CBT retrógrado, o skate é mesmo um brinquedo e deve ser usado na calçada. Mesmo caso do patinete, patins, rollers, pogobol…

    • Na verdade não é só em Porto Alegre… eu andei muito de bike no Rio e a ciclovia é praticamente uma demarcação na calçada e você deve dividi-la com pedestres e afins, que têm preferencia sobre a bike, e lá você precisa “ziguezaguear” por arvores e postes as vezes nem faz muito sentido, seria mais fácil andar reto… mas o povo está tão acostumado com a ciclovia lá que se você, de bike, sai dela… o pessoal acha estranho.

      Não sei como é essa pintura pois não andei na ciclovia de POA ainda, não me admira que seja ruim, visto os buracos e ruas que temos para os carros… eu acho que o pior dela não deve ser isso, mas sim o fato de que ela não leva a lugar algum…. a ciclovia pode ser uma simples demarcação no asfalto seguindo o curso da rua.. assim seria muito mais útil. Não acho que precise de barras de proteção e uma separação para pedestres ou endeuzar o ciclista… cliclovia não é uma pista de corrida, deve respeitar quem anda nela.

    • Aldo M. disse:

      Como não tem calçada, a própria ciclovia na verdade é uma calçada, com o detalhe do trânsito de bicicletas ser autorizado.
      Segundo a legislação, “ciclistas amadores” (seriam os velocistas?) devem transitar na via dos automóveis, mesmo se houver ciclovia.

  3. Gabriel disse:

    O tom da matéria tem mais drama que novela das oito. Bom… eu já caí de bicicleta em Nova York, por pura boca abertice. Vamos parar de querer colocar a culpa sempre em alguma autoridade.

    • Felipe X disse:

      Tu leu a parte que a tinta é escorregadia quando molhada e estamos avisando isso há tempo? Que os postes tiram visibilidade? Essa ciclovia não devia estar aí. Se a “autoridade” age ativamente criando primeiro uma falsa imprensão de segurança e depois ativamente deixando a pista insegura (com a tinta) ela tem parte da culpa sim. Mania de culpar sempre a vítima, não é a toa que nosso trânsito é tão violento.

      O fato de tu ter caído em NY não muda nada.

      • Marcão disse:

        Se essa ciclovia não estivesse aí, não estaria e lugar algum! Ou tu acha que tirariam uma faixa da avenida pra fazer a ciclovia??

      • Felipe X disse:

        Não sei se tirariam, mas na Icaraí, na José do Patrocínio e na Vasco reduziram o espaço para carros sim. Mas meu ponto é que acho melhor não fazer do que passar uma falsa impressão de segurança, esse local é impróprio para uma pista de carros, bicicletas ou qualquer coisa.

        Sem falar que ali devia haver é uma calçada ampla para pedestres antes da ciclovia.

  4. Luis disse:

    Andei só uma vez nesta ciclovia e mesmo sem chuva também não gostei e me senti bem inseguro.

  5. Isso é acidente de trânsito e o seguro DPVAT deve ser solicitado pela vítima-ciclista.

    • ReginaldoPortoAlegre disse:

      Infelizmente não, pois a bicicleta não tem licenciamento nem seguro obrigatório. Mas é obrigação do Estado dar saúde aos cidadãos.

  6. André Gomide disse:

    Chama a anta da Arquiteta que disse que aquela mureta não iria atrapalhar…imagina se fosse naquela esquina….mais um motivo….Helton…manda estas fotos para os órgãos de imprensa…urgentemente…e se o cidadão desejar podemos conseguir advogados para acionar a prefeitura e o arquiteto que assina esta “obra”… NÃO FOI ACIDENTE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  7. Aldo M. disse:

    Antes de mais nada, a ciclovia foi feita em um espaço roubado dos pedestres. Em vez disso, deveriam ter subtraído o amplo espaço (mal) utilizado pelos carros particulares, que quase sempre só levam o motorista.
    Para atender à premissa estúpida de “não tirar o espaço dos carros”, foram cometidos inúmeros erros, que tiraram dessa ciclovia seus principais méritos: ser uma via segura para ciclistas menos habilidosos e com mais fluidez que o leito da avenida.
    Como se pode ver, ela parece ter sido feita para passeios em finais-de-semana ensolarados, quando as pessoas podem ser dar ao luxo de pedalar lentamente e parando com frequência. Mas, mesmo para uma utilização descompromissada, ela apresenta riscos inaceitáveis, como desníveis laterais excessivos, obstáculos no meio da pista ou que reduzem ainda mais sua largura útil.
    Afinal, qual o propósito da Prefeitura em fazer uma ciclovia assim?

    • Felipe disse:

      não te esquece que na ipiranga não tem corredor de onibus e trancar o transito por ali seria ótimo (ironia) para quem precisa ir até o campus do vale, por exemplo. E por que penalizar quem não tem como ir de bicicleta todos os dias para o trabalho/aula? nem todo mundo mora a 15 min. de bike de onde precisa ir.

      PS: por favor, não façam torniquete… isso é pra casos extremos, nesse caso apenas façam compressão do local com sangramento.

      • andersonastor disse:

        eu estudei muitos anos no campus do vale. Morava em gravataí e tomava dois ônibus pra chegar até lá. Meu último ano assim foi 99 ou 2000. Depois mudei pra PoA, e passei a usar apenas um bus pra ir e outro pra voltar. Posso te relatar que nessa época o trânsito já era ruim… Trabalhei na PUC de 2007 a 2009 e o trânsito estava pior. Dessas duas fases eu posso ser bem sincero e te dizer: as pessoas vão sozinhas em seus carros para estes lugares. Não há qualquer preocupação entre a maioria dos motoristas de buscar desafogar a ipiranga com atitudes simples: dar carona, tomar um ônibus.

        Velho, o que faz aquela via ser lenta são os automóveis. Criar ciclovias não é onerar os que trafegam de automóvel ou ônibus, mas procurar uma solução para um problema que só piora. Ou tu acha que o trânsito da Ipiranga tem alguma chance de ficar melhor?

        ah, “tapem o Dilúvio e façam uma nova pista.”

      • disse:

        não se deve fazer obra só pq “não é todo mundo que usa”, é só prestar atenção na quantidade exponencial de ciclistas que tomam as ruas de porto alegre todo dia!
        essa ciclovia é assassina e foi feita com o claro propósito de DESESTIMULAR seu uso.
        e ó, eu estudo no campus do vale e vou de bici… e é bem mais longe que 15 minutos de casa, viu?! e ainda vou pra aula de tarde, pedalo no sol do meio dia! sai do carro, só pedala que aguenta!

    • Felipe X disse:

      Antes de tirar uma pista para ciclovia deviam tirar para os ônibus. Ou fazer uma aeromóvel por cima do dilúvio e daí sim uma ciclovia na pista da direta. Seria meu nirvana 🙂

      • Aldo M. disse:

        Mais simples: tem que proibir o tráfego de automóveis com apenas o motorista em horários de pico em uma das faixas. São esses imbecis que causam os congestionamentos para todos os demais. Ponham eles em uma faixa e que se entendam!

  8. Gabriel e Julio com comentários coxinhas.
    E de ñ ciclista, obviamente, saquem as citações:
    “Gabriel disse:
    2 de dezembro de 2013 às 21:20
    O tom da matéria tem mais drama que novela das oito. Bom… eu já caí de bicicleta em Nova York, por pura boca abertice. Vamos parar de querer colocar a culpa sempre em alguma autoridade.”
    Que bom que tu caiu de boca abertice e ñ por TINTA ESCORREGADIA, eu pedalo 200 km por semana e acho essa merda perigosa, quem te investiu com autoridade pra dizer que, se tu cai por ser um boca aberta mangol, os outros também?

    “Julio disse:
    2 de dezembro de 2013 às 20:14
    Se a pista tem pouca aderência, então o “ciclista” deve diminuir a velocidade!! Caiu de “mané”!!! Até parece que ciclista, em Porto Alegre, virou cidadão especial, onde todos tem que ficar de joelhos!!”

    Este nunca andou a pé ou de bici.
    E sim, exigimos EXALTAÇÃO e LOUVOU, AJOELHEM-SE perante nós, reles mortais!

    ¬¬

    PFffffff

    • Felipe X disse:

      Acho engraçado como tem especialista em NY nos fóruns da internet… pelo jeito eles consideram a cidade o ápice da civilização e tudo que acontece lá, indiferente do contexto, DEVE acontecer aqui. Obs: Não tenho nada contra a cidade.

  9. Errata:
    EXALTASAMBA e LOUVOR*
    Louvor LOUCO!

  10. André Gomide disse:

    bom, para cair em uma ciclovia construída com o padrão New York tem que ser um boca-aberta mesmo…já nós mortais do 3º mundo temos que aprender a sobreviver a este tipo de piso e desleixo de nossos governantes…Sugiro àqueles que julgam outros usuários de bicicleta e suas habilidades que procure informações sobre o tipo de tinta que foi utilizado nesta “pseudo-ciclovia”, pois nem a EPTC o sabe.

  11. renan disse:

    há, praticamente todo dia que volto pra casa passo pelo Barra Shopping que tem ciclovia, e sempre tem um ciclista no asfalto junto com os carros. Não é nem um nem dois que vejo, enfim, se tem ciclovia e não usam… bem feitoo

    • Gustavo disse:

      Pois é. Eu vi dois fazendo isso fim de semana e estavam MUITO mais rápido que os carros. Recolha-se a sua insignificância. 🙂

    • Felipe X disse:

      Eu uso a ciclovia ali na Diário (moro perto), mas para quem anda de speed é impossível. Com pneus finos e alta velocidade não tem como andar naquela ciclovia cheia de calombos, frestas e pedestres (por falta de calçadas).

      Sugiro tu pegar uma bici e andar por aí, vai te ajudar a ver as dificuldades que enfrentamos.

    • Diego Canto Macedo disse:

      renan
      Tu sabe que as ciclovias são feitas para um limite máximo de velocidade entre 25 e 30 km/h? Muitos ciclistas que andam na orla estão numa velocidade média maior do que isso e, nesse caso, NÃO podem andar na ciclovia.

    • heltonbiker disse:

      Faz três dias que vou panfletear na orla e volto a milhão pela Ipiranga, até a Silva Só, fora da ciclivia, no asfalto novo. Em todos os três dias, ultrapassei TODOS os carros, pois mesmo com quatro pistas o trânsito lá está saturado, não dá vazão, e construir mais uma pista de rolamento não vai resolver nada.

  12. Plínio disse:

    Todos os pisos com água em POA ou outro lugar que eu conheço fazem pneu de bicicleta perder aderência, ainda mais se for em velocidade elevada.

    • heltonbiker disse:

      Isso é baseado em experiência própria? Porque minha experiência pessoal de quem usa bike em Porto Alegre faça chuva ou faça sol diz o contrário…

    • Felipe X disse:

      Em diversos pisos perde aderência, mas o ponto é que a tinta faz o asfalto perder muito mais que o normal. Paralelepípedo perde bastante também e nunca entendi pq a Borges ainda tem isso. Já o saibro que enfrento todos dias na beira-rio fica até mais aderente com água. 🙂

  13. Carlos disse:

    SAMU significa Serviço de Atendimento Móvel de Urgência…então é o SAMU, não a SAMU!!!

  14. Cesar disse:

    Eu gosto e ando todo dia nela.. só reclama os esquerdistas e os socialistas…

    • Felipe X disse:

      Nossa, brilhante argumento.

    • André Gomide disse:

      Então virei esquerdista e socialista????? E vc? Facista ? Macaco acéfalo? Ignorante? Não, apenas mais um CC contratado.
      Como pode alguém falar um absurdo destes…defecar pelos dedos é uma barbaridade. Pelo visto os ciclistas estão “incomodando” muito esta maravilhosa prefeitura e sua administração.
      Agora, ser cidadão é ser acusado de esquerdista e socialista…triste.

      Detalhe…vc conhece algum ciclista que “anda” na ciclovia? Eu não…ciclista pedala na ciclovia, a escrita denúncia o que realmente somos….ela é cruel.

  15. Bruno Souza disse:

    Pessoal, só vejo uma saída: ministério público já! Eles podem embargar as obras e exigir mudanças. Meu pedido (assim como o de outros) para mudarem o material do guarda-corpo, que além de vagabundo oferece riscos, foi mais um dos ignorados. Tem que ser pra já, façamos algo para não sermos coniventes com os acidentes.

    • Katia disse:

      pista escorregadia? alguém já dirigiu na Borges em dia de chuva? no mínimo 3 acidentes ocorrem a cada chuva com direitos a atropelamentos e nada é feito??? vcs sabem quem são os contratantes das obras da ciclovias em Poa? na Ipiranga são o Shopping Praia de Belas e o Zaffari, está na placa em frente ao HED e na ZH. a Eptc e PMPA só estão cumprindo indicadores e instalando ciclovias a moda migelao. a da Icaraí é só pra atrapalhar o trânsito. pq não fizeram na calçada dp Jóquei q ninguém usa? a da Patrocínio foi um atentado a mobilidade urbana, se agradou alguém foi a alguns ciclistas, pois complicou a vida de muita gente, inclusive de quem precisa de deslocamento rápido para o Hps. Pq não fizeram nas calçadas da redenção ao invés da Patrocínio e Vasco? Tem tanta coisa errada!!! eu como profissional do trânsito espero q pelo menos noções básicas de trânsito os ciclistas devem ter conhecimento pq hj só o motorista automotivo é penalizado por td,

      • André Gomide disse:

        VC é realmente “profissa” do trânsito???? Sério kátia? Vc apenas reproduz um pensamento medíocre que um dia em também reproduzi…meu nome está aí…me procura para podermos ensinar a vc a olhar com outro vies…sou penalizado todo dia por deixar o meu carro em casa para vc poder utilizar as SUAS ruas de POA. Vc precisa ler muitas vezes o códico de trânsito, pois não o conhece.

      • Pedro disse:

        Você sugere asfaltar toda a Borges, Katia? Para virar mais uma pista de corrida? Paralelepípedo escorrega em dia de chuva, por isso mesmo os motoristas deveriam andar mais devagar ali em dias de chuva. Há tantas ruas de bairro com paralelepípedo porque o trânsito é supostamente mais calmo, mais devagar, e não acontecem 3 acidentes por dia nessas ruazinhas.

        A José do Patrocínio já engarrafava normalmente, a ciclovia só virou motivo para reclamações histéricas. Com a experiência de quem mora longe, posso te dizer que é uma rua pequena que liga o quase nada ao quase lugar nenhum. Se motoristas levam uma hora para percorrê-la, é por escolha própria.

        Motoristas são penalizados a toda hora onde? Na Europa? Ricardo Neis segue solto, depois de tentativa de homicídio coletiva. Agora, se você está dizendo “penalizado” no sentido figurado de “ser sempre o que sofre”, visite a emergência dos hospitais e veja quem é penalizado pelo ar podre que respiramos.

        Eu sei que mudanças de paradigma são difíceis, mas esse sistema voltado para o carro faliu, e só vai piorar.

      • Felipe X disse:

        Conheço a Katia, até onde eu sabia ela trabalha com TI… só se mudou de profissão. Ela escreveu esse mesmo texto no meu mural do facebook, respondi mas não houve resposta dela…

    • Gustavo disse:

      O MP está cagando para isso. Estão todos comprados, meu caro…

      Você não é o primeiro nem será o último a ser ignorado. Um amigo enviou denúncia sobre o ALTO risco que o novo trecho da ciclovia apresenta e foi completamente ignorado, recebendo uma resposta praticamente padronizada que, em suma, dizia: “Tá tudo certo, não há nada de errado alí…”.

  16. Ricardo disse:

    Nailton,tu foi perfeito no teu comentário;parabéns!

    Quanto a ciclovia do Barra,também evito de pedalar lá.Fizeram uma ciclovia com tijolo trepidante.Impressionante!

  17. Pedro disse:

    Realmente, andar muito de carro parece transtornar ou alterar a percepção da realidade. É o que parece lendo alguns comentários.

    Ciclista não virou cidadão especial, é um cidadão que é agredido diariamente no trânsito há muitos anos, e hoje em dia tem voz. “Agredido” não é exagero, se considerarmos que carros passam em alta velocidade a poucos centímetros do ciclista o tempo inteiro (a lei manda diminuir a velocidade ao ultrapassar). Afora as agressões verbais, bastante comuns (é fácil ser corajoso dentro de um carro).

    As ciclovias de Porto Alegre são inadequadas, todas. Em fevereiro desse ano morreu um adolescente na ciclovia da Restinga. Foi fechado por um caminhão, escorregou ao frear e foi atropelado. Onde está o alarmismo? O pavimento da ciclovia da Diário é inadequado, Aquele trecho tem 1,5km, que se faz em 3 minutos de bicicleta. Qual o drama para o motorista reduzir a velocidade, mudar de faixa e ultrapassar? Se houvesse uma ciclovia decente, a maioria usaria, para não ter que conviver com motoristas estressadinhos. A ciclovia da Icaraí vive suja de areia, tem cruzamentos perigosos. A da José do Patrocínio é inclinada, também é escorregadia e tem cruzamentos perigosos (já houve atropelamento ali). Então pensem bem antes de mandar um ciclista para a ciclovia. Talvez fosse mais producente cobrar da administração pública uma estrutura viária decente.Mas aí dá mais trabalho, é mais fácil xingar um desconhecido na rua e ir embora.

    Tem muito ciclista fazendo coisa errada, obviamente ciclista não é intocável, como ninguém é. Gente fazendo merda tem em qualquer lugar, seja de carro, ônibus, patinete, moon walk ou o que seja. Sugiro para os motoristas que toda vez que virem um ciclista fazendo merda, olhem o próprio velocímetro, para conferir se está na velocidade limite. Pelo que eu vejo, quase todos em Porto Alegre dirigem acima do limite de velocidade. Mas isso é culturalmente normal, e ninguém liga. Há uma diferença importante entre ciclista ou motorista cometendo alguma infração: o potencial de risco. Andar a 60km/h (antes fosse 60, geralmente é muito mais) num veículo pesado em perímetro urbano, onde há vida em volta NÃO É NORMAL. É culturalmente aceito, mas é uma aberração.

    Pra terminar a prosa longa, só posso lamentar quem diga ou pense “bem feito” ao ver a foto de uma pessoa machucada. É sintomático de como a vida anda valendo muito pouco.

  18. MK Ultra disse:

    Existem tintas anti-derrapantes, com adição de sílica na composição. Alguém pode recomendar o uso dessa tinta para a eptc, antes que mais gente se quebre ou morra?

  19. Carlos Fernando Tomasini disse:

    Alguns comentários me deixam perplexo, demonstrando total falta de civilidade e coerência. O ciclista não é um cidadão especial, como alguns, ironicamente, afirmaram. Mas é um cidadão e deve ser respeitado em seu direito. Exigir do Poder Público uma via segura é, no mínimo, um direito do cidadão, e não um remendo como parece ser. Eu não sou ciclista, mas vejo com bons olhos esse aumento no número de ciclistas na capital, não só por questões e mobilidade urbana, mas também por aspectos ligados à saúde. O transito, a cada dia que passa, está mais violento. O motorista, enclausurado em seu feudo sobre rodas, se acha o senhor das ruas e avenidas. Algo deve ser feito e não vejo, por parte da prefeitura, qualquer movimentação no sentido de oferecer condições de trafegabilidade com o mínimo de segurança para quem necessita utilizar de tais vias. Lamentável que alguns vejam quem se utiliza de bicicleta para se locomover (seja por lazer, trabalho ou estudo) é um estorvo.

  20. Rodrigo klug disse:

    Quem me dera ter uma ciclovia na sertorio e /ou assis Brasil, eu poderia ir de bike para casa ou para o serviço em 30 minutos ao contrário dos 55 minutos em média que levo de ônibus ou os 25 minutos que levo de carro (isto mesmo o tempo de carro é quase o mesmo de bike) e na sertorio tem espaço suficiente para a ciclovia

  21. Nauber disse:

    Acho que o próximo adesivo pra sensibilizar o povo poderia ser algo assim:

  22. Beto Flach disse:

    Eu detesto esta ciclovia da Ipiranga.
    Foram descumpridos “n” itens da legislação que normatiza a construção. Vocês sabem que os gabaritos de ciclovia previstos no Anexo 9 do PDDUA dizem que ciclovia bidirecional deve ter entre 2,8m e 4m? E que, se segredada da pista, deve distar a 1,5 m da faixa de rolamento (por motivos óbvios).
    Pra ilustrar o conflito que é promovido com obras mal feitas, a prefeitura constrói as ciclovias “coladas” na pista e, mesmo que um motorista ande dentro da demarcação, acaba infringindo legislações de segurança, como o Art. 201 do CTB (de guardar a distância de 1,5m ao ultrapassar ciclistas).
    Ainda: o PDCI estabelece que não são permitidas ciclofaixas à esquerda da pista em vias arteriais. E onde está sendo pintada a ciclofaixa da Vasco da Gama (via arterial de 2º nível)? À esquerda.
    O triste fato é que a prefeitura faz ciclovia/ciclofaixa como quer, quando quer e onde quer e não conseguimos garantir qualidade na pista. No futuro, nossos filhos pagarão pra tirar o que foi mal feito e fazer direito.
    Felizmente, esta mesma legislação dá a ciclistas o direito de não andar na ciclovia quando esta não apresentar condições de trafegabilidade e segurança.
    Por isso, vamos pra pista!
    Abraço

    • Essa “cancha reta” ensaboada em que meteram os guris, é uma vergonha

    • Aldo M. disse:

      Essa Prefeitura adora vender gato por lebre. Pintam calçadas de vermelho e chamam de ciclovias; Pintam sarjetas e também chamam de ciclovias; asfaltam servidões de linhas de transmissão de energia e chamam de ciclovia.
      A simples verdade, porém, é que não há um centímetro sequer de ciclovia em Porto Alegre. São apenas cenários para as fotografias e filmagens do Prefeito nas inaugurações.

  23. Fabrício disse:

    Bah, galera… Li a manchete e achei que tinha acontecido um acidente grave. Já me machuquei mais caindo da bicicleta quando era criança e não fiz esse drama todo. Menos, bem menos… numa boa. Abs.

    • testadeferro disse:

      Concordo contigo !!! Já me esfolei todo de bicicleta e nunca fiz esse drama todo. Pelo físico desse ciclista deve ser um baita nerd meia roda. O Filipe x eu conheço e posso dizer bem alto !!! NERD !!!!!

    • Felipe X disse:

      Dúvida: se sentem como escrevendo isso? Ciclovias não devem ser feitas para guris se machucarem quando estão brincando, como os exemplos que deram. Devem dar segurança para todos, inclusive trabalhadores(as) de idade mais avançada chegar em casa com segurança. Olhem os postes,tinta escorregadia, etc.

      Mas talvez prefiram que alguém realmente fique com sequelas permanentes para daí considerar os riscos.

  24. Como é triste ler o que foi escrito por alguns motoristas da Prefeitura, neste post, como resposta a um acidente grave numa ciclovia, na qual todos já anunciamos que aconteceriam acidentes e que seriam de gravidade elevada. Até aparece um “doutor” que parece ser do “menos médicos” aconselhando não fazer torniquete, sem saber nada das circunstâncias do ferimento nem ter olhado o paciente, caso comum nestes dias de postos de saúde prejudicados. Mas vamos ao que interessa, Helton Moraes tem já um processo de um ciclista correndo na Justiça, com vários outros ciclistas já acidentados como testemunhas que tem audiência marcada para 16/3/2014. Todas estas circunstâncias da periculosidade e da falta de projeto de segurança desta ciclovia, certamente serão tratados no foro Judicial, o que tornará esta discussão pelo menos bem mais enriquecedora, pelo menos para os Advogados que atuem no pleito. Como eu já cai nesta ciclovia, em dia de chuva; em circunstâncias graves, também sou um dos testemunhas e estou recolhendo fotos para anexar ao processo no dia da audiência. Será bem interessante ver como serão explicadas as inclinações laterais de mais de 35°, a ciclovia abaixo do nível da lateral com vegetação, as curvas com degraus e em inclinação concomitante, as poças com limo e barro até 10 dias após as chuvas, as curvas com caimento lateral externo em declive ou aclive maior de 30°, todas estas fora de qualquer padrão internacional para construção de ciclovias. Vão ser necessários mais que “puxa saco do Prefeito” para justificar todas estas circunstâncias que colocam em risco a vida dos ciclistas e que foram negligenciadas no projeto.

  25. Ernesto disse:

    Provavelmente estava em alta velocidade.

    São entusiastas de um excelente meio de transporte, saudável para toda a coletividade, mas detêm as mesmas manias e arrogâncias dos motoristas de carro – autossuficiencia e pensamento de que as regras de trânsito valem para os outros.

    Por outro lado, a julgar o caráter e a boa fé desda atual administração, ocorrerão muitos outros acidentes. Ordinários

    • Triste ver como este senhor Arnesto faz uso deste meio para agredir; “provavelmente” julga sem saber nada das circunstancias, sentado detras do seu escritório na Prefeitura, puxando o saco do patrão “provavelmente” membro desta atual administração de boa fé e caráter, ordinário

      • Ernesto disse:

        Tu és tão burro que nao consegue interpretar um texto que dirige críticas à prefeitura, aduzindo que justamente pela má fé da prefeitura acontecerão outros acidentes.

        Palhaço

    • Felipe X disse:

      O que é alta velocidade para um ciclista? De onde tiraste isso? Mais um que sem qualquer embasamento dá um jeito de por a culpa na vítima.

      De repente devemos botar placas de limite de velocidade de 10km/h (a única velocidade segura nessa pista de sabão) e pardais na ciclovia. Vai combinar bem com a auto-estrada que fizeram na beira rio, onde os motoristas tem dificuldade de andar abaixo do limite de 60km/h (é difícil mesmo).

      • Aldo M. disse:

        Quando um motorista atropela um pedestre, ele normalmente descreve assim: “Eu vinha em baixa velocidade (quer dizer, uns 60 km/h), quando um pedestre correndo (isto é, a 10 km/h) se jogou sobre o meu carro.”

      • Felipe X disse:

        Exato aldo.. e a culpa é do pedestre. Agora que um não carro se acidentou, mais uma vez culpa é dele por estar absurdos 15km/h.

  26. Alex disse:

    As torres são de baixa tensão. \dik

    • Aldo M. disse:

      Baixa Tensão? 230 mil Volts, para quem não sabe.
      Produzem campos elétricos capazes de destruir circuitos eletrônicos, inclusive de marca-passos, até uma distância de 2 metros para cada lado da linha. Se fincar uma lâmpada fluorescente no solo, ela acende por causa do campo elétrico. Os guarda-corpos não são metálicos porque dariam choques devido à tensão induzida pela linha de transmissão.
      E há ainda o campo eletromagnético, as chamadas radiações não ionizantes que os fabricantes de celulares juram que não dá nada, mas estão associadas à incidência de câncer cerebral.

  27. Adriano disse:

    A verdade é que as pessoas acham que a ciclovia é pista de corrida, caminhada, passeio com cachorro, etc…. Vejo diariamente ciclistas andando junto aos carros na Ipiranga, pessoas caminhando, passeando com cachorro, andando de skate, crianças brincando, e ciclistas correndo na ciclovia, fórmula perfeita para acidentes.

    Ouço sempre reclamações que o ciclista não é respeitado, mas quando foi a última vez que você viu um ciclista respeitar sinaleira ou faixa de segurança? Ontem mesmo, com meu filho no colo quase fui atropelado por um ciclista em cima de uma faixa.

    • Felipe X disse:

      Última vez que vi isso? Hoje de manhã, eu paro em todas sinaleiras.

    • Aldo M. disse:

      É a alegoria do touro na loja de porcelanas. O Adriano vê cachorro, crianças, ciclistas, acidentes, mas esquece de mencionar a causa dos verdadeiros riscos: o automóvel.

    • Ernesto disse:

      Me parece que deve ser menor a velocidade csso queiram que a mentalidade mude e as pessoas mudem de habitos de transporte porque:

      1) Ninguém é Lance Armstrong e porto alegre não é tour de France. Assim como há ciclistas calejados e experientes, que poderiam imprimir maior velocidade, há aqueles que não são praticantes, sem.contar que seria um risco para outro ciclista alguém andando muito rápido na ciclovia. O mesmo risco de acidente que ha entre automóveis.

      2) segundo que, na beira rio, como tu mesmo disseste, as bicicletas dividem espaço com pedestres e, adotar velocidade mais alta causaria riscos superiores aos carros.

      Na ciclovia realmente, me equivoquei no raciocínio. Nao há porque ter limite de velocidade, exceto pela prudência.

      P.s.: Porque construir uma ciclovia em.apenas um.lado da Ipiranga? E nao uma em cada sentido da via?

  28. Henrique disse:

    Depois da chuva, tanto a calça quanto o asfalto ficam secos antes da ciclovia da Ipiranga.
    O pior é que a ciclovia está do lado do Arroio, não é problema de escoamento da água, é problema de projeto e execução.

    E outra.
    Por que as ciclovias são pintadas de vermelho? É obrigatório?
    Não seria melhor manter o piso original?

    • Pedro disse:

      É pintada de vermelho porque interessa politicamente mostrar que foi feita. Quem desconhece como foi feita se dá por satisfeito, as coisas estão evoluindo e os ciclistas são uns reclamões.

      Aproveito para contar uma situação que seria cômica se não fosse estúpida: um domingo desses estava pedalando na Diário com um amigo, e um motorista passou enraivecido.

      Meu amigo pediu para ele abaixar o vidro no semáforo e perguntou qual era o problema, se ele estava parado no semáforo junto conosco, ao que o sujeito disse que a gente andando na pista “fode todo o trânsito”. Assim, com aspas, literalmente. Repetidas vezes. Depois dessa “argumentação” em loop eu desconfiei ligeiramente que ele pudesse estar sob efeito de drogas.

    • Felipe X disse:

      Não duvido que a tinta dificulte a absorção da água. Mas não há lei que obrigue a pintar toda a pista como fazem. Se não me engano é obrigatório demarcar cruzamentos com outras pistas e o resto só precisa ter a “borda” pintada de vermelho.

      • Aldo M. disse:

        A pista é toda cheia de ondulações e sem qualquer caimento, empoçando a água. Um lixo.
        A pintura serve para chamar a atenção dos carros, não de pedestres. Então não há qualquer justificativa para a pintura na “ciclovia” da Ipiranga.
        Aliás, tecnicamente, ela é uma calçada onde está autorizado o trânsito de bicicletas. Os ciclistas é que deveriam ser alertados quanto à presença de pedestres.

  29. Jr Cap disse:

    Nada que isso não resolva.

  30. Gilson disse:

    Só quem pedala sabe o quanto escorrega os pneus nessa pintura vermelha.

  31. rafael disse:

    Nossa, eu tenho uma bike de passeio e quero ver se agora comeco a andar mais com ela… Domingo fui pedalar nessa ciclovia e fiquei pensando: sera que quem projetou essa ciclovia realmente anda de bike? Pq o ciclista tem que ficar mudando de lado da ipiranga? Sem falar a largura que fica a pista quando tem um poste… Nao sei se os responsaveis pela construcao da ciclovia pensaram nisso, mas essa obra pode ser bastante rentavel, disponibilizando o espaco dos guarda-corpos para colocacao de propagandas monetarizaria a ciclovia acelerando sua construcao e manutencao

    • Julio disse:

      Deve ser pelo mesmo motivo que os carros mudam de direção quando a rua não permite.
      Colocassem propaganda lá, reclamariam quando alguém batesse nela, iria dificultar a visibilidade, a tinta iria refletir no sol e mais uns 300 descontentamentos.

  32. Antonio disse:

    Essa pintura vermelha é uma porcaria mesmo, não tem a mínima aderência, pelo contrário. Quanta besteira estão escrevendo aqui, nota-se um rancor de parte dos motoristas em geral contra os ciclistas. É a maldita grenalização dos gaúchos, ou você é motorista, ou é ciclista, e é um contra o outro… êta povinho ignorante esse do RS!

  33. Silvia Prat disse:

    Meus amigos. Não adianta discutir sobre leis, impostos e direitos sociais, quando o que faltando
    é vontade politica, além de educação. Claro que os pedestres e ciclistas tem prioridade, mas nem sempre são respeitados. Então, devem ter mais cuidado ao andarem a pé ou de bicicleta. Acidentes acontecem até para quem anda de carro, pois seguidamente a gente observa acidentes de trânsito onde muitas vidas se perdem. Quem anda a pé ou de bicicleta deve sim, ter mais cuidado, pois estão mais expostos à perigos. Talvez se houvesse no local uma sinalização avisando sobre os postes logo à frente, o acidente não teria ocorrido. Mas ocorreu. Assim como carros encontram postes, pode acontecer com ciclistas, que andam em duas rodas e em calçadas.

    • Aldo M. disse:

      “Acidentes acontecem” ? ; “vidas se perdem” ? ; “expostos a perigos” ?; “ocorreu” ? ; “carros encontram postes” ?
      Que percepção mais esquizofrênica! Não há sequer sujeitos nestas sentenças sem qualquer conexão com o mundo real.

    • Felipe X disse:

      Acontece que as ruas dos carros não costumam ser tão mal feitas como essa ciclovia. Por sinal quando há um poste no meio da via há reclamações também. E o acidente foi em ciclovia, não calçada.

  34. Giuliano Vieceli disse:

    Kkkkkk, um idiota lá em cima pedindo outra pista na Ipiranga ao invés da ciclovia!

    Constrói a pista e enfia as torres de eletricidade no cu deste cidadão, pra ele deixar de ter idéias ridículas como esta!

    Essa ciclovia (além de ser um um local extremamente imbecil, próximo às faixas mais rápidas da Ipiranga) foi claramente construída com cunho político, apenas para mostrar “pra população” que nos importamos com buscar meios de transporte alternativos.

    Pura balela.

    Eu não sou ciclista, ando a pé! E por isso posso falar de forma bem imparcial sobre o assunto: se tivessem projetado as ciclovias baseados nas sugestões de quem, de fato, utilizada o equipamento (possuem diversos movimentos de ciclistas em Porto Alegre e no resto do Brasil), certamente teríamos uma ciclovia DE FATO, e não uma pista vermelha ridícula onde tiveram que criar até SINALEIRAS especiais para os ciclistas atravessarem os cruzamentos.

    Mas, enfim, reclamar como, se são os próprios cidadãos que elegem estes bananas incompetentes para administrar nossa cidade, né?

    • Fernanda disse:

      Na Alemanha existem sinaleiras especiais para ciclistas.

      • Aldo M. disse:

        Na Holanda também, mas elas abrem duas vezes em cada ciclo para as bicicletas e uma para os carros. As de Porto Alegre, pelo contrário, são feitas para imobilizar pedestres e ciclistas.
        Há sinaleiras e sinaleiras, não se deixe enganar!

  35. ana disse:

    Os ciclistas adoram cobrar milhares de coisas, mas uma coisa que tenho visto com frequencia é a falta de obediencia aos sinais de transito. Passam sinal vermelho para ciclistas e pedestres na maior arrogancia, os carros que parem para as beldades.

    • Ricardo disse:

      Ana, por favor,não tire o foco do post.

      Sabemos que muitos ciclistas acham que estão imunes às regras de trânsito,mas isso em nada tem a ver com o assunto que está sendo tratado aqui.

    • Guilherme disse:

      Terça passada, Ipiranga com Borges, eu vinha pela Borges de carro, sinal fechado para quem vai dobrar a esquerda pra entrar na Ipiranga, mas aberto para seguir reto a Borges…um ciclista com fones de ouvido atravessou do nada, nem ouviu a buzinada, nem percebeu q qse morreu E MATOU, pq realmente poderia ter matado…não adianta só cobrar direitos e não cumprir deveres…imagino o que aconteceria comigo se tivesse sido atingido pelo ciclista…pararia para prestar socorro e viriam dezenas de populares com olhares reprovadores pra cima de mim, sem nem saber do que estão falando…isso é inaceitável, ciclistas não levam multas ou sequer têm habilitação…eu acredito que para andar de bicicleta em meio ao trânsito, isso seria o mínimo…não vejo NUNCA isso em pauta…uma coisa é andar em Capão da Canoa no inverno, outra numa capital que recém está aderindo às ciclovias, onde até 2 anos atrás nem se pensava nisso…vamos pensar mais um pouco, direitos acarretam em deveres proporcionais…

    • Ílson Bolzan disse:

      Motorista, você que nunca passou um sinal vermelho.
      Atire a primeira pedra.

    • Pedro disse:

      Ana, você saberia disser com certeza se passam o sinal “na maior arrogância” ou “na maior humildade”? Só por curiosidade.

      Você, montada numa bicicleta, gostaria de arrancar junto com uma manada de carros acelerando, ou se pudesse (e não colocasse ninguém em risco), arrancaria antes para já estar mais distante e em velocidade quando os carros passarem por você? Um deputado engravatado que gasta auxílio-gasolina aprova uma lei que não corresponde à realidade e segurança, e eu devo me colocar em risco por isso?

      Em que ofende tanto o ciclista que passa o sinal vermelho (sem colocar ninguém em risco, ressalto)? Isso é ranço, sensação de impotência ou frustração.

      Próximo assunto.

    • Aldo M. disse:

      Ana,
      1. Sou motorista e ciclista e cobro simplesmente a Lei. Nela, os governos devem priorizar o transporte coletivo, a pé e de bicicleta. Ponto. Vias para automóveis? Só depois de prover infra-estrutura para transporte coletivo e não motorizado. A concessionária que te vendeu o carro não te alertou disso?

      2 Na Porto Alegre fora-da-lei, há semáforos para pedestres onde este é obrigado a aguardar mais de 5 minutos, quando nunca deveria ser mais que 40 segundos. É um incentivo intencional à travessia imprudente. O pedestre é obrigado a passar na única cor do semáforo destinada a ele – o vermelho.

      3. Os motoristas são obrigados a esperar o pedestre concluir a travessia. Isto não é gentileza, é lei do código de trânsito. Ou será que defendes a priorização das beldades que dirigem SUVs sobre os pedestres?

  36. Bárbara BSN disse:

    Ficar dividindo o espaço apertadinho da ciclovia com postes é covardia. Ou por um acaso os motoristas de carros tem que desviar de postes que por ventura estão no meio de uma estrada ou auto estrada?

  37. Fernanda disse:

    Não deveriam nem ter pintado a ciclovia. Economizaria na obra e não causaria tantos problemas de aderência. Acho que só aqui que existe uma barbaridade dessas… Não sou ciclista, mas só de passar de ônibus pela Ipiranga já percebo vários problemas ali.

  38. Sylvio disse:

    Sugestão para o protesto desta quinta-feira, de preferência na frente da Prefeitura: http://www.theguardian.com/environment/bike-blog/2013/dec/01/stop-killing-cyclists-die-in-tfl-protest – todo mundo no chão se fazendo de morto!

  39. Felipe X disse:

    Pedalei ali hoje, a 10 km/h como mandam nossos precavidos motoristas. Chamou a atenção realmente que o asfalto e a calçada do outro lado da rua estavam secos e a sabãovia molhada.

  40. Tiago disse:

    E esse problema não se restringe às ciclovias. Em um dia chuvoso, caí ao pisar e escorregar sobre uma faixa de segurança pintada com a mesma maldita tinta… e eu já estava com uma fratura na mão.
    Fiquei pensando nos pedestres idosos…
    Gostaria de saber qual foi a bolada que o fornecedor dessa porcaria levou da prefeitura! Acharam lindo pintar toda a cidade com ela! ¬¬

  41. Lucas disse:

    Eita pessoal, vamos com calma. Antes de começar uma discussão sobre se devemos investir mais dinheiro para construir ciclovias ou não devemos, entendo que é preciso levar em consideração que estamos tratando de pessoas e de alternativas. Pode ser que nem todos sejam fãs da prática do ciclismo, mas também nem todos podem/querem percorrer a cidade em duas rodas e sem motor para ir trabalhar/passear. Cuidado com as generalizações e os estereótipos pois eles podem distorcer os argumentos e eliminar a coerência das tuas frases. Minha contribuição à discussão é que eu gostaria que houvesse mais ciclovias nas ruas e mais segurança para a prática do ciclismo. Lembra sempre da seguinte frase na próxima vez que te ver em um engarrafamento: “Tu não está em um engarrafamento, TU É O ENGARRAFAMENTO!”.

  42. Huyer disse:

    Moro no Menino Deus, e sempre me beneficio da ciclovia. Já fui pego de surpresa com um pancada de chuva ao utilizar a ciclovia, realmente com o piso molhado precisamos ficar muito mais atentos. Lendo os comentários é fácil identificar como a sociedade ainda não está preparada para evoluir em nosso país, ao invés de discussões sem rumo como as que estão nos comentários, deveriamos discutir para promover sempre melhorias em nosso dia dia, tanto para os tontos que querem mais pistas de carro como para aqueles que querem acabar com os carros. Seja de bike, a pé, ônibus, carro, qualquer maneira émais saudável com respeito as diferenças.

  43. Pablitu disse:

    Chove, alaga… o “óleo” que há na faixa deixado pelos carros… vai pra pista.. chuva= (escorregadia).. bicicleta=Pneus carecas!….Curva , um poste… ele não viu, ou achou que ia passar e continuo pedalando….Obstáculos?Não!…Pra mim foi um simples acidente! Culpar a EPTC ou sei lá mais quem , pq tinha um poste na frente! Parece até papo de bêbado! ¬¬…..
    Culpa do poste que tava lá! aquele maldito! né! kkkk

  44. Josiane Bueno disse:

    Com a dor e o estado da perna do rapaz, ninguém se preocupou, só com os comentários de quem está certo , ou errado. Qualquer pessoa pode passar por isso.Afinal quem sai na chuva está prestes a se molhar ,mesmo em um dia de sol!!!!!

  45. bruno christofoli disse:

    Podem culpar a prefeitura por essas curvas sem sentido ou pela famosa “churrasqueira” que foi feita, mas essa matéria ta sensacionalista demais… eu ando de bike, de skate e a pé, e não dá pra culpar a prefeitura cada vez que tomo um tombo por ter uma calçada ruim

    • heltonbiker disse:

      Bruno, existe um princípio norteador das obras públicas que é a Acessibilidade. A calçada e a ciclovia precisam ser construídas para serem planas, para facilitarem, não para dificultarem. Não se pode achar normal (embora isso seja comum) que uma calçada PROVOQUE uma queda…

  46. Hello disse:

    Sou a favor das ciclovias e como qualquer tipo de veículo a bicicleta tbm deve ter seus limites e regras de transito, ou seja, todo condutor de bicicleta imprudente ou despreparado, vai causar ou envolver-se em acidentes seja qual for a sua idade.

    Vejo abusos tanto por parte de condutores de automóveis, como tbm de ciclistas e acredito que a solução esta na educação e compreensão das partes interessadas, visando o entendimento racional de convivência, em prol do bem estar de todos!

  47. poars_poa@hotmail.com disse:

    O problema é a cor da pista, é cor de alguém em queda! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  48. Solano disse:

    É esse é um problema MUITO sério, até porque caem em torno de 50 pessoas por dia. Fala sério, até criança pedala por ali, olha eu também ando de bike, mais que a grande maioria, esse cara caiu de molenga e descuidado. Ah vão achar o que fazer poxa!!!

  49. Diego disse:

    “obstáculos e baixa visibilidde, no caso as torres de alta tensão em frente ao Shopping Praia de Belas”
    …eu ri…hahahaha o cara não viu as duas torres de alta tensão…hahahahah eita porra…
    #vaquinhaparacompradeóculosparaociclista

  50. Pingback: Ciclovias de POA, um exemplo para o mundo? | Vá de Bici

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