EPTC discute com a comunidade projeto de ciclovia no Bom Fim nesta terça-feira.

A EPTC convida a comunidade para discutir a implementação da ciclovia das ruas Vasco da Gama, Irmão José Otão, João Telles e Barros Cassal nesta terça-feira, 24/09, às 19h na Sociedade Hebraica (Rua João Telles, 508).

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14 respostas para EPTC discute com a comunidade projeto de ciclovia no Bom Fim nesta terça-feira.

  1. Felipe X disse:

    Discutir tipo dizer o que vai fazer e era isso?

  2. André Gomide disse:

    Claro Felipe…para nossa prefeitura é assim mesmo…
    Pq a comunidade do bairro Leopoldina não foi covidada a “discutir” a ciclovia da av.juscelino kubitschek???? São menos cidadãos do que os outros da cidade??? Sabe, não tenho mais saco para ouvir a mesma baboseira de sempre…mimi…vai atrapalhar o trânsito…mimi…os moradores vão reclamar(eu não acredito nisso)…mimi…é impossível fazer….sempre o mesmo disco arranhado.
    Ontem a noite, visitei a “ciclocoisa” da juscelino com mais calma….três pistas…os caras se superaram lá….conseguiram proibir o estacionamento na direita da via e colocar a ciclocoisa na esquerda….que “inteligentes”. Pq nunca fazem o mais correto como na Icaraí(apesar de todos os problemas, aquele é o caminho)???? Coloca na direita e faz a divisão física com o estacionamento….que saco…lá não tem desculpa…tinha MUITO ESPAÇO!!!!!!!!!!
    É bem feito pra quem votou neste pulha…..mas eu é que sofro junto.

    A notícia do dia é o “tapa buraco” de 20 milhões….KKKKKKKKK…TOMA!!!!!!! Bem feito munícipe!!!!!!!!! O senhor Mauro Zacher é o nova Tatu!!!!!!! Adora um buraco apartir de agora.

  3. Guilherme disse:

    Quem estiver lá teria que filmar o pessoal reclamando dos mais que conhecidos problemas das “ciclovias” atuais pra publicar e não ter margem pra EPTC falar que “não foi avisada” nem nada do tipo.

    • Guilherme disse:

      Inclusive… Já que nossos políticos só se mexem quando o deles está na reta… Essa gravação abre margem para um “video-dociê” mostrando que o prefeito está cagando para o que a população tem a dizer, disposto até a colocar a vida de cidadãos em risco.

      Basta mostrar alguém reclamando nessa reunião e, daqui uns meses, mostrar o resultado que deve ser óbvio: vão ignorar solenemente todos avisos, reclamações e sugestões. Juntar isso em um vídeo e tá feito. Dá até pra juntar vídeos de moradores reclamando das trincheiras e o que mais for conveniente. 🙂

  4. fmobus disse:

    meus dois centavos – se alguém puder levar isso à reunião, agradeço:

    Vasco da Gama / Irmão José Otão: é um caso interessante, pois tem várias larguras em sua extensão. Começa bem estreita na Mariante, depois da Ramiro fica mais larga, depois da João Telles fica enorme. Isso pode complicar um pouco o projeto, mas ainda existem boas alternativas.

    Uma possibilidade seria o seguinte:
    – entre a Mariante e Felipe Camarão – ciclofaixa bidirecional, segregação básica (tachões), elimina-se estacionamentos à esquerda, mantém-se os da direita, sobrando duas faixas de tráfego veicular, como é hoje

    – entre Felipe Camarão e João Telles – ciclovia bidirecional, segregação mais parruda (canteiro); elimina-se estacionamentos à esquerda, adiciona-se sinalização e espaço nas conversões, ficam duas faixas veiculares, como é hoje

    – entre João Telles e Santa Casa – uma coisa radicalmente diferente: elimina estacionamento na direita, mantém duas faixas de tráfego e cria uma “sub-rua” calma. Explicando melhor. Coloca um canteiro no meio, ficando as duas pistas de tráfego na direita, e a rua calma na esquerda. Essa rua calma teria a circulação local e estacionamento de carros e, à esquerda disso, a ciclofaixa bidirecional. A verdade é que, sendo uma rua calma, os carros e os ciclistas estariam compartilhando o espaço. Eu vi estruturas parecidas com isso em Santiago e Amsterdam. É meio complicado de explicar, mas é similar ao que eu fiz nesse rascunho pra José do Patrocínio[1] – só que espelhado, sem paradas de ônibus.

    OU, se unidrecional for uma opção, fazer tudo que descrevi acima, mas no lado direito.

    João Telles – não tem espaço. Não do jeito que é hoje. Não com estacionamento dos dois lados e aquele trechinho de mão-dupla apertadíssimo. Não sei bem o que resolve melhor ali – talvez a melhor solução esteja no conceito de via calma. Coloca uns canteiros, umas chicanes e desacelera a galera. Isso pelo menos no trecho plano – no trecho inclinado talvez eliminar estacionamentos de um lado e botar ciclofaixa já seja suficiente.

    Barros Cassal – mesma coisa da João Telles: transforma em via calma no trecho plano, bota ciclofaixa no trecho inclinado. Isso, claro, assumindo que só querem fazer o trecho entre a Independência e Oswaldo. O outro lado (entre Farrapos e Independência) é um pouco mais complicado, mas provavelmente poderia ser uma ciclofaixa também – de preferência na esquerda.

    [1] https://www.dropbox.com/s/op460hyk7rrmn9m/jose_do_patroc%C3%ADnio.png

  5. Aldo M. disse:

    Estão resgatando um pequeno trecho do Caminho dos Parques criado em 2001, no governo do PT. A ciclovia/ciclofaixa pioneira foi abandonada e finalmente desativada em 2009 pela atual administração PDT-PMDB, que agora a apresenta como uma “nova ciclovia”.
    http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/noticia/2009/04/caminho-dos-parques-sera-desativado-na-capital-2489892.html

    • Marcelo disse:

      O caminho dos parques nunca funcionou. Uma idéia péssima de ciclovia de lazer que só funciona um dia por semana. Mal elaborada, perigosa e ainda por cima faltava fiscalização. Seu uso, além de perigoso, era impossível pois havia sempre carros estacionados em cima.

      Antes mesmo de ser desativada, mal servia para algo. A nova proposta de ciclovia, se for bem executada, é bem mais interessante.

      • André Gomide disse:

        Ontem eu tb estive na reunião…falando especificamente deste trecho que será implantado:
        Eu gostei…sai vagas fixas de estacionamento para criarem zonas azul(assim que regularizarem a licitação) e a ciclovia. O representante do jornal de bairro informou que não deverá ter maiores obstáculos para implantação deste trecho por parte dos moradores, uma e outra correção deverão ser feitas…não é surpresa para mim o bairro aceitar estas modificações, pois ainda é um bairro diferente dentro de POA, e acho que a ciclovia ajudará a preservar as características dele .

        Falando do resto da cidade: continua a mesma M#$@A.
        Descupas e mais desculpas…sempre falam que é uma guerra dentro da EPTC para aprovar qualquer alteração no trânsito em prol dos seres não tão humanos.
        Não obtive nenhuma explicação lógica para cagada que fizeram na ciclovia do Leopoldina…
        Continua a celeuma da tinta vermelha não aderente que é aplicada nos equipamentos cicloviários…contra fatos não há argumentos…É PERIGOSA SIM!!!!!!!!!!!!!!!! Não vi nenhum ciclista ontem que falasse o contrário. Todos nós conhecemos alguém que teve problema ou foi constatar “in locco”.

      • Diego Canto Macedo disse:

        Tb fui ontem. Apesar da insistente teimosia da eptc em fazer os primeiros 50km do plano com a maldita tinta, acho que o arquiteto começou a notar a insistente pressão por parte dos ciclistas em todas as reuniões. Deveríamos fazer esse mesmo tipo de pressão para outros erros constantes nos projetos da eptc (ciclovias no centro da rua ao invés de sempre na direita, por exemplo).

      • Aldo M. disse:

        O caminho dos parques foi um projeto de 12 anos atrás! Para a época, foi muito bom. O maior defeito era funcionar apenas aos domingos, mas era bastante utilizado até que a Prefeitura parou de multar quem estacionasse sobre ele – uma verdadeira sabotagem. Eu ainda utilizo alguns trechos demarcados, especialmente o sobre a calçada da Goethe que está cheia de carros estacionados – um trecho importante pois a Goethe é um tanto inóspita para ciclistas.
        Não fui à audiência, mas o “novo caminho dos parques”, pelo visto, terá problemas que nem existiam 12 anos atrás, como a tinta escorregadia e os tachões derruba-ciclista.
        Lamento que muito pouco mudou em tanto tempo, pois continua a ênfase no ciclismo de lazer.
        A Prefeitura deveria focar em melhorar a segurança dos que querem ir ao trabalho de bicicleta, incentivando-os a deixar o carro em casa. Para isso, é necessário ter ousadia e repensar a divisão do espaço e os limites de velocidade nas grandes avenidas.

      • Marcelo disse:

        Para a época foi muito bom? Não foi, não. Foi até sua extinção, um lixo.

        Em primeiro lugar não trata a bicicleta como meio de transporte, pois só funcionava aos domingos. Em segundo lugar tinha o que têm de pior as ciclovias do Desafortunati: passava em cima da calçada, buracos. E tinha coisas até piores no meio da Vasco ela simplesmente trocava de lado da via no meio da quadra, passando no meio de carros em movimento (!) e carros estacionados em cima (que não eram multados nem guinchados pela EPTC).

        Concordo que a atual gestão municipal é lenta, incompetente e criminosa no cumprimentos dos planos diretores da cidade, mas nesse aspecto a prefeitura do PT anterior não foi em nada melhor.

      • Aldo M. disse:

        Não é minha intenção defender o antigo Caminho dos Parques. Mas a atual administração precisa admitir que o abandonou há 4 anos atrás. O atual projeto não pode ser apresentado fora desta perspectiva histórica. O que ela está fazendo é uma melhoria no projeto original, onde diversas características serão inclusive mantidas. Julgo desonesto apresentar essas ciclovias como um projeto inteiramente novo sem ao menos citar o que já existiu há 12 anos.
        Alguém já disse que ocultar o passado é uma excelente forma de perpetuá-lo. Temo que o novo projeto não será muito diferente do antigo, cheio de falhas, e a atual administração não queira que isso fique aparente para a população.

  6. André Gomide disse:

    Pessoal, está é uma matéria que a ZH retirou do “NY Times”
    Valeu cada segundo de leitura.
    http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/mundo/noticia/2013/09/caos-no-transito-na-cidade-do-mexico-surpreende-estrangeiros-4279475.html

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