As avaliações de tráfego locais ainda que simplistas já estão começando a indicar diagnósticos.

É isto que ocorre, é o que acontece com a falta de qualidade na gestão do tráfego.
Este é uma das melhores explicações dos congestionamentos que tenho lido por aqui.
Observem que esta via, a BR116 na região metropolitana tem sempre recebido vários viadutos, só que não adianta, ela segue congestionada.

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O motivo é que não se atende a Lei Federal da mobilidade urbana e não se dá prioridade ao transporte coletivo.
Então os ônibus demoram cada vez mais no congestionamento dos carros, o custo da viagem aumenta, os passageiros diminuem, o preço da passagem aumenta e a qualidade cai, o sistema entra em colapso, os ônibus diminuem.
O tráfego e os congestionamentos aumentam.
As obras e viadutos ficam inúteis, dinheiro posto fora.

E a nossa qualidade de vida vai para o saco.
Com esta política errada.
O prefeito errado na contra-mão corta árvores para asfaltar os parques da cidade.
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Vejam o texto:
-“Embora a rodovia tenha recebido melhorias como o viaduto próximo à Unisinos e a inclusão de uma terceira faixa em Canoas, isso não foi suficiente para amenizar um tráfego impulsionado pelo aumento de 29,9% na frota do Estado desde 2008. Um alívio maior deverá ser trazido apenas pela conclusão da via alternativa BR-448, prevista para o que vem.

— A rodovia está em melhores condições graças a obras que foram feitas. O que pode explicar esse resultado é o aumento da frota ou pequenos acidentes que podem acontecer num lugar e ter reflexo bem longe — acredita o engenheiro supervisor da unidade de São Leopoldo do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Carlos Pitta.

Outra razão para o inchaço é o progressivo abandono do ônibus. O trajeto feito nesta segunda-feira explicita o cenário do transporte coletivo na rodovia: a viagem foi demorada, com 33 paradas, e em nenhum momento todos os bancos foram ocupados. No final, o repórter foi o único passageiro a descer no Viaduto da Conceição. O penúltimo, o metalúrgico Daniel Santos Vargas, 47 anos, havia descido na Avenida Farrapos.”

http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/transito/noticia/2013/05/carros-e-onibus-ainda-sao-os-transportes-mais-demorados-para-se-usar-pela-br-116-4151572.html?fb_action_ids=10200791838351461&fb_action_types=og.recommends&fb_source=aggregation&fb_aggregation_id=288381481237582

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15 respostas para As avaliações de tráfego locais ainda que simplistas já estão começando a indicar diagnósticos.

  1. Felipe X disse:

    Não quero números, quero asfalto.

  2. Alex W disse:

    Isso que ainda tem metrô na região. Imagina se não tivesse!

    Mas também, tinha que melhorar o metrô, mas ele só serve basicamente pra atender quem mora nas redondezas das estações… quem mora nos bairros mais afastados acaba indo de carro mesmo.

  3. walescko disse:

    e digo mais que a BR-448 é uma obra defasada porque há um grande fluxo de veículos automotores provindos do Vale do Caí e do Vale do Sinos que acessam a BR-116 já em São Leopoldo e a antes do Rio dos Sinos, em São Leopoldo, fica tudo trancado.

    Moro em Esteio desde 2006 e a cada ano vejo a Rodovia cada vez mais congestionada. Como usuário do transporte coletivo de uma certa empresa, em 2007 havia 5 horários entre as 5h50min até as 6h10min com destino a Novo Hamburgo, hoje nesse horário só existe um horário e no restante do dia os horários os horários tiveram uma redução drástica de horários, sendo que o usuário se não tiver em mão os horários fica muito tempo esperando o próximo que pode levar até uma hora.

  4. Pablo disse:

    Saiu na pro própria Zero Hora que de trem demora meia hora menos do que de carro. Muita gente ainda reclama da super lotação, mas quem sabe com as novas composições melhora.

  5. Edster disse:

    Não adianta ter o trem, se as estações não são alimentadas por linhas auxiliares. Aí ele só serve pra quem mora perto da estação mesmo. E a grande Porto Alegre deveria ter no mínimo umas 3 linhas de trem interurbano, e aumentar a capacidade da linha atual. Eu circulo de carro frequentemente pela 116 pois preciso me deslocar para Caxias, e é assustadora a quantidade de motoristas fazendo trajetos curtos na 116 entre POA e São Leopoldo, e que andam sozinhos em seus carros. É a falência múltipla dos órgãos de transporte público na região metropolitana.

  6. heltonbiker disse:

    Essa rodovia é particularmente emblemática para o ciclismo por duas razões:
    1) É um caso particularmente notável de um local onde há dez anos atrás era relativamente tranquilo de passar de bicicleta, e devido ao aumento do trânsito e à remoção do acostamento, hoje é IMPOSSÍVEL: o acostamento da 116 no sentido Canos-Poa; Ou seja, muitas pessoas que antes faziam esse trajeto, seja por lazer ou transporte, e hoje se vêem somente com a alternativa nada confortável de fazer o balão pela antiga Adubos Trevo, podem ter desistido do trajeto. Ou seja, não se trata apenas de clamar por novas vias para bike, mas de lutar para que os caminhos que já existem não sejam eliminados;
    2) Com toda essa demora no trânsito, o trajeto de bicicleta, mesmo em baixas velocidades, começa a se tornar uma alternativa particularmente viável. DUAS HORAS E MEIA num ônibus para fazer menos de 50km? Qualquer pessoa acostumada a pedalar consegue. Porém, infelizmente, passar naquela região é uma aventura digna dos mais ousados ciclistas, infelizmente…

  7. Pingback: Vá de Bici: apesar de construírem mais viadutos, não adianta, o trânsito continua ruim ou até piora | Blog Porto Imagem

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