Dois novos atropelamentos evidenciam riscos contra ciclistas em Porto Alegre

Em menos de uma semana, dois ciclistas foram atropelados em Porto Alegre. As vítimas são jovens que utilizam a bicicleta como meio de transporte há pelo menos dois anos e ambos foram atingidos por motoristas que, ao fazer a conversão em vias de grande fluxo, desrespeitam o Código de Trânsito Brasileiro. Conforme a legislação brasileira (Artigos 38 e 170), os carros devem ceder passagem a pedestres e ciclistas nas conversões e não ameaçar o ciclista ou o pedestre com o carro. Além disso, carros devem manter distância mínima de 1,5 m das bicicletas.

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5 respostas para Dois novos atropelamentos evidenciam riscos contra ciclistas em Porto Alegre

  1. Felipe X disse:

    Eu sei que é puro idealismo, mas por isso que digo que para mim o ideal não é criar ciclovia/faixa mas sim fazer fiscalização ostensiva e multar todos que dão finininho e buzinam para os ciclistas como se fossem donos da rua. De quebra, podia resolver problemas dos pedestres junto, como os milhares de motoristas que passam no sinal vermelho todos dias.

    • AlexP disse:

      Concordo plenamente.

    • Rodinei Porto disse:

      Concordo com você Felipe X, o principal problema para os ciclistas e pedestres em Porto Alegre é a falta de educação e desrespeito por parte dos condutores de veículos automotores. E isso as ciclovias não irão resolver. O condutor de veículo automotor está armado e engatilhado, então é ele que tem que ter a maior preocupação com os pedestres e ciclistas e não o contrário. A luta é por um trânsito compartilhado entre todos os modais, onde o ciclista receba o respeito e cuidado que merece, por ser a parte mais frágil entre os modais.

  2. Guilherme disse:

    Não dá pra esperar muita coisa, infelizmente.

    Essa semana eu vi um carro do CFC Hot Car tirando uma fina de um ciclista na Ipiranga. Se o cara APRENDE assim na auto-escola, o que esperar depois que conseguir o “porte de carro”?

    Nota: Ele teve total possibilidade de ultrapassar o ciclista com segurança (como eu fiz, inclusive), não era um horário de movimento. Além disso quem dirigia era o aluno, a julgar pela velocidade.

  3. Aldo M. disse:

    A EPTC têm grande parcela de culpa nesses acontecimentos. Ela não projeta as vias considerando a presença de ciclistas. Pelo contrário, evita até instalar placas alertando aos motoristas que há ciclistas, além de estabelecer limites de velocidade (60 km/h) incompatíveis com o trânsito de bicicletas. Com isto, os motoristas agressivos têm tudo para achar que estão amparados pelo poder público em suas condutas de tocar por cima dos que atrapalham o fluxo dos seus bólidos de lata.

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