EPTC inverte a prioridade: agora é a preferência é dos automóveis. (Atualizado)

Em resposta ao post abaixo, a EPTC enviou a seguinte mensagem:

“A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) informa que a placa mostrada na imagem não foi implantada pela empresa. A mesma já foi retirada do local.

Att.
Lucas Barroso
Assessoria de Comunicação da EPTC”

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        Art. 36. do Código de Trânsito Brasileiro: 

O condutor que for ingressar numa via, procedente de um lote lindeiro a essa via, deverá dar preferência aos veículos e pedestres que por ela estejam transitando.

Art. 6º  do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano e Ambiental de Porto Alegre:

“A Estratégia de Mobilidade Urbana tem como objetivo geral qualificar a circulação e o transporte urbano, proporcionando os deslocamentos na cidade e atendendo às distintas necessidades da população, através de:

I – prioridade ao transporte coletivo, aos pedestres e às bicicletas;”

Acima são só alguns exemplos de pontos da legislação que tratam da preferência do pedestre, tanto no trânsito quanto no planejamento urbano, como da responsabilidade dos condutores de carros pela segurança dos mais frágeis. Entretanto, a EPTC mais uma vez ignora as leis e instala sinalização que contraria o CTB e o PDDUA e deseduca a população. A sinalização é utilizada para alertar o pedestre de que à frente há o acesso ao Parque Gigante e a um restaurante, quando na verdade deveria reforçar a lei e alertar o motorista da circulação de pedestres e lembrá-lo de que a responsabilidade pela segurança de todos é do condutor de veículo motorizado. Mas parece que ao invés de um planejamento de vias que estimule ao motorista o cuidado com o pedestre, o que vemos é  que os engenheiros de trânsito da EPTC fazem o possível e o impossível (ilegal) para privilegiar o livre fluxo dos automóveis e o pedestre que cuide da sua própria segurança.

Porém neste caso, o problema é ainda mais grave, pois a placa em questão, A32-b, serve para indicar aos condutores de veículos uma passagem sinalizada de pedestres. Entretanto ela é deturpada pela EPTC para alertar aos próprios pedestres que na frente há uma faixa de segurança, mas que na verdade a preferência é do automóvel.

Faz algum sentido? Não, mas nada mais me surpreende.

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97 respostas para EPTC inverte a prioridade: agora é a preferência é dos automóveis. (Atualizado)

  1. Felipe X disse:

    Sério, quando abri o link, só pelo título achei que ia ser mimimi, mas cheguei a rir alto de tão deprimente.

  2. Felipe X disse:

    Mas resumindo: ali terá um calçadão para prática de esportes e ciclovia, mas a preferência é dos carros que saem da garagem de uma churrascaria. Tá certo né, vai que alguém tomou uma cervejinha, afinal não dá pra ir ali com transporte público mesmo.

  3. AlexP disse:

    Cara, esta é uma das coisas mais tristes e absurdas que eu vi em muito tempo!

  4. Gustavo disse:

    onde é isso?

  5. Vem cá! Aquela placa amarela ali significa uma coisa e eles escreveram outra embaixo ou é impressão minha?

    http://aimore.net/placas/placa_A-32b.html

  6. quietriot disse:

    essas placas amarelas não são só pra chamar atenção?

    • Marcelo disse:

      Sim quietriot, são placas que servem para alertar o motorista. O que a EPTC fez foi inverter o sentido da placa e usar ela para alertar o pedestre!

      • quietriot disse:

        mas custa dizer pro pedestre ter cuidado? poderia estar escrito algo como: “pedestre, a preferência é sua, não precise cuidar nada, só atravesse.”

      • Marcelo disse:

        quietriot, se tu precisas avisar o pedestre para ter cuidado com veículos no passeio público, é sinal de que alguma coisa está seriamente errada.

      • Felipe X disse:

        Pois é, aquela é uma região de lazer, bastante utilizada por corredores e ciclistas, que pedalam fora da pista para não incomodar os carrinhos. Daí na saída de um restaurante em vez de ter uma placa para o motorista cuidar com o trânsito de quem está se exercitando, a coisa é invertida para demonstrar quem é o dono da rua.

    • Exatamente o que o Marcelo disse… Palhaçada…

  7. Pablo disse:

    Como pode essa EPTC ser tão errada? Quando refere-se à planilha de custos do transporte coletivo eles ficam evocando uma lei mais antiga que andar para frente, agora para cumprir o código nacional de trânsito, eles não conseguem.

  8. Felipe X disse:

    Tem outra ali: instalaram uma sinaleira para atravessar a beira-rio ali (afinal agora vai ter um cruzamento né, acharam que era para os pedestres?). Se vocês repararem o asfalto recém feito já está com diversas marcas de pneus muito fortes, e sempre vejo carros passando no vermelho. Fico me perguntando quantos vão ter que ser atropelado até a prefeitura tomar alguma medida de traffic calming ou instalar um pardal ali, pois com aquela auto-estrada o pessoal está sendo bem dizer estimulado a pisar no acelerador.

    • heltonbiker disse:

      Que bom que tu mencionou ao menos uma ferramenta do arsenal da “nova engenharia de trânsito”: o traffic-calming (outras seriam road-diet, congestion-princing, etc.). Só que a EPTC ainda está na engenharia de trânsito “oldschool”…

    • Aldo M. disse:

      A Prefeitura concluiu na semana passada mais uma etapa do Autódromo de Fórmula Indy José Fortunatti: renovação do asfalto entre o Gasômetro e a rótula das Cuias e eliminação dos sonorizadores para redução da velocidade.

  9. Mano disse:

    Na boa gente, que chatice e implicância. Não tem nada a ver com inversão do código de trânsito, é apenas um aviso complementar à segurança do pedestre. Aí acontece um atropelamento e todo mundo cai de pau dizendo que não tem sequer um sinal de aviso que ali é entrada e saída de veículos.
    Concordo que a responsabilidade maior é dos veículos, mas essa denúncia aí é vazia, a crítica pela crítica.

    • Marcelo disse:

      Não, Mano, não é uma crítica vazia. É a institucionalização do desrespeito ao pedestre. Ninguém respeita o pedestre como diz o bom-senso (e a lei), mas o motorista não é punido nem nada. Então o que a EPTC tá dizendo é: “te vira, pedestre, te cuida senão tu vai morrer, mesmo que a preferência teoricamente seja tua. Nós não vamos fazer nada por ti”.

      • Mano disse:

        O bom senso do trânsito diz que “o maior cuida do menor”, deveria ser assim. Mas realmente temos motoristas que não respeitam isso. Mas continuo achando válido o alerta ao pedestre, é apenas uma precaução, não está dizendo “PARE” ou “PROIBIDO”, é um alerta.
        Por essa lógica que você escreveu no post, não são justas as placas que dizem “Cuidado. Entra e saída de caminhões”, que são um alerta ao motorista de carro. Pois na mesma lógica, quem teria que cuidar do motorista do carro é o caminhoneiro que circula na mesma área. Volto a dizer, não é inversão de lei, é um alerta pela segurança, a responsabilidade continua sendo do motorista e eu pessoalmente continuarei respeitando ciclistas e pedestres como sempre. Mas me preocupa também a irresponsabilidade destes em alguns casos.

      • heltonbiker disse:

        A EPTC está institucionalizando o famigerado meme: “Pedestre, Perdeste!”

      • heltonbiker disse:

        Mano, em design e arquitetura (e urbanismo) existe o conceito de “affordance”, que seria mais ou menos como “sugestões” de como alguma coisa pode ser usada, baseada em sua aparência. Por exemplo, uma luva é obviamente feita para botar a mão dentro, uma cadeira para sentar em cima, etc. O uso dessas coisas é óbvio.
        Um exemplo mais orientado à mobilidade são as rampas de cadeirante: pode ver que TODAS as pessoas preferem subir e descer calçadas pelas rampas, diria até que na verdade toda a largura das faixas de segurança deveria ser uma rampa.
        Agora, sabe o que acontece quando tu pega uma avenida e “disfarça” de via expressa? Os motoristas vão usar como via expressa. Os “affordances” são de via expressa. O motora olha aquilo, e o que ele entende é: “venha, motorista, aqui pode correr”. E os urbanistas e engenheiros de trânsito SABEM disso.

      • sergio disse:

        Exato Helton.
        Se aquela entrada de veículos ticesse sido projetada diferente o motorista saberia que precisaria reduzir para entrar, mas como é tudo em asfalto, do mesmo nível da rua e com uma curva arredondada, o motorista é convidado a entrar sem reduzir muito a velocidade. Se o troço tivesse sido bem projetado, não precisaria de placa nenhuma.

      • Felipe X disse:

        Mano, como já disse acima aquela calçada é bastante utilizada por corredores e ciclistas. Daí na saída de um restaurante a única placa existente indica para quem está se exercitando quem manda ali é o carro que saiu do restaurante, ao contrário do que diz na lei.

        A única coisa que salva esta entrada é que tem uma descida logo na frente. Então para salvar suas preciosas rodinhas, os motoristas vão frear. Senão ia ser mais uma para dobrarem em velocidade de cruzeiro.

    • Aldo M. disse:

      A placa diz ao motorista: “Entrada de carros. Não se incomode em parar, pois os sem-carro já foram avisados para abrir passagem. Uma gentileza da EPTC.”

  10. Giovani disse:

    Exagero. Trata-se de uma placa de advertência, não de regulamentação. Ela tem como objetivo ALERTAR os pedestres sobre o acesso de veículos, e não dar a preferência aos carros. É um aviso para que se redobre a atenção. A falha da placa é que ela mostra a figura de um pedestre, quando deveria mostrar o acesso de veículos. A imagem do pedestre deve ser mostrada aos motoristas.

    Outra falha que vejo é que não há faixa de pedestres, mas isto pode ser temporário, já q pode-se ver sinalização de obra na foto. Havendo a faixa, ela predomina sobre a sinalização de advertência (ver CTB art. 214).

    • Marcelo disse:

      Giovani, é uma placa que existe para ALERTAR O MOTORISTA da presença da travessia de pedestres, o seu uso foi invertido pela EPTC para alertar o pedestre da travessia de veículos.

      • Giovani disse:

        Como eu mencionei, a IMAGEM está errada, mas a mensagem de alerta é válida.
        A intenção ali não é dizer “deixe os carros passarem”, e sim “redobre a atenção”.

        Como engenheiro de trânsito, me senti da obrigação de clarificar a parte técnica, já que o título e o tom do post são extremamente inadequados. Trata-se apenas de uma imagem incorreta, não existe nenhuma inversão de prioridades ou preferência aos automóveis.

      • Tonismar disse:

        O problema da EPTC foi querer alertar os pedestres ou alertá-los com a placa errada? Qual é o problema em alertar as pessoas? Já pensaram que a placa pode ser dois alertas, um para os motoristas, no caso a imagem, e o texto para os pedestres, visto que, não são obrigados a saberem as placas de trânsito. Como já foi dito antes aqui, não existe proibição alguma apenas um aviso com a intenção de ajudar. O grande problema deste post é o título, está incorreto pois não há inversão alguma de preferência na placa.

      • Giovani disse:

        Complementando com informações do manual de sinalização:
        http://www.dnit.gov.br/rodovias/operacoes-rodoviarias/prosinal/19-manual-vol-ii-sinalizacao-vertical-de-advertencia.pdf

        Ver item 4.1, páginas 11 a 13 (em especial final da página 12: sinalização especial de advertência). Esta seria a sinalização correta a utilizar.

      • Felipe X disse:

        Não seria usual ter uma faixa de segurança ali visto que não é entrada para uma rua, mas sim para um clube. FOra isso, o problema é sim avisar o pedestre e o ciclista que ele deve cuidar se tem alguém entrando na churrascaria em vez do contrário. Eu que vou ali na ciclovia pedalando a mais de 20 km/h devo fazer o que? Parar e olhar?

    • heltonbiker disse:

      Giovani, desculpe a franqueza, mas o que temos visto é que os engenheiros de trânsito, somente dispondo do arsenal da engenharia de trânsito, tratam a cidade como se fosse uma rede de vias, assim como quem só tem martelo usa todas as coisas como se fossem pregos. Somente porque uma coisa pode ser feita não significa que ela deva ser feita, que seja o certo a fazer. Independente de quais e quantas placas estejam previstas em lei, é MORALMENTE errado transformar o maior espaço de exercício pedestre de Porto Alegre em uma beira-de-faixa onde o pedestre usa de favor o espaço que sobrou, e a todo momento tem que estar mais do que alerta à possibilidade de um carro surgir do nada.

      • Giovani disse:

        Não vejo nada moralmente errado em alertar os pedestres sobre um potencial risco.
        Ao contrário, conhecendo a forma como o motorista brasileiro dirige, moralmente errado seria justamente NÃO ALERTAR o pedestre.

        PS: eu sou muito mais pedestre e passageiro de ônibus do que motorista.

      • Marcelo disse:

        Giovani, há algo errado sim quando o órgão público e os engenheiros de trânsito responsáveis decidem alertar os pedestres para um risco em potencial ao invés de buscar eliminar o risco. É perfeitamente possível criar uma rampa de acesso que force os motoristas a reduzirem a velocidade para entrar. É questão de prioridades, a EPTC prefere priorizar o fluxo de veículos em detrimento da segurança do pedestre, ao contrário do que manda o PDDUA.

      • sergio disse:

        Giovani, o que deveria ter sido feito seria ter construído esse aceso de uma forma que o motorista é obrigado a reduzir para entrar, deixando claro que ele está cruzando o espaço dos pedestres, e deixando claro para o pedestre que ele está seguro ali. Em Porto Alegre nada é feito pensando nos pedestres. Aquilo ali foi feito para os carros entrarem rapidamente de forma a desobstruir a rua o mais rápido possível, em detrimento a segurança dos pedestres na calçada.

      • Giovani disse:

        “há algo errado sim quando o órgão público e os engenheiros de trânsito responsáveis decidem alertar os pedestres para um risco em potencial ao invés de buscar eliminar o risco.”

        Aí vamos entrar em outra discussão bem mais longa.
        O caso é que o alerta é válido, tanto do ponto de vista técnico quanto “moral”, e o título do post é completamente injusto, existindo apenas o erro da imagem.

        É preciso ter bom senso, tanto de um lado quanto do outro, e o posicionamento de certas pessoas, embora bem-intencionado, carece do mesmo.

        “A questão de prioridades, a EPTC prefere priorizar o fluxo de veículos em detrimento da segurança do pedestre.”

        Aqui tb vai outra longa discussão, mas de novo, tanto do ponto de vista técnico quanto moral, não há priorização de veículos sobre pedestres neste caso específico.

      • Giovani disse:

        Sergio
        “Aquilo ali foi feito para os carros entrarem rapidamente de forma a desobstruir a rua o mais rápido possível, em detrimento a segurança dos pedestres na calçada.”

        Não. Leia o manual de sinalização de advertência.

      • Marcelo disse:

        Giovani, não é outra discussão não, é essa aqui mesmo. É disso que estamos falando. A EPTC faz um planejamento viário que incentiva a alta velocidade e o desrespeito às leis, não faz fiscaliza nada para que se cumpram as leis, mas faz campanha da mãozinha para o pedestre pedir licença para atravessar na faixa de segurança e coloca placa de alerta aos motoristas para avisar pedestres que há um perigo à frente, perigo causado pelo (des)planejamento da própria EPTC. É sobre isto esta discussão, esse post. Postei lá no início um trecho do PDDUA que define a prioridade aos pedestres no planejamento do transporte urbano. O que a EPTC faz no seu planejamento é claramento o contrário, privilegia o fluxo em detrimento da segurança do pedestre.

      • heltonbiker disse:

        Além de a discussão ser esta mesma, é exatamente esta mesma. O cerne da discussão é que a Engenharia de Trânsito, assim como todas as engenharias e muitas das gestões políticas tecnicistas é querer simplificar a vida humana para conseguir obter “modelos tratáveis”, só que com essa simplificação todo o humanismo vai junto com a água do banho. É moralmente errado aplicar a engenharia de trânsito para resolver problemas que transcendem à alçada da engenharia de trâsito. A engenharia de trânsito não tem estrutura conceitual para tratar problemas de ordem social e urbanística, como é o caso. A engenharia de trânsito é uma disciplina insuficientemente sofisticada para representar os construtos empregados pelo urbanismo. O meio urbano não é um ambiente determinístico e portanto não pode ser adequadamente modelado pela engenharia de trânsito. Os modelos de engenharia de trânsito não estão equipados para decompor o meio urbano em suas partes constituintes. E é por isso que é moralmente errado que engenheiros de trânsito fechem os olhos para tudo o que não é engenharia de trânsito, como neste caso, e como em tantos outros casos, mais e novamente.

      • Bagual disse:

        Helton,

        “A engenharia de trânsito é uma disciplina insuficientemente sofisticada para representar os construtos empregados pelo urbanismo”

        O problema não é a engenharia de trânsito, e sim que a mesma é inexistente no Brasil, pois é municipalizada e carece de profissionais competentes e com pensamento holístico. Quantas pessoas trabalham no setor de engenharia de tráfego na EPTC? eles tem formação específica? Imagina nos pequenos municípios então. Logo, o problema não é a engenharia de trânsito, e sim que a mesma é inexistente.

    • Leandro Leite disse:

      Qualquer engenheiro sabe (até mesmo da EPTC) que numa pista de alta velocidade, além da faixa de segurança tem que existir placa vertical para alertar a presença desta faixa de segurança.

      Na minha humilde opinião, a grande maioria dos pedestre já sabem que é perigoso na calçada e muito mais fora dela. Ele já está em ALERTA.

      Aquela bendita placa serve unicamente para ALERTAR o motorista. Só pra reforçar ainda mais, pq possivelmente vai existir faixa de segurança.

      Já é uma luta para fazer os pedestres usarem a faixa de segurança, só faltava agora esse empresa que diz ser pública querer que os pedestre fiquem alertas para carros a alta velocidade atropelar em cima da faixa de segurança.

      E fora que a posição da placa é pro motorista enchergar, o pedestre ta na outro lado da via (tem que se lembrar que vai existir uma ciclovia na esquerda).

  11. Eduardo disse:

    Sensacionalismo barato. É uma região em obras, com entrada e saída de veículos durante as 24 horas do dia. Nessas situações a atenção redobrada de todos é indispensável para que não ocorram acidentes.

  12. Pablo disse:

    O certo seria isso aqui:

    http://goo.gl/maps/1ralV

    Um “PARE” antes de atravessar a calçada.

    • Marcelo disse:

      Fantástico isso em Carlos Barbosa. Isso passa claramente a mensagem para o motorista de que aquele espaço é dos pedestres e ele é que é o intruso ali.

    • heltonbiker disse:

      Quando visitei Carlos Barbosa há uns dez anos, bastava “ameaçar” atravessar a faixa de segurança a pé, e os carros já paravam e esperavam quanto tempo fosse necessário sem qualquer tipo de pressão.

  13. phrayres disse:

    PS: sou ciclista também (argumento ad hominem).
    Chega, né gente. Essa sinalização é uma excrescência, que passa uma mensagem equivocada a quem dirige um automóvel. Quem estiver em volta que se cuide. Ah, no estado atual temos que aceitar isso. E vamos seguir aceitando até quando?

    • Marcelo disse:

      Usar esse argumento de que é pedestre (ou ciclista) como forma de dizer que por isso não seria capaz de fazer algo que prejudicasse pedestres é o mesmo argumento utilizado por racistas que justificam seu comportamento dizendo “eu tenho amigos negros”, como isso os isentasse de racismo.

    • Giovani disse:

      Se passa uma imagem equivocada a quem dirige um automóvel significa que o motorista desconhece as normas de trânsito.

      Vocês estão procurando pelo em ovo.

      • Marcelo disse:

        Boa parte da razão pelos motoristas desconhecerem as normas de trânsito é pelo fato da má utilização da sinalização. Este caso é um exemplo que confunde o motorista, outro caso é a má utilização das faixas de segurança, colocar elas onde há semáforo é confundir o condutor de veículo.

      • phrayres disse:

        Você tem alguma dúvida que a maioria dos motoristas desconhece as normas de trânsito, Giovani? Basta parar numa esquina qualquer por 5 minutos e verificar empiricamente. Se você tem habilitação para dirigir já verificou isso pessoalmente. Brasileiro quer tirar a habilitação, não aprender regras. Vamos ser francos, nós sabemos disso. No mundo ideal todo mundo saiu educado e consciente da auto-escola. No mundo real, pagou, passou. Pelo em ovo com 40 mil mortos por ano? Francamente.

      • giovani disse:

        Phrayres
        Nao, nao tenho duvida. Brasileiro no geral desconhece as normas mesmo.
        Mas isso de maneira nenhuma invalida um alerta aos pedestres.
        O pelo em ovo q eu me refiro é usar este caso do post e dizer com base nele q a prefeitura está querendo assassinar pedestre (hipérbole minha).

        Não me interprete mal, eu sou 120% a favor de qq medida q privilegie pedestres, ciclistas e transporte coletivo. Mas é preciso ter bom senso nos argumentos que se usa pra defender uma causa, pois alguns deles podem gerar mais antipatia do que simpatia. Este caso é um deles: há um erro na imagem da placa, e isto é tudo.

      • phrayres disse:

        Olá Giovani, phrayres é meu usuário no wordpress, meu nome é Pedro, para podermos conversar com nomes. Então sigamos:

        Essa placa não é um fato isolado na atual administração (e aqui não vai um ponto de vista partidário, é apenas constatação). As políticas públicas vem sendo implantadas a favor do transporte motorizado individual, em detrimento do pedestre, que vem se encolhendo cada vez mais. Muitas dessas iniciativas noticiadas aqui mesmo nesse blog, como a construção de viadutos onde não passa transporte público, ciclovias mal planejadas, avenidas largas onde não há controle de velocidade. Essa placa é MAIS UM SINTOMA dessa visão de mobilidade. Não é pelo em ovo. É, talvez, a gota d’água para quem está cansado de ver esse descaso com a vida. A advertência deve ser SEMPRE para quem pode causar maior dano, e não para quem se desloca a pé, com o risco máximo de esbarrar em outro alguém a pé ou torcer o próprio pé. É uma questão de visão de urbanismo. Quando a própria administração distorce essa visão, é sintoma de que algo está errado.

      • heltonbiker disse:

        Giovani, você é que está procurando pelo em ovo, ao insistir na questão de que estamos reclamando da “neo-placa”. Nós não estamos reclamando DAQUELA placa, assim como não estamos procurando pêlo em ovo. Estamos é procurando a fábrica dos ovos peludos para, se possível, implodi-la.

  14. Giovani disse:

    “Este caso é um exemplo que confunde o motorista”

    Confunde porque há erro na escolha da imagem, não porque não deva haver advertência aos pedestres.

    Estou saindo agora, continuamos mais tarde.

    • Marcelo disse:

      Giovani, faço questão de repetir: se faz-se necessário advertir os pedestres é porque a via foi planejada de maneira equivocada, tendo como prioridade o fluxo de veículos e não a segurança e trânsito dos pedestres. Isso é dar a preferência aos automóveis.

      • giovani disse:

        Isto é tua opinião ideológica.
        Teccnicamente não há deficiencia (estou assumindo q vai ser pintada uma faixa de pedestres).

        NAo está sendo dada preferencia aos carros. Pode repetir quanto quiser, isto nao vai mudar o este fato.

      • Marcelo disse:

        Responde pra mim Giovani, já que tu és engenheiro: para que projetar um acesso que permite aos automóveis passar sobre o passeio público em velocidade incompatível com a segurança dos pedestres?

      • giovani disse:

        Outro ponto importante de ser frisado: se nao houvesse nenhuma placa ali, este post sequer existiria. O motivo da existencia deste post é a colocacao de uma sinalizacao (embora errada) que tem por objetivo AUMENTAR A SEGURANÇA DOS PEDESTRES. Pense nisso.

      • Marcelo disse:

        A sinalização é conseqüência de um planejamento que não tem como prioridade a segurança do pedestre. Só não enxergas isso se não quiseres. Responde a minha última pergunta.

      • giovani disse:

        Estou entrando em prova agora. Volto no fim da tarde pra responder tuas perguntas e adicionar alguns outros principios tecnicos.

      • giovani disse:

        (Se tu estiver disposto a considera-los. Se tu me disser q nada em hipotese alguma vai te fazer arredar o pé me avisa q nem vou desperdiçar meu tempo).

      • Pedro Sousa disse:

        giovani

        contrapontos e argumentos são muito válidos, mas acreditar que um debate é perda de tempo se a outra parte não vai arredar o pé e você não tem como “ganhar” coloca em suspeita os motivos pelos quais você questionou o post

        no meu ver, seu tempo está sendo perdido por estar questionando o questionamento de diversas pessoas interessadas no assunto, tentando convencê-las que suas críticas são vazias e tecnicamente infundadas

        se criticar uma placa de sinalização com diversos argumentos muito bem fundamentados é uma bobagem vazia, o que resta para a atitude de investir contra a insatisfação alheia munido de normas técnicas, sugerindo que as pessoas engulam os problemas de sua cidade simplesmente porque algum engenheiro já “está no caso”?

      • Giovani disse:

        Pedro:
        “contrapontos e argumentos são muito válidos, mas acreditar que um debate é perda de tempo se a outra parte não vai arredar o pé e você não tem como “ganhar” coloca em suspeita os motivos pelos quais você questionou o post”

        O que eu quis dizer e’ q se o debatedor tem sua opiniao formada definitivamente e que nao existe a menor possibilidade de ele mudar de opiniao mesmo antes de ouvir os argumentos, entao expor estes argumentos e’ perda de tempo. Nao disse “so’ respondo se tu mudar de opiniao”. O que quero e’ saber se estou debatendo com pessoas razoaveis ou fanaticos.

        O motivo pelo qual eu questiono o post e’ q ele nao e’ um argumento que suporta a conclusao apontada no titulo. Este post e a conclusao a que ele chega e’ equivalente a “olha la’ que machista! chamou a Dilma de presidentE em vez de presidentA”.

        A conclusao ate’ pode ser verdadeira, mas nao e’ este que vai levar a ela. Uma sinaleira com pouco tempo pra completar a travessia, ou aquelaa travessia de 2 fases do corredor da Protasio perto da Mariante, esses sim seriam exemplos que sustentariam a conclusao.

        Portanto, gostaria de saber com quem estou lidando: pessoas razoaveis que estao dispostas a CONSIDERAR (nao estou falando em concordar, apenas em avaliar de forma neutra) os argumentos contrarios, ou fanaticos q nada que se diga tem a minima possibilidade de ser considerado. Eu tenho uma tonelada de informacao adquirida em graduacao, pos-graduacao, no brasil e no exterior e me disponho a compartilha-las com quem tiver interesse, mas se o esforco ja nascer morto, prefiro gastar meu tempo com algo mais produtivo.

      • Pedro Sousa disse:

        Giovani,
        Sou fanático por mudanças que priorizem a vida, segurança, alegria e tranquilidade das pessoas e das cidades, e sou fanático por apontar e criticar todo tipo de injustiça e opressão que a mim se apresentar.

        Você está contrapondo opiniões ideológicas com embasamento técnico (suas palavras) e dizendo que os fanáticos são os que não estão dispostos a abrir mão de suas crenças e aceitar o enquadramento de graves problemas de sua cidade – sendo cada cidade peculiar na intensidade desses problemas – em normas e padrões técnicos que NÃO têm apresentado resultados.

        Você não parece disposto a considerar a opinião alheia em contraponto ao conhecimento que adquiriu em sua graduação, mas chama de fanático quem faz o mesmo, porém do outro lado da mesa.

        O que você está defendendo nessa conversa? Você falou que o objetivo da placa é aumentar a segurança dos pedestres, mas não conseguiu responder ao Marcelo o motivo pelo qual não há nada que OBRIGUE o motorista a proteger os pedestres, mas sim uma placa que SUGERE que o pedestre se proteja.

        Se o objetivo é proteger o pedestre e aumentar sua segurança, qualquer sugestão que foi dada no post atende, MENOS a placa. A placa não aumenta a segurança do pedestre, mas sugere que ele faça sua própria segurança.

      • giovani disse:

        Ok, tenha um bom dia.

    • Leandro Leite disse:

      Giovani, como disse que é engenheiro de transito, não achas que tem que existir uma sinalização vertical (alem da faixa de pedestre) para alertar os carros que quando converter vai encontrar a faixa de pedestre ?

      Nas demais ruas de POA, aquelas que o carro converte e no cruzamente tem faixa de pedestre, tem que ter placa alertando os carros ou placa alertando aos pedestres terem cuidado a atravessar a faixa de segurança ?

      Até os benditos eng da EPTC (a empresa com um histórico não muito legal com os porto alegrenses) viram o erro de alguem ter posto aquela placa. Me espanta que exista alguem com essa ideia que tem que se alertar antes os pedestres e nem precisa alertar os carros.

      A parte de educação da EPTC deve estar pulando de alegria com essa logica de alertar os pedestres pois vai ter um trabalhão para educar os pedestre a utilizarem a faixa de segurança (se for perigoso em qualquer lugar, e precisar prestar atencao em qualquer lugar, obviamente o pedestre vai ter mais facilidade em escolher que qualquer lugar é bom pra atravessar)

  15. fernando disse:

    Bom… já já vamos fazer essa placa “sumir”.

  16. Marcelo disse:

    Se houvesse um real interesse da EPTC em proteger os pedestres e não uma mera preocupação com o fluxo de automóveis, outra possibilidade para resolver um problema como esse era colocar um fiscal da EPTC ali, multando todos que desrespeitassem o pedestre. Mas não, isso não existe em Porto Alegre, nada que possa prejudicar o sagrado motor.

  17. Rafael disse:

    nessa segunda ao sair do trabalho fiquei aproximadamente 40 minutos PRESO EM UM ÔNIBUS, entre o tunel e a osvaldo, pois a EPTC ESTAVA SEGURANDO OS ÔNIBUS E DANDO PASSAGEM APENAS AOS CARROS!

    Para completar o motorista se negava a abrir a porta do ônibus antes de chegar na parada, só abriu quando todo ônibus se revoltou com o cárcere privado.

    E agora, quem resolve isso? Se o problema era a própria empresa que regula o transito? Isso é um absurdo, atrasar todos trabalhadores que usam o transporte coletivo para darem preferência apenas ao transporte privado e na maioria das vezes individual.

  18. Lucas Barroso disse:

    A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) informa que a placa mostrada na imagem não foi implantada pela empresa. A mesma já foi retirada do local.

    Att.
    Lucas Barroso
    Assessoria de Comunicação da EPTC

  19. airesbecker disse:

    Atenção recebi informação de última hora da EPTC.
    Primeiro declarando que placa não foi colocada por ela mas sim pela empresa que está tocando a obra.
    Segundo, por ordem da EPTC a placa foi retirada.
    Abraços.

  20. Vlad disse:

    A placa não é de agora, é antiga. Essa é uma placa de advertência e não uma placa de regulamento a obedecer. Ela existe para alertar, ou se preferir, para avisar o pedestre que adiante ele encontrará uma saída de veículos. Isso não indica prioridade alguma, nem para pedestres e nem para veículos. Marcelo, vá de bici estudar as leis de trânsito para aprender os significados da sinalização vertical e não esqueça de prestar atenção ao que escreve, porque é desagradável ler “agora é a preferência é dos automóveis”… Falou.

    • Marcelo disse:

      Vlad, em nenhum momento eu disse que era uma placa de regulamento a obedecer. Aprenda a interpretar um texto, só depois disso é que conseguiremos dialogar.

      Abraço;

    • Felipe X disse:

      Se há uma advertência para pedestres e nada para os carros, dá a entender que há uma prioridade sim, mesmo que não seja oficial.

  21. Ruy disse:

    Acho bom mesmo, se não, a EPTC que me aguarde….

  22. Guarani Kaiowa Irônico disse:

    Viu, nós não estamos aqui só pra azucrinar

  23. Aldo M. disse:

    Pelo visto, há alguns aqui que não conseguem ver nesta sinalização nada além de uma placa de advertência. No passado, havia placas nos Estados Unidos que indicavam aos negros para usarem um banheiro específico. Seria uma placa de advertência? Afinal ela prevenia os negros de correrem riscos caso entrassem no banheiro “errado”.
    Neste aspecto, a placa alertando aos pedestres até faz sentido e pode eventualmente ajudar a evitar um atropelamento (como também o oposto).
    A questão aqui e política. A placa reproduz uma velha e persistente ideia da divisão social no Brasil. Como se os de castas inferiores devessem saber qual o seu lugar não cruzar na frente dos seus senhores. Ou que as vítimas possam ser culpadas pelas agressões que sofrem.
    Esta é uma realidade tão terrível e atual que muitos preferem negá-la, transformando a mensagem infame da placa em uma mera questão técnica, que por ser técnica, ainda pretendem que não possa ser política.
    É disso que trata este post. A placa tem um forte conteúdo político, pois reforça a cultura vigente de transferir a responsabilidade da proteção aos entes mais fracos. Não parece nada de mais aos olhos de alguns menos atentos. Assim com era trivial até há pouco atrás culpar a mulher estuprada, por ter se exposto e até pretensamente ter provocado o estuprador.

    Por fim, penso que os engenheiros são profissionais valiosíssimos em nossa sociedade, pois possuem uma capacidade diferenciada de desenvolver soluções para os mais diversos problemas. Porém, é preciso reconhecer que a maioria destes mesmos problemas foi criada também por engenheiros. O bom engenheiro não é mais capaz, mas aquele que faz bom uso da técnica que domina.

    • Pedro Sousa disse:

      é bem difícil colocar em palavras melhores que estas!
      obrigado :~

    • Felipe Koch disse:

      Muito bem Aldo.
      Assim como um engenheiro vir aqui vomitar seus conhecimentos técnicos sem conseguir rebater logicamente seus debatedores, apenas invocar sua suposta autoridade por conseguir se manter longamente na linha de produção acadêmica reproduz essa mesma prepotência que assola as relações sociais brasileiras. Como se fanatismo tecno-burocrata com ausência de empatia humana não fosse fanatismo também.

    • Aldo M. disse:

      Obrigado pelas manifestações de apoio. Só para informar-lhes, também sou engenheiro 😉

      • Felipe disse:

        Merecidas. A diferença é que você não está usando a figura pura e simples de “autoridade” como justificativa para validar pseudo-argumentos.

      • Giovani disse:

        Felipe, em nenhum momento me utilizei da minha condição de engenheiro pra forçar minha opinião sobre ninguém.

        Pelo contrário, vim aqui oferecendo compartilhar meus conhecimentos após constatar que alguns princípios da engenharia de tráfego (que foi demonizada, por mais de uma pessoa, mesmo sem um entendimento mais amplo sobre a mesma) não estavam sendo considerados.

        Porém, não houve interesse, mesmo eu dizendo que estou do lado da causa “anti-automóvel”, o que me levou a concluir que estou lidando com fanáticos que escolheram sua opinião e nada que desvie levemente dela é levado em conta (inclusive tu, que me chamou de “tecno-burocrata sem empatia humana”, mesmo antes de ler o que eu tinha a dizer).

        Estou acompanhando o tópico ainda e teria um monte de informações a compartilhar, infelizmente vocês não têm interesse, e este comportamento é mais um fator que atrai antipatia a qualquer causa que se defenda.

        Bom fim de semana.

      • Aldo M. disse:

        Giovani, se tu tens mesmo “um monte de informações a compartilhar”, lembro que este blog é lido por muitas pessoas com as mais diversas opiniões e não apenas por “fanáticos” como te referistes a alguns ciclo-ativistas que comentam aqui.
        Só não espere ausência de críticas às ideias que expuser, pois este é um espaço essencialmente de debates.

      • Giovani disse:

        Aldo, infelizmente algumas respostas que li realmente me fizeram concluir que não vale o esforço.
        Acho q em 3 oportunidades eu “sondei” o interesse do pessoal aqui em ler o que alguém que tem formação na área tem a dizer, e em nenhum momento alguém manifestou interesse, o q me leva a concluir que o posicionamento geral é “se concorda comigo está certo; se desviar 1 milímetro, está errado e é desprovido de humanidade e mesmo q diga q é mais pedestre do que motorista isto é como um racista dizer q tem amigos negros e está vomitando autoridade”

      • Felipe disse:

        Giovani, desculpe se me excedi e lhe ofendi de alguma forma, no calor das situações a resposta emocional pode ser para além das medidas.
        Ocorre que compreendo sua argumentação pontual sobre este caso específico.
        Mas este não é um caso hipotético, ou um “case” acadêmico.
        Existe todo um contexto cultural nesta cidade e nessa gestão da prefeitura no sentido de priorizar a mobilidade por automóveis particulares.
        Este UM exemplo pontual carrega toda uma vivencial, experiencial, emocional.
        Eu sou uma das pessoas que utiliza essa calçadovia muitas vezes por semana.
        Também ando de carro, a pé, bicicleta e transporte público minha vida inteira nesta cidade.
        Na verdade errei em meu comentário: você rebateu logicamente, mas não considerou o contexto deste caso específico.
        É normal que todos estes “fanáticos” que aqui estão tenham relações emocionais com o tema, pois são estas pessoas que tentam, inutilmente, um diálogo com esta prefeitura tendenciosa.
        De todas estas pessoas eu sou a que menos tem atuação efetiva e envolvimento sério com a causa da mobilidade alternativa.
        Não represento ninguém aqui além de mim mesmo, minhas opiniões são todas pessoais.
        Então que não seja pelo meu comentário que você se baseie em trocar ou não conhecimento aqui.
        Apenas estou cansado de engenheiros e outros técnicos que usam argumentações academicistas e tecnicistas sem considerar o contexto político e a questão da mobilidade nesta cidade como um todo.
        Talvez o argumento do autor do tópico pareça logicamente errado ou suas conclusões exageradas se você pinça-lo aleatoriamente.
        Mas leia este blog inteiro, com todos os seus tópicos, com comentários dos mais variados, muitos das mais variadas “autoridades” desta cidade e talvez você mude de opinião.
        Muitas vezes a história não se revela totalmente a quem dá apenas uma passada na porta ou entra no meio de uma discussão mais ampla.
        Abraço.

  24. Aldo M. disse:

    A placa está lá há mais de dois anos. O Google a fotografou em abril de 2011.
    http://goo.gl/maps/6RIjY

    • André Gomide disse:

      kkkkk….são no mínimo dois anos que esta placa estava lá. Quanta eficiência da EPTC para fiscalizar o trânsito e sua sinalização. Agora, sinceramente, quem colocou aquela placa? O montana grill, o inter ou a própria EPTC?

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