Jornal Metro destaca atropelamentos de ciclistas.

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36 respostas para Jornal Metro destaca atropelamentos de ciclistas.

  1. Felipe X disse:

    O metro é o melhor jornal regional de POA.

    • Marcelo disse:

      Na verdade tem uma grande falha nessa matéria que é não incluir “dicas” para os motoristas. Pois eles desrespeitam muito mais leis que os ciclistas e colocam tanto ciclistas, quanto pedestres em risco.

      • FernandoFilho disse:

        Nem a mais básica de todas, que é ultrapassar a 1,5m de distância. Outra é ligar ciclista necessariamente à “passeio”.

  2. heltonbiker disse:

    Explicações e “dicas” das autoridades (Cappellari e delegada) altamente irrelevantes (no primeiro caso) e ineficientes (no segundo caso).

  3. Adriano disse:

    Interessante a reportagem, mas o problema não é só falta de ciclovias, vide a Diário de Noticias, que tem ciclovia e não é usada por alguns ciclistas, que insistem em andar no meio dos carros.

    • Uma ciclovia feita de tijolinhos de concreto só serve para passeio. Eu apelidei aquilo de tuc tuc tuc. Se o cara está indo para o trabalho ou algum compromisso com hora marcada, impossível pedalar em cima da batedeira.

    • Ricardo disse:

      Duas observações muito importantes a respeito do teu comentário:

      1)Minha bicicleta tem pneu fino.Se eu andar na ciclovia da Diário,provavelmente vou ter o pneu furado,além de ser uma experiência bem desconfortável andar em superfície trepidante;
      2)Ciclistas que treinam para competição não são obrigados a andar na ciclovia,uma vez que sua velocidade é muito maior do que a média que anda na ciclovia.Isto está no CTB.

    • Felipe Koch disse:

      No caso o ciclista não está andando “no meio dos carros” mas, sim, andando na pista, que casualmente é a mesma utilizada pelos demais tipos de veículos, entre eles os carros.
      Se ele está andando “no meio dos carros” deve significar que os carros estão parados ou em velocidade inferior ao ciclista e este está fazendo uma ultrapassagem, como qualquer outro veículo.
      A via não é dos “carros” e sim dos cidadãos, que se deslocam na via com o veículo de sua preferência, seja automotor, coletivo ou de propulsão humana.
      Não existe uma via de “carros”, embora eu ache que deveria existir sim, em grandes avenidas, apenas uma faixa para carros particulares (já que eles ocupam mais espaço para levar menos pessoas, ou seja, já possuem privilégios) e as demais para transporte público, motos e alternativos.

    • Felipe X disse:

      Tá falando da calçadovia da Diário? Ah, tá.

    • Aldo M. disse:

      Já pedalaste nesta ciclovia antes de tecer críticas aos que não a utilizam?

  4. Marcelo disse:

    Quando ela é mal-feita e é pior de pedalar nela que na via junto com os carros, não tem que usar mesmo.

  5. PRECISAMOS PARAR A CIDADE NUM PROTESTO SEM FIM ATÉ SERMOS RESPEITADOS

    • Adriano disse:

      Sim, façam isso, a única coisa que vão fazer é prejudicar todos e ganhar não respeito, mas repúdio. Não se ganha respeito na marra meu amigo.

      • Felipe X disse:

        Isso, vamos ganhar segurança esperando o estado paternalista resolver do alto de sua benevolência investir nisso.

    • Aldo M. disse:

      Imagino que estejas sendo sarcástico, Martinez, porque o Fortunati já parou a cidade! Com os atuais congestionamentos, só pedestres e ciclistas têm conseguido se deslocar de forma eficiente.

  6. Fiquei com pena desse ciclista aí da reportagem. O cara é atropelado praticamente todo dia!

  7. Se o sr Capellari colocasse agentes de trânsito na rua, o tempo todo, na cidade inteira, sem a malfadada intenção de apenas fazer volume nas multas, muita coisa seria evitada. Muitos motoristas só respeitam as leis quando sabem que estão sendo vigiados, e não porque é lei. Além disso, ciclistas na contramão, andando sobre calçadas e furando sinal vermelho, deveriam ser chamados à atenção. Constrange o cara uma, duas vezes, e na terceira ele vai pensar antes de andar como se fosse um debilóide ou como se a lei não valesse também pra ele. Se chamar a atenção mais de uma vez não resolver, multa nele também.

  8. Eu sempre fico cabreiro com esse tipo materia que tem por manchete um dado estatístico.
    O número assusta mas, se não for comparado com outros dados, fica no vácuo.
    Quantos acidentes de moto acontessem a cada 31 horas? Quantos acidentes de carro com carro acontessem em 31 horas? Quantas pessoas são atropeladas em 31 horas?
    O que a notícia quer dizer? Quer dizer que (agora com provas) andar de bicicleta é perigosíssimo! Que lunático uma pessoa querer ir ao trabalho de bicicleta! Que irresponsável pensar em políticas públicas ou obras públicas pra incentivar esse modal de transporte!
    Não é?!
    Não sei.
    Acho que o Metro e a EPTC nos devem mais dados a respeito.

  9. “Interessante a reportagem, mas o problema não é só falta de ciclovias, vide a Diário de Noticias, que tem ciclovia e não é usada por alguns ciclistas, que insistem em andar no meio dos carros”

    Nos não queremos ciclovias queremos que sejamos respeitados como veiculos nas ruas e não andando no canto da rua como falou o Sr.Capellari que não sabe nem interpretar o que está na lei “bordos da pista”.A Diário de Notícias não é uma ciclovia é uma calçada para pedestres, corredores e paseadores de cachorros então so ficou a rua que é nossa segundo co codigo de trânsito, por favor d auma olhada.

    “Sim, façam isso, a única coisa que vão fazer é prejudicar todos e ganhar não respeito, mas repúdio. Não se ganha respeito na marra meu amigo”

    Eu sinceramente nem me importo com o respeito e o repúdio, me preocupo com os direitos e vou te dizer uma coisa meu caro amigo Adriano, os direitos se conquistam e se conquistam na marra não existe quem conceda, quando se concedia era na escravidão.
    Não temos como ficar aguardando mais pelos direitos que estão na lei; assim como está o direito a manifestação e quem não reconhece o direito a manifestação são os fascistas que ficaram para tras na historia.
    Vamos sim manifestar, iremos fazer quantas paradas sejam necessárias mas ninguem, absolutamente ninguem, irá nos atropelar e nos iremos ficar calados.
    Não somos “santos”, somos pessoas com direitos e eles estão sendo atropelados literalmente.

    • Felipe X disse:

      Sobre a calçadovia da Diário, estes vi uma coisa que devia ter fotografado lá. No trecho onde tem calçada e ciclovia, tinha uns 6 corredores correndo em grupo, UM DO LADO DO OUTRO!

      Na boa… é muita falta de noção de convívio.

  10. Aldo M. disse:

    Metro faz jogo de palavras para promover a ideologia do automóvel.

    O truque de redação é bem conhecido. Escrever a frase na voz passiva, transformando a vítima em sujeito da ação: “Um ciclista é atropelado a cada 31 horas na Capital”.

    É como se o atropelamento fosse uma espécie de fenômeno da natureza: “Ciclista é atingido por raio”. Neste caso, faria sentido, pois não se pode culpar a descarga atmosférica, e as pessoas é que devem procurar se proteger.

    No entanto, o atropelamento tem um autor bem determinado e com vontade própria: o motorista.

    Será que a exposição deste fato seria incoerente num jornal, como tantos outros, cujos principais produtos anunciados são justamente da indústria automobilística? Seis das vinte páginas (30%) da edição são de anúncios de automóveis, motocicletas ou combustíveis. Se for mesmo isto, é uma pena, pois este jornal já fez inúmeras reportagens excelentes sobre o trânsito em Porto Alegre, com muita objetividade e coerência, inclusive ressaltando o importante papel do transporte não motorizado para a melhoria da mobilidade urbana. Desta vez, porém, o jornal deixou de lado esta tradição.

    A chamada de capa se utiliza de pelo menos três estratagemas para transferir a culpa dos atropelamentos aos ciclistas e mostrar os motoristas como vítimas da irresponsabilidade tanto de ciclistas como de pedestres:

    – A foto mostra um tipo particular de ciclista que disputa os espaços da via com uma bicicleta de corrida similar às utilizadas em velódromos, conhecida como fixa, a preferida pelos “bici-boys” das metrópoles. Nesta foto, o ciclista parece cortar a frente de um carro (que, na verdade, está parado por conta do congestionamento). Mas a foto também é infeliz por outro motivo: aquele ciclista não é representativo das vítimas usuais, assim como a região central da cidade. Na maioria dos casos, as vítimas fatais são trabalhadores circulando na perifieria da cidade, muitos deles adolescentes e crianças.

    – Sob a foto, há um alerta: “Todo cuidado é pouco”. A frase, intencionalmente sem sujeito, não deixa claro quem deve tomar cuidado, mas a foto com o ciclista de estilo agressivo sugere que seja ele juntamente com dois pedestres cruzando a pista fora da faixa de segurança (notem que o trânsito está parado – as luzes de freio de todos os carros estão acesas – mas este detalhe não é facilmente perceptível numa visualização rápida).

    – Em seguida, a frase na voz passiva “esclarece” quem seria o sujeito: “Um ciclista é atropelado a cada 31 horas na capital”. E não bastasse colocar o ciclista como sujeito da ação, a frase ainda aponta uma periodicidade determinada de 31 horas, como se os ciclistas programassem atropelamentos com hora marcada.

    O mais grave deste tipo de reportagem, para mim, é que pode estar incentivando “acidentes” ao relevar a responsabilidade dos motoristas nos atropelamentos. Nesta abordagem, quem teria que se preocupar seriam as vítimas em potencial, afinal “todo cuidado é pouco”.

    • Adriano disse:

      Nossa cara…essa é da boa, com certeza.

    • Ricardo disse:

      Focando em apenas uma das várias observações feitas,tu acertou quando disse que as maiores vítimas são ciclistas de periferia.São justamente esses os mais irresponsáveis da categoria.O pensamento padrão desses adolescentes e operários é “vamo que não dá nada”.Canso de ver esse tipo de “ciclista” andando na contramão,voando pelas calçadas,sem qualquer tipo de sinalização,segurança (capacete pra quê?é coisa de fresco!) ,etc.Infelizmente, às vezes pagam com a vida sua ignorância e irresponsabilidade.

      • Marcelo disse:

        Ricardo, não acredito que seja esse o pensamento de quem anda de bicicleta na periferia. O que mais leva as pessoas a andar na contra-mão é falta de informação sobre o CTB e sobre segurança (muitos ainda acreditam no mito de que andar na contramão é mais seguro). Enquanto que os que andam na calçada o fazem ou por se sentirem inseguros dividindo as ruas com os carros – com razão já que muito motorista não respeita – ou por desconhecerem que possuem tanto direito de usar a via quanto os automóveis.

      • Aldo M. disse:

        É verdade que em grande parte das situações a culpa do atropelamento é do ciclista ou pedestre. Nestes casos, o que o poder público deveria fazer? Vou citar um exemplo de uma cidade australiana. Para reduzir o número de atropelamentos, a velocidade máxima em diversas avenidas foi reduzida de 50 km/h para apenas 30 km/h. A justificava do prefeito me surpreendeu: “É que os pedestres são muito distraídos”.
        Entende? Sabiamente eles focaram no problema de reduzir o número de mortes em vez de procurar culpados. Quando nossos governantes irão agir assim?

      • Felipe Koch disse:

        Aldo, traga o dado com referência (prefeito). Pois assim podemos usar estas notícias com mais propriedade. abraço.

      • lobodopampa disse:

        Uau. E o pior é que eles são tão irresponsáveis que nem se lembram de fazer um bom plano de saúde, coisa que qualquer um na periferia pode fazer, só não faz quem não quer. Aí são atropelados e têm que ser levados pra alguma emergência do SUS, pura irresponsabilidade mesmo.

        Assim como ter acesso a educação, informação, $ para comprar acessórios como iluminação e capacete, nossa, que pessoal que não pensa no futuro.

        Outra coisa é que esses ciclistas da perifa são tão, mas TÃO ignorantes, que ignoram o fato – amplamente conhecido por seus pares da região central – que as ciclocoisas do Fortunati são muito mal projetadas e perigosas; potencialmente mortíferas nos cruzamentos. Ô gentinha irresponsável mesmo, pedalam na ciclocoisa da Restinga na base do “vamo que não dá nada”.

        (modo irônico desligado)

        Para quem quer FAZER ALGUMA COISA para ajudar o pessoal pedestre/ciclista da periferia – e fazer um bem a si mesmo, ao mesmo tempo:

        http://www.facebook.com/events/124898981025385/

        Que vai ser uma continuação DISSO:

        https://vadebici.wordpress.com/2013/02/25/ghost-bike-para-davi-santos-de-moura-hoje/

        Quem não quer, e não tem nada razoável pra dizer, por favor pare de falar merda.

      • Aldo M. disse:

        Felipe, o nome do Prefeito de Melbourne é Robert Doyle.

        “Mr Doyle admitted the erratic attitude of a number of pedestrians in the city and their disregard for traffic lights was one reason behind the push to reduce vehicle speed limits.”

        http://www.caradvice.com.au/132871/melbourne-councillors-to-vote-on-30kmh-speed-limit/

  11. Bacana, gsotei muito do post e os comentários

  12. phrayres disse:

    Julgar é tão rápido e fácil, é grátis, depois o sujeito volta para seus afazeres, ou mesmo a falta de.

    Como “ciclista da periferia”, convivo diariamente com os “vamo que não dá nada”. Bicicletas rangendo, mochilinha nas costas, e a rapeize cedinho tá na pista, indo trabalhar. Não é por ativismo, não. Talvez alguns até quisessem ter um carro. É porque a passagem é cara mesmo, o ônibus da perifa demora e vem lotado.

    Perifa não escolhe hora pra pedalar: é na hora de ir e voltar do trabalho. Hora de pior trânsito. Isso talvez explique muita coisa.

    Ah, essas crianças e adolescentes… Enquanto muito motorista só vê o caminho como via expressa para chegar logo no centro da cidade, para a criança ela está apenas, pasmem, na sua vizinhança. Uma sociedade que não protege a vida das suas crianças é uma sociedade cretina.

    Na periferia, a carência é farta. Julgar alguém por não usar capacete, quando a preocupação é o preço do feijão, beira a desumanidade, falta de compaixão.

    Enfim, julgar é grátis. Aqui na perifa a vida é mambembe, do jeito que dá. Às vezes não dá.

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