A lição de Seul.

Excelente documentário sobre como Seul aumentou os espaços para pedestres e áreas verdes, reduzindo o espaço para automóveis e ainda melhorou as condições do trânsito:

Na verdade, este filme faz parte de uma série de documentário da rede PBS, entre os quais também tem um muito bom sobre Londres, infelizmente, sem legendas em português:

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4 respostas para A lição de Seul.

  1. Pablo disse:

    Muito legal! Que bom que as mudanças já estão acontecendo nas grandes cidades do mundo. Uma hora chega aqui…

    • heltonbiker disse:

      Citando Galeano: “Nestas terras, o que assistimos não é a infância selvagem do capitalismo, mas a sua cruenta decrepitude. O subdesenvolvimento não é uma etapa do desenvolvimento. É sua consequência. O subdesenvolvimento da América Latina provém do desenvolvimento alheio […].” Nesse sentido, Porto Alegre é bem Terceiro Mundo, não por estar atrás do primeiro, vivendo no passado, mas justamente por estar implementando o subdesenvolvimento HOJE, contemporaneamente ao primeiro mundo…

      • Pablo disse:

        O que escreve Galeano faz todo o sentido, mas acho que ele se refere à algo muito mais amplo. No presente momento nós não estamos com recursos sendo saqueados para o desenvolvimento alheio, nossos recursos são saqueados internamente e desperdiçados internamente. Digo isso ao ver que o Brasil gasta 25bi em dois anos para manter o preço da gasolina mais baixo ou quando dá de presente mais ou menos a mesma quantidade para as montadora resultando em uma demanda insaciável por infraestrutura rodoviária.

        Já o caso de PoA é bem mais sério, pois há uma grande quantidade de pessoas que prega o que era o desenvolvimento na década de 70 ou até antes!

  2. heltonbiker disse:

    O que chama atenção nos dois filmes é o CONTRASTE CRU entre formas de administrar Seul, formas de administrar Londres, e formas de administrar Porto Alegre, e não por diferenças quantitativas, mas principalmente qualitativas entre os lugares. Isso pode encorajar o desânimo, mas também pode encorajar a indignação e a pressão coletiva.

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