Abaixo-assinado pela segurança na Ciclovia da Av. Ipiranga de Porto Alegre

Fonte: http://acaoindependente.blogspot.com.br/2012/11/abaixo-assinado-pela-seguranca-na.html

Assine o Abaixo-assinado que reivindica melhorias na segurança da ciclovia da avenida Ipiranga de Porto Alegre.

Conversões sobre a ciclovia e o risco de atropelamento de ciclistas:

Como a ciclovia que está sendo implementada na avenida Ipiranga de Porto Alegre teve seu projeto adaptado à realidade da cidade, algumas imperfeições de ordem técnica quanto ao direcionamento do fluxo de veículos precisam ser corrigidos de modo que seja garantida a segurança dos ciclistas que pretendem se utilizar do transporte.

Uma das principais preocupações que aflige os ciclistas na utilização da ciclovia refere-se às sucessivas conversões à esquerda permitidas aos veículos automotores oriundos da avenida Ipiranga nos cruzamentos em que a ciclovia margeia a faixa de rolamento da avenida Ipiranga, como o exemplo apresentado na imagem abaixo.

 

O cruzamento das avenidas Ipiranga e Praia de Belas evidencia bem o problema da insegurança a que os ciclistas que pretendem utilizar a ciclovia da avenida Ipiranga estão submetidos. O compartilhamento do mesmo espaço, por ciclistas e veículos automotores, nas conversões destes, acarreta em risco de atropelamento de ciclistas.

Identificação de pontos que apresentam risco de atropelamento aos ciclistas na avenida Ipiranga.

Ao longo de toda sua extensão a avenida Ipiranga é cruzada por pelo menos 20 pontes que dão vazão ao fluxo de veículos automotores oriundos da própria avenida Ipiranga e das ruas e avenidas que a interceptam.

Considerando-se o sentido Centro – Bairro, a avenida Ipiranga é interceptada pelos seguintes cruzamentos:

  • Av. Borges de Medeiros, com sentido duplo no fluxo de veículos – os veículos oriundos da avenida Ipiranga podem fazer conversão à esquerda para ingressar na Av. Borges de Medeiros. No sentido centro-bairro, os ciclistas que utilizam a ciclovia no trecho estão expostos ao risco de atropelamento durante a conversão dos veículos automotores oriundos da avenida Ipiranga;

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  • Av. Praia de Belas, com sentido duplo no fluxo de veículos – os veículos oriundos da avenida Ipiranga podem fazer conversão à esquerda para ingressar na Av. Praia de Belas. No sentido centro-bairro, os ciclistas que utilizam a ciclovia no trecho estão expostos ao risco de atropelamento durante a conversão dos veículos automotores oriundos da avenida Ipiranga;

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  • Av Múcio Teixeira, com sentido duplo no fluxo de veículos – os veículos oriundos da avenida Ipiranga podem fazer conversão à esquerda para ingressar na Av. Múcio Teixeira. No sentido centro-bairro, os ciclistas que utilizam a ciclovia no trecho estão expostos ao risco de atropelamento durante a conversão dos veículos automotores oriundos da avenida Ipiranga;
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  •  * Av. Getúlio Vargas, com sentido duplo no fluxo de veículos – os veículos oriundos da avenida Ipiranga podem fazer conversão à esquerda para ingressar na Av. Getúlio Vargas. No sentido centro-bairro, os ciclistas que utilizam a ciclovia no trecho estão expostos ao risco de atropelamento durante a conversão dos veículos automotores oriundos da avenida Ipiranga;
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  •  Av. Érico Veríssimo, com sentido duplo no fluxo de veículos – os veículos oriundos da avenida Ipiranga podem fazer conversão à esquerda para ingressar na Av. Érico Veríssimo. No sentido centro-bairro, os ciclistas que utilizam a ciclovia no trecho estão expostos ao risco de atropelamento durante a conversão dos veículos automotores oriundos da avenida Ipiranga;
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  • Av. Azenha, com sentido único no fluxo de veículos;
  • Av. João Pessoa, com sentido único no fluxo de veículos;
  • Av. Santana, com sentido duplo no fluxo de veículos – os veículos oriundos da avenida Ipiranga podem fazer conversão à esquerda para ingressar na Av. Santana. No sentido centro-bairro, os ciclistas que utilizam a ciclovia no trecho estão expostos ao risco de atropelamento durante a conversão dos veículos automotores oriundos da avenida Ipiranga;

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  • Av. São Luís, com sentido duplo no fluxo de veículos – os veículos oriundos da avenida Ipiranga podem fazer conversão à esquerda para ingressar na Av. São Luís. No sentido centro-bairro, os ciclistas que utilizam a ciclovia no trecho estão expostos ao risco de atropelamento durante a conversão dos veículos automotores oriundos da avenida Ipiranga;

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  • Av. Silva Só, com sentido duplo no fluxo de veículos – a disposição da ciclovia no cruzamento, conjugado com locais apropriados para conversão de veículos automotores, servem de bom exemplo de infraestrutura a ser adotada ao longo de toda a avenida Ipiranga porque consegue conciliar harmonicamente a segurança para os ciclistas e vazão necessária ao bom fluxo de veículos.
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  • Av. Vicente da Fontoura, com sentido único no fluxo de veículos;
  • Rua Veador Porto, com sentido único no fluxo de veículos;
  • Rua Euclides da Cunha, com sentido único no fluxo de veículos;
  • Rua Barão do Amazonas, com sentido único no fluxo de veículos;
  • Rua Guimarães Alves, com sentido único no fluxo de veículos;
  • Av. Salvador França, com sentido duplo no fluxo de veículos –  serve de bom exemplo à segurança dos ciclistas que se utilizam da ciclovia da avenida Ipiranga de Porto Alegre, visto que os veículos que pretendem atravessar a avenida Ipiranga em nenhum momento têm permissão para converter sobre a ciclovia;
  • Rua Prof. Cristiano Fischer, com sentido único no fluxo de veículos;
  • Rua Fr. Germano, com sentido único no fluxo de veículos;
  • Av. Joaquim Porto Vilanova, com sentido único no fluxo de veículos.

Semáforos para ciclistas:

O projeto da ciclovia da avenida Ipiranga está apostando na aposição de semáforos específicos para ciclistas nos cruzamentos como uma alternativa de não influenciar o transito de veículos automotores ao mesmo tempo que proporciona segurança aos ciclistas que se utilizam da ciclovia. Entretanto esta talvez não seja a melhor opção para a boa utilização da ciclovia.

A bicicleta é – para a maioria das pessoas – um transporte mais lento do que o transporte oferecido pelos veículos automotores. Somado a isso, o tempo de deslocamento das bicicletas será aumentado significativamente pelo fato de que os ciclistas precisarão parar suas bicicletas em praticamente todos os cruzamentos, apertar o botão do semáforo para bicicletas e esperar o semáforo para bicicletas abrir para que – somente então – ocorra a travessia dos ciclistas que se utilizam da ciclovia.

Se os semáforos específicos para ciclistas demorarem uma média de 60s para abrir (estimativa razoável), os ciclistas que queiram percorrer toda a avenida Ipiranga ficarão pelo menos 20min aguardando que os semáforos para ciclistas abram, situação que torna menos atrativa a opção de se deslocar de bicicleta ao longo do Dilúvio.

Pensando nisso, e objetivando conciliar harmonicamente a segurança no trânsito e a boa fluência dos veículos, propomos que seja estudado e implementado o redirecionamento conveniente do fluxo de veículos de maneira que os veículos não possam fazer conversões – à esquerda ou à direita – sobre a faixa de ciclistas. Desta maneira os ciclistas poderão utilizar-se majoritariamente, ao longo do seu deslocamento sobre a ciclovia, dos semáforos destinados aos veículos automotores sem a necessidade de que sejam implementados semáforos específicos para ciclistas – o que reduz significativamente o tempo de deslocamento dos ciclistas e dos veículos automotores.

Cruzamentos que servem de exemplo à segurança e a fluidez do trânsito de veículos e ciclistas:

Para que a ciclovia seja efetivamente segura para os ciclistas, a conversão à esquerda dos veículos automotores oriundos da avenida Ipiranga deve ocorrer somente no lado oposto ao lado em que a ciclovia margeia a pista de rolamento dos veículos automotores. A exemplo do que acontece no cruzamento das avenidas Ipiranga e Silva Só.

Assim os veículos sempre vão ‘cruzar’ a ciclovia sem nunca fazer a conversão por cima da mesma, evitando-se o risco de atropelamento de ciclistas na conversão dos veículos automotores.
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Mais um exemplo à segurança e fluidez do trânsito:

O cruzamento da avenida Ipiranga com a avenida Azenha evidencia um bom exemplo sobre como devem estar posicionada a ciclovia e a contenção dos veículos que pretendem cruzar ou ingressar na Ipiranga.

A conversão dos veículos que ingressam na avenida Azenha se dá no lado oposto ao lado que a ciclovia margeia a avenida Ipiranga. Assim os ciclistas não correm risco de serem atropelados na conversão destes.
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Outro bom exemplo a segurança dos ciclistas é o cruzamento da avenida Ipiranga com a avenida Salvador França.

  Pode-se observar que aos veículos automotores não é permitida a conversão sobre a ciclovia.

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Redirecionamento do fluxo de veículos automotores;

Redimensionando e redirecionando o trânsito de maneira conveniente, e aproveitando-se do fato de que a ciclovia troca de lado do arroio do Dilúvio ao longo de sua extensão, a ciclovia poderá atravessar praticamente todos os cruzamentos que se apresentam ao longo da avenida Ipiranga utilizando-se exclusivamente dos semáforos que já são utilizados para os veículos automotores. Tal medida torna o deslocamento dos ciclistas mais rápido e seguro.

Os semáforos para ciclistas, desta maneira, podem ser utilizados somente nos locais em que o redirecionamento do fluxo dos veículos não for suficiente para garantir a fluidez e a segurança indispensável aos usuários da via.

Nos locais em que não for possível a conversão à esquerda devido a presença da ciclovia, devem ser sinalizados retornos de maneira que os veículos automotores cruzem a ciclovia, a exemplo da imagem abaixo.

Nos locais em que a ciclovia margear a faixa de rolamento de veículos e que for estratégica, para fins de mobilidade urbana, a conversão dos veículos à esquerda; esta deverá ser conduzida através de retornos – a exemplo do retorno sugerido na imagem acima – de maneira que os veículos que pretendam atravessar a avenida dotada de ciclovia a cruze de maneira conveniente sem oferecer risco aos ciclistas.

Caso você concorde com esta proposta de melhoria à segurança dos ciclistas que se utilizam a ciclovia da avenida Ipiranga de Porto Alegre, por favor assine o abaixo-assinado que solicita providências da EPTC nesse sentido.

Assine o Abaixo-assinado que reivindica melhorias na segurança da ciclovia da avenida Ipiranga de Porto Alegre:

http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/10221

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19 respostas para Abaixo-assinado pela segurança na Ciclovia da Av. Ipiranga de Porto Alegre

  1. Felipe X disse:

    EPTC assegurar segurança no trânsito? Mas demora pra isso acontecer…

  2. Fernando Pavão disse:

    Prefiro que cancelem essa ciclovia ao invés de tentar fazer ela funcionar. Dá menos dor de cabeça.

  3. cris disse:

    Podia esperar a obra ficar pronta… os sinais estão encobertos por sacos pretos… vamos ter paciência… o povo nunca tá satisfeito com nada….

  4. lobodopampa disse:

    Dei uma passada pelo trecho novo terça de noite bem tarde, mesmo com pouco movimento me deu “um ruim”, é bem estranho estar à esquerda de todas as faixas, quando

    1) não se quer converter à esquerda
    2) os veículos à tua direita tanto trafegam na mais alta velocidade (faixa de ultrapassagem),
    quanto podem CONVERTER à esquerda, formando aí uma rota de colisão com o ciclista que segue reto, indefeso, armadilhado por um mau projeto.

    É esquisito e é perigoso sim.

    Navegar com segurança numa situação desse nível de dificuldade (que supera o nível normal de dificuldade e risco de trafegar nas ruas, pura e simplesmente de acordo com as normas de circulação e os princípios do Ciclismo Veicular), muito provavelmente, requer habilidades MAIORES ainda, o que anula o argumento de construir ciclovias para encorajar os iniciantes.

    Começo a considerar passar para o lado daqueles que defendem que é melhor nenhuma ciclovia do que uma ciclovia muito mal planejada e/ou realizada.

  5. lobodopampa disse:

    Cris, vi esta mesma “crítica à crítica” no fb ontem.

    Sim, num primeiro momento tens razão. Não a respeito da matéria em si, mas a respeito do momento. Seria talvez mais eficaz esperar a EPTC dar a sua bênção (amaldiçoada) a esta obra cheia de aberrações, antes de criticar e tentar fazer a maioria da população (que não anda e não está nem aí pra bicicleta) entender de fato o que ocorre ali.

    Mas algumas pessoas não se agüentam, e quem sou eu para criticá-los por isso. A indignação é um sentimento poderoso e importante; às vezes complicado de segurar, admninistrar, transformar numa coisa construtiva.

    De qualquer forma, não é de hoje que usuários de bicicleta – sem formação técnica – estão tentando alertar os responsáveis municipais a respeito da extensa lista de problemas técnicos, que aqueles que teoricamente são profissionais da área não enxergam e se recusam a conversar abertamente a respeito.

    Veja por si, se quiser entender melhor o tema:

    https://vadebici.wordpress.com/2012/06/17/5-mil-contra-20-recomeca-nesta-segunda-as-obras-da-ciclovia-da-ipiranga/

    (neste post tem um anexo em pdf analisando quadra a quadra os problemas desse projeto)

    https://vadebici.wordpress.com/2012/08/22/ciclovia-da-avenida-ipiranga-e-inutil-para-pequenos-trajetos/

    Este post é mais um, portanto, de uma longa série de manifestações cidadãs extremamente equânimes e bem articuladas.

    Um governo democrático e minimamente inteligente saberia tirar proveito de toda essa expertise que está sendo produzida e oferecida de graça.

    Mas não é isso o que temos. Temos um governo municipal que nada mais é que um testa-de-ferro de certos setores do empresariado. E só.

  6. heltonbiker disse:

    Por enquanto, no caso das esquinas com possível conversão de automotores à esquerda, no caso de o ciclista pegar um semáforo fechado da Ipiranga (e portanto teoricamente fechado para si próprio), recomendo fazer um “personal-bike-box”, ocupando a faixa da esquerda da Av. Ipiranga, logo À FRENTE da faixa de segurança (para não atrapalhar os pedestres). Dessa forma, ocupa-se um espaço “vazio” e deixa-se claríssimo, para o veículo automotor que vem atrás, que ele deverá aguardar antes de fazer a conversão (se é que vai fazer). Testei algumas vezes e funciona perfeitamente. O único problema não-solucionado é o que fazer quando se chega na esquina com a Ipiranga fluindo. O que tenho feito é estender a mão e ir indo, olhando por sobre o ombro direito pra ver se tem algum carro com pisca ligado. Uma situação longe da ideal, que funciona na maioria das vezes, mas que tende a ser muito perigosa com a exposição repetida causada pelo uso frequente (diário?) da ciclovia.

    • artur elias disse:

      Helton acaba de demonstrar a tese por mim exposta anteriormente:

      “Navegar com segurança numa situação desse nível de dificuldade (que supera o nível normal de dificuldade e risco de trafegar nas ruas, pura e simplesmente de acordo com as normas de circulação e os princípios do Ciclismo Veicular), muito provavelmente, requer habilidades MAIORES ainda, o que anula o argumento de construir ciclovias para encorajar os iniciantes.”

      Ou seja, o ciclista precisa não apenas possuir ampla compreensão das normas e domínio prático, como tbém ser capaz de improvisar ou desenhar estratégias inéditas de sobrevivência.

      Passei lá hoje de novo. Domingo à tarde, mais movimento do que naquela noite de terça, mas nada comparável a um dia qualquer da semana ao meio-dia ou 6 da tarde.

      É muito perigoso, mesmo. Não tenho mais dúvida.

      E a alternativa de apertar um botão e esperar – quando na verdade o semáforo está VERDE para quem quer seguir em frente – me parece simplesmente ridícula.

  7. Sinceramente, acredito muito na paciência (dos outros) por exemplo de monjes tibetanos lutando contra a dominação da China sobre os eu territórios, agora com a EPTC ? tem certeza que tem alguém pedindo paciência ? tem certeza mesmo? sinceramente não acredito, paciência se tem com filho, com neto, com criança em geral e até com analfabeto, agora com a EPTC?
    Tu ta de brincadeira.
    Meus caros e inteligentes amigos, nem discutam mais; a Empresa de Proteção a Todos os Carros(como sua sigla indica), nunca terá a visão de proibir a conversão à esquerda na Ipiranga e enquanto ela não fizer isso, fica claro que acontecerão acidentes, abalroamentos, laços da morte(maior motivo de mortes de ciclistas no trânsito, no mundo), enfim toda sorte de acidente com ciclistas.
    Como bem o nome indica, a empresa protege e gosta de carros, inclusive engarrafamentos, infrações de trânsito e até sei lá que outras coisas, porque de outro jeito como manteria o orçamento? (ação de inconstitucionalidade assim o prega) .
    Tranca a conversão a esquerda na Ipiranga nos trechos em que tem ciclovia e pronto, quem quiser converter entra a direita de faz o balão como em todos os lugares do mundo.
    Querem aumentar a velocidade na Ipiranga ,que já é muito alta com uma pista de alta velocidade,da esquerda que aceita conversão ou seja na qual o cara para de golpe para converter?
    E isto mesmo e ainda tem defensor da idéia de esperar para ver como fica?
    Ta certo da mais quatro ou cinco ou quem sabe dez anos ao Fortunatti que ele consegue.
    Pelo outro lado o Fortunatti, reestrutura coisas importantes que tinham que ser reestruturadas mesmo, e esquece o senhor Prefeito desta Secretaria de Mobilidade, Secretaria de Transportes e EPTC, uma mistura de urubu com cobra “dagua”, que contraria todos os princípios de administração e controle. Quem controla e cobra, executa, quem executa, constrói, quem constrói legisla e pune; cadê os principios da administração?
    Prefeito olhe esta estrutura que está falida. Meus caros enquanto isto, vamos evitar a Ipiranga e deixar a ciclovia para os caras que praticam corrida nela, que paseiam com cachorros ou para paseios dos cadeirantes que é uma bela opção ja que Porto Alegre não oferece opção alguma de mobilidade para cadeirantes.
    Saúde a todos e paciencia muita paciencia que um dia a China entrega o Tibet para os monjes. Martinez

  8. Perdão não querendo ser chato, mas sendo apenas mais um pouquinho, será que a EPTC sabe que cada parada de ciclista para retomar a marcha logo após, representa o esforço físico de pedalar mais 200 metros? será que ela sabe que hoje já existem no lugar de botões para ciclistas, detectores de ciclistas para abrir as sinaleiras no tempo certo?
    Por que se sabe, ficou bacana, da Edivaldo Pereira Paiva até a Érico, que pedalo a diário 4 vezes, terei que parar, pelos meus cálculos, seis vezes ou seja o esforço de pedalar mais 1200 metros X 4(ao dia)= 4800 metros por dia X 25 dias úteis = 120 kilometros a mais, por mês; gostei EPTC, obrigado adoro pedalar e vou continuar pedalando, só que a ciclovia podem aproveitar bem, vocês, e tenho certeza que aproveitarão, porque alguém já ganhou dinheiro com ela, pode ser a empresa que á fez; eu vou começar a circular pelas ruas do bairro, pelas quais tenho ainda a chance de poder cruzar sem parar em esquinas sem sinaleiras. Se era este o objetivo conseguiram. Isto se chama guerra do urbanismo, para saber quem é mais importante se os urbanistas ou os cidadãos, aos quais eles deveria servir. Tem alguns milhares de livros a este respeito. Todos ensinam que o ego dos urbanistas e tão grande que conseguem afastar as pessoas das cidades. E só ver a fila de carros saindo de Porto Alegre nos finais de semana, ninguém quer ficar; todo mundo prefere ir embora, para uma cidade como Tramandai, Capão ou até os Balneários de Santa Catarina, onde milhões de pessoas disputam uma infra-estrutura para cem mil. Será que eles pensam nisto?

  9. Adriano disse:

    Qual será a escolha da prefeitura? Fazer o sugerido e agradar a turma da bike e, como preço desagradar todos os motoristas que usam a Ipiranga e todos os moradores que terão fluxo de veículos aumentados nos entornos da Avenida ou manter como está? Essa não se precisa de muito tempo para responder… apesar de achar que cabem maiores estudos para tentar solucionar o impasse.

    • André Gomide disse:

      Qual a solução para o problema Adriano? Esperar pela morte de alguém e daí altera as conversões?
      estudos….hehehehehhe, todos sabemos que não há vontade alguma de fazer estudos sobre o tema da mobilidade…me aponte 3 estudos feito pela EPTC. Não vale levantamento de dados do tipo “ctrl+c”. Aliás, acho que a EPTC nem sabe como realizar um estudo sério.

  10. Cecílio disse:

    O triste mesmo, na verdade, é que se não fosse pela falta de educação dos motoristas, não seria necessário nem ter as sinaleiras para ciclistas. Vai converter? Respeite a faixa. O que eu tomo de buzinada e ouço de freada atrás de mim por causa disso não é mole, já que devo ser um dos pouquíssimos motoristas que respeita a faixa na cidade… Em Caxias do Sul tem uma coisa ridícula, que é a sinaleira fechar nos dois sentidos do cruzamento para o pedestre atravessar. Se os motoristas tivessem o mínimo de respeito, isso seria desnecessário e o trânsito fluiria melhor.
    Eu costumo fazer o que o Helton faz, de estender o braço e ver se não vem ninguém, mas não é todo mundo que tem essa habilidade.

    • artur elias disse:

      Cecílio: o comportamento (saudável e correto) de condução se baseia em normas (escritas e não-escritas) e convenções que vieram se formando ao longo de décadas.

      O posicionamento (escolha de faixa) conforme a intenção de destino é um princípio NATURAL que foi adotado no ciclismo veicular clássico por uma razão muito simples: FUNCIONA.

      https://vadebici.wordpress.com/2011/09/18/ciclismo-veicular/

      Nesse contexto, é contra-intuitivo, se você está na pista mais à esq, ter que cuidar mais uma pista que foi enxertada ali (a ciclovia). Assim como é contra-intuitivo, para o ciclista veicular experiente, seguir reto sabendo estar na faixa mais à esq, vendo aqueles carros passarem zunindo à sua direita – mas é isso que esse projeto propõe e legalmente nos obrigará fazer. Criando mais problemas para todos, mas fazendo um belo marketing “verde”.

  11. Dos vizinhos, não acredito porque trabalho no Menino Deus e os moradores do bairro são extremamente adeptos as inovações; agora, dos motoras espero todo, mas em todo caso realmente Adriano, como a Prefeitura e a EPTC são políticos e vivem de agradar e não de fazer as coisas certas, estou contigo, certamente esta medida será ignorada e vá saber que por isto o PT perdeu a eleição, porque faz 20 anos atrás converter a esquerda na Ipiranga, era proibido na maioria dos cruzamentos; e nesta Avenida tinha pouquíssimos acidentes. É uma vergonha.
    Cecílio bacana isto é real hoje parar na faixa de segurança é difícil e faz cinco minutos antes de chegar ao trabalho quase fui atropelado; na esquina da Mucio Teixeira e Avda. Ganzo por um carro, que não parou no sinal fechado, segundo o motora ele nem sabia que nesta esquina tinha sinaleira.

    • alexandre disse:

      fora todos este problemas relatados, ainda temos a má educação da população, visto que estes dias passando por al,í notei várias pessoas caminhando com seus cachorrinhos ocupando a ciclovia. Aí se tu fala alguma coisa ainda ficam ofendidas, resumindo tá tudo errado. Por isso não utilizo esse remendo de ciclovia prefiro andar no bordo esquerdo da via.

  12. cristiano disse:

    Pedalo todos os dias e não vejo problema em apertar a botoeira e esperar para seguir em frente… Temos que compartilhar e espalhar gentilezas. O ciclista “profissional” vai utilizar a via de rolamento (com razão) não vai querer compartilhar a ciclovia pois terá como obstáculo, além das botoeiras o cidadão caminhando ou correndo, como acontece na Av. Diário de notícias e outras. Quem quer lazer vai utilizar a ciclovia, quem vai trabalhar também vai utilizar a ciclovia. Apertar a botoeira não é o caos, é só esperar um pouco e seguir em frente. As coisas só mudam com educação, e, se na base (escola) não tivemos, vamos aproveitar as ciclovias e relaxar. Gostei da ciclovia, melhor do que não ter… um pequeno passo.

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