Números na ciclovia da Ipiranga

Nesta quinta dia 20 de setembro pela manhã eu estava hospedado no Hospital Ernesto Dorneles, e às 8h fui enviado para o quarto, como não podia fazer nada, nada para ler, estava inclusive sem meus óculos, a esposa iria poder chegar só mais tarde e me nego a ver televisão aproveitei a vista da janela e comecei a contar mentalmente, pois não tinha nem caneta e papel :), mas foi interessante, fique das 8:20 até às 11:20 fazendo isso, quando a esposa chegou anotei tudo e mais algumas observações que seguem.

O que eu vi durante as 3 horas de contagem?

Na Ciclovia

31 Ciclistas,

11 Corredores, sendo que um deles estava acompanhado de seu cachorro,

26 Caminhantes, sendo que um deles estava com carrinho de bebê e 3 deles com cachorros.

 

 

 

 

Fora da Ciclovia (no mesmo lado da Ipiranga)

(não contei os carros nem os caminhantes, seria demais para meu cérebro chapado dos remédios pra dor 🙂 )

49 ciclistas, sendo que 3 estavam na contramão, um deles na pista e 2 na calçada,

38 Corredores em ambos os sentidos na calçada, apenas um na contramão e na rua.

Observações:

1 – Os ciclistas na ciclovias andavam bem devagar e a maioria com roupa normal;

2 – Os ciclistas na rua na maioria mais rápidos e fardados de ciclistas 🙂 ;

3 – Os caminhantes na ciclovia na maioria passeando devagar;

4 – Um casal fez várias idas e voltas na ciclovia, atravessaram a rua num ponto da ciclovia em frente a um prédio, já tem até um caminho na grama ali;

5 – Passaram 3 comboios da brigada com sirenes a toda;

6 – Passaram 2 comboios de cavalos;

7 – Um carro de Bombeiro que desligou a sirene uma quadra antes de passar pelo Hospital;

8 – No outro lado da Ipiranga passaram vários grupos de cavalos por cima do talude no gramadinho;

9 – Durante todo o tempo passaram várias viaturas da brigada e ambulâncias com sirenes ligadas.

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15 respostas para Números na ciclovia da Ipiranga

  1. Felipe X disse:

    Legal! Tudo bem contigo, Olavo? abs

  2. Mario disse:

    Melhoras, Olavo! Quanto aos números, até que achei elevado o número de ciclistas que usaram a circovia; as raras vezes que passo por aquele trecho (geralmente cruzo a ipiranga rumo a cidade da bici) fico com dois corações por não usá-la, mas é patético ficar 3 minutos esperando pra atravessar a rua, pedalar 400m e depois mais 3 minutos pra cruzar pro outro lado denovo hahaha, que piada! No mais, obrigado pelos números e melhoras novamente!
    ps: o tempo das sinaleiras é outro fato que demonstra bem o interesse público: ( R. Sarmento Leite c/ Osvaldo Aranha: 20 segundos para o pedestre e 120 (!!!) para os carros.)

    • Olavo Ludwig disse:

      Valeu, é bom lembrar que era feriado em Porto Alegre.

    • Jeferson disse:

      Não conheço sinaleiras em Porto Alegre que incluam o pedestre no tempo. Elas só abrem para o pedestre quando o fluxo de carros foi interrompido por outro fluxo de carros. Não existe tempo exclusivo para pedestres, em que todos os fluxos sejam interrompidos para que os pedestres atravessem. Daí as vergonhosas ocorrências de pedestres acumulados entre pistas porque o sinal abriu somente até a metade.

      • Felipe X disse:

        Pois é, experimenta atravessa o cruzamento da Borges com a Ipiranga, vindo pela Borges. Tens que sair correndo pois não há tempo para pedestres! Tem faixa de segurança né, mas aqui isso é decorativo.

      • Marcelo disse:

        Tem umas poucas que são assim. No cruzamento da Ramiro com a Cristóvão e no cruzamento da Santanda com a Venâncio Aires. Mas é muito pior porque o sinal abre e fecha pros carros umas três vezes antes de abrir pros pedestres.

  3. andre gomide disse:

    Olavo… a bruxa tá solta….fiquei este mês sem pedalar e falávamos sobre o estado das ruas naquele dia no restaurante de comida árabe. Vou de múmia na próxima massa e quem quiser levo máscara cirurgica, uma caixa pelo menos.

  4. andre gomide disse:

    o pessoal poderia participar de branco…..tomara que tenha enfermeiras…rsrsrrsrsr

  5. Aldo M. disse:

    Parabéns pelo trabalho, Olavo! Os dados que conseguiste são bastante ricos. Nas poucas vezes que divulgam estatísticas sobre o uso da bicicleta, os dados em geral são confusos e não permitem conclusões significativas. Faz muita diferença se quem observa é um ciclista experiente e um cicloativista atuante com grande conhecimento do assunto.
    A maior empresa de mídia do Estado tem o privilégio de estar sediada em frente a esse trecho protótipo da ciclovia da Ipiranga, mas nunca fez nenhum trabalho de observação que chegasse aos pés deste, feito durante apenas uma manhã e da janela de um hospital. Ela tem um poder de divulgação imenso, mas é só.
    Da mesma forma, a EPTC, que assim demonstra não acreditar no resultado da sua obra para incentivar uso da bicicleta como meio de transporte.

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