Definida empresa que projetará ciclovia da Avenida Sertório.

Só eu que acho que seja de uma tosquice sem tamanho escolher o projeto pelo menor custo? Se for um projeto ruim, vai exigir mudanças e pode custar vidas de pessoas, o que o tornará muito mais caro.

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26 respostas para Definida empresa que projetará ciclovia da Avenida Sertório.

  1. Felipe X disse:

    Concordo, mas é assim que normalmente se faz por aqui.

  2. Me parece bem estranho, eles deviam fazer a licitação já com um projeto pronto, e assim ver quem cobra menos para implementar o especificado, e não deixar quem ganhou a licitação fazer o projeto que quiser…

  3. Régulo disse:

    Não confundam as coisas… a licitação pelo menor preço é para elaborar o projeto. O Edital traz os projetos que devem ser feitos e a capacitação técnica que as empresas precisam ter. Se examina a documentação e o preço que cada empresa se propõe a fazer. Os preços são balizados por orçamentos obtidos previamente e são desclassificados se estiverem muito fora da realidade.
    O projeto é elaborado com acompanhamento dos técnicos da prefeitura.

  4. Olavo Ludwig disse:

    O projeto tá pronto e é mais uma porcaria de ciclovia que vem por ai!

    • Aldo M. disse:

      Que projeto? Só tenho visto desenhos de ciclovias sem qualquer justificativa técnica. O nome disso é croqui, não projeto, sequer um Projeto Básico, conforme define a Lei 8.666 de licitações públicas.

      A Prefeitura demonstra claramente suas escolhas políticas ao direcionar a construção de ciclovias para não incomodar os motoristas, não reduzindo “seu” espaço, nem permitindo o trânsito de ciclistas no leito da avenida.

      Pelo que percebi, a Prefeitura está contratando apenas um projeto dimensional da ciclovia e de sinalização. A única coisa que está bem definida pela Prefeitura é que os ciclistas devem ser jogados nas calçadas junto com os pedestres e eles que se entendam.

      Em vez disso, deveria contratar um projeto viário integrado na Sertório, com condicionantes técnicos tais como: capacidade de fluxo de bicicletas, velocidade média de deslocamento, segurança, nível de conforto, conveniência, etc. Assim, a empresa que fosse contratada para desenvolver o projeto executivo, deveria atender a estas exigências de desempenho da ciclovia, tendo a liberdade de implantá-la onde fosse melhor para os pedestres, ciclistas e passageiros de ônibus, ou seja, para os modais de transporte prioritários definidos no Plano Diretor do município. O que sobrar de espaço, pode ser deixado para os demais veículos automotores. É lei!

  5. E depois nos convidam para uma reunião par discutir o que mesmo???? Não confio em quem não pedala como planejador, executor ou qualquer coisa que vale de ciclovias e afins

  6. artur elias disse:

    Se eu entendi direito, e se a notícia foi bem redigida, a empresa vencedora vai APENAS fazer o projeto (não a execução), e esse serviço vai custar quase 370 mil reais?

    • Aldo M. disse:

      Sim, e a obra irá custar perto de R$ 3 milhões. Um dos problemas que vejo aí que o custo do projeto deverá ser muito maior do que se fosse feito por profissionais da própria Prefeitura, caracterizando um óbvio prejuízo.
      Além disto, uma empresa pública não pode contratar serviços que estão entre as atribuições dos seus funcionários. Mas esta regra não costuma ser respeitada, a menos que se tome alguma medida judicial a tempo.

  7. NOVAMENTE :
    —————————–> NÃO CONFIO EM QUEM NÃO PEDALA <———————–
    PARA PLANEJAR ONDE PEDALAR E COMO PEDALAR,
    E UMA VERGONHA NÃO DA PARA SEGURAR UMA SITUAÇÃO DESTE PORTE.
    O QUE ESTAS FIGURAS SABEM SOBRE CICLOVIAS?
    CONCRETAMENTE: DESDE QUANDO TU SABES ALGO DE CICLOVIAS ?
    ESTA NÃO E UMA ATIVIDADE PARA TI, TU NÃO PEDALAS MEU CARO TU É ARQUITETO

    • Régulo disse:

      solicito à moderação que retire este comentário com ofensas pessoais

      • Olavo Ludwig disse:

        Régulo, não tem nenhuma ofensa pessoal neste comentário do Martinez, ele te chamou de “meu caro” e “arquiteto”, além de falar que não pedalas, ou seja, não usa a bicicleta como meio de transporte.Também te fez uma pergunta: ” Desde quando tu sabes algo de ciclovias?” Ele tem todo o direito de dizer que não confia em quem não pedala, para planejar ciclovias, pois a nossa experiência aqui em PoA está sendo péssima, tudo que foi feito até agora, e o que tem planejado não segue o princípio mais básico, que qualquer profissional que se dispõe a fazer e planejar ciclovias deveria saber, elas devem ser feitas pensando em dar mais segurança e praticidade para quem usa a bicicleta. E para saber isso nem precisa pedalar, na verdade é só verificar a experiência e estatísticas de outros países onde a bicicleta tem muito mais espaço que aqui.

      • Marcelo disse:

        Também não percebi nenhuma ofensa pessoal. Qual trecho exatamente que te ofendeu, Régulo?

  8. artur elias disse:

    Mas que bom que o Régulo está lendo este blog.

    Há alguns meses houve um tópico no qual se esperava ansiosamente a participação dele:

    https://vadebici.wordpress.com/2012/04/14/sobre-largura-minima-para-ciclofaixas-e-ciclovias/

    Por favor, Régulo, estamos esperando com grande e sincero interesse a resposta a esta pergunta simples e objetiva:

    “Quais são as normas/recomendações que dão suporte ao padrão (especificamente, à largura) de ciclofaixa urbana que está sendo implantado atualmente em PoA?”

    • artur elias disse:

      Se você insistir em não responder esta pergunta simples e fundamental, creio que ninguém se surpreenderá quando alguns freqüentadores e comentaristas tiverem dificuldades em controlar sua revolta e acabem dizendo coisas um pouco inadequadas. Não estou defendendo comportamentos inadequados, apenas colocando no contexto.

  9. Régulo disse:

    Amigos, é necessário ser médico para projetar um hospital? Trabalho há 7 anos com o transporte cicloviário e me sinto ofendido quando uma pessoa que obviamente não entende nada de arquitetura tenta me desqualificar dessa maneira. O texto todo em maiúsculas também é uma forma de expressar agressividade.
    Quanto à pergunta, os padrões adotados foram desenvolvidos com base no PDCI, que foi elaborado por consultorias das quais fazem parte especialistas reconhecidos nacionalmente, como o Miranda, referência desde a década de 70. Além disso, não esqueçam que quem faz os projetos não é uma pessoa isoladamente, mas uma instituição que tem acumulada muita experiência. A SMT tem mais de 50 anos e um corpo técnico muito qualificado. Não publicamos ainda um Manual porque estamos constantemente aperfeiçoando esses padrões.
    Ocorre que não há verdades absolutas em termos de planejamento cicloviário. Em recente evento que participei foi debatido justamente essa questão da necessidade de um Manual Técnico mais completo e mais detalhado do que o editado pelo Ministério das Cidades, e o colega holandês que estava presente fez uma análise do manual holandês, observando que não é adequado para nossa realidade, apesar de ser o mais completo, pois nem mesmo as ciclovias existentes na Holanda seguem 100% suas recomendações. A maior parte dos manuais traz recomendações, como costuma constar no próprio texto.
    O fundamental é que estamos trabalhando em uma rede que oferece segurança para o ciclista e que motivará mais pessoas a utilizarem a bici, de forma que poderemos ampliar e aperfeiçoar essa rede.
    Espero que na reunião de amanhã possamos convencer os moradores e comerciantes da Cidade Baixa de que a implantação da ciclovia trará benefícios à qualidade de vida no bairro bem maiores do que a perda de algumas vagas de estacionamento.

    • Marcelo disse:

      Sinceramente, um médico (um conselho de médicos) deve trabalhar junto com os engenheiros e arquitetos para que o hospital seja funcional. Sem uma consulta constante aos médicos que irão utilizar o espaço, corre-se o risco sério de cometer erros grosseiros, como os que vêm sendo feito nas ciclovias até agora construídas em Porto Alegre.

      Pena que só querem conversar em período de eleições.

      Porque não chamaram a comunidade para debater os projetos da ciclovia da ipiranga, da Restinga, da Icaraí, da Voluntários, Beira-rio e Sertório? Por que exatamente só essa ciclovia da cidade baixa será debatida com os interessados?

      • Marcelo disse:

        Só para dar um exemplo, meu pai trabalha na rede Sarah de hospitais. Esses hospitais foram construídos sob a orientação de médicos e são considerados atualmente exemplos de hospitais públicos no Brasil.

      • Régulo disse:

        Eu não falei que não se deve conversar com os clientes, Marcelo.

      • Marcelo disse:

        Claro que não, mas é fato que a EPTC não conversa com os seus “clientes”.

      • Marcelo disse:

        Ou melhor, a administração municipal inteira não conversa com seus clientes. E quando as pessoas reclamam que não estão de acordo com a obra realizada o Fortunati tem a cara-de-pau de chamar os críticos de “pseudo-ciclistas”.

    • artur elias disse:

      Obrigado por (finalmente) se dispor a responder esta pergunta, Régulo.

      Entretanto, como você sabe melhor do que eu, até por obrigação profissional, o padrão de largura adotado pela Prefeitura de cujos projetos você é um dos responsáveis, no que se trata especificamente da largura, está fora (=abaixo) das recomendações de todos os manuais de que temos notícia, e não somente os da Holanda, considerados talvez inatingíveis em sua excelência, aos quais você se referiu acima.

      A largura adotada por vocês, como você sabe, e ao contrário do que você diz acima – especificamente neste trecho:

      “Quanto à pergunta, os padrões adotados foram desenvolvidos com base no PDCI\”

      está abaixo INCLUSIVE do padrão recomendado expressamente no texto do PDCI, e que por sua vez é considerado pelos ciclistas como o mínimo dos mínimos, uma vez que este está abaixo de praticamente todas as outras referências conhecidas.

      Enquanto você e a Prefeitura continuarem tentando fazer de conta que essas incongruências não existem, e que aqueles que se opõe a elas são apenas um bando de chatos (ou algo assim), essa conversa não vai avançar.

      E enquanto os projetos cicloviários forem feitos da maneira como estamos vendo – e USANDO NA PRÁTICA – eles não vão – ao contrário do que você afirma acima – “proporcionar segurança”.

      Prove o contrário, mas faça-o com argumentos técnicos, com números, com estudos, com o aval de profissionais que não sejam compremetidos com a atual gestão municipal.

      Aí você vai conseguir “convencer os moradores” e convencer todo mundo que o PDCI é sério e que a intenção é realmente solucionar problemas de mobilidade, e não apenas fazer meoia dúzia de obras que os desavisados acharão simpáticas.

      E se você fizer isso, se descer do pedestal, não apenas você, mas toda a equipe da EPTC e afins, e começar a dialogar pra valer, parar com o faz-de-conta, reconhecer os erros, buscar soluções, consultarias, certamente o relacionamento com a comunidade vai melhorar, e vai ter mais gente do teu lado e menos gente de criticando, seja de forma adequada, ou ofensiva.

    • Aldo M. disse:

      Finalmente me caiu a ficha do foco dessa reunião: as vagas de estacionamento que serão suprimidas. Parece que esta tem sido a grande questão. em todo o planejamento cicloviário (?) desta cidade.
      Honestamente, acho que esta importância que se dá às vagas de estacionamento em frente ao estabelecimento comercial é desmedida, Todos já estão acostumados com os shopping centers (onde não se entra de carro nos corredores principais) e seus estacionamentos a centenas de metros das lojas.
      Por outro lado, os ciclistas já estão onipresentes nas ruas, principalmente na Cidade Baixa, mesmo sem qualquer ciclofaixa.
      O que eu gostaria de saber são as vantagens para os ciclistas com a construção dessas ciclovias em termos de aumento da segurança e redução do tempo de deslocamento, em termos QUANTITATIVOS. Em vez disso, o que costuma ser salientado pela Prefeitura é o número de vagas de automóveis mantidas após a implantação de uma ciclovia ou ciclofaixa. Chega a ser patético.

  10. artur elias disse:

    Recapitulando/resumindo a questão acima, pra quem pegou o bonde andando:

    Largura mínima para ciclo-faixa unidirecional conforme o PDCI (Plano Diretor Cicloviário Integrado de PoA):

    1,80 m largura externa 1,20 m largura interna

    Largura praticada pela Prefeitura nas ciclofaixas da Restinga (não confundir com a ciclovia da Restinga que aliás é um outro problema já amplamente repercutido aqui) e da Icaraí:

    1,50 de largura externa 1 m de faixa vermelha (sendo que ela é pintada até encostar no meio-fio, o que quer dizer que esse 1 metro inclui a sarjeta e as bocas de lobo e outros obstáculos, o que quer dizer uma área útil de 70 cm com muita boa-vontade).

    20 cm pode parecer pouco, mas quando estamos falando de um parâmetro de projeto tão fundamental como a largura de uma ciclofaixa, e o padrão estabelecido no PDCI já é abaixo da média, é o entender de inúmeros USUÁRIOS DE BICICLETA que o uso de dimensões ainda abaixo de algo que está abaixo do mínimo é inaceitável.

    Daí as críticas, que embora às vezes sejam articuladas de forma inadequada e possam parecer pessoais, são muito justas, e tecnicamente bem embasadas.

    • artur elias disse:

      Este aspecto – a largura – é apenas UM de diversos outros que estão em debate há um bom tempo. Insisti neste por me parecer o mais simples de ser esclarecido e tbém um dos parâmetros de projeto mais fáceis de estabelecer; ao contrário de outros, que são complexos, como traçados de ciclovias, harmonização com pontos de ônibus, manejo de interseções e rotatórias, e outros sobre os quais eu não me arriscaria a dar opinião porque não estou qualificado. Acho que por aqui ninguém está, e que precisamos urgentemente de uma consultoria externa, e de um amplo debate público, franco, construtivo, sobre que infraestrutura cicloviária realmente queremos para nossa cidade.

  11. Espero nunca precisar me sentar para debater com este senhor. Abraço e saúde para todos

  12. As vezes antes de responder a alguma coisa é melhor nos recolhermos para pensar muito ao respeito do contexto em que nos encontramos e assim o fiz para não ser considerado excedido no meu posicionamento e terem que pedir a exclusão do comentário ao regulador. Vamos lá.
    O Arquiteto Régulo, faz quase um ano atrás numa reunião na EPTC, de forma descontrolada, na frente de seus chefes e comandados, e na frente da grande maioria dos cidadãos que participam deste blog, deu uma defecada verbal e total nos, ciclistas, olhando para nossa cara.
    Todo o que ele possa hoje falar será desnecessário e não interessa porque falou concretamente: “vocês ciclistas se deram um tiro no pé por que eu sou quem apóia vocês” e assim continuo por bastante tempo.
    Como eu sou um velho de mais de 60 anos e não tenho por que aturar este tipo de coisas, daquele momento em frente, decidi não o respeitar mais, não quero nem saber os seus motivos eu não fui eu quem deu motivos para ele falar assim comigo.
    Pena naquele momento que eu não tenha tido um moderador disponível para pedir para ele tirar da sala o Régulo.
    Agora meu caro Régulo, se queres saber por que não confio em ti, vou te responder e ainda te esclarecer, que quando eu digo que não confio em ti, não estou te agredindo nem te insultando; eu não tenho nenhuma obrigação como cidadão de confiar em ti, não existe lei que obrigue alguém a confiar em outra pessoa, muito menos se ela não pedala, condição mínima para pensar ciclovias ao menos como consultor.
    Tu defendeste muitas vezes a construção de ciclovias e particularmente na reunião que eu estive da ciclovia da Restinga, falaste que nos éramos inconseqüentes por estar te julgando antecipadamente, pela construção desta. Onde, em que lugar está escrito que aquela é uma ciclovia. Te desafio a trazer a Porto Alegre este técnico que falaste, Holandês, para avaliar se esta é uma ciclovia ou é uma calçada disfarçada de ciclovia, se esta é a realidade brasileira.
    Onde não tem calçadas tu faz ciclovias. Esta é a política ou esta é a técnica?
    E eu tenho que confiar ao ponto de colocar a minha vida nas tuas mãos?
    Porque isto é o que acontece quando um ciclista sai para a rua e transita numa ciclovia com a tua assinatura técnica, ele coloca a sua vida nas tuas mãos. As vezes que circulei pela calçada(ciclovia) da Restinga disputei o espaço com carros, carroças, pessoas, carrinhos de crianças, portadores de necessidades especiais em cadeiras de rodas, que não tem outro lugar para circular que não seja neste local.
    Agora resumindo, me explica quem tem que confiar em ti; todas estas pessoas que inadvertidamente tentam exercer a cidadania circulando por um lugar que é o que deveria ser uma calçada ou nos ciclistas que tentamos circular por um lugar que nos foi dito que é uma ciclovia? Quem tem que confiar em ti? Quem tem que confiar na EPTC?
    Esta historia ser repete na ciclovia da Diário de Notícias, sem calçadas em grande parte do percurso inclusive por falta de ação da Prefeitura, porque na área do Iate Clube Guaíba o encargo de construção da calçada é do Clube e não foi exigido pela Prefeitura e se foi, nestes anos todos, nada foi feito para coagir à execução desta obra. A própria Prefeitura tem que construir calçada num bom tramo da via que está ocupada por um departamento dela mesma.
    Bom para concluir parece que não conheces como funciona a Arquitetura Hospitalar, mas vou te explicar; como bem falou o Marcelo, quando um Hospital é construído, ele sempre possui consultores médicos e ainda para cada área de especialização existem consultorias específicas. A área de emergência possui um conjunto de especialistas consultores, a área de blocos cirúrgicos outros e assim por diante passando pela área de imagens e tantas outras, até chegar a uma área de altíssima especialização que é a área de descartes. Ainda quando o projeto está pronto ele é enviado a ANVISA (Municipal e Ministério da Saúde) para aprovação e normas internacionais muito rigorosas são aplicadas e qualquer coisa que estiver errado no Projeto é motivo de desaprovação e rejeição.
    Depois de aprovado o projeto é enviado aos conselhos de Medicina e Enfermagem que aplicam o crivo de análises técnicas. Para concluir nenhum hospital é inaugurado sem a aprovação destes conselhos de médicos e de enfermagem.
    Ainda se após aprovado, e executada a obra, algum Diretor Técnico do Hospital constatar algum defeito que venha a por de alguma forma em risco a saúde da população ou dos trabalhadores em saúde pode solicitar a interdição do Hospital ao Conselho competente, que certamente a decretará enquanto o problema não seja sanado.
    Quer dizer comparar a construção de ciclovias com a construção de hospitais é meio distorcido porque nunca seriam aprovadas estas ciclovias, que foram construídas, por nenhum conselho de classe de ciclistas, porque elas não estão de acordo com nenhuma norma internacional e todos nos de alguma forma já sofremos fisicamente de alguma forma com estas distorções; ou nos machucando em quedas injustificadas por desníveis errados produzidos em projetos ou em execuções ou ainda pela interferência de agentes externos(pedestres, carrinhos, carros, etc) dos quais toda ciclovia tem que estar livre em qualquer lugar. Está explicado? Espero que sim. Abraço a todos e saúde, Martinez

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