Cadê o paraciclo que estava aqui?

Foto: Daniel Serafim

Neste espaço, na frente do Mercado Público de Porto Alegre, havia um paraciclo, instalado ali graças à pressão da população da capital gaúcha, que se indignou com a resposta da Secretaria Municipal de Produção, Indústria e Comércio (SMIC) quando confrontada sobre a atitude da administração do Mercado Público de acorrentar as bicicletas de usuários que estavam estacionadas em local “não-autorizado”.

Agora, com a reforma do calçamento do Largo Glênio Peres, o polêmico paraciclo que se encontrava neste espaço “sumiu”. O que houve com ele? Eles vão quebrar o piso recém reformado para instalá-lo novamente?

Esperamos resposta dos responsáveis.

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8 respostas para Cadê o paraciclo que estava aqui?

  1. Melissa disse:

    Eu mandei e-mail pra SMIC há alguns dias perguntando, mas não responderam.
    Sinceramente, eu acho uma boa retirar esse paraciclo para colocá-lo em outro espaço público que ainda não tenha nenhum. O paraciclo do Mercado Público que é bem utilizado é o do outro lado, que continua instalado. Esse que foi retirado não fazia muito sentido, já que a maior parte dos ciclistas vem da Borges (impressões minhas). Mas né, conhecendo a Prefeitura que temos, não duvido que tenham tirado pra deixar jogado em um canto da SMIC.

    • Aldo M. disse:

      Só um palpite:Será que destinaram aquele espaço para uma eventual estação de bicicletas aluguel, se houver interessados em prestar este serviço?

  2. Aldo M. disse:

    Apesar de Porto Alegre contar com uma infra-estrutura cicloviária pífia, a atual administração ainda faz ações de desmonte, destinando o espaço tomado das bicicletas e pedestres aos automóveis.
    A primeira do governo Fo-Fo foi abrir aos carros o trecho da Edvaldo Pereira Paiva entre a rótula das cuias e a Ipiranga nos finais-de-semana. Também abriu aos carros o trecho entre a Usina do Gasômetro e a rótula das cuias nos sábados à tarde (ainda há a placa próximo à usina indicando trânsito fechado aos sábados à partir das 14h).
    Outra foi o abandono da ciclovia Caminho dos Parques, que funcionava aos domingos, destinando o espaço a estacionamento de carros. Apesar disto, ela ainda é muito utilizada pelos ciclistas, até porque a sinalização de ciclovia permanece em muitos trechos.
    Abriu também ao trânsito de automóveis, o corredor de ônibus da Érico Veríssimo nas saídas dos jogos de futebol, embora as placas indiquem claramente que o trânsito é exclusivo para bicicletas aos domingos. Quando isto acontece, pedestres, ciclistas, crianças e até mães empurrando carrinhos de bebês são surpreendidos por carros transitando em velocidade, inclusive na contra-mão do corredor, que os expulsam com o ronco dos seus motores.
    Há ainda o passeio público da Edvaldo Pereira Paiva, que chegou a ser contabilizado pela Prefeitura como ciclovia (compartilhada com pedestres), mas foi suprimida, até porque o aumento da circulação de pedestres a inviabilizou ao trânsito de bicicletas. Pelo que entendi, a Prefeitura pretende agora pintar uma parte do passeio público de vermelho e “inaugurá-lo” como ciclovia, como aliás tem feito em diversos outros passeis públicos da cidade.
    Dá para se notar que a retirada destes paraciclos do Mercado Público (e que foram inaugurados pessoalmente pelo Prefeito Fortunati e seus secretários) não são uma atitude isolada contra o trânsito de bicicletas e o incentivo ao uso do automóvel, mas uma política clara e deliberada desta administração, vale lembrar, do PMDB-PDT, que ainda quer se passar por “amiga da bicicleta”.

  3. Janaísa disse:

    Adoro este bicicletário!!! Ainda bem que ele retornou!!! Está ali na frente do Chalé!!! Queremos mais destes por toda Porto Alegre!!! \o/

    • Aldo M. disse:

      Só não concordo com esta lógica da Prefeitura de transferir um paraciclo em vez de simplesmente implantar um novo. Como se essas peças de metal fossem caras. Boa porte do custo é o de instalação, mas desperdiçaram dinheiro com a DESINSTALAÇÃO de um paraciclo.

  4. Apenas um depoimento: certa vez pus a bike no paraciclo que foi retirado, e tive dificuldade para retira-la, pois havia muitos populares aglomerados para assistir um evento que iniciou após deixar a bike ali.

  5. Alucard disse:

    Falando na retirada daquele paraciclo e na eventual implantação de uma estação de bicicletas de aluguel, bem que uma estação de bicicletas de aluguel ali seria algo bem legal para que mais pessoas também usem bicicletas no seu dia-a-dia – e desde que mantenham os paraciclos para nós que já usamos nossas próprias bicicletas!

    Aproveitando, achei ótima a iniciativa do chamamento público feito pela Prefeitura (e que muitos podem criticar por acontecer em ano eleitoral e tudo mais), pois já estava na hora de também dispormos dessa alternativa de transporte em nossa cidade!!!

  6. Valter disse:

    Junto com a CTS (www.embarqbrasil.org/), desenvolvemos um modelo pra Porto Alegre, que tivesse a ver com a nossa cultura e criamos o BICICUIA. O modelo foi publicado na revista mundial da CTS, em “ações de sustentabilidade” em cidades do mundo. Foi pouco mas foi um começo.

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