“Bicicletada do Segundo Sábado” – convite!

.redigido por Virtu (Carlos do Ando de Bike)

imagens de Janet Bike Girl, roubartilhadas

Você anda de bicicleta? Você tem algum amigo que anda de bicicleta? Por que não se reunir e andar de bicicleta juntos num sábado de tarde? Que tal este sábado de tarde ser o segundo de cada mês?

Dia 14 será o segundo sábado de julho, por que não andarmos de bicicleta todos juntos? Quem sabe podemos identificar este passeio como a

Bicicletada do Segundo Sábado”?

Toda última sexta-feira de cada mês um grupo de pessoas deixa todas as diferenças de lado e se unem por um único fim: celebrar a vida pedalando.

Por que apenas uma vez por mês?

Fica o convite então:

Dia 14 de Julho – Bicicletada do Segundo Sábado
Concentração a partir das 15 horas no Parcão

Traga sua família, seus amigos visíveis, os invisíveis também, divulgue a todos, EPTC pode vir, venham…

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Sobre lobodopampa

Falar de si mesmo é contraproducente. Ah: lobodopampa e artur elias são a mesma pessoa (eu acho).
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18 respostas para “Bicicletada do Segundo Sábado” – convite!

  1. Matheus disse:

    Sem dúvida, quanto mais bicicletadas melhor.

  2. Fernando disse:

    Já têm ideia do ritmo da pedalada? Talvez um pouco mais forte que a massa…

    • virtu disse:

      Oi Fernando, o ritmo deverá ser o mesmo, pois a idéia que foi sugerida é de expandir os efeitos da MC para outros públicos. Por esta razão foi escolhido o sábado, num turno diurno (tarde), pois um dos principais focos é a atração de familias a virem pedalar.

      Abraços e obrigado.

      • lobodopampa disse:

        Bem lemrado, Virtu. Este é um aspecto fundamental da saúde e da ciclabilidade de uma cidade: o Ciclismo Familar. Quem chamou minha atenção para isso foi o Helton – eu já pedalava levando meus filhos há anos, mas sempre o fiz usando minhas estratégias pessoais que certamente não servem para um ciclista que não seja aficcionado e muito experiente e muito informado.

        A Massa deveria ser um evento familiar, na minha opinião, mas a possibilidade de conflito (que alguns inclusive defendem como método) apresenta um risco que precisa ser avaliado por cada pai ou mãe (falando de famílias com crianças, claro).

        Essa bicicletada será familiar, mesmo assim pode ser 1 pqnho mais rápida que a Massa, desde que respeitando o ritmo confortável de TODOS os participantes a CADA edição.

        De passagem comento que não concordo com aqueles que dizem que na Massa tem gente que “dispara na frente”. O que acontece (pelo menos é o que eu vi sempre) – e que aliás acontece em todos os passeios – é que sempre tem gente que se distrai conversando, ou não tem a noção de como é importante manter a coesão do grupo, e aí vai ficando pra trás SEM NECESSIDADE, tipo pedalando em velocidade de caminhada (10 kmh ou menos, acontece com freqüência). Depois de um tempinho abre um buracão, e aí fica PARECENDO que o pessoal da frente “disparou” quando na verdade foi um grupo no meio que simplesmente não prestou atenção.

      • Aldo M. disse:

        Valeu o excelente trabalho de vocês, Artur e Carlos!
        Às vezes, se formam uns buracos na massa porque alguns abusam da prática de pedalar lado a lado. Dois é legal, mas, se a rua for estreita, três já é suficiente para retardar os que estão atrás. Uma vez vi cinco ciclistas que trancaram toda a Oswaldo, abrindo um espaço de mais de uma quadra. E não me deixavam passar. Cheguei a achar que fosse sabotagem, mas era “só” comportamento anti-social de quem não consegue ver que existem outras pessoas no mundo. O jeito é ficar atento e chamar a atenção para liberar a passagem quando isto ocorrer.
        Dez por hora é um pouco lento, mas não pode ser muito mais que isto para manter a massa coesa. É preciso lembrar que aquela região não é plana, existindo inclusive muitas ladeiras que devem ser evitadas.
        Espero que este passeio resgate o lado família que ficou meio de lado nas massas de sexta, em parte por causa da estação, já que escurece bastante cedo nestes meses.

  3. Leticia disse:

    Tô nessa!!

  4. Rafael Zart disse:

    Perfeito… Gostei da ideaia de expandir para outros públicos. Sempre lamentei o fato de a MC não percorrer o Menino Deus com frequencia… Um dos bairros que mais aumentou sua frota nos últimos cinco anos devido a especulação imobiliária que levantou espigōes na região travando as vias de acesso. Desta forma, Com o tempo, as bicicletadas serão cada vez maiores e mais constantes.

    • Aldo M. disse:

      Mas a última massa foi para a Zona Sul. Esta bicicletada saindo do Parcão poderia explorar regiões mais à Leste e ao Norte por onde nunca passa a Massa Crítica que sai da Cidade Baixa.

      • Rafael Zart disse:

        Sim, foi. Mas não percorre. Enfim, não é uma crítica, é uma constatação. Me refiro a isto, de explorar regiões fora do eixo comum da massa. Achei legal a oniciativa por isso, quanto mais pedaladas dirigidas, mais pessoas serão comvencidas.

  5. Ricardo disse:

    (In)felizmente vou viajar na sexta.Fica para a próxima.Parabéns pela iniciativa!

  6. andre gomide disse:

    Confirmado de minha parte… pretendo levar mais alguns colegas…

  7. Luiz Felipe disse:

    Dale dale gurizada, ja tava caindo de madura essa ideia de expandir as bicicletadas, pq a Massa Crítica já estava maior que o povo q pedala, ou seja, é bom o fato de termos mais um dia para pedalarmos juntos e em “segurança”. Até sábado, ou melhor, até o segundo sábado!!!

    Gostaria de tocar num outro ponto com a gurizada: algum de vocês já se deu conta da “ilusão da segurança” que o trânsito nos força a ter, por exemplo, ao pedalarmos mais rápido para termos a sensação de que os carros passam mais devagar por nós, bem como a ideia de estarmos mais equilibrados quanto mais a velocidade? Logo, isso me levou a reconsiderar minha ideia inicial acerca da “ciclovia” da Ipiranga, uma vez que ela suprime as finas e a disparidade de velocidade, porém nunca esquecendo da ca*ada que é trocar de lado a cada 500m, qq vocês acham?

    • Aldo M. disse:

      Não acho que sejam ilusões, Luiz. Quanto menor a diferença de velocidade entre os carros e a bicicleta, é mesmo mais seguro. E também, quanto mais rápido andamos de bicicleta, mas facilmente mantemos o equilíbrio sem ficar ziguezagueando.
      Tens toda a razão quanto à falta de segurança devido à disparidade de velocidades. O trânsito compartilhado e as ciclofaixas são soluções que devem estar acompanhadas de baixas velocidades dos automóveis. Idealmente, o limite deveria ser 30 km/h nestes casos, no máximo 40 km/h.
      A princípio, a melhor alternativa na Ipiranga é construção de ciclovias unidirecionais à direita, segregadas da via por um canteiro de pelo menos 1,5m de largura e junto ao passeio público.
      As ciclovias são uma boa solução, mas também não resolvem o problema dos cruzamentos, onde os carros se misturam às bicicletas e acabam acontecendo a maioria dos acidentes. Na Ipiranga, ainda não foi feito absolutamente nada com relação aos cruzamentos e prevejo que será bem difícil encontrar boas soluções, que facilitem o fluxo das bicicletas e propiciem segurança, sem que se reduza a velocidade e o fluxo dos automóveis, algo que a Prefeitura não tem se mostrado disposta a fazer.

  8. Aldo M. disse:

    Ainda não foi marcado um lugar para o encontro. Alguma sugestão? Tenho três: próximo ao monumento (estátua), no estacionamento (largo José Antônio Daut) ou na cancha de patinação, no outro lado da Goethe (atrás da parada de ônibus após a passarela).

    • virtu disse:

      Oi Aldo, qual o local onde mais estariamos visiveis ao público?

      • Aldo M. disse:

        Tens razão, este deve ser o critério. Creio que seja em torno daquela descomunal estátua à Castelo Branco, que é o ícone do Parcão, próximo à esquina da Vinte e Quatro de Outubro com a Goethe. Além de visível, é provavelmente o ponto de mais fácil identificação.

  9. virtu disse:

    Beleza Aldo, por mim pode ser lá =)

    Abs.

  10. Leandro disse:

    eu vou… se nao chover hehehehe… vou sair de Gravatai as 13:00…

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