Pedalada em apoio à AnitaMaisVerde! Amanhã, 12/06, 18h, Largo Zumbi dos Palmares!

A “Trincheira da Anita” é uma obra que, dentre outras coisas…,

– não prevê ciclovias (contrariando o Plano Diretor Cicloviário – Lei 626/2009),

–  vai elevar a velocidade dos automóveis (poluição, poluição sonora e riscos a pedestres e ciclistas), e  logo estará engarrafada novamente;

– incentiva ainda mais a utilização do transporte individual (automóvel) ao invés de investir em transporte público e de qualidade;

–  resultará no corte de 175 árvores;

– afeta diretamente moradores e comércio da região…

Por isso, amanhã, terça feira, 18h, sairemos do Largo Zumbi dos Palmares rumo à Rua Anita Garibaldi para apoiar o movimento contrário à Trincheira da Anita!

Serão afixadas bicicletas em protesto no local!

Previsão de término (20h – Dia dos Namorados!!!)

Esta é uma ação que conta com o apoio da http://www.facebook.com/Mobicidade

Ah, o lappus.org também apoia!

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30 respostas para Pedalada em apoio à AnitaMaisVerde! Amanhã, 12/06, 18h, Largo Zumbi dos Palmares!

  1. Olavo Ludwig disse:

    Marcelo já que fizeste a postagem aqui cria o evento no face também!

  2. Marcos disse:

    Não entendo esse povo. Reclamam de congestionamentos, mas não querem a solução do problema. Reclamam de ciclovia não prevista na Anita, mas essa rua tem declividades altas incompatíveis com bicicleta e exigiria mais desapropriações que o povo é contra também. Árvores tem vida útil, um dia vão morrer mesmo e estas já são bem velhas e nesse projeto serão compensadas por mudas novas em 5 por 1 em média, e plantadas e acompanhadas em locais apropriados. Está previsto no plano viário a mais de 10 anos, vai melhorar o transito, diminuir tempo de viajem e congestionamentos(salvando vidas: ambulâncias e bombeiros), com isso vai ser mais atrativo para o comércio em geral e o povo não quer. Pra mim isso é a teoria do “Si hay gobierno, soy contra”. Então só posso concluir que vai ter muita bandeira vermelha nessa pedalada, e não serão do Internacional.

    • Leandro Leite disse:

      – Viaduto não é solução para congestionamento. Isso até os técnicos da EPTC sabem (até eles são contra essa obra específica).
      – A Anita não é incompatível a bicicleta. Quem pedala sabe. Alias, para ir para o outro lado daquela região da perimetral sempre tem morro.
      – Pena dos moradores da região que vai aspirar mais poluição pq não tem a árvores no local.
      – 30 anos atrás aquela região ninguém morava, foi planejada para ser via de trânsito rápido. Agora a cidade mudou. O pessoal mora. Tem vida nos entornos.
      – Comércio somente se tiver pedestre naquela região. Se forçar a ter carro o pessoal sempre prefere estacionar o carro no Iguatemi.
      – Faltou falar que os motoristas que vão para o aeroporto vão ter que achar outro caminho. Possivelmente ir pela Benjamin. Tb que ainda vai ter a parada de onibus no centro da perimentral, ainda tendo a bendita sinaleira que esse viaduto não consiguirá retirar.
      – Acho que tem vereador de outra cor a bandeira.

      • Marcos disse:

        O viaduto sobre a Nilo Peçanha não ajudou? Ainda tem acidentes e atropelamentos? Se tem congestionamento e acidentes não é devido a esta esquina e sim a outros fatores do entorno. Em vários países desenvolvidos, e não muito longe, em outras capitais desse país, essas obras de arte tem solucionado vários problemas puntuais.

      • Aldo M. disse:

        Gostei da tua preocupação com os congestionamentos, Marcos, que impedem a passagem de veículos de socorro. Não achas que as vias deveriam reservar uma faixa para eles? Ou só depois que construírem os viadutos?

      • Marcos disse:

        Boa questão. Em países desenvolvidos existe uma faixa exclusiva para carros de socorro e polícia(uma espécie de acostamento como vemos nos filmes americanos). Mas infelizmente para isso haveriam mais desapropriações, remoção de mais árvores e mais reclamações. Além do mais, nós brasileiros não iríamos respeitar mais essa faixa exclusiva. Mas é uma boa questão para discussão a mudança do código de trânsito para a implantação de faixas exclusivas para socorro e bicicletas com a devida previsão de compensação vegetal, onde for possível e viável.

  3. marcelosgarbossa disse:

    Marcos: como fui eu que postei, o wordpress me perguntou se eu aprovava o teu comentário. Eu aprovei, e ele está aqui publicado agora.

    Apesar de descordar de você, defendo o direito de manifestação. E me parece que aqui vc não ofendeu pessoalmente ninguém, só explicitou tua posição política.

  4. Aldo M. disse:

    Acho muito estranho que ninguém esteja relacionando esta obra com outra a uma quadra de distância e que irá causar considerável impacto viário na região: uma empreendimento do Grupo Zaffari com mais de 50.000 m2 e mais de 800 vagas de estacionamento.

    Mais estranho ainda quando se sabe que o referido empreendimento foi aprovado pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano Ambiental, e este não foi informado de nenhuma trincheira que seria construída na vizinhança imediata.

    Ora, parece-me óbvio que esta trincheira irá beneficiar o empreendimento do Grupo Zaffari, se é que não está sendo construída com este propósito, pois não foram apresentados estudos viários que a justificasse e que deveria levar em conta o empreendimento.

    O empreendimento na Bela Vista foi aprovado em 01/06/10, conforme ATA 2.412 do CMDUA, pág. 3:

    http://lproweb.procempa.com.br/pmpa/prefpoa/spm/usu_doc/ata_2412_de_01_de_junho.pdf
    ATA N.o 2412

    Processo Quatro Ponto Quatro.
    Expediente número 002.318886.00.8, relator: RP 3. Interessado: Companhia Zaffari; assunto: EVU de Edificação; local: Avenida Furriel Luis Antonio de Vargas, 239. Conselheira Ana Paula Alves, relatora do processo, relatou o mesmo. Localizou, mostrou mapa, falou do histórico e etapas pelo qual passou. Informou que se tratava de empreendimento de médio porte, este que envolvia supermercado entre outras atividades, como academia de ginástica, cinema e lojas. Falou sobre as medidas mitigatórias e deu outros detalhes. Posicionou-se favorável à aprovação. Conselheiro Ibirá falou sobre dúvidas geradas sobre o sistema de avaliação do tráfego realizado pelo Município. Opinou que deveriam haver outros estudos viários nas redondezas. Informou que o estudo constante no processo não estava assinado. Conselheiro Julio respondeu os questionamentos levantados, explicando como se dava a avaliação. Falou que havia a consideração do número de viagens, do horário de maior fluxo e da projeção de crescimento. Conselheira Anadir questionou medidas compensatórias. Relatora esclareceu. Referiu implantação da quarta faixa de tráfego na Avenida Nilo Peçanha, faixa adicional de tráfego na frente do terreno, dentre outras. Não havendo outras manifestações, o parecer favorável foi colocado em votação e foi aprovado por vinte e quatro votos favoráveis, um voto contrário e nenhuma abstenção. Presidente lembrou que houve falha no encaminhamento de diligências proposto pelo conselheiro Eduíno, face não ter sido feita votação. A solicitação de diligências foi colocada em votação e a mesma não foi aprovada, por dezesseis votos contrários, três votos favoráveis e cinco abstenções.

  5. Marcos disse:

    Usando de lógica e considerando que esta trincheira irá beneficiar um grupo privado, então quais grupos privados as outras obras da 3. Perimetral, como a trincheira da av. Cristóvão Colombo com D. Pedro II, a trincheira da av. Ceará com a av. dos Estados, o viaduto da av. Plinio Brasil Milano com a av. Carlos Gomes e o viaduto da av. Bento Gonçalves com a av. Salvador França irão beneficiar? Parece-me apenas uma teoria da Conspiração infundada, pois o verdadeiro beneficiário dessas obras é a população como um todo. Além disso, baseado em estudos internacionais uma ciclovia para ser atrativa deve possuir uma declividade longitudinal recomendada de 3%. De 3 a 5% é possível desde que a extensão com essa declividade seja de no máximo 100m e entre 5 a 7% no máximo 30m. Neste trecho da Anita tem declividade da ordem de 30 a 50% e portanto em nenhum lugar do mundo seria indicada para implantar uma ciclovia viável (http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/28577/000769157.pdf?sequence=1). Querer implantar uma ciclovia neste trecho iria apenas aumentar os custos com desapropriações, aumentar a remoção de árvores, prejudicar desnecessariamente os comércios e residências apenas para dizer que cumpriu um Plano cicloviário. Seria demagogia.. Outra coisa que acho estranho é os ciclistas apoiarem o movimento Anitamaisverde que é contra a obra, contra o corte de árvores, contra desapropriações, contra o alargamento viário e por consequência contra uma ciclovia nessa rua. Não quero ofender ninguém, apenas exercendo o direito a informação, mas ainda acho que esses movimentos são políticos e temos que ter o cuidado para não misturar as coisas.

    • Aldo M. disse:

      Com relação à trincheira da Ceará, só deve beneficiar o empreiteiro, porque é completamente inútil – o gargalo está na esquina da Sertório, todo mundo sabe disso, até a EPTC.
      Estou criticando que os dois processos, trincheira da Anita e empreendimento do Zaffari, foram tratados de forma independente apesar de estarem a um quadra de distância. Defendo que sejam re-analisados de forma conjunta.
      Já que destes tanta referências, de onde saiu a estapafúrdia declividade de 30% a 50% da Anita, Marcos?

      • Marcos disse:

        Realmente me desculpem, mas eu exagerei nos valores. Pra ter uma referência correta o trecho da subida da Lucas de Oliveira do meio da quadra até a Rua Cabral tem aproximadamente 17% e não é qualquer ciclista/bicicleta que sobe aquilo. Na Ramiro Barcelos entre a André Puente e Tiradentes tem 14%. O trecho da Anita entre a Bordini e a Lucas tem em torno de 11%. Entre a Mariland e a Freire Alemão tem em torno de 9%. Entre a Arthur Rocha e a Carlos Trein Filho tem 7% E próximo da Trincheira entre a Raimundo Correa e Vicente de Carvalho(100m) tem 10%.
        Lembrando que as ciclovias não são apenas para ciclistas experientes utilizarem e sim para incentivar as pessoas comuns a trocar o carro pela bicicleta. Convenhamos que ir trabalhar de bike num trecho com mais que 7% de rampa com mais de 30 graus no verão não tem condições. Portanto eu acho que é uma utopia esperar redução do uso de automóvel em ciclovias de trechos como estes sendo nossa cidade cheia de altos e baixos, Eu defendo ciclovias e ciclistas sim, mas de forma coerente, viável e segura, e com uma outra visão diferente do modismo..

  6. arvores têm vida útil????????????? hahahahahahaha boa essa piada.

    • Marcos disse:

      Algum ser vivo(animal ou vegetal) tem vida eterna????? hahahaha essa que é ótima.

      • Aldo M. disse:

        Ai, Marcos! Isso não é Lógica, é sofisma dos brabos. A defesa é da vegetação que será erradicada para a construção de uma obra, em sua maior parte voltada ao transporte individual motorizado.

      • Marcos disse:

        A vegetação não será simplesmente erradicada. O licenciamento ambiental prevê compensação vegetal de 5 para 1 em média e em alguns casos transplante(figueira). Então se for removida 100 árvores velhas que vão morrer daqui a 10/20 anos(velhice, cupins, contaminação, etc…) a cidade vai ganhar 500, novas árvores com tempo de vida de 50 a 80 anos em média( na dúvida pesquisem com agrônomos) próximos ao local do impacto. Eu acho que é um ganho para a cidade e a natureza agradece essa troca. Além disso, congestionamentos tornam motoristas estressados, apressados e vira um risco para nós ciclistas conscientes. Essa é a minha opinião e que acho válido explanar para todos os demais colegas para pensarem a respeito.

      • Marcelo disse:

        Marcos, pessoas tambèm tem vida útil, nao é por isso que vou sair matando gente.

        As árvores trazem muito mais benefícios para a cidade que um viaduto, que só traz problemas.

      • Marcos disse:

        Engano seu, caro Marcelo. Todos os viadutos instalados na cidade estão sendo muito úteis para a mobilidade em geral. Cite apenas 1 que trouxe problemas de trânsito/mobilidade para a cidade. Os maiores acidentes de trânsito(colisões e atropelamentos) acontecem onde falta viaduto (por exemplo, IpirangaxSalvador França, IpirangaxSilva Só, IpirangaxJoão Pessoa). O que acontece é que pequenos grupos que de fato são prejudicados(até certo ponto) não querem mudanças para beneficiar as maiorias. Afinal democracia não é para as maiorias? Enfim, volto a frisar que árvores trazem muitos benefícios para a humanidade mas se para implantar uma nova ciclovia por exemplo, se for necessário a remoção de árvores e posterior compensação adequada, estaremos ou não de acordo? Ou simplesmente vamos esquecer as ciclovias para não remover nenhuma árvore. O grande problema é o conflito de interesses na cidade, de um lado motoristas e ciclistas que querem mais fluidez e segurança no trânsito mesmo que tenha que alargar ou abrir novas vias e que brigam entre si por espaço; e do outro lado, moradores e comerciantes locais que não querem alargamentos e aumento de fluxo de veículos. Junto com eles os defensores ferrenhos da natureza que não aceitam a remoção de nenhuma árvore. A solução é todos cederem um pouco para um bem maior e fazer as coisas com boa técnica, planejamento e muito respeito,

      • Aldo M. disse:

        Nova Iorque, por exemplo, reduziu drasticamente as faixas para automóveis, transformando-as em espaços para pedestres e ciclistas, e os congestionamentos diminuíram. Esta é a relação: mais espaços para automóveis significam mais congestionamentos. Pior ainda: esses congestionamentos reduzem a velocidade média dos ônibus, deixando-os ineficientes, e expulsam as bicicletas. A própria OMS prega que os governos devem ter políticas públicas para desincentivar o uso do automóvel. Desculpe a franqueza, Marcos, mas as idéias que defendes são as da década de 50.

      • Marcos disse:

        Affff. Volto a explicar que defendo a imediata implantação de um plano cicloviário decente para diminuir o uso de veículos particulares e aumentar o numero de bicicletas. Só que não concordo em implantar ciclovias em ruas com declividades altas(cheias de altos e baixos) pois não vai ajudar a trocar carro por bici, o que é o caso específico da Anita. Acho que tem que implantar na Carlos Gomes, Eudoro berlink, Protásio Alves, Assis Brasil, entre outros. Mas na Anita vai ser jogado dinheiro público fora. No próprio vídeo da caminhada ouvimos os próprios ciclistas se queixarem e sugerir ir pela Eudoro que tem “menos lomba”. Ou seja alguns participantes se tivessem que escolher não usariam a Anita, quanto mais os motoristas. Minha tese está provada. Alem disso convenhamos né, se fizesse a trincheira com ciclovia(cerca de 200m) e o resto da Anita não, então seria mais um motivo para criticarem o governo, depois das várias críticas que os primeiros 400m( de um total de mais de 9000m) da Ipiranga foram concluídos. Em tempo: Bogotá e New York são planas perto de Porto Alegre. E paro por aqui pra não desperdiçar pólvora em chimango.

      • Leandro Leite disse:

        Marcos,

        Porto Alegre desde 2009 já tem o plano cicloviário definido. Foi um belo trabalho da prefeitura. Realmente, todas as ruas contidas nesse plano são importantes para a mobilidade. A rota centro – idependencia – anita – iguatemi é fundamental. E é plana, os aclives sao poucos metros. A velocidade dos carros é baixo. Perfeita pra andar de bicicleta. Por isso que ta no plano cicloviario.

        Existem 2 tipos de lombas (pra exemplificar vou usar as ruas que tu comentastes):

        1- Lomba com aclive alto. Como é o caso do começo da Anita e tb do final da Mostadeiro (uns 30 metros cada no máximo). Fui eu quem filmei o video, e te digo que mesmo com a minha bicicleta dobravel (que nao tem marcha lenta na frente) não é tão complicado. Qualquer coisa é só andar nos pequenos metros.

        2- A Carlos Gomes(depois da Nilo até a Protasio). É uma subida longa mas com menos inclinação. Eu prefiro subir com mais inclinacao do que nessa.

        É claro que existe algumas lombas tipo a Lucas de Oliveira, que so louco sobe pedalando…

        No vídeo apareceu a Livia falando da sua bicicleta fixa (que nao tem marcha e é no contra pedal). O pessoal se souber que tem um caminho sem lomba vai preferir. Mesmo andando alguns km a mais. Foi esse caso. Nós podiamos seguir pela Guete e por tras, sair a 3 quadras na Anita, fujindo das lombas.

        A logica de transitar de bicicleta é diferente do que carro. Embora que todas as propagandas relatem o prazer em andar de carro, na pratica sao bem poucas pessoas que preferem andar mais km ou ate mesmo sair da sua rota para dar carnona com outras pessoas. Pra mim, eu prefiro andar alguns km a mais so pra ter compania de outro ciclista. É prazeroso andar de bike.

        Pra falar em local pra ciclofaixa, a Anita é uma das ruas perfeitas pra implantação. Nao tem problema de espaco. Menos a parte da trincheira. Eu ainda quero ver o projeto da trincheira que tem que prever a ciclovia (pq sem ciclovia nao sai a licenca ambiental). Muitas pessoas mais esclarecidas tecnicamento falam que é complicado projetar a seguranca no tunel.

        Vc tocou num ponto essencial. Será que os motoristas vao trocar carro por bicicleta ? Pela minha experiencia, eu duvido para quem nao usa o transporte coletivo no dia dia, trocar para a bicicleta. No maximo poderá trocar para os onibus. O publico da bicicleta é o pessoal que usa onibus. Pq andar 5km dentro dum onibus (pode estar com ar condicionado e sempre vazio) é uma experiencia muito ruim. Passou 1 mes indo de bicicleta ate nos dias de chuva vai pensar 2 vezes de ir de onibus e nao de bike. Já pra quem usa carro nesses 5km, é dificil trocar. Mesmo tendo idade, fisico, onde deixar a bicicleta, onde se lavar no local. Esses ja continuaram clientes das montadoras e petroleiras.

        Outra questão é o que o governo tem que priorizar, pq 4 faixas pra carro na Ipiranga ? Mas isso é outra questão.

  7. artur elias disse:

    Confesso que estava com saudade dos trolls. Eles ajudam a dar o tempero do blog hehehe.

    Aliás faz muito tempo que não vejo ninguém postar que “só se anda de bicicleta na Cidade Baixa”…

  8. Sergio Surdo disse:

    Tá brabo. Cheguei à conclusão, há muito tempo, de que definitivamente ninguém se entende nesta loucura que é o trânsito/mobilidade dos grandes centros urbanos. Cada um puxa pro seu lado. Não há a mínima coerência, só pura politicagem e baba-ovos. Vou me mandar pro meio do mato no interior. Lá, sim, é que é vida.

  9. Leandro Leite disse:

    Vídeo que fiz da pedalada:

  10. FernandoFilho disse:

    Reportagem do Diario Gaucho
    http://diariogaucho.clicrbs.com.br/rs/dia-a-dia/noticia/2012/06/ciclistas-promovem-bicicletaco-em-protesto-contra-obra-da-copa-na-capital-3788770.html
    A frase final mostra bem a preocupação da RBS, o cumprimento do cronograma.

    • Aldo M. disse:

      A Anita tem tráfego diário de 75.000 veículos, sendo que metade vai ao Shopping Iguatemi. Se eu fosse um dos donos do shopping, provavelmente também defenderia o “cumprimento do cronograma”.

      • Aldo M. disse:

        Correção: passam 75 mil veículos pelo CRUZAMENTO, dos quais 25 mil passam pela Anita. Metade destes, 12,5 mil, se dirigem ao Iguatemi, número que irá crescer com a ampliação do shopping, mas principalmente pela oferta de mais espaço para carros.

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