Protesto logo após a “inauguração” de UMA quadra…

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21 respostas para Protesto logo após a “inauguração” de UMA quadra…

  1. Francisco disse:

    Pois é, essa mudança de local da ciclovia vai atrapalhar mais o transito no local, e aumentar o risco de acidentes

  2. Até o Lasier Martins falou sobre isso no Jornal do Almoço de hoje!

  3. Luiz Felipe disse:

    Pq logo após e não “logo” durante, pra fazer o Fortunati e o Carropelari pagar mico!?

  4. Uma das coisas que caracterizou os governos ditatoriais era a grande quantidade de seguranças que as autoridades tinham nos dias que iam a lugares públicos, hoje vi claramente o que é não ser querido. O Fortunatti estava acompanhado de 5 seguranças em dois carros, que o deixaram ao lado da ciclovia, interrompendo o trânsito de tal forma que o Prefeito desceu do seu “carro alado” inaugurou a ciclo-catzo e voltou para o carrinho rodeado de seguranças. Mal visto e não querido é fogo, ainda fazendo coisa errada. Para que protestar, eles não ouven, eles não querem ouvir. Os protestos são unicamente para que não sejam reeleitos. De outra forma vejam o que escreveu o Presidente da EPTC hoje na Zero Hora, um artigo intitulado “Nos somos o trânsito” é uma vergonha passou quatro anos sentado numa cadeira de presidente da EPTC para agora vir com papinho conciliador, como se ele não fosse a origem e o fim de todos nossos problemas de trânsito na cidade. Ele foi o responsável pela falta de investimento em educação e treinamento de acordo com o que estabelece a Lei, tendo tomado a te um processo do Ministério Público e agora vem com papo fajuto. E duro viver rodeado desta gente.

  5. Beto Flach disse:

    Segundo dados do Terra Notícias, o trecho possui 416 m e é pintado de vermelho, para facilitar a identificação por parte de pedestres e ciclistas. A área faz parte do projeto que pretende construir uma ciclovia em toda a extensão da avenida Ipiranga, totalizando 9,4 km de via para bicicletas. A via para bicicletas, quando completa, ligará as avenidas Edvaldo Pereira Paiva e Antônio de Carvalho. A previsão de entrega é para o final de 2012. O guard-rail de segurança da faixa para bicicletas possui plástico reciclável, para minimizar impactos em acidentes. (…) Com o uso do material, o custo da obra completa chegou a R$ 2,3 milhões.

    Bueno. Vamos às contas:

    CÁLCULO DE CUSTO E RECEITA
    Se a ciclovia tem 9.400 m de extensão, e custou 2,3 milhões para concluir 416 m, então, para completar todo o trecho (que é 22,5962 vezes maior que a fração inaugurada) serão necessários R$51,97 milhões de reais.

    Considerando que os recursos que deveriam ter sido aplicados em ciclovias (20% das multas de trânsito) entre 2009 e 2011 é da ordem de R$6,2 milhões, serão necessários 8,38 períodos destes para arrecadar, através de multas, o montante necessário. Ou seja, após 24 anos (arrendondados) haverá recurso suficiente para concluir a tal ciclovia da Ipiranga.

    TEMPO NECESSÁRIO
    Considerando que foram necessários 7 meses de obras (no período de primavera e verão, propícios para obras de rua) para concluir 416 m de ciclovia, estima-se que, no mínimo, para concluir um trecho que é 22,5962 vezes maior que o inagurado, serão necessários 158,1731 meses para concluir tudo. Ou seja, neste ritmo, os ciclistas poderão trafegar entre a Edivaldo Pereira Paiva e a Antônio de Carvalho daqui a 13 anos, em 2025. Neste sentido, tomando-se em conta o item anterior, prevê-se que haverá necessidade de DOBRAR os recursos financeiros para se alcançar o valor necessário para terminar a obra em quase “metade” do tempo (13 anos aqui anotados aos invés de 24 anos anotados no item RECEITA).

    Será que me enganei nalgum número? Só calculei uma vez, assim, na corrida. Mas acho que é isso.

    Neste ritmo (deixo pra você), faça as contas para ter uma ideia de quando o Plano Diretor Cicloviário Integrado, com 495.000 metros estará implantado e quanto custará!

    Um abraço!

    • Melissa disse:

      Calma, 2,3 milhões deve ser o custo da ciclovia completa. O Terra não é, digamos, um jornal de qualidade. E o dinheiro (teoricamente) é de contrapartidas da iniciativa privada, mas fiquei sabendo que pra finalização desse trecho a prefeitura desembolsou nosso dinheiro. Vou me informar melhor desse detalhe, mas pra ver como a prefeitura só sabe abrir as pernas pros empresários.

    • Aldo M. disse:

      A Lei do Plano Cicloviário prevê uma contrapartida de 200 metros de ciclovia para cada 100 vagas de estacionamento criadas em shoppings. Então, o Zaffari, com esses 416 metros, já teria compensado o impacto da construção de 208 vagas para automóveis.

      • airesbecker disse:

        Sim mas esta contrapartida negociada com a prefeitura é adiantamento para futuros projetos do Zaffari e para fazer este pequeno trecho a prefeitura no fim pagou pela pressa eleitoreira desta inauguração.

  6. Aldo M. disse:

    Os trechos mais importantes de uma ciclovia são os cruzamentos, onde o trânsito de bicicletas é compartilhado com o dos automóveis, ônibus e caminhões. Ali, onde ocorrem 80% dos acidentes com bicicletas. a Prefeitura nada fez. Só esse detalhe já comprova que a obra não teve como objetivo a segurança dos ciclistas.

    • airesbecker disse:

      O Régulo não sabe ainda como fazer. Agora já estou achando que o problema desta prefeitura é também técnico, além de político, pois eles têm bastante dificuldade de fazer algo bem feito. Até agora é só defeito nada com qualidade.

      • Aldo M. disse:

        Arquitetos não tem formação técnica para elaborar projetos viários. Esta é uma área dos engenheiros civis, apenas deles. Simplesmente não devemos aceitar discutir esta questão com arquitetos e ponto final.

        Por outro lado, os arquitetos têm formação em Urbanismo. Então, eles podem e devem estar envolvidos nos projetos de mobiliário para bicicletas, como paraciclos e bicicletários, um assunto que não tem recebido a devida atenção por parte da Prefeitura.

      • airesbecker disse:

        Aldo, então quem assina a responsabilidade técnica destas experiências cicloviárias da prefeitura.

        Temos esta reportagem:
        O G1 entrou em contato com o diretor-presidente da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Vanderlei Capellari. Ele explicou que o evento não se tratou de uma inauguração, mas sim da apresentação do modelo que será utilizado. Segundo ele, até dezembro o trecho terá 9,4 quilômetros, entre as avenidas Edvaldo Pereira Paiva, às margens do Guaíba, e Antônio de Carvalho.
        “Não foi uma inauguração, mas a apresentação de um primeiro trecho usado como modelo padrão para testes da ciclovia que é uma das mais emblemáticas da cidade em termos de método construtivo e localização. Precisávamos criar esta modelagem”, afirmou Capellari.

        Tem esta outra também:
        Arquiteto e coordenador de projetos de mobilidade da EPTC, Régulo Ferrari admite que o tema não passou por um debate com a comunidade local, com a justificativa de que a empresa tem autonomia para implementar ciclofaixas na cidade.

        – Procuramos fazer de uma maneira que favoreça o ciclista, mas sem causar prejuízo a ninguém. Não teria por que abrir um processo de discussão e demorar para implantar – diz.

        Segundo Ferrari, a Icaraí foi escolhida em razão do recente recapeamento e por ter uma dimensão que permite uma ciclofaixa. A avenida será utilizada como piloto para verificar se vale a pena colocar o projeto em prática em outras ruas.

        Eles deixam claro que são projetos experimentais.
        Será que para gastar o dinheiro público e para colocar as vidas dos ciclistas em risco não deveriam ter um referencial técnico definido??

      • airesbecker disse:

        Aldo tem como aprofundar este teu argumento!!

      • Aldo M. disse:

        Aires,
        Para começar, a Prefeitura não divulgou quem realizou os diversos projetos cicloviários, nem se foi engenheiro ou arquiteto. O Régulo, quando se refere aos projetos, o faz na condição de Coordenador da área de Mobilidade, um cargo administrativo. Penso que os comentários técnicos devam ser feitos pelos autores dos projetos.
        É flagrante a deficiência técnica na Prefeitura na área cicloviária, que continua a fazer e reformar ruas e avenidas sem prever tráfego de bicicletas. Este é tratado como um caso à parte, juntamente com os pedestres. Desse jeito, deverão continuar a pintar passeios públicos e passar a chamá-los por causo disso de “ciclovias”.
        Atualmente, pelo que sabemos, apenas uma engenheira em toda a Prefeitura trabalha com projetos cicloviários – daria para chamar de “o exército de uma mulher só”.
        O problema, além de técnico ou político, é cultural. Hoje em dia nas cidades que incorporaram a cultura da bicicleta, há orgulho quando afirmam que o espaço dos carros foi reduzido. Aqui, nossa Prefeitura ainda não acordou para o século 21 e se orgulha de NÃO reduzir o número de faixas para automóveis, nem as vagas para estacionamento.
        Sabiam que, no novo complexo do World Trade Center em Nova Iorque, com um dos prédios com mais de cem andares, só haverá duzentas vagas de estacionamento? Só aquele trechinho de 416 metros de “ciclovia” na Ipiranga irá autorizar a construção de mais de 200 vagas de estacionamento em shoppings.

  7. Gente é difícil de entender, sempre aparece o tema dos cicloativistas e latentemente fica o entendimento que a polêmica é uma questão política quando na realidade se trata de problemas técnicos que queremos sempre discutir e esclarecer as autoridades que só pedalam em inaugurações, dos erros que estão prestes a cometer. Eu particularmente pedalo bastante todos os dias então me sinto habilitado a confrontar as idéias de quem não pedala, com a mesma capacidade de um curso de especialização. A experiência me deu esta qualidade intelectual. Então vamos lá a Ipiranga é uma Avenida com diversos problemas e o :
    Primeiro é que o meio fio da calçada do canteiro central, nos constantes recapeamentos emergenciais que foram promovidos em períodos pré-eleitorais, pelos prefeitos da cidade, ficaram na sua altura original. Assim qualquer acidente termina não tendo como impedir, o meio fio, que o carro desgovernado se projete dentro do riacho Ipiranga. Nesta vontade imensa por votos nunca foram arrumados os meios fios, só agora nesta ciclovia eles foram removidos e levantados, pergunto por que isto? Por que isto não e realizado em toda a extensão da Ipiranga em ambos lados? Veja bem na altura da Getulio Vargas colocaram wardrail e não elevaram o meio fio, pode isto? Tem alguma lógica isto???
    Segundo, se a Ipiranga é uma artéria com tanta importância, por que ainda se permite estacionar nela em ambos sentidos, diminuindo em alguns setores duas faixas de circulação, uma por sentido? Isto tem alguma lógica? Qual é o objetivo disto? Não se trata de áreas comerciais e sim de áreas residenciais então os argumentos do Capellari de que os comerciantes reclamam não valem. Tem alguma lógica isto???
    Terceiro, se a Ipiranga é muito, mas muito importante por que se converte nela a esquerda? Toda Avenida deste porte nunca permite conversão a esquerda em lugar do mundo. Que tem isto a ver? Vamos lá, se não tivesse conversão a esquerda, não teria engarrafamentos na via, muitas vezes produzidos pelas conversões e permitiria que os ciclistas atravessassem a via sem risco algum. Da para entender que as conversões a esquerda sucessivas não tem sentido nesta Avenida? Tem alguma lógica isto???
    Bom somos ciclistas, andamos de bici, mas não somos crianças por favor PREFEITURA, PREFEITO FORTUNATTI, DIRETOR CAPELLARI abram os olhos e pensem um pouco em soluções sem custo para a cidade como fazer as ciclovias onde elas tem que estar por direito. Saúde.

  8. Melissa disse:

    Cappellari disse em entrevista ao G1 que isso não foi uma inauguração, e sim uma apresentação do modelo. Mas não é o que foi publicado pela EPTC:

    http://www2.portoalegre.rs.gov.br/eptc/default.php?p_noticia=151575&TRECHO+DA+CICLOVIA+DA+IPIRANGA+SERA+INAUGURADO+DIA+7

    • lobodopampa disse:

      Melissa se especializando em pegar a mentira de pernas curtas, beleza hehehe.

      E o Capellari tbém produziu mais um pérola: “é uma ciclovia, não um velódromo”

      ? ? ? !

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