Assembléia para criação de associação de usuários de bicicleta em Porto Alegre

Queridxs amigxs,

Na próxima segunda-feira, 23 de abril, às 20h30, haverá uma assembléia para discutir a criação de uma associação horizontal para representar, através de uma pessoa jurídica, os interesses dos usuários de bicicleta de Porto Alegre.

Na assembléia será lida uma sugestão de estatuto da associação, que deverá existir da forma mais horizontal possível, sem presidentes e diretores.

A reunião será na Cidade da Bicicleta (Rua Marcílio Dias, 1091 – Menino Deus).

Todxs estão convidadxs.

Atualização – coloco aqui o link para uma proposta de estatuto, redigida pelo Cristiano.

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15 respostas para Assembléia para criação de associação de usuários de bicicleta em Porto Alegre

  1. Leticia disse:

    Nessa e compartilhando!

  2. lobodopampa disse:

    Muito bacana.

    Sugestão: disponibilizar esse rascunho de estatuto para leitura prévia e reflexão com mais tranqüilidade. A reunião fica mais produtiva. Debate e sugestões presencialmente, claro!

  3. Sou muito geração X para entender em sua plenitude essa horizontalidade… Mas até aonde entendo, me parece uma ótima iniciativa. Mas ainda me falta uma liderança, um gerente, um diretor… hehehehehe

  4. Charles Tebaldi disse:

    discoro Liulso, não precisamos… precisamos, sim de idéias criativas, iniciativas e disposição… SUgiro nos fantaziarmos de boi para desfilar na “ciclovia da Ipiranga” devidamente trajados para o abate, ou para a vacinação na cancha reta que estão construíndo.

  5. Leandro Leite disse:

    Porto Alegre até o começo do ano só tinha a ACZS como associação. Esse ano foi criada a ACPA (o que participo, acho que semana que vem começa a funcionar depois de longos meses para registrar nos órgãos competentes). Vou tentar escrever da minha experiência que tive em relação a criação da ACPA e que vejo algumas dificuldades que irão acontecer:

    – Estatuto. Parece simples, mas demorou muito tempo de reuniões para escrever. Isso que nosso estatuto é mais ou menos padrão. Não vai ser em uma reunião (ainda mais se for somente “lido”) que vai ficar pronto. Sugiro que pegue algum de exemplo para começar. E quanto mais “horizontal” for, acho que tem que ser mais claro no estatuto, que no final das contas é o que vale.

    – Para associação valer, tem que ser registrado no cartório. Mesmo sendo no formato padrão o cartório sempre vai achar alguma mudança para fazer.

    Mas a maior dificuldade que vejo é se quiser criar algo de “forma mais horizontal possível, sem presidentes e diretores”. Pro lado prático acho que o cartório não vai aceitar que algo seja criado sem ter alguém de responsável. Nem estou falando em relação a receita federal (se quiser ter cnpj), essa com certeza tem que ter alguém respondendo.

    Tem também a questão da representatividade com as autoridades. Vai acontecer o mesmo problema de agora com a Massa. Quem vai ser chamado para representar ? Porque se sabe que sempre são os mesmos que participam. E isso não é problema. O problema que vejo que para “estrutura horizontal e sem diretores” isso não funciona muito.

    Eu ainda não vi alguma coisa horizontal, sem lideres, que funcione. Na verdade, são sempre poucas pessoas que tem tempo ou querem usar o seu tempo para participar mais ativamente (ainda mais para a parte burocrática que é chato e consome tempo). O pessoal até quer ajudar, mas no que ache que vai ser útil pra si (como fazer algum projeto para o uso bicicleta por exemplo). Mas no modo geral, para organizar a associação, nem todos tem tempo ou disposição. E vejo que quando se fala em uma organização horizontal, todos tem que participar. Ai que vai começar os problemas, porque nem todos vão participar. E quando se verem contrariados com suas ideias (ou se suas ideias não forem aceitas pela maioria) vão cair fora (e isso é normal).

    Mas isso é um longo debate.

    Vejo com bons olhos que o pessoal está se tocando que sem representatividade não se consegue ser ouvido, até mesmo para brigar pelo seu direitos.

  6. lobodopampa disse:

    Vejam bem o que o Marcelo escreveu:

    “forma mais horizontal possível, sem presidentes e diretores”

    Acho que pode funcionar sim, mas é necessário um aprendizado de todos que participam. É um exercício.

    Ah, esse negócio de “não existem líderes” é um mito, evidentemente. Sem lideranças de algum tipo não haveria nem Massa Crítica, quanto mais uma associação (por mais horizontal que seja). Quando as pessoas dizem “não há líderes”, minha impressão é que o que elas querem realmente dizer é “não há donos” ou “não há chefes”. Ou então elas estão viajando na maionese mesmo.

    E aí, existe já algum rascunho que a gente pudesse ver?

    Câmbio?

  7. Jeferson disse:

    Não entendi… O líder não era o David Coimbra?

  8. lobodopampa disse:

    Apenas para registro:

    a primeira assembléia da futura Associação foi um sucesso.

    Houve espaço para cada pessoa expressar seus anseios e propostas. Houve discussões preliminares sobre estratégias de atuação, detalhes legais, e outros temas.

    A próxima assembléia será no dia 7 de maio. Um grupo virtual será criado imediatamente para ajudar na organização e comunicação. Parte do brainstorming será preparado via Rede de maneira que a próxima reunião seja tão ou mais proveitosa e eficiente como esta primeira.

    Meu sentimento é que já existe um grupo relativamente grande e bastante maduro para a tarefa. A comunicação flui e as diferenças não atrapalham. Deve agregar mais e mais pessoas.

    Boa sorte pra nós!

    • Lindo ler essas palavras aqui! Parabéns a todos, e sim, SORTE PARA TODOS NÓS!!!!

    • Gostaria de participar dessa parte virtual, Artur. Não pude comparecer à reunião ontem, mas o assunto me interessa muito. Fizeram alguma “ata” ou algo assim?

      • lobodopampa disse:

        3 pessoas (se não me engano), inclusive eu, fizemos anotações resumidas da parte mais significativa (a meu ver), que foi uma roda de fala na qual todas as pessoas presentes (21 pelas minhas contas) se apresentaram às demais e fizeram uma breve declaração a respeito de seus desejos/anseios/expectativas em relação à futura entidade.

        esse foi um momento intenso, onde cada pessoa realmente teve um espaço para falar e ser ouvida, sem conversas paralelas; diria que houve ali uma boa sincronia entre razão e emoção – as falas se seguiam, cada pessoa com seu perfil, suas idiosincrasias, idéias, sentimentos, tudo muito autêntico, uma grande variedade surgiu sem que se percebesse qualquer impossibilidade de conciliar tantas visões, existe um denominador comum

        houve tbém discussões sobre 2 outras temas essenciais: 1º a constituição formal, adequação legal, estatutos etc; 2º questões bastante complexas de estratégias de atuação

        essa parte não foi tão fluida, creio que podemos otimizar o uso da palavra para valorizar o tempo que cada pessoa investe nas reuniões

        creio tbém que a preparação prévia dos assuntos – falou-se em trabalhar sobre a plataforma google doc – vai melhorar ainda mais a efetividade dessas reuniões preliminares

        a Melissa se encarregou de criar o grupo virtual a partir da lista de nomes e emeios gerada nesse encontro, e que certamente acolherá todos os interessados(as)

        [ ] fraterno

        a.

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