IAB-RS discute Planejamento Cicloviário de Porto Alegre

Nesta quarta-feira (11/04), às 19h30min, ocorre mais uma edição do evento “Quarta no IAB”, na sede do Instituto dos Arquitetos do Brasil RS (Rua General Canabarro nº 363). O encontro terá como tema o “Planejamento Cicloviário em Porto Alegre” e será um bate-papo com a participação de Régulo Franquine Ferrari, coordenador de Projetos de Mobilidade da EPTC. O evento é aberto ao público e tem entrada franca.

Outras informações pelo fone: (51) 3212-2552.

SERVIÇO

Evento: Quarta no IAB com tema Planejamento Cicloviário em Porto Alegre
Quando: 11 de abril às 19h30min
Onde: IAB RS (Rua General Canabarro 363, Centro Histórico de Porto Alegre). Entrada Franca.

Fonte: IAB-RS

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31 respostas para IAB-RS discute Planejamento Cicloviário de Porto Alegre

  1. lobodopampa disse:

    DICA IMPORTANTE (eu acho…)

    Já prometi a mim mesmo que não vou mais me envolver com o ativismo ligado a infraestrutura

    cicloviária, porque já tem muita gente interessada nisso, e porque o outro tema que me interessa, que é a educação para o trânsito em geral e para o ciclismo em particular, é completamente ignorado pelo cicloativismo brasileiro.

    Mas ultimamente quase tive uma recaída. Estou quase me reapaixonando pelo tema das ciclovias…

    Descobri o despretencioso blog “A View From The Cycle Path”, mantido por um casal de ingleses que escolheu a Holanda para viver e trabalhar (eles têm uma bicicletaria voltada ao ciclismo urbano/prático/utilitário, e uma micro-empresa de cicloturismo educativo).

    Talvez por não serem holandeses, quando eles escrevem sobre a as maravilhosas (e constantemente sendo aperfeiçoadas) condições para trafegar em bicicleta na Holanda, eu não tenho a xaropíssima impressão (comum em blogs desse tipo) que o texto é ou 1) ufanista e arrogante (tipo “nós somos superiore”) ou 2) está a serviço da propaganda nacional, ou tentando vender um produto (consultoria, por exemplo).

    Na verdade, até hoje não tinha lido nada tão lúcido e claro a respeito de ciclovias e outras estruturas de favorecimento do transporte não-motorizado.

    Recomendo com muito entusiasmo a leitura desse blog, pelo menos de alguns textos-chave, se possível antes dessa reunião. Eles incluem especificações técnicas – poucas – e muito embasamento sobre os porquês de ciclovias serem feitas assim ou assado.

    Alguns textos selecionados:

    Três Tipos de Segurança (segurança real, subjetiva, e social)

    http://www.aviewfromthecyclepath.com/2008/09/three-types-of-safety.html

    —–

    Limitando a Velocidade (um terço das ruas holandeses têm limite de 30 kmh – e eles acham que ainda tem que melhorar)

    http://www.aviewfromthecyclepath.com/2009/05/lower-speed-limits-are-not-enough.html

    —–

    Segurança Sustentável (porque os PRINCÍPIOS da segurança são mais importantes do que a mera obediência)
    http://www.aviewfromthecyclepath.com/search/label/sustainable%20safety

    ———–

    • Primeiro vou dizer o Régulo que vá falar para a turma dele, eu não vou gastar meu tempo ouvindo o Régulo; ele não é técnico ele é um político disfarçado de técnico aproveitando a oportunidade de continuar falando besteiras. Podemos sim mandar ele pedalar, para saber com propriedade do que está
      falando. Já ouvi ele dizer que tem um colega que mora a um kilômetro da EPTC, que vá todos os dias trabalhar de bici e que ele transmite muito conhecimento para eles.
      Segundo, a indicação(do Aires) do programa REPORTER (24 minutos falando so de bici) montado pela SPORTV é muito boa; este programa foi ao ar semana passada e está sendo reprisado várias vezes por dia; ele tem conteúdo, ele apóia a bicicleta como nunca foi apoiada em todos os aspectos, tanto lúdicos, esportivos e de transporte; mostrando o lado rico e o lado pobre da bicicleta, mostrando as opiniões a favor e contra, deixando um rescaldo de conhecimento e de boa vontade com a magrela.
      Três, o meu caro Guará não falas mais de mobiliário ciclístico, mas vamos lá para quem não fala, tu falas muito bem. Concordo contigo que fico com um pé atrás nesta coisa de Copenhagen e Amsterdam, quanto disto é propaganda, quanto disto é necessidade por não ter tido dinheiro para pagar a conta do petróleo e quanto é boa vontade, inteligência ou boas intenções, tem vezes que quando se fala em políticas públicas elas são uma mera casualidade.
      Lembro que na crise do petróleo em 1974, da qual tanto eles falam, quem dominava o preço do petróleo, era um mercado que nunca teve petróleo, que ficava num porto chamado Roterdam ou seja Holanda mandava no petróleo, inclusive “futuro”. Então não sei se foi bem assim que o preço do petróleo foi determinante para viabilizar a bicicleta como meio de transporte nacional.
      Ainda estou lendo os enlaces sugeridos e não terminei, e não posso dizer que eles formem uma opinião em mi, se trata de muita informação e precisa ser digerida e eu sou meio lento. Saúde

  2. lobodopampa disse:

    Continuando:

    Antes e Depois (de obras viárias visando favorecer o transporte cicloviário)

    http://www.aviewfromthecyclepath.com/search/label/beforeandafter
    ———-

    Como os Holandeses Conseguiram (segundo o autor, levou apenas 15 anos)
    http://www.aviewfromthecyclepath.com/search/label/history
    ———-

    Todos os posts com o tema Ciclovia

    http://www.aviewfromthecyclepath.com/search/label/beforeandafter

    ———

  3. lobodopampa disse:

    Comentando meu próprio comentário:

    muito já circulou aqui em termos de manuais e informações técnicas. Esse tipo de informação é extremamente importante, especialmente considerando que nós não temos NENHUMA tradição e pouco conhecimento.

    O que esse blog oferece a mais é uma VISÃO. Vai além de meros números, ou melhor, ele ajuda a entender porque os números são assim ou assado. Com esse nível de argumentação factual, e por não ter aquele “nariz empinado”, o conteúdo dos textos acaba se tornando irresistível!

    • lobodopampa disse:

      Esse comentário parece sem sentido porque o conteúdo ao qual ele se refere está aguardando moderação (deve ser por causa dos links).

      Eu costumo aprovar comentários, mas quando são os meus próprios parece que não é possível. Alguém dá uma mãozinha aí, são links para informação bem bacana.

  4. Melissa disse:

    Então, eu voltei de lá agora. Me decepcionei porque não foi um bate-papo ou discussão. O Régulo apresentou o Plano Cicloviário, mas não foi aberto espaço para troca de idéias sobre sistemas cicloviários! Quando isso começava a acontecer por iniciativa de alguém, fechava-se o assunto e já se passava pra outro tópico. Eu achei que seria um espaço aberto pros arquitetos contribuírem com o modo de projetar sistemas cicloviários, mas não foi nada disso. Toda vez que alguém tentou dar sugestões, mesmo que fossem simples, era cortado (como se fazer isso fosse uma má conduta). Só deve ter valido a pena pra quem não conhecia nada do Plano Cicloviário e estava curioso. Mas em termos de feedback entre as pessoas e o técnico da Prefeitura, deixou muito a desejar.

    • airesbecker disse:

      Surpresa Melissa??
      Pior eu que AINDA TOMEI NOS DEDOS por discutir a Lei do Régulo e eu nem sabia que a Lei tinha dono!!

      • airesbecker disse:

        Eu sabia que tinha treta, a ciclosargeta da Icaraí está em desacordo com a recomendação do DNIT e é ilícita ao PDCI:
        “Assim, a largura recomendada de uma faixa de tráfego para ciclistas é de 1,50 m, medida da face do meio-fio à faixa pintada no seu limite.” Pagina 123 do Publicação IPR – 740, MANUAL DE PROJETO GEOMÉTRICO DE TRAVESSIAS URBANAS.
        Nota-se: “largura recomendada de uma faixa de tráfego”, largura esta a ser medida da face do meio sul à faixa pintada no seu limite!!
        E segue o manual do DNIT:
        “Entre uma ciclofaixa e a faixa para veículos motorizados adjacente deve ser pintada uma faixa branca contínua com 0,20 m de largura. Em alguns locais pode ser recomendado 0,30 m. Uma separação adicional de áreas de estacionamento deve ser feita com pintura branca contínua com 0,20 m.”
        É ilícita ao PDCI pois também não segue o Artigo 16 desta LC 626.
        Não dá para se enganar com esta Prefeitura, é uma sim e outra também.

      • Melissa disse:

        A Lei não tem dono, mas tem autor.

        Sobre o DNIT, algumas questões:
        – Esses parâmetros que institui para ciclofaixas são obrigatórios ou apenas recomendações? Porque eles podem dizer que não é obrigatório fazer a ciclofaixa de 1,5 metros ou adicionar a faixa branca de 20cm. Que isso é recomendado mas pode ser feita de outra maneira se quiserem, então não seria ilegalidade.
        – A largura é de 1,5 metros do meio-fio até o seu limite. Eu temo que isso possa ter uma dupla interpretação, e talvez o DNIT deveria ter especificado mais. Onde é o limite da ciclofaixa? A parte ciclável (vermelha) ou a última faixa branca, que conta com o tachão? Se a área do tachão conta como ciclofaixa (não é apenas “a proteção da ciclofaixa”), então essa ciclofaixa estaria enquadrada, porque ela tem 1,5 metros no total, não? Tenho a impressão que já discutimos sobre isso no caso da Loureiro.
        – Quanto ao último tópico, novamente me sinto confusa porque não especificaram o que é o limite da ciclofaixa. Essa faixa branca contínua de 20 cm não seria o que já botaram, com os tachões no meio? Se for, então a ciclofaixa está fora dos padrões mesmo, pois tirando essa parte ela tem menos de 1,5 metros.

      • airesbecker disse:

        O texto do DNIT fala:
        “Assim, a largura recomendada de uma faixa de tráfego para ciclistas é de 1,50 m, medida da face do meio-fio à faixa pintada no seu limite.” Pagina 123 do Publicação IPR – 740, MANUAL DE PROJETO GEOMÉTRICO DE TRAVESSIAS URBANAS.
        Nota-se na interpretação a expressão “largura da faixa de tráfego”, o que exclui a presença de tachões dentro desta medida.
        Também a interpretação da medida é a ser tomada: “da face do meio fio à faixa pintada.”
        Ou seja a medida de 1,5m é da faixa de tráfego desimpedida, é a largura da faixa vermelha.
        O que o PDCI determina do Artigo 16 é que a ciclofaixa seja feita de acordo com as normas da SMOV constantes nos Cadernos de Encargos, há portanto uma previsão de critérios técnicos fixos a serem seguidos pela Prefeitura. Ocorre que a SMOV não regrou as as ciclofaixas nem as ciclovias, portanto há ilicitude neste ponto.
        As ciclofaixas e ciclovias estão sendo feitas em desacordo com a previsão da Lei sem normas técnicas oficiais.
        Então há responsabilidade na ausência de previsão objetiva.
        Neste sentido por diligência e responsabilidade a Prefeitura deveria estar seguindo as orientações do DNIT, mesmo sendo recomendações.
        Pois caso contrário os técnicos, dirigentes e a administração em si, está assumindo toda a responsabilidade de fazer uma obra por conta e risco, sem seguir qualquer padronização normativa e fora das recomendações técnicas mais amplas, no caso do DNIT.

      • Régulo Franquine Ferrari disse:

        Aires, precisas entender melhor o que é o MANUAL DE PROJETO GEOMÉTRICO DE TRAVESSIAS URBANAS, ou seja, um manual para rodovias que atravessam áreas urbanas. Não se aplica para vias urbanas.

      • airesbecker disse:

        Eu sei Régulo, seria uma recomendação, para se ter um padrão referencial. Mas me parece que o Artigo 16 do PDCI não está cumprido pela Prefeitura. E digo bem claro que me refiro a Prefeitura, pois entendo bem que há uma dinâmica ou inércia entre os diferentes órgãos da administração. O que acho lamentável é que esteja acontecendo este ruído entre a EPTC e o público ao qual esta deveria atender e se apoiar. Entenda que todo o movimento ciclistico é o que valoriza, justifica e reforça o teu trabalho. Tu só tens a ganhar com a demanda pelo cumprimento da Lei que tu mesmo participaste. Se tu tens dificuldade em teu trabalho com outros órgãos quem te dá subsídio para fazer o melhor possível da tua missão? É a Lei, é o Ministério Público e a demanda social! Acho sinceramente que teu trabalho seris bem mais valorizado se fosse feito dentro da norma do DNIT e dentro de um planejamento integral de implantação do PDCI, inclusive mediante TAC no MP, ou mediante compromisso eleitoral, no caso dos candidatos.

      • Aldo M. disse:

        Ué, mas o manual do DNIT de travessias urbanas foi citado pela própria Prefeitura para referência no concurso para guarda-corpo da Av. Ipiranga em 16 de janeiro deste ano.

        “7.1. Diretrizes Técnicas
        7.1.1. Observar a seguinte legislação: NBR 14718 (2008); DNIT Publicação IPR – 740 (2010); e AASHTO Guide for the Planning, Design, and Operation of Bicycle Facilities (2010), assim como, as normas, literaturas e afins que estas aqui citadas remeterem;”

      • airesbecker disse:

        Acho que só vale para quando as ciclovias forem atravessar as cidades.
        E a Prefeitura não tem obrigação de fazer nada tão bom.
        É o conceito do mínimo possível.
        É impossível fazer algo bem feito.
        Então para sair precisa ser ruim, senão não sai.
        Então pode fazer mal feito e é preciso agradecer, mesmo mal feito.
        Afinal é o que é possível de ser feito.

        Nossa, ainda estou tentando entender, acho que é por isto que fico repetindo!

    • Régulo Franquine Ferrari disse:

      Melissa, havia um tempo para apresentar o trabalho todo e depois haveria tempo para debate. Fui interrompido tantas vezes que só consegui terminar a apresentação às 22 h, quando o IAB deveria estar fechando.
      Boa parte da palteia nunca havia visto a apresentação e não tinha condições de entender nosso debate sobre questões puntuais. O objetivo era justamente apresentar o PDCI para essa comunidade – arquitetos que frequentam o ciclo de debates do IAB. Isso está inserido em umciclo de debates que o tema principal é o urbanismo de forma geral, e não apenass o ciclismo.

      • Melissa disse:

        Sim, é que eu fui com outra expectativa, já que no anúncio do IAB estava escrito “debate” e “bate-papo”. Mas como eu falei, deve ter sido bom para quem ainda não conhecia o PDCI.

      • airesbecker disse:

        Para quem não conhecia o PDCI até que os arquitetos já tinham bastante opinião, para quem não anda de bicicleta.
        Como aquele disse que uma metro tava bom para a ciclofaixa, ou o outro que disse que ciclofaixa não era para correr.
        Impressionante como as pessoas logo tem opinião formada sobre tudo.
        Deve ser boa mesmo esta faculdade de arquitetura!!
        O pessoal sai de lá doutor em ciclismo sem qualquer norma técnica ou referência indicativa e pode sair projetando pela cidade e lidando com a segurança da população.

      • Melissa disse:

        É, mas tinham pessoas de bom senso também, como as que se manifestaram descontentes com o fato da ciclovia ser sobre os taludes!
        http://www.poabikers.com.br/?p=661

  5. lobodopampa disse:

    Aproveitando o tema da largura e outras especificações cicloviárias; e, sem querer piorar ainda mais a situação… um trechinho de um outro post do blog recomendado acima:

    “Surpreendentemente, a lei holandesa não determina a largura que uma ciclovia deve ter. Mas mesmo que não existam requerimentos legais, existem algumas recomendações muito fortes.

    Uma dessas recomendações é o manual “Tekenen voor de fiets”. Esse título é um trocadilho em holandês que significa “Projetando para a bicicleta” e tbém “Comprometendo-se com a bicicleta”. Isso deixa claro que as cidades grandes e pequenas que seguirem esse manual estarão fazendo uma escolha conscientemente pró-bicicleta, e se comprometendo em levar a sério a segurança dos ciclistas”.

    “O manual mencionado acima afirma que uma ciclovia separada (protegida) de mão única não deve ser mais estreita do que 2 metros”

    “Tbém não existe lei para a largura de ciclofaixas. Acredita-se que estas podem ser um pouco mais estreitas porque se necessário é possível desviar-se de obstáculos (…)

    “A União de Ciclistas recomenda uma largura mínima [para ciclofaixas] de 150 cm e essas faixas nunca devem estar próximas de veículos estacionados. A maioria das cidades segue essa recomendação ou vai além (…).

    http://www.aviewfromthecyclepath.com/search/label/width

    Considerando isso, essa recomendação do DNIT começa a me parecer realmente o mínimo possível e aceitável.

  6. Régulo Franquine Ferrari disse:

    Tu me conheces o suficiente para me chamar de transtornado?
    Mais respeito, por favor!
    Não tem moderação neste blog?

    • airesbecker disse:

      Concordo que seja moderado o post.
      Por favor autor do tópico!!!

    • lobodopampa disse:

      Ataques pessoais, linguagem chula, expressões agressivas etc deveriam ser evitados. Quando o post é de minha autoria eu modero. Pode chamar de censura quem é tão mimado que não consegue entender isso (não é o caso do Martinez, tenho certeza). Escalar os conflitos não vai ajudar a ninguém e a nenhuma causa. O debate deve ser sobre os conceitos e idéias, não sobre as personalidades.

      • Melissa disse:

        Concordo. Como mais dois moderados do blog também concordaram, eu excluí o comentário. Até hoje a moderação deste blog apenas excluiu comentários com palavrões e ameaças. É importante não censurar alguém por ter uma opinião diferente da maioria, mas como houve ofensa pessoal, abre-se uma exceção.

  7. lobodopampa disse:

    Voltando ao assunto da largura.

    Régulo, você afirma que a norma mencionada pelo Aires não seria válida para vias urbanas.

    Você poderia por favor nos indicar onde podemos encontrar a norma ou recomendação que no seu conceito seja válida, e que normatize ou recomende ciclofaixas urbanas com claramente bem menos do que 150 cm de área útil ciclável?

    A área útil/ciclável – neste padrão ora em processo de implantação pela Prefeitura – corresponde à largura da faixa vermelha. Oscila entre 106 e 108 cm, segundo medição feita na ciclofaixa da Restinga (não confundir com ciclovia da Restinga). Como na realidade não se pode contar pelo menos 1 palmo junto ao meio-fio, por ser uma área inviável, irregular, suja, perigosa mesmo, não é nenhum exagero afirmar que a área ciclável tem MENOS de 1 metro. Bem, se contarmos a faixa branca que fica à direita dos tachões, fica um pqnho mais (10 cm para ser exato).

    Parece que existe consenso entre os usuários reais de bicicleta que essa largura não é minimamente adequada. O mesmo consenso é encontrado em manuais nacionais e estrangeiros pesquisados e mencionados neste blog várias vezes.

    Onde estão as normas/recomendações que dão suporte a esse padrão de ciclofaixa urbana?

    • Melissa disse:

      De acordo! Para se ter uma ideia, pessoas que NÃO pedalam me comentam: “Tu viu aquela ciclofaixa que tão fazendo na Icaraí? Que estreitinha, né?”. Só para deixar claro que não são apenas cicloativistas cricri que acham isso. Quase todo mundo que eu conversei por fora achou a mesma coisa.

  8. lobodopampa disse:

    Alô Régulo!

    O povo quer saber:

    quais são as normas/recomendações que dão suporte ao padrão (especificamente, à largura) de ciclofaixa urbana que está sendo implantado atualmente em PoA?

    • Melissa disse:

      Se é o DNIT eu não sei, mas vejam o que eu acabei de encontrar no relatório final do Plano Cicloviário!

      1,80m de largura total é o que se pede desde a ciclofaixa da Loureiro! Deram mil argumentos que não e não, mas vejam o que está no PDCI…
      Régulo explica?

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