Mensagem da EPTC para a Velhinha de Taubaté

Excelente, mas revoltante, post do blog Bike is Beautiful:

Tudo indica que nos próximos dias começam as obras de construção da trincheira (viaduto) no cruzamento da avenida Carlos Gomes com a rua Anita Garibaldi. No post de 16/3, alertamos para o fato de que o projeto da obra ignora a Lei Complementar 626/2009 (Plano Diretor Cicloviário de Porto Alegre), já que a Anita consta no PDCI como via estruturante e, conforme a Lei,todos os projetos de construção ou expansão das vias públicas integrantes da Rede Cicloviária Estrutural deverão incluir a implantação do sistema cicloviário previsto (…) Nos casos em que a implantação da via implicar construção de pontes, viadutos ou abertura de túneis, tais obras também deverão ser dotadas de sistemas cicloviários integrados ao projeto. (Art. 19, caput e § 1º)

Pois eu recebi ontem a resposta da EPTC à indagação realizada na semana passada, que vem com uma ladainha, digo, argumentação técnica baseada em ‘geometria e dimensões da obra’, que reproduzo abaixo. Me senti imediatamente na pele da Velhinha de Taubaté (pra quem não lembra, é aquela personagem criada pelo Luis Fernando Verissimo no final do regime militar, famosa por ser “a última pessoa que ainda acreditava no governo”).

Agora, com a tecla SAP, traduzindo a mensagem para o bom e velho português:

Senhor,

Em atenção a sua mensagem enviada há mais de uma semana (período no qual ficamos nos enrolando para responder com este emailzinho de duas linhas, para minimizar a discussão pública sobre a obra), informamos que não está prevista a ciclovia, em razão da prioridade que esta administração dá ao transporte individual motorizado.

No momento de implantação da ciclovia (previsto para quando o dia de São Nunca cair nas calendas gregas), transformaremos os centímetros remanescentes de calçada, na parte superior, em arremedo de ciclovia, experiência que já sabemos não funcionar, por forçar pedestres a caminhar na ciclovia.

Atenciosamente (…)

Bucha, né? Mas ainda dá tempo de tentar mudar isso. Para questionar a decisão da Prefeitura foi criada uma petição online, que pode ser assinada neste link: http://www.avaaz.org/en/petition/Parem_a_trincheira_da_Anita_Garibaldi/?cVecWab. É rapidinho para se cadastrar e assinar.

Agora o meu adendo: à puta que pariu todos os responsáveis de EPTC e da Prefeitura Municipal de Porto Alegre! Tomá no cu! Já chega, vocês passaram dos limites! Vocês estão desrespeitando totalmente a população portoalegrense e as leis do nosso município, não esperem respeito em troca!

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35 respostas para Mensagem da EPTC para a Velhinha de Taubaté

  1. HAY QUE ENDURECERSE PERO SIN PERDER LA TERNURA JAMAS, JA QUE NO LES TENEMOS NINGUN MIEDO. Ernesto Tche Guevara.

  2. Olavo Ludwig disse:

    Tem horas que eu tenho vontade de virar terrorista…de verdade!!!!!

  3. Sergio Surdo disse:

    Concordo totalmente com o Olavo. Se estiver a fim de organizar uma célula terrorista não se esqueça de me recrutar. To dentro. Já faz muito tempo que penso nisso.

  4. Flávio Beylouni disse:

    Será que não se pode acionar o ministério público para paralisar a obra, já que o projeto não inclui ciclovia e deixa de cumprir a lei???
    Na linha terrorismo, quando vejo aqueles gradis na Carlos Gomes, que parecem estar crescendo exponencialmente, fico imaginando se um dia alguém vai passar uma moto serra naquilo. A impressão que dá é que a população é como gado sendo levado pro abate e só deve caminhar pelos caminhos impostos pela prefeitura. Eu, pelo menos, faço questão de não utilizar essas “passagens”.

    • Rafael F. R. disse:

      Tenho sérias dúvidas acerca da publicação (sem quaisquer cortes/edições), pelos moderadores, do que irei falar, eis que este blog é um tanto quanto tendencioso, parcial, mas não custa tentar ver se publicam meu breve relato (e suas críticas ao uso diário da bicicleta)…

      Eventualmente, mas muito eventualmente mesmo, me utilizo da bicicleta para me deslocar entre minha casa e meu local de trabalho, em um percurso bastante curto, de aproximadamente 1Km.

      E porque me utilizo apenas eventualmente da bicicleta, apesar de achar a bicicleta um meio de transporte excelente? Por causa do nosso maravilhoso clima… Certamente mais pessoas como eu, providos de um pouquinho de massa cinzenta armazenadas em seus crânios, já pararam para pensar no quanto é complicado se utilizar das magrelas aqui na nossa cidade…

      Vamos deixar um pouco de lado o idealismo (e as questões políticas/ideológicas que envolvem a questão das bicicletas e das ciclovias) e voltar para o mundo real, formado por pessoas normais, como eu e muitos de vocês, que tem seus compromissos diários, estudam, trabalham, e que precisam estar apresentáveis em suas tarefas cotidianas…

      Quem aqui que estuda/trabalha e consegue encarar um deslocamento de bicicleta no nosso verão ou no nosso inverno? Quem usa a bicicleta invariavelmente chegará pingando (e com um odor nada agradável) em seu compromissos, seja em razão do suor do verão seja em razão dos banhos de chuva do nosso inverno…

      E quem aqui vai fazer suas compras de bicicleta, seu rancho semanal? Ir na padaria da esquina, na quitanda, no final do dia, sem qualquer preocupação com horário ou com a aparência quando chegar no destino, não conta… Acho que ninguém aqui anda de bicicleta carregando 5kg de arroz, caixas de leite, caixas de sabão em pó…

      E quem aqui que está fazendo esse movimento por uma ciclovia na Anita Garibaldi irá usar sua bicicleta para percorrer esta ciclovia com destino ao seu local de trabalho? É um trecho com uma topografia ideal para os ciclistas, certo? É plano ou é cheio de subidas e descidas? Convenhamos, não é porque determinada via consta do PDCI que nós devemos exigir a ciclovia naquele local, sabendo da absoluta inutilidade da mesma..

      Sei que alguém vai dizer que sim, que vai se utilizar da ciclovia na Anita Garibaldi, mas que pena que eu tenho dos colegas de trabalho deste indivíduo, que deve pensar só na coletividade com quem não convive diariamente, porque nos colegas próximos, com quem o nosso amigo ciclista certamente deve dividir uma sala, com os clientes que ele deve lidar diariamente, nestes certamente ele não deve pensar…

      Nós, ciclistas, devemos também nos despir de nossos preconceitos, não devemos nunca esquecer que o mundo não funciona na base da bicicleta e que ela não serve para a grande maioria das pessoas, que está longe de ser um meio de transporte ideal e funcional (e não é por culpa das ciclovias ou da falta delas, mas sim porque elas, as bicicletas, simplesmente não atendem à contento nossas reais necessidades de deslocamento diário)… Carros existem para nos auxiliar sim, para facilitar nossas vidas, basta que sejam usados de forma consciente…

      Por fim, não posso deixar de registrar a pérola do nosso amigo Flávio Beylouni sobre os “bretes” e as “imposições” da Prefeitura… Torço para que não aconteça nada contigo, mas esse teu comportamento de, por simples birra, não se utilizar de caminhos que certamente foram criados para proteger os pedestres e para auxiliar os motoristas de carros, facilitando o convívio pacífico de ambos no trânsito, é de uma imbecilidade sem tamanho e certamente é um dos grandes causadores de riscos potenciais de atropelamentos nos quais o único responsável pelo acidente é o próprio atropelado…

      • Marcelo disse:

        Nossa, tem tantos absurdos nesse comentário do Rafael que fica difícil saber por onde começar.

        Em primeiro lugar, este blog não realiza qualquer tipo de censura. Os únicos comentários deletados são SPAM e comentários agressivos/extremamente ofensivos.

        Em segundo lugar, tu falas em se despir de preconceitos, mas a tua fala tá cheia deles. Por exemplo, começas dizendo que “pessoas como tu”, “providos de um pouquinho de massa cinzenta armazenadas em seus crânios, já pararam para pensar no quanto é complicado se utilizar das magrelas aqui na nossa cidade…”. Vê se te enxerga, tá me chamando de burro porque eu acho que andar de bicicleta é fácil e prazeroso?

        Terceiro lugar, a maioria das pessoas que eu conheço que usam a bicicleta como veículo, trabalham e/ou estudam e são pessoas muito apresentáveis e nada fedidas, não são um bando de desocupados, mal-apresentados e que cheiram mal como tu pareces pensar. Mais uma vez mostras que estás cheio de preconceito.

        Quarto lugar, nosso clima é ótimo para se pedalar, muito melhor que o frio abaixo de zero e chuva de países como Holanda e Dinamarca, onde pedalar até o trabalho é um hábito muito comum. Suar? Suo muito menos que caminhando ou dentro de um ônibus ou carro sem ar-condicionado, por exemplo. Pois ao pedalar sempre tem um ventinho, que me mantém quase sempre seco. Mas se tu acha que nosso clima é ruim, pra se pedalar, isso é problema teu. Tá cheio de gente pedalando em Porto Alegre que não acha isso, e tem mais um monte gente que só não pedala pq tem medo do trânsito, o que se resolve em parte com a implementação do PDCI.

        Quinto lugar, fazer compras semanais sem carro não é difícil, eu por exemplo sempre vou com meu carrinho de feira até o mercado mais próximo e volto carregado pra casa. Mas isso sou eu, tenho amigos que vão a pé e na volta pegam um táxi, ou então fazem compras menores e mais frequentes e levam em suas bicis, ou tem gente que vai no seu carro mesmo, pois fazer compras uma vez por semana não é desculpa para não usar a bicicleta em outras ocasiões. Mais uma vez, é questão da opinião de cada um, queres seguir indo de carro, se estressar com trânsito, tudo bem é uma opção tua e eu respeito. Só não vem me dizer que não dá pra fazer compras sem carro porque eu faço rotineiramente.

        Sexto lugar, ciclovias em ruas com lomba, como é o caso da Anita, são ainda mais importantes que em ruas planas, pois para subir lombas o ciclista fica com a velocidade mais baixa, e para isso uma ciclovia aumentaria em muito a segurança e o conforto.

        Sétimo lugar, estamos exigindo que a Prefeitura Municipal de Porto Alegre cumpra a lei. Se achas que o Plano Diretor Cicloviário não é apropriado, lute para derrubar esta lei. Porém é obrigação da administração municipal cumprí-la. Se uma ciclovia ali é inútil, um viaduto é muito mais pois não vai melhorar a situação do trânsito, irá reduzir o espaço de pedestres e expô-los a maiores riscos, derrubar 60 árvores, aumentar a poluição, ruído, etc.

        Sétimo lugar, existem diversos estudos que provam que os “bretes” que a EPTC instala, só aumentam o número de atropelamentos, por diversos motivos: permitem que os carros andem em velocidade mais alta, por estarem fisicamente segregados de pedestres, impedem que pedestres que estejam na rua voltem para a calçada, etc.

        Na boa, eu nem deveria estar respondendo um comentário de alguém que vem cheio de preconceitos e prepotência dizer que nós “ciclistas” devemos nos despir de preconceitos. Mas feito, respondi. Tchau pra ti.

      • lobodopampa disse:

        Esse papo de chegar no trabalho suado é uma das desculpas favortias dos preguiçosos e sedentários que não têm hombridade para dizer que não vão de bicicleta porque não querem e pronto.

        Eu pedalo 10 km até meu local de trabalho, a um ritmo bem acima da média dos ciclistas recreativos. O auge do verão é a única época onde tenho que tomar alguma providência em relação a isso – a qual é simples: lavar o rosto e trocar a camiseta. Leva 1 minuto e depois disso meu aspecto é tão bom ou provavelmente melhor que o dos colegas adeptos do transporte motorizado. No resto do ano não tem nem necessidade disso. A não ser que o teu horário de trabalho comece tipo ao meio-dia. Caso contrário é desculpa furada.

        E fazer compras de bicicleta é uma das maneiras mais prazerosas e libertadoras de usar a bicicleta. 5 quilos? tá brincando! dá pra levar 20 na boa. Mas de novo, tem que querer…

      • Aline disse:

        Eu sou NORMAL e vou ter que me manifestar. Que mania bem chata de achar que quem pedala fede, não trabalha e vive no mundo da Lua. Sério, pare com isso. Em menos de 48h, é o segundo rage comment que eu leio. Acho que falo por todos, mas não queremos que os carros desapareçam. Queremos apenas poder pedalar com um pouquinho de tranquilidade. Queremos mais ônibus, queremos um metrô, queremos menos mortes no trânsito. Não é possível que alguém ache NORMAL ter um baita acidente de trânsito estampado TODOS OS DIAS na capa do jornal. NORMAL é ver como isso está errado.

        E olha só: eu não sou ciclista. Eu não sou cicloativista. Eu sou muitas outras coisas. Eu pedalo. Isso faz parte da minha vida, entre tantas outras coisas que faço. Não sou idealista, eu sou realista. Eu passei a pedalar nem foi por causa do meio ambiente, nem foi por causa da violência no trânsito. Comecei a pedalar simplesmente porque cansei de não ter como estimar o tempo que levaria para fazer um percurso de carro em Porto Alegre. Me irrita. Sou extremamente pontual e esse tipo de coisa me tira do sério. Quem anda por aí mais de 1 km fora da sua casinha sabe que em horários que não seriam canonicamente de “pico” as vias estão trancadas. Não tem mais hora para o trânsito parar em Porto Alegre.

        Ao perceber isso, olha só o que eu resolvi fazer: TENHO CARRO E DECIDI IR DE BICI TRABALHAR! Minha nossa, que ousadia! Me joga numa fogueira! E, olha só que bizarro, eu trabalho todos os dias! E pedalo uns 4 km para chegar lá! E para voltar também! E não é em qualquer ruazinha que eu ando não: Plínio, Carlos Gomes, Pedro Ivo! E, uau, vou me superar nessa declaração: eu subo e desço lomba! EU DESÇO A ANITA GARIBALDI TODOS OS DIAS! E eu não desço sozinha, sempre tem mais gente de bici descendo. Como tem mais gente pedalando por ali, acho que é meio NORMAL, não? Seria normal mesmo uma ciclofaixa por ali.

        E, só para que fique bem claro o meu nível de NORMALIDADE: sou professora, dou aula para estrangeiros e preciso estar impecável no meu ambiente de trabalho, como qualquer outra pessoa. Nem acredito que estou precisando escrever esse tipo de coisa: eu não fico imunda andando de bici. Não fico mesmo. Nem os meus alunos, que também vão de bici ter aulas. Só fica pingando quem participa de competição, tchê, e olhe lá. Nem deixar de me vestir bem eu deixo por estar pedalando. Rotina normal!

        Hoje, eu não consigo cogitar voltar a ir trabalhar de carro: levo menos da metade do tempo indo de bici, não preciso estacionar nem me preocupar se o carro vai mesmo estar lá no final do expediente e não preciso andar em fila única (sim, porque quase todas as vias que mencionei possuem três pistas as quais duas são ocupadas por carros estacionados)… ufa! Muito chato ter que ficar se explicando. Até quando?

      • dailor disse:

        Cara, usa teu carro e teu perfume tranquilo, você não está sendo julgado por isso. Não precisa ficar delirando sobre dificuldades já superadas por muitos que optaram pela bicicleta. Se é difícil pra ti sequer cogitar pedalar, paciência, ok, fazer o quê… Mas muita gente tá só esperando mais respeito nas ruas e um mínimo de estrutura viária para começar a usar. Em nome destes e dos que já usam, há uma lei em vigor e sendo descumprida. Bicicleta tá na moda, sustentabilidade também, mas se o poder público se compromete, não vai ser apenas por marketing municipal ou partidário, agora vai cumprir. Meu deus, é muito recalque, lugar comum e preconceito. Tá praticamente se desculpando por não se achar capaz de usar a bicicleta… Cada um…

      • Enrico Canali disse:

        Rafael, se tu direcionasse toda essa energia que usaste para escrever o texto em algo útil, o mundo seria um lugar melhor.

      • lobodopampa disse:

        Se a Aline tem um fã-clube eu quero me inscrever! hehehe

        Viva as pessoas Normais!

        Pessoas Normais raciocinam e percebem que não pode ser Normal ficar parado todos os dias dentro de uma caixa de lata que foi feita pra andar muito rápido e que não anda porque fica trancada no meio de um mar de caixas de lata enormes fazendo um barulho horrível e soltando fumaça.

        As filas dessas latas andando lentamente nas grandes vias parecem cortejos fúnebres.

        Viva a Nova Normalidade!

        E suar um pouquinho é salutar.

        Faz bem até pra vida sexual.

        (dizem…)

      • André disse:

        Ando de bicicleta diariamente. Confesso que não faço mais ranchos no supermercado, faço minhas compras semanais de alimentos na feira com um carrinho e quando vou no supermercado quase sempre cabe tudo na mochila e na cestinha. Mas é bom lembrar que por uma pequena taxa todos os supermercados entregam os ranchos em casa. Então dá pra ir e voltar de bici sem levar peso nenhum. Se quer ir sempre de carro, tudo bem, vá. Mas não vem inventar desculpas

    • Luiz disse:

      eu farei minha parte com um martelo e uma grande chave de fenda pra quebarar os elos do gradis e fazer passagens entre eles

  5. anonimous disse:

    Anarquistas baderneiros

  6. ilka disse:

    Por que não paramos nas ruas cheias de carros … deitamos no chão…assim ó…
    Por que não paramos tudo derrepente e nos largamos em nossas cosciências…
    e paramos assim ó… de pensar que as pessoas mudam…
    prá mim isso não existe….podem até evoluir…mas tá difícil de ver isso em Porto Alegre…
    Sim seremos proibidos de pedalar…pensar e peidar…
    aha
    Desculpem companheiros….mas das conquistas que vejo..vejo migalhas
    não as menosprezo…mas são…sem dúvida…migalhas
    depois de muitas lutas….migalhas
    sou professora e da educação eu vejo…não se quer um povo pensante…e ele próprio se volta contra o semelhante…
    quem sou eu…em meio a tantas propagandas de poder…e poder isso e aquilo…
    acredito no meu ato…na força do braço
    da lei…acredito que….ptz…mais de 1 ano de atropelamento…sem intenção de matar…então, o que é intenção de matar…é…eles estão livres e nós nos indignando com o sistema…afff
    vai prá porra …
    Bom mesmo…é ver a cada dia…mais pessoas pedalando…mais pessoas expressando opiniões…mas não bastam…não bastam
    A LEI PERTENCE PARA PUNIR OS SEM PODER $
    QUEM PODE$ PODE$

  7. … porque ser educado nessas circunstâncias é dose!

  8. Felipe disse:

    Essa mensagem da EPTC é genial. Como ninguém notou isso? Essa justificativa pode ser usada universalmente. Por exemplo: “O seu shopping terá isenção de impostos em razão da geometria e dimensões da obra”, “Seu quadro não poderá ser exposto em razão da geometria e dimensões da obra”, “Esta usina hidrelétrica será ótima em razão da geometria e dimensões da obra” ou “Você está preso em razão da geometria e dimensões da obra”. Substituindo o termo “a obra” por qualquer outra coisa, temos, aí sim, a expressão mais perfeita inventada pela burocracia em todos os tempos.

  9. Gabriel W. disse:

    Devido à geometria e dimensões da obra não respeitaremos a lei.
    Beijos, EPTC.

  10. Jeferson disse:

    Não concordo com os termos grosseiros e desrespeitosos utilizados no post. Concordo com o resto. Quanto às dúvidas do Rafael, o imparcial: morei em Porto Alegre por quase 10 anos e utilizei bicicleta para chegar aos meus trabalhos, fazer compras, ir a bares, concertos, cinema, no verão e no inverno. Quase só andava de bicicleta, um pouco de ônibus e muito pouco de táxi. Vale a pena.

  11. João S. disse:

    Pessoal, e se várias pessoas abrissem processo contra a EPTC/PMPA como pessoas físicas, isso não teria um efeito maior?

    Tipo umas 15 pessoas.

  12. Por favor podem me increver no da clube da Aline, não quero ficar de fora. Marcelo para PRESIDENTE achei o Anonymous fantástico escondido atrás do anonimato todo cola, que legal padrão neh? Aires manda ver ..si hay govierno soy contra…

  13. perdão fã-clube … agora sim

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