Bicicletada Extraordinária nesta Sexta-feira!

Nesta sexta-feira, 10 de fevereiro, haverá uma bicicletada extraordinária em homenagem a Gustavo Luiz da Silva Rosa, 6 anos, que morreu ontem atropelado por um ônibus na Avenida Voluntários da Pátria, e para exigir cidades mais humanas, onde crianças possam andar tranqüilamente pelas ruas a pé ou de bicicleta, sem temer pela sua vida.

Vamos nos encontrar na sexta-feira, 10/02, a partir das 18h15 no Largo Zumbi dos Palmares para em seguida irmos até o local do atropelamento, prestar homenagem. Podemos no Largo discutir também a idéia de ir até algum outro ponto da cidade (EPTC, DETRAN. Prefeitura, Conorte) protestar e pedir cidades mais amigáveis para as pessoas.

 

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15 respostas para Bicicletada Extraordinária nesta Sexta-feira!

  1. Charles Tebaldi disse:

    Por uma cidade mais humana….

  2. Marcelo Sgarbossa disse:

    Se idosos e crianças puderem circular sem riscos, temos uma cidade mais humana.

    Gente: vamos lutar por isso!!!!

  3. Triste e lamentável! Mais do que necessario tomar as ruas de bicicletas e levar a mensagem que as ruas são de todos, portando veículos ou não! Mais amor, menos motor já

  4. Miague disse:

    Não estou entendendo direito, hermanos… Alguém entrou em contato com o pai do guri falecido?
    Quem está organizando isso? Vamos protestar na frente da prefeitura ou do EPTC? Como protestaremos? Se vamos protestar na frente de algum lugar, por que não marcamos todos direto na frente desse lugar? Se não vamos protestar, então o que vamos fazer?

    Não confuntam dúvida com desacordo. Não me sai da cabeça até agora a foto da bicicleta do menino Gustavo.
    Mais amor, menos motor.

  5. Dailor disse:

    Que m… conheci o guri e a mãe dele, a Marta, na Vila Chocolatão, quando tentamos uma alternativa para o reassentamento via ação judicial. Com a coragem e insistência da Marta eles conseguiram ficar na Vila dos Papeleiros em vez de ir para a nova vila, lá na Protásio n° 9.099. Foi duro, e agora isso… Vou tentar estar no Largo amanhã. abs

  6. Pedro Cócaro disse:

    E assim se repete mais uma das inúmeras tragédias no trânsito de Porto Alegre…

    Isso reflete o quanto de um programa eficiente de educação e incentivo ao trânsito de bicicletas falta na nossa cidade.

  7. Diego disse:

    Ah em Porto Alegre nao tem como eu participar : (

  8. Pingback: Porto Alegre, fietsstad zonder fietspad | Filosofietsen

  9. Nossa! Isso me deixou muuuuuito triste! =( Uma criancinha… Nenhum seguro ou indenização do MUNDO compensaria essa mãe!

  10. Jeferson disse:

    Segue link em que um antalista aponta a Massa Critica como organizadora do protesto contra a morte do garoto de seis anos.
    http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=391356

  11. Aldo M. disse:

    Não estou em Porto Alegre, mas gostaria de compartilhar algumas dúvidas:
    – Qual a velocidade máxima naquele trecho da Voluntários da Pátria? Há alguma placa indicando?
    – Não seria o caso da Prefeitura instalar placas de advertência “crianças” (A-34) ali.

    • Marcelo disse:

      Aldo,
      Me parece que a velocidade máxima permitida ali é (pasme) 60km/h.

      • Aldo M. disse:

        Obrigado, Marcelo. Acho que precisamos trabalhar este assunto. Lembrei do comentário curioso do Capelari quanto disse que “ciclovia não é pista de corrida”, para justificar postes no meio da ciclovia da Restinga. Ele deve pensar que, por outro lado, as ruas e avenidas são pistas de corrida sim, inclusive em pleno Centro Histórico de Porto Alegre.

        Aliás, este foi um dos grandes entraves para a ciclofaixa da Loureiro da Silva, onde ônibus passariam a 60 km/h literalmente raspando nas bicicletas confinadas num canal de pouco mais de 1 metro de largura. E, por haver delimintação da ciclofaixa, o Arq. Régulo, da EPTC, entendia que os veículos automotores não prescisariam respeitar a distânciam mínima de 1,5m ao ultrapassar bicicletas. Em resumo, a ciclofaixa autorizaria os motoristas a desrespeitar o Código de Trânsito, segundo a Prefeitura, e aumentaria o risco dos ciclistas.

        A velocidade máxima no perímetro urbano já é de 60 km/h segundo o CTB. Por que a Prefeitura então sinaliza esta velocidade em vias do Centro Histórico? Só pode ser para lembrar aos motoristas para pisarem mais fundo, não é? E sempre que houver um previsível atropelamento, jogue-se a culpa nos pedestres, em geral velhinhos e crianças “descuidados”, e nos ciclistas que desafiam a “ordem urbana”.

        Nem a política do tempo da ditadura aterrorizava e matava mais que a atual política de trânsito de Porto Alegre.

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