Ministério do Turismo tem verba federal para a construção de ciclovias!

A notícia acima foi publicada no Jornal do Comércio do Rio Grande do Sul, e provém de informações do portal do Ministério do Turismo (link aqui).

Aqui existe também: “Circuitos de Cicloturismo: manual de incentivo e orientação para os municípios brasileiros.”

Porto Alegre infelizmente perde, nem isto está na visão da atual administração, imaginem um circuito ligando a zona sul com o centro histórico e os museus: o da PUC, o Iberê, o MARGS, junto com a orla do Guaíba e os parques da cidade, um roteiro assim com uma boa estrutura cicloviária, poderia levar ainda para turismo rural na Vila Nova e no Belém novo, o parque de Itapuã, o Saint Hilaire em Viamão, as ilhas do Guaíba, os morros da capital, com as suas vistas privilegiadas.

Uma pena a falta de visão!

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7 respostas para Ministério do Turismo tem verba federal para a construção de ciclovias!

  1. airesbecker disse:

    Nossa já vou comentar aqui direto, mal postei e já fico refletindo nas frases da entrevista do arquiteto da prefeitura na entrevista do post anterior, quando este diz que em Porto Alegre não tem vias alternativas para o planejamento cicloviário!!

    CICLOVIA NÃO PODE SER ALTERNATIVA,
    CICLOVIA TEM QUE SER PRIORIDADE DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA.

    • Aldo M. disse:

      Os políticos da atual administração são muito práticos e, por isto, estão focados apenas na reeleição. Quando dissseram que se aumentassem 30 cm na largura da ciclofaixa da Loureiro da Silva, o Prefeito não se reelegia, pensamos que estavam preocupados com os motoristas. Na verdade, eles só se preocupam em agradar aos financiadores das suas campanhas eleitorais, que pelo visto não são do ramo do ciclismo.

      O executivo municipal, Prefeito, Secretários e Funcionários são obrigados a guiar suas ações pelas leis. Mas fazem o oposto quando queimam verbas públicas para incentivar o tráfego de automóveis particulares, já que a Lei os obriga a priorizar transporte público, circulação de bicicleta e a pé. Para completar, quando exigimos que esses políticos cumpram a Lei, além de não cumpri-la, debocharam na nossa cara: “Lei tem várias!”.

  2. Quando somos funcionários públicos recebemos uma encomenda magnífica do povo do nosso país na qual está implícita a obrigação de sermos excelentes técnicos, mas alem disto existe a obrigação de sermos criativos.
    Esta criatividade exige que cada dia seja pouco para estudar e procurar exemplos de idéias bem sucedidas, nos quatro cantos do mundo.
    Como já fui funcionário público sei que isto é o que se espera de um bom funcionário.
    Agora tem aqueles funcionários vaselina, que ficam sempre tentando passar vaselina em todo mundo, para poder escorregar com facilidade e continuar empilhando anos de serviço sem maiores preocupações.
    Tem os incompetentes que trabalham em pools de produção e passam sempre despercebidos e também se perpetuam nos seus cargos.
    Agora, tem um tipo de funcionário público que arrisca todo o seu futuro trazendo para sua repartição ou empresa os melhores avanços que tecnicamente existem no mundo, que copia as rodas que outros já desenvolveram e que fica tentando a partir desta roda construir coisas mais elaboradas.
    Estes não duram porque eles fazem sombra para as outras duas classes de funcionários e na primeira oportunidade serão acusados e ao amparo dos políticos serão excluídos das suas repartições.
    Destes conheço muitos no Brasil que deram ao pais avanços fantásticos e que geraram sombra para incompetentes inconformados.
    Aprendi no serviço público que não transformar em projetos exeqüíveis as idéias, que surgem no dia a dia e a melhor forma de viver sem trabalhar.
    Aprendi que não fazer projeto algum garante vida longa e duradoura na Administração Pública. Aprendi que inovar é perigoso.
    Aprendi que os políticos sempre tem razão, que só eles são ouvidos e que só eles tem voz.
    Neste contexto esperamos que os técnicos saiam do seu casulo, inovem, criem e se arrisquem em benefício da população. Sinceramente eles não irão, a não ser que tenham a sua frente políticos inovadores, que arriscam e que confiam nos seus técnicos.
    Políticos que em lugar de dizer, como já falou o atual Prefeito, que iria construir centenas de kilômetros de ciclovias, em ato de empreendedores, sejam discretos e só elogiem os avanços que propiciaram após as implantações e nunca por antecipação.
    O dinheiro para fazer está em cada canto do Brasil. No Ministério das Cidades existem recursos assim como no Ministério do Turismo o que não existem é técnicos que queiram fazer projetos e que queiram arriscar, porque a sua competência será julgada, porque ficarão expostos, porque todo mundo ficará sabendo quem fez aquele projeto e porque não poderão mais ficar escondidos num canto escuro do recinto porque todo mundo ficará descarregando o holofote da visão julgadora que os expõe para sempre.
    No Ministério da Saúde tem dinheiro para projetos, assim como no Ministério da Educação por favor amigo Aires veja quanto foi gasto no último ano e quanto foi adjudicado e quantos apresentaram projetos e quais as instituições. Fora alguns hospitais públicos grandes de Porto Alegre nenhum outro se candidatou a nada e se candidatou foi de forma tímida.
    Tem dinheiro no Ministério da Ciência e Tecnologia, a FUNDO PERDIDO, para inovação tecnológica, são milhões de reais que estão lá, veja quantos projetos foram apresentados no último ano e quanto dinheiro sobrou, sem destinação.
    Estamos numa crise de capacidades na administração pública que teima em não arriscar e não se expor para não sofrer julgamento e seguir enfrente cumprindo anos até chegar na tão sonhada aposentadoria (invejada por todos).
    Acredito que por este motivo falo desde já faz muito tempo, que nos precisamos um Instituto para estudar os problemas na cidade na área de mobilidade urbana e apresentar projetos que venham a obrigar a Prefeitura a agir. Uma personalidade jurídica forte com qualificação que venha a desenvolver um trabalho instigador e que empurre os administradores da cidade e do Estado a agir e desenvolver todas as áreas em beneficio do povo gaúcho. Saúde.

  3. Beto Flach disse:

    Como assim “INCENTIVA”?

    R$ 20.200.000,00 (vinte milhões e duzentos mil reais) pra 53 municípios em 10 anos significa INCENTIVAR? Façam-me o favor…

    Façamos as contas: R$ 20.200.000,00 / 53 / 10 = 38.113,00

    É, isso mesmo: 38 mil reais por município por ano. GRANDE INCENTIVO! Se Porto Alegre consegue gastar o absurdo de R$280.000 pra fazer aquele trechindo do ciclo-brete da Ipiranga, com este “INCENTIVO” seria possível fazer 200 metros ao ano (exagerei: é um pouco menos)…

    O tal “INCENTIVO” anda em ritmo ainda mais lento que a própria estagnação da gestão pública desta automotora capital em relação à ciclomobilidade.

    Bah, Ministério: NÃO SUBESTIME NOSSAS CLASSES DE 4 OPERAÇÕES que tivemos na infância.

    • Mas nem para os 38.000 reais tem projeto, nem para eses miseros 38.000 reais.Saúde

    • airesbecker disse:

      Na notícia não diz que o valor foi alto ou suficiente.
      Está certo que a conta feita revela um valor ínfimo.
      E o que parece pela notícia é que há mais valor disponível além do que o que já foi gasto.
      Por outro lado o valor da Ipiranga é mesmo absurdo.

    • airesbecker disse:

      Também faça a conta sem dividir o valor por ano, que não é importante, suponha que o valor foi recebido e pronto, são R$381.130,00 quase quatrocentos mil reais, o que pode ser suficiente para um município pequeno ou médio, usando também outros recurso prévios, como máquina que já tenha ou vias que já estejam pavimentadas, para fazer uma malha cicloviária ou uma ciclovia rezoável.
      Também este recurso não quer dizer que seja necessariamente usado em obra de ciclovia, pode ser usado em projetos de turismo, como sinalização, compra de bicicletas, campanhas de educação, até mesmo aberturas de trilhas, ponte e passarelas em áreas rurais.

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