Divulgado vencedor do concurso para o guarda-corpo da ciclovia da Ipiranga.

Foi divulgado hoje o vencedor do concurso de projetos para o guarda-corpo da ciclovia da avenida Ipiranga. Confira na imagem abaixo a idéia de Rodrigo Troyano, selecionada pela comissão:

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11 respostas para Divulgado vencedor do concurso para o guarda-corpo da ciclovia da Ipiranga.

  1. Aldo M. disse:

    Aparentemente, o vencedor seguiu à risca um comentário que postei sobre a altura do guarda-corpo, inclusive com relação à justificativa.
    https://vadebici.wordpress.com/2012/01/17/enquete-como-deve-ser-ou-nao-ser-um-bom-guarda-corpo-para-ciclovia/#comment-12956
    Mas estranhei os desenhos, que estão fora de escala. O elemento horizontal do guarda-corpo sugerido vai estar na altura do guidão, como deve ser, pois é o elemento mais proeminente da bicicleta. Mas o desenho e o texto referem à altura do joelho.
    Também não foi feita nenhuma referência à distância mínima que o guarda-corpo irá ficar da ciclovia. O jeito vai ser medirmos depois que for instalado.
    Além disto, não foi proposta nenhuma proteção para que os automóveis não invadam a ciclovia. Os ciclistas terão que contar com o meio-fio.

  2. pabloweiss disse:

    E os outros problemas? Quando serão resolvidos?
    De nada adianta um guarda-corpo “bem planejado” em uma ciclovia com um péssimo projeto (http://www.poabikers.com.br/?p=661).

  3. airesbecker disse:

    Acho que vai ficar bem carinho!!
    Será que o Zaffari vai querer pagar?
    Será que a Prefeitura vai esgotar o orçamento ciclistico nesta obra?

    • Aldo M. disse:

      O custo da ciclovia não é problema dos empreendedores imobiliários, pois estes deverão desembolsar R$250 mil para cada quilômetro de contrapartida (custo padrão, de acordo com a Prefeitura). Se a ciclovia custar menos por quilômetro, pode-se fazer mais, mas se custar mais por quilômetro, a Prefeitura irá arcar com a diferença. O problema é nosso, cidadãos de Porto Alegre.
      Enquanto isto, a Prefeitura poderia estar implantando ciclofaixas, muitíssimo mais baratas e rápidas, para começar a dar forma a rede cicloviária.

  4. Melissa disse:

    O projeto do guarda-corpo ficou muito bom, parabéns pro arquiteto! Pelo jeito ele acompanhou de perto as sugestões dos usuários e padrões técnicos. Espero que os engenheiros contratados pelo Zaffari sigam bem esse modelo. Ele não fez nada em relação à proteção para não ser atropelado porque, até onde eu me lembre, o concurso não contemplava isso…
    E se queremos um trânsito realmente mais seguro, ao invés de botar a sujeira pra baixo do tapete devemos reivindicar um traffic calming na Ipiranga para controlar a velocidade dos automóveis. Por isso eu não acho que fazer uma cerca do outro lado é solução: dá sensação de sufoco e não resolve a violência dos carros de fato.

    Quando à ciclovia em si, concordo com o Pablo.

  5. Aldo M. disse:

    Eu gostaria que, de um jeito ou de outro, esse trecho protótipo ficasse pronto o mais cedo possível..Muitos de nós já sabemos que o caminho adotado não vai permitir que se faça uma ciclovia dentro de padrões estrangeiros ou mesmo nacionais em toda sua extensão. Mas, após a conclusão do trecho, ficará mais fácil mostrar a toda população que existem soluções melhores e a um custo bem menor. Mas muitas boas soluções não estão sendo levadas em conta porque a Prefeitura não quer discutir a hipótese de supressão de estacionamentos para carros particulares numa das mais importantes artérias viárias da cidade.

  6. Gustavo Melo disse:

    GUARD-RAIL ASSASSINO é assim que este projeto seria taxado na Espanha, pois permite o escape por baixo e membros decepados em acidentes, especialmente as pernas, já que a proteção proposta não vai até o nível do solo. Os plásticos propostos no projeto, especialmente plástico reciclado, normalmente gera partes pontudas e principalmente em acidentes é mortal.

    Enfim, mais uma solução tupiniquim, baseada em ideologia e estética, sem levar em conta o que já existe PRONTO E TESTADO no mundo, de forma fácil e barata.

    SISTEMA A SPM-BASIC HOMOLOGADO NORMA UNE 135 900 PARA A PROTECAO DOS GUARD RAILS (ESPANHA)

    A empresa espanhola de sistemas de proteção básico oferece a primeira proteção em um sistema continuo, não rígido, de absorção de impactos para a proteção de CICLISTAS e motociclistas que minimiza a forca de colisão e evita a saída por baixo das barreiras de segurança.

    Ensaio realizado sobre o sistema de contenção BMSNA4/120 , segundo OC 321/95, este dito ensaio se realiza sobre a norma UNE 135 900-1,2.

    O sistema Basyc trata de minimizar os efeitos dos impactos diretos contra a defensa e o guard rail tratando de evitar colisões diretas e seccionamentos de membros, por ser este um sistema continuo que atua pelo exterior do guard rail. O ótimo resultado advém do embalsamento que recebe o impacto absorvendo ao sujeito e reconduzindo-o no sentido da marcha, com o que evitando o efeito de tambor ou rebote , e o contato direto com o pilar.

    O sistema Basyc a diferença de outros sistemas emprega uma malha ou tecido elástico.
    Composta por uma serie de fios trancados por meio de uma determinada confecção que proporcionam uma alta resistência ao impacto provocando uma grande quantidade de absorção de energia, a qual reduz paulatinamente a forca do golpe graças ã sua elasticidade .
    Leva um processo complexo de tratamento superficial que evita as altas temperaturas que se produzem com o impacto, permitindo por sua vez um deslizamento progressivo.

    O tecido de material e ligamento compostos para uma alta absorção de energia de impacto na proteção

    Imagem : http://imageshack.us/f/191/novo12t.jpg/

    Mas como é “feio” e “SÓ” serve para PROTEGER, sem ideologia por trás, ninguém vai querer…

    • Marcelo disse:

      Realmente, é muito feio. Eu prefiro algo mais perigoso, mas que pelo menos seja bonito. A vida pode até ser perigosa, mas tem que valer a pena ser vivida. 🙂

      E fala sério, qual a chance de um ciclista passar por baixo da proteção? Teria que estar a uma velocidade muito grande para passar por baixo da proteção e continuar se deslocando até a água, e a ciclovia não é pista de corrida.

      • Gustavo Melo disse:

        Então a Espanha, e outros países europeus, normalmente citados aqui, agora estão errados ? estes países e o que eles desenvolveram para segurança, agora não serve ?

        Esta parcialidade é que me incomoda

      • Marcelo disse:

        Os estudos foram feitos pensando em ciclistas E motociclistas, tem uma diferença enorme entre os dois: a força do impacto de um motociclista é muito maior, quando caem em alta velocidade, os motociclistas costumam deslizar no asfalto por vários metros, eles precisariam de algo que impedisse a passagem por baixo da proteção. Não vejo a mesma necessidade para ciclistas.

        Esse tipo de guard-rail me parece algo projetado para pistas de corrida de motociclismo, não para ciclovias. Duvido que qualquer cidade na Espanha instale esse tipo de proteção nas suas ciclovias.

      • Marcelo disse:

        Não é porque gostamos de alguns exemplos de um determinado país que somos obrigados a aceitar todas idéias que vêm de lá. Até porque um país não é uma mente, mas milhões de mentes que pensam de forma diferente, assim como eu penso diferente de ti e somos ambos brasileiros.

        Temos que ser críticos, aproveitar os modelos que nos servem e descartar os que achamos inadequados, não importam de onde venham, isso é ser imparcial.

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