AMAT VICTORIA CURAM (Por José Antonio R. Martinez)

A luta pela democracia é diária. O caminho que nos conduz a ela é estreito e cheio de tentações, porque reside no ser humano de forma congênita uma bactéria intelectual que sempre tenta nos desviar do caminho democrático. Às vezes é por orgulho, as vezes por querer ser diferente, as vezes até por acreditar que merecemos algo a mais, que os outros não merecem. Tem vezes até, que acreditamos que o comportamento democrático é burro porque “os outros” não são tão qualificados na “matéria” “como a gente é”. Este conjunto de defeitos nos leva sempre a ter que lutar e jamais nos acomodar frente ao canto da sereia.

Por exemplo louvamos rapidamente um projeto de Lei de um Deputado Baiano, que tinha um vício extremamente grave de formulação ao ser inconstitucional e que deverá ser objeto de uma boa briga para ele não se concretizar pelo número de besteiras nele contidas. Até a forma de financiamento do projeto de Lei, não está definida nele o que inviabiliza qualquer tentativa de implantação do mesmo.

Nasci num país que era chamado da Suiza da América, pela sua vocação democrática. Aos poucos vi desmoronar o sistema democrático republicano de direito, passando a sofrer nas mãos dos militares todo tipo de desilusões. Vi meu país afundar nos excessos e na barbárie de uma guerra civil sem sentido. Assim e da pior forma aprendi que nada surgido na falta de democracia tem futuro.

Como diz nosso amigo Aldo “muitos dos atuais jovens, nem imaginam como foi cruel e difícil viver num sistema de direito, que não tinha garantias individuais” e onde a palavra militar era sempre a certa.

Algum tempo atrás fiz um chamado no Vá de Bici, aos ciclistas de Porto Alegre, para constituir uma “coisa” e chamei de coisa, porque não sabia qual seria a perfeita definição, mas que claramente teria por objetivo criar uma Instituição que fosse ser respeitada pela sua qualificação; que pudesse ser interlocutora destes políticos cabeça safados  e que nos permitisse ainda sermos reconhecidos como um grupo sério de pessoas, capazes, esforçadas e polarizadoras de recursos humanos, para a concretização e reconhecimento da bicicleta, como um elemento não tão somente lúdico, mas também um meio de transporte importante, na concretização de uma sociedade mais humanizada e justa.

Falo sim de Instituição, porque associação responde a garantir os interesses associativos e numa instituição, podem ser preservados e defendidos os interesses da comunidade em geral sem distinção de pertencer ou não a um núcleo determinado.

Então o que ficaria para criar seria um Instituto ou Fundação ou figura legal parecida.

Fui numa reunião para isto que foi chamada, neste intuito, faz algum tempo na Secretaria Municipal dos Esportes e tinha lá um bom grupo de pessoas, oriundos dos Poá Bikers, que se manifestaram só interessados em formar uma Associação, elas continuaram se reunindo, salvo algumas pessoas que como eu não compareceram mais, por acharem o objetivo longe do que queria ser feito originariamente.

As reuniões continuaram(3 vezes) e alguns fomos desligados do grupo, por decisão das pessoas que compareceram até hoje, suponho eu, a todas as reuniões; e fomos até excluídos da lista de @mails, sob a argumentação apresentada por uma porta voz do grupo, de que: “decidimos fazer isso para facilitar o nosso diálogo e decisões”.

Caros amigos, estou aqui novamente, para chamar aos interessados em constituir alguma coisa nos termos que narrei logo acima.

Não queremos de alguma forma assoberbar mais a costumeira e exaustiva carga de trabalho, que todos temos o que queremos sim e tentar montar uma estrutura profissional e auto-sustentável que venha a ser respeita e reconhecida como uma instituição seria e confiável por todos que integramos este setor. Como torna-la auto-sustentável tem que ser nosso primeiro objetivo e acredito que não é difícil.

Por favor quem estiver interessado por favor se manifestem e providenciaremos um local de reunião para tentar concretizar este objetivo. Mas quero deixar claro que não se trata de nenhuma Associação para comer churrasco ou fazer festa ou passeios ciclísticos e sim queremos criar uma organização de luta e enfrentamento dos interesses contrários à implantação de uma política de transportes que contemple a bicicleta como um modal de transporte inteligente, integrado e eficiente.

Saúde a todos José Antonio R. Martinez

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18 respostas para AMAT VICTORIA CURAM (Por José Antonio R. Martinez)

  1. Marcelo disse:

    Acredito que ninguém se oporia a essas reuniões serem realizadas na Cidade da Bicicleta.

  2. Marcelo disse:

    Que tal uma organização que não tenha presidente, mas um sub-presidente (a exemplo do subcomandante Marcos do EZLN) que terá que acatar todas as decisões dos ciclistas em assembléias que busquem o consenso?

  3. A idéia é criar personalidade jurídica para ter uma figura coletiva de atuação social, política e judicial?
    Com registro, atas e firma reconhecida no cartório?

  4. joseantonioreimunde disse:

    A idéia e criarmos uma figura jurídica que terá por objetivo único atuar decididamente para tornar realidade à bicicleta dentro do contexto adverso que se apresenta à nossa frente e desta forma capacitar recursos humanos, pesquisar e produzir intelectualmente, de tal forma que a nossa ação seja reconhecida como decisória no contexto. Todo dentro dos marcos legais constitucionais, nunca alinhando politicamente a instituição mas, sempre agindo politicamente para evitar o deterioro da visão de conjunto das ações desenvolvidas. Queremos que a sociedade reconheça o valor da ação e não critique, queremos o apoio da comunidade reconhecendo que o que queremos é trabalhar em prol de uma Porto Alegre melhor mais humana e que realmente concede à vida humana seu real valor, que hoje parece estar esquecido.
    Toda esta ação reconhecendo a força da decisão democrática na sua máxima expressão desde a sua criação, sem recorrer a subterfúgios nem caminhos evasivos que saiam do real contexto pretendido.
    Por isto o nome usado neste texto Amat Victoria curam, a Victoria ama a cautela; agindo com cautela mas sempre solidificando o passo de tal forma que nunca venha a ser recriminado o processo nem a instituição.
    A idéia e buscar onde estão os por quês, valorizando mais as perguntas que as respostas, descobrir onde estão as sustentações científicas e sócio políticas, para justificar o momento e o contexto e elaborar meios de mudança questionando seriamente os políticos para o cumprimento das suas promessas de campanha.
    Se terá líder, presidente, coordenador ou como for não interessa porque esta figura será por consenso, mas certamente terá quem ter um conselho fiscal e um conselho ético que auditem as ações e nos permitam crescer num contexto absolutamente legal.
    Acho ainda que terá que ter uma ação social e judicial forte para atuar em todas ás áreas necessárias. Como diz o Helton …….. nos falamos. Saúde a todos José A.R.Martinez

  5. Daniel Lorenzini disse:

    Prezado José Antonio R. Martinez,

    Infelizmente você não compreendeu bem o processo de formação da associação, e com isso está divulgando meias verdades. As três reuniões das quais você não participou foram utilizadas para a preparação do estatuto da associação. Este estatuto deverá ter a assinatura dos sócios fundadores para seu reconhecimento em cartório. Com isso, se alguém não participou da elaboração do estatuto não poderá assinar o estatuto como sócio fundador. Ninguém foi excluído da associação, mas sim da lista de sócios fundadores. Assim que a associação estiver regularizada, TODOS OS CICLISTAS DE PORTO ALEGRE serão bem vindos para fazer parte da associação.

    Atenciosamente,

    Daniel Lorenzini

    • artur elias disse:

      Querido Daniel

      eu até acho que o Martinez pegou um pouco pesado, e já falei isso a ele pessoalmente.

      Por outro lado, a mim tbém me parece que houve falta de tato na exclusão, tanto que 2 outras pessoas tbém manifestaram seu desagrado, de forma bastante razoável e educada. Essas 3 pessoas (incluindo o Martinez) têm muito a contribuir, por sua história e postura pessoais.

      Uma explicação clara, precedendo o procedimento de exclusão, teria evitado tudo isso; ou um simples pedido de desculpas, idem.

      A exclusão em si não é nada tão sério quanto parece (foi uma decisão prática sem maiores conseqüências), mas como todo mal-entendido, quando a coisa fica mal parada, tudo parece mais complicado do que é.

  6. joseantonioreimunde disse:

    Parabéns a Associação e vida longa a ela. Obrigado Daniel pelas observações e desculpa pelas meias verdades, quiçá agora elas sejam “as inteiras verdades”. E que os sócios fundadores consigam assinar os Estatutos e eles sejam bem aceitos pelo Registro Especial, como convêm a este tipo de Associação. Mas vamos enfrente. Continuo querendo montar uma instituição(não chamarei mais de coisa para evitar desvios de constituição) para os objetivos acima definidos, como desde o meu primeiro pedido, que terminou constituindo esta Associação com um outro objetivo, que o que tinha a intenção, do chamado original por mi veiculado neste meio. Aguardo que os nossos amigos, envolvidos na análise crítica de todos os fatores que corroem a nossa cidade no aspecto bicicleta, se manifestem e venham a colaborar, de uma forma o outra, até com às suas opiniões contrárias que em muito engrandecerão a proposta. Ser crítico ajuda muito. Ser contrário também ajuda porque a inteligência das idéias só é atingida apôs muita discordância. Lembro faz algum tempo, por exemplo, o Pablo ter falado que existem pareceres médicos que atestam que a ciclovia da Diário de Notícias, prejudica a saúde de seus usuários, mas nunca vi este estudo e acredito que uma Instituição séria poderia, não pela sua representatividade do conjunto dos ciclistas, mas pela sua qualificação, técnico científica, acionar o poder Judiciário para que esta ciclovia seja solucionada de forma definitiva. Como este, muitos outros fatores que requerem de estudos técnicos sérios, sem componentes políticos partidários, poderão ser empreendidos por esta Instituição, mas para isto se requer que ela seja auto-sustentável e tenha recursos para contratar e financiar estudos sérios e independentes. Saúde a todos José A.R.Martinez

  7. Jeferson disse:

    Eu fiquei confuso. A princípio, apoio e quero colaborar com a institucionalização das nossas demandas como ciclistas. Acho que o caminho é esse mesmo. Mas me permitam a pergunta: há uma associação sendo formada e há a vontade de fazer outra associação pois há interesses conflitantes entre essas duas associações? É isso? Sendo isso, as duas associações (ou melhor, a associação e a associação a ser feita poderiam quem sabe postar textos explicando seus propósitos. O Martinez, a quem não conheço, parece ser uma pessoa bastante inteligente e sensata. Talvez seja possível – caso os interesses não sejam conflitantes a ponto de serem excludentes – construir um consenso. Ou não?

    • artur elias disse:

      oi Jeferson

      Não nenhum risco dos interesses e papéis dessas 2 instituições ora em formação serem excludentes.

      Pelo contrário! existe muito trabalho a fazer em prol do transporte ativo, do ciclismo em todas as suas formas, e tudo o que tem a ver com isso.

      A meu ver há espaço e necessidade para muito mas do que apenas 2 organizações.

      E é extremamente positivo que o perfil de cada uma seja diferente.

  8. joseantonioreimunde disse:

    Os oráculos nos aconselham, direta ou indiretamente. Os mentores nos constroem direta ou indiretamente e eu apesar dos meus anos e a minha experiência ouço sempre eles. Li o que escrevi e também tive a sensação como nosso caro Jéferson de estarmos frente a duas correntes dissidentes e nada disto é verdade. Está sendo constituída uma Associação que tem por interesse primordial defender os interesses dos ciclistas associados a ela. Isto é muito importante de ser entendido. No meu caso, estou propondo alem desta Associação, da que todos podemos participar, criar uma Instituição com outro caráter ou seja com outros objetivos, não sendo excludente uma da outra. Quer dizer que as pessoas que participam da Associação serão muito bem vindas para participar da Instituição, que estou propondo criar. Porque não ficar então só com uma delas? Porque os objetivos da Associação não são, nem serão nunca de manter estudos, desenvolver pesquisas operacionais, técnicas e científicas com relação ao desenvolvimento do modal de transporte bicicleta, na cidade de Porto Alegre. A Instituição proposta será sem fins lucrativos e com uma Comissão de ética e fiscal, que acompanharão os projetos. Será auto-sustentável e profissional.
    Agora para ficar ainda mais claro acredito que pode até ter espaço para criar outras instituições, federações e clubes ciclísticos que certamente ajudarão em muito no contexto atual que se apresenta extremamente complicado. Por que tantas e não poucas e fortes? Porque é extremamente difícil representar os interesses dos ciclistas que usam a bicicleta como modal de transporte, junto com os interesses dos ciclistas profissionais assim como dos amadores, cada associação tem seu foco e seus interesses específicos a serem protegidos, assim como tem grupos que propõem não a integração, do modal bicicleta, no sistema de transporte público e sim a extinção dos outros modais.
    Espero ter sido suficientemente específico e poder ter o privilégio de contar com o apoio daqueles que acreditem na proposta e com a oposição dos que desacreditam nela para poder ouvir as posições em contrário e poder prosperar na construção da idéia que nos ajude a termos uma cidade melhor e mais saudável. Como se diz, vamos falando e alimentando esta polêmica . Saúde a todos José A.R.Martinez

  9. Parece aquele ditado que diz que a esquerda só se une na cadeia.

    Estas divergências superficiais em detalhes botam a perder a representatividade do todo.

    Se o foco é na diferença o que sobra em comum?

    Um coisa é preciso entender como princípio:
    Vivemos em uma sociedade dominada pelo paradigma do automóvel.
    A bicicleta não só é uma alternativa como também é desprezada.

    Esta é uma luta para a troca cultural deste paradigma.
    E não adianta a extensa retórica a favor da bicicleta se não tivermos a consciência de que esta é uma visão particular e minoritária.

    Quem menosprezar a dificuldade desta luta e seguir com divisões fúteis e detalhistas vai dar com os burros n’água.

  10. No momento estamos para fundar a associação. Como participei de todas reuniões, sei que até agora pouca coisa foi feita. Embora sabemos que se ninguém desse esse passo ficaria só nas ideias a criação da associação. Basicamente discutimos se é por associação ou fundação. Ficamos por associação. Uma reunião inteira discutimos qual a forma de direção se era por forma horizontal (ter vários diretores e as decisões e representações por consenso) ou vertical (a forma básica que todos usam – presidente, vice, secretário e tesoureiro). E na outra reunião que estávamos escrevendo o estatuto ficou o vertical (basicamente porque todas os exemplos de associações são verticais). Pronto, agora só falta a reunião de fundação de criação.

    Para a criação do estatuto foi pego como exemplo o próprio modelo de estatuto da OSCIP. Também de outras associações de ciclismo. O link que o Aldo enviou eu não tinha visto, mas basicamente é o mesmo que pegamos (tem bastante documentos na internet para isso). Tiveram alguns pontos de debates, principalmente em relação as finalidades e se pode ou não remunerar. O resto é tudo mais ou menos a mesma coisa, não precisa mudar.

    No estatuto tem que estar escrito quem dirige. Não dá pra criar alguma associação sem ter responsáveis. Nem conta corrente conseguirá abrir sem estar no estatuto quem se responsabiliza. E quem elege é os que estiverem fundando. Quem dirige (presidente, secretário e tesoureiro) tem uma vida profissional para se sustentarem, tem pouco tempo além da parte administrativa que vai consumir tempo. E os dirigentes, conforme modelo da OSCIP, não podem ser servidores nem empregados do setor público (muito menos ligados a política). Precisa de eleição pra escolher os poucos que estão se engajando pra criar a associação e que podem dirigir ?

    Associações podem ter várias, cada pessoa pode criar a sua. É fácil criar. É só levar no cartório o estatuto e fazer o CNPJ na receita. O problema é ter gente que se disponha a fazer (já que só no querer não se cria nada). O colega Martinez pelo que senti quer fazer a dele com uma finalidade bem específica. Que eu apoio. Mas vejo que vai muito mais pro lado de uma fundação.

    Depois de discutido todo o estatuto, ocorreu a falta de tato que o colega Artur falou. Poderíamos mandar email direto pros poucos que estão fundando. Preferiria ler um post do colega Martinez falando somente da instituição que criará.

    Depois da criação da associação, a lista de discussão irá mudar de nome (se criará outra com o próprio nome da associação). E, para facilitar a comunicação com quem estava participando das reuniões, resolvemos excluir quem não estava. Outro erro foi ter explicado depois porque da exclusão dias depois. Seria muito mais inteligente da nossa parte ter excluído toda a lista, e nos comunicar diretamente com os emails de quem estava participando.

    Para mim está completamente claro, que até agora só foi dado a primeira fase burocrática da criação. Só depois que estiver criada, e funcionando, que os resultados irão começar a aparecer. Tenho certeza que a maior parte desses resultados virão por parte dos projetos tocados pelos seus associados. Só por esses comentários, dá pra tirar a ideia que muitos querem colaborar. A simples criação em si não muda nada, mas somente com a participação ativa do maior número de pessoas esse quadro mudará.

    • artur elias disse:

      Impecável descrição dos acontecimentos.

      E agora, bola pra frente!

      • Rafael Zart disse:

        Falhei recentemente ao buscar informações desta associação pelo e-mail da Massa Crítica. Desde o início me coloquei à disposição, passando meu e-mail pessoal (que está na lista) em vão. Alguém sugere outra forma?

    • Aldo M. disse:

      Obrigado pelo ótimo relato, Leandro.

      Como já expus, não tenho interesse em participar de nenhum cargo de diretoria. No máximo de algum conselho que se reùna esporadicamente. Apenas quero ajudar, com o pouco de experiência que tenho, para que ela seja bem sucedida.

      Quando participei da criação de uma associação, a comissão dos fundadores procurou primeiro associar o maior de pessoas possível ligadas à causa, enviado fichas e conversando. Neste momento, pode-se pedir contribuições espontâneas para ratear às despesas iniciais, que são pequenas. Em seguida, fez-se um chamado denre os sócios para criar uma comissão de eleição que definiu um calendário para apresentação de chapas e eleições. No nosso caso, todos os fundadores e também mais alguns novos sócios participaram de uma chapa única, que teve a maioria absoluta dos votos. Desta forma, a diretoria e os conselhos fiscal e de delegados da associação ficaramm legitimados, o que considero essencial.

      É importante tomar estes cuidados por diversos motivos. Um deles é demonstrar total transparência, o que é essencial para ter credibilidade e atrair mais sócios.

      Caso a associação vá prestar algum serviço para uma entidade pública, o seu estatuto necessita estar conforme a legislação. Atentar para o fato de que todos os sócios tem direitos iguais, não podendo haver nenhum tipo de discriminação.

  11. Olavo Ludwig disse:

    Eu acho ótimo ter uma instituição nos moldes que o José tá propondo, gosto também da ideia de uma associação ou mais associações, sendo elas super democráticas ou não, fundadas de forma super participativa ou não. Quanto mais gente falando e defendendo a bicicleta, melhor.
    E participarei de todas que puder, como eu puder, dentro das minhas limitações é claro!

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