Vídeo da ocupação Largo Vivo

Vídeo feito pela Aura para divulgar o Largo Vivo, a ocupação do Largo Glênio Peres.

A idéia é ocupar a praça pública como espaço de convívio, social e cultural, espaço de trocas e descontração em contraponto com a iniciativa da Prefeitura Municipal de Porto Alegre, através da SMIC, de ceder o espaço para o estacionamento de automóveis particulares.

Anúncios
Esse post foi publicado em Sem categoria e marcado , , , , , , . Guardar link permanente.

12 respostas para Vídeo da ocupação Largo Vivo

  1. Klaus disse:

    Pessoas mais lindas deste mundo!!!!

    😀

  2. heltonbiker disse:

    BAH! O bagulho tá bombando!

  3. artur elias disse:

    Bonito vídeo! Mais uma obra do Sérgio? Não vi créditos.

  4. Jeferson disse:

    É isso aí!
    Em compensação, a ZH publicou matéria dizendo assim: “Pedestre, vá devagar!”, a respeito de 41% das mortes no trânsito serem de pedestres. Sim, “Pedestre, vá devagar!” É triste ver a desfaçatez estúpida a que chegaram os jornalistas.

    • artur elias disse:

      De fato, inacreditável. O mais curioso é que a matéria impressa, em ZH (que eu li por acaso) tem um tom diferente dessa, soa mais como cobrança das autoridades, enquanto que esta implicita que as vítimas (pedestres) são as únicas responsáveis por suas próprias mortes. Enviei este comentário:

      “Já tinha lido a matéria impressa em ZH, fiquei chocado com esta versão online. Ela responsabiliza totalmente os pedestres pelas mortes. Ignora o comportamento selvagem de muitos motoristas. É comum sermos ameaçados por motoristas, MESMO QUANDO atravessamos na faixa e no sinal verde. Lamentável.”

      Agora vou escrever para a autora da matéria:

      roberta.schuler@diariogaucho.com.br

      • artur elias disse:

        Mandei assim:

        “prezada Roberta

        acabo de me inteirar desta matéria online sobre a problemática das mortes por atropelamento em PoA.

        Fiquei chocado com o tom do texto, que parece implicitar que a responsabilidade por estas trágicas
        e inaceitáveis mortes cabe exclusivamente às vítimas.

        A matéria tbém estabelece que o pedestre estaria seguro se atravessasse sempre em conformidade com as normas de trânsito.

        Não sei em que Porto Alegre você vive.

        É absoluto lugar comum – na Porto Alegre onde eu vivo – que motoristas desrespeitem a faixa de pedestres,
        ameaçando a integridade de pessoas de todas as idades que estão apenas tentando atravessar a rua. Como se a rua fosse um espaço sitiado, ocupado e reservado aos veículos motorizados, no qual pedestres seriam apenas tolerados, desde que não atrapalhem muito.

        É ainda mais comum (quase a regra) motoristas ignorarem COMPLETAMENTE a faixa de pedestres quando estão (eles, motoristas) realizando conversão (à direita, especialmente).

        De fato o comportamento dos pedestres deixa muito a desejar. Assim como deixam MUITO a desejar o comportamento de motoristas, motociclistas, e ciclistas. Existe uma flagrante carência de educação para o trânsito, em todas as camadas e independente do veículo.

        Mas isso não pode ser usado, em nenhuma hipótese, como JUSTIFICATIVA para esses atropelamentos trágicos, bárbaros, e inacreditavelmente freqüentes.

        Sou motorista, pedestre, ciclista, e estudioso das questões de trânsito, legislação e comportamento. Sei do que estou falando.

        Seria muito salutar que o clicrbs tentasse reparar esse erro (vê-se na seção de comentários que a matéria obteve ressonância junto aos instintos bárbaros de algumas pessoas).

        Mais salutar ainda se a RBS como um todo adotasse uma filosofia jornalística humanista e um código de ética onde PESSOAS sejam sempre consideradas mais importantes do que COISAS.

        Tenho certeza que sua intenção não foi ruim, como leitor me sinto compelido a manifestar esta opinião.

        tudo de bom

        a.”

      • Jeferson disse:

        Artur, reposta elegante. Você tentou pegar os vários lados do problema. Pra mim, há um órgão responsável por planejar o trânsito, é a EPTC. O planejamento deles resulta que 41% dos acidentes fatais matem pedestre. Ou seja, é um trânsito planejado pra matar pedestres. A EPTC deve ser duramente cobrada por isso. Essa estatística é terrificante. Cobrar de pedestres e motoristas pode ter efeito educativo, mas, de momento, somente a EPTC pode, objetivamente, mudar esse quadro em pouco tempo. E, ao que tudo indica, nada será feito e o quadro só vai piorar. Na minha opinião, a EPTC precisa vir a público explicar esse verdadeiro desastre programado. E, principalmente, explicar o que vai fazer para mudar isso.

  5. artur elias disse:

    Obrigado pelo “elegante”, Jeferson.

    Não é só uma questão de diplomacia; é questão de princípios, e de método, tbém.

    Se você entra “de sola”, vociferando acusações (fundadas ou não), a chance de alguém conseguir escutar aquilo que você realmente quer e precisa comunicar é quase zero.

    No caso desta matéria, minha meta básica é demonstrar que a tese (“pedestres se arriscam e causam suas próprias mortes) é equivocada (para não dizer escandalosa).

    Averiguar responsabilidades seria um segundo passo.

    Sempre procuro mostrar um ponto de vista que seja complexo o suficiente para não virar uma caricatura da realidade, e ainda simples e conciso o suficiente para não sobrecarregar o outro (que nem sempre está a fim) e favorecer um debate focado.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s