Incoerência

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Esse post foi publicado em apocalipse motorizado, caos no trânsito, Humor, Massa Crítica, pedalada. Bookmark o link permanente.

6 respostas para Incoerência

  1. artur elias disse:

    Comunicação direta e eloqüente!

  2. Orçado em R$ 11,5 milhões, o projeto que prevê uma passagem subterrânea no cruzamento das avenidas Anita Garibaldi e Carlos Gomes já foi aprovado, a obra deve começar no início de 2012.

    Mas, é claro, as calçadas terão de ser reduzidas. Irão variar entre 2,10m e 2,50m de largura.
    Não consigo aceitar que, com um investimento desses e as capacidades da engenharia atual, seja preciso prejudicar o espaço de pedestres em prol de espaço para veículos automotores.

    (Fonte: Zero Hora. Sábado, 26/11/2011. p. 35)

    • Felipe Koch disse:

      Li essa mesma reportagem e também fiquei indignado.
      Por que não explodem logo esta cidade para fazer uma freeway infinita para todos poderem viver e morrer dentro de seus carros?
      Assim os políticos e donos de empreiteras e da industria automobilista poderão desfilar em trajes triunfais como imperadores máximos dessa sociedade absurdamente demente.

    • heltonbiker disse:

      Além do que, ao longo de sua existência, a obra vai acabar gerando mais problemas (período da sua execução) do que resolvendo (período que vai da inauguração até que o trânsito “inche” o suficiente para anular o efeito de oferta adicional de capacidade de fluxo)

      Isso para não falar que o fluxo de uma teia é muito mais determinado pelos gargalos do que pelos “bojos” formados por trechos mais largos. O que os bojos fazem é aumentar muito a capacidade de alimentar gargalos e criar congestionamentos. MAS, isso já é especulação de alguém sem conhecimento técnico especializado.

      Isso para não falar, ainda, que o aumento do fluxo em vias não alargadas só pode ocorrer às custas de maior velocidade, ou seja, tudo que se precisa para aumentar o barulho, a incidência de acidentes, a gravidade média de cada acidente, a alienação, a angústia, e o malefício para o espírito.

  3. Por que a imprensa é tão lacônica ao criticar o excesso de carros e tão irônica ao noticiar a celebração à bicicleta? Basta abrir os jornais e contar o número de anúncios de montadoras, feirões, concessionárias e assemelhados. Nas TVs, a mesma coisa. Fica difícil a briga. Mas com inteligência e estratégias criativas, existem alternativas sim. Não vamos esmorecer!

  4. Paulo Vigário disse:

    A é um grande problema mesmo claro, a EPTC fala que não foi avisa, “não foi mesmo”, mas alegar que não sabe da massa e mentir, pois dai não esta fazendo por merecer. E o tempo que a massa leva para passar por muitos cruzamentos é muito rápido, mas os carros não podem perder tempo, pois eles andam até 100 km ou mais, dai esperar a massa passar é um afronto, uma violência ver bicicletas passarem, com pessoas felizes e eles infelizes dentro do seus carrões esperando, fico pessando aqui comigo, atrapalhamos muito pedindo respeito no trânsito, dai eles vão alegar, a mas vcs estão tirando o direito de ir e vir do próximo, ta vamos chegar nos motoristas e pedir olha vamos passar aqui com a massa e vcs teram que esperar nos passarmos, quantos irão deixar nos passarmo talvez uns , bem fica aqui minha mensagem respeito é bom na vida, e gentileza gera gentileza, se a coisa esta como esta não foi um ciclista que começou, então vamos ser homens crecidos e não crianças mimadas.
    Obrigado, um ciclista, não tenho carro, e tenho 47 anos a idade do atropelador de ciclista de Porto Alegre.

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