Começando a Pedalar

Esta é a história de Thistle e sua filha Fizz (os nomes originais são esses, e não consegui pensar em nenhuma tradução decente. O que sei é que Thistle é o nome de uma flor).

Achei a história (que obviamente não termina, essa personagem ainda aparece bastante nas tirinhas do Yehuda Moon) de certa forma muito comovente. Espero que gostem.

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6 respostas para Começando a Pedalar

  1. artur elias disse:

    D E M A A A I S !!!

    E o timing é tão perfeito. Tenho feito pouca coisa na internet nas últimas semanas a não ser justamente pesquisar o conceito da bakfiets (bici-caixa – é exatamente assim que eu pensei traduzir tbém!), tbém conhecido como front loader (que na verdade é um termo mais geral, para todas as cargueiras que levam carga na frente e não atrás) ou Long John.

    Tenho uma experiência de mais de ano e 2 versões construídas e super bem-sucedidas da Rabo-longo (long tail, xtracycle), mas me convenci que a bici-caixa é melhor para as crianças e estou juntando material e idéias para construir uma.

    Isto é sincronicidade (diria Jung).

  2. airesbecker disse:

    Legal as tirinhas!
    Fugindo um pouco do assunto:
    Amo ficar em Porto Alegre em feriados, esta cidade fica ótima sem tantos carros.

    Voltando à bici-caixa!
    Onde andar com esta bike em Porto Alegre?

    Quando nosso filhos eram pequenos eu tinha duas cadeirinhas na minha bicicleta uma traseira e outra no guidom e uma na bicicleta da minha mulher, assim levavamos os três filhos entre nós os dois, andavamos os cinco em duas bicicletas.

    Hoje pedalei com meu filho, agora ele já tem 13 anos, mas a orientação dele é andar em calçada, pois não acho que é seguro andar no tráfego junto com os carros.
    Assim andamos devagar bem tranquilos, em ritmo de passeio e curtição.

    Acho que o importante é que se ande de bicicleta. O como andar vem depois.
    Sempre vejo muita gente que deveria andar de bicicleta no trânsito andando nas calçadas.
    As vezes eu ando na rua e tem alguem que está andando na calçada e me vê aí depois vai para a rua.
    As pessoas que andam na calçada em geral são ciclistas iniciantes que estão indo para o parque ou fazendo um pequeno passeio no bairro.
    Mas têm também uma turma de jovens do estilo freeride que gosta de correr nas calçadas fazendo manobras nas rampas e degraus.

    Eu acho que quem não tem segurança para andar no tráfego, como menores de idade e ciclistas iniciantes ou eventuais deve mesmo andar nas calçadas onde isto é possível no sentido de que não exista fluxo impeditivo de pedestres.
    Pois onde há pedestres o jeito é descer e empurrar a bicicleta.
    Agora em bairros onde o movimento de pedestres é pequeno, para quem não tem segurança para andar no trânsito, acho que é tolerável usar as calçadas enquanto não temos estrutura adequada.

    Pois na rua um menor, uma criança ou um ciclista com pouca prática pode morrer.
    E na calçada, se o ciclista estiver em uma velocidade baixa dificilmente represente risco para os pedestres e mesmo em caso de eventual acidente não acho que o risco seja grave.

    Isto não exclui todas as premissas de que se deve priorizar o espaço dos pedestres e o ciclismo no trânsito.

    • artur elias disse:

      oi Ayres

      onde andar? – é uma pergunta importante

      Com a Bicicletona, eu levo meus dois filhos já taludos (4 e 6 anos), coisa que não seria possível com uma bicicleta normal (cadeirinha de guidão é para criança pequena e mesmo assim nunca gostei).

      Para maior tranqüilidade de todos os envolvidos – especialmente a mão deles – uso mais a calçada do que o leito da rua, quando estou com eles. É ilegal, não é prático – torna os percursos muito mais intricados e lentos do que deveriam ser – mas como você disse, o fundamental é estarmos nos locomovendo em bicicleta, libertos de motores, ruídos, emissões etc. Desde que respeitemos o pedestre MUITO e SEMPRE. Não há exceções.

      Um trajeto que fazemos 1 ou 2 vezes por semana nos leva aqui da Dr. Barcellos à Sociedade de Engenharia no início da Cel. Marcos. Vamos pela Wenceslau, quase sempre calçada (a parte da descida é incrivelmente técnica pelo absurdo estado da estreitíssima “calçada”, não recomendo para ciclistas pouco hábeis); voltamos por dentro da Vila Conceição, sempre pelas ruas, que são muito tranqüilas. E dê-lhe subida – com mais de 40 kg de carga viva, é um excelente treino.

      Ultimamente venho ganhando mais confiança – um sub-produto extremamente desejável da aplicação progressiva e constante dos princípios do Ciclismo Veicular – e aumentado um pouco os trechos onde me parece razoável pedalar no leito da rua com as crianças.

      Tenho convicção que, com a Bici-Caixa (que vou construir), a proporção de uso de rua-calçada vai mudar muito. As características da bicicleta permitem um pedalar muito mais confiante, e uma melhor “mistura” com o trânsito. Posso entrar em detalhes em outro momento.

      Mas continuo fã da Bicicletona e do conceito Xtracycle que vem ajudando muito a popularizar e alavancar o ciclismo utilitário em muitos lugares, inclusive no 3ª mundo.

      E é fácil fazer uma, basta querer (o suficiente).

      Veja aqui o primeiro tutorial em língua portuguesa (e talvez o mais detalhado atualmente disponível):

      http://pespracima.blogspot.com/2011/09/bicicletona-passo-passo.html

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