Ciclovias de Porto Alegre (Street View) João Antônio da Silveira

A imagem abaixo é interativa, pode-se clicar nas setas sobre a pista para explorar a rua inteira e arrastá-la para olhar para os lados 😀

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Obs: essa obra ainda não recebeu sinalização da EPTC.

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19 respostas para Ciclovias de Porto Alegre (Street View) João Antônio da Silveira

  1. Luiz Porcher disse:

    aparece várias pessoas caminhando no calçadovia hahaha é de rir ou de chorar?

  2. heltonbiker disse:

    Tem ciclovia ali? Cadê ela?

  3. Pablo disse:

    Não podemos admitir a implementação de uma ciclovia em um local onde não exista calçada para os pedestres.

    • Melissa disse:

      “A inexistência de passeio em determinados locais é um problema recorrente em nossa cidade. A posição da GPEM é que se faça passeio sempre ao se implantar infraestrutura cicloviária, bem como se criem condições de fiscalizar suas condições em toda a cidade. Nossa posição tem sido vencida pela posição da SMOV, que alega que, ao se fazer passeio em determinado local, não terá mais condições de exigi-lo nos outros… Recentemente foi noticiado que não se exige passeio em locais com infraestrutura de estrada, o que deixará o pedestre realmente sem opção, pois nossa infraestrutura de estrada não prevê acostamento!”

      Isso foi escrito pelo Régulo (o arquiteto) em resposta às reclamações. Eu não entendi a parte que a SMOV “alega que, ao se fazer passeio em determinado local, não terá mais condições de exigi-lo nos outros”. (???)

      • Marcelo disse:

        Ele quis dizer é que a responsabilidade por fazer os passeios é dos proprietários de imóveis, e se a prefeitura fizer em um local, terá que fazer em todos.

      • Aldo disse:

        A Prefeitura divulgou há algumas semanas que, caso o proprietário não execute ou regularize o passeio em frente ao seu imóvel, ela própria poderá fazê-lo, repassando os custos e mais uma taxa ao mesmo. O seja, se o proprietário não fizer, a Prefeitura ainda pode ter lucro.

        Então este “problema” da Prefeitura não poder cobrar do proprietário a execução dos passeios parece simplemente não existir

      • Felipe Koch disse:

        Na prática o que se fez foi revestir a calçada, a despeito de qualquer outro nome ou intenção.
        Essa é a “Prefeitura em Cima do Muro” ou “Como (Des)agradar o Maior Número de Pessoas com Obras que Não Servem Para os Seus Fins mas Ninguém Pode Dizer Que Não Estão Lá”.
        No caso: ” vamos dar aos ciclistas estas ciclovias, se eles não usarem ao menos as calçadas estarão prontas sem que ninguém nos culpe”.

  4. Melissa disse:

    Eu imagino que ser um técnico da prefeitura e ter que levar esse projeto adiante deve ser frustrante. Porque é claro que os técnicos querem fazer o melhor possível, mas existem outras partes que cortam as asinhas de quem quer fazer as coisas direito, como a SMOV ou a própria diretoria da EPTC (interesses políticos e tudo mais).

    E ainda por cima, existem os cicloativistas que ficam criticando as ciclovias e a falta delas, então de um lado eles tem as incomodações dos chefes, e de outro a dos usuários. Depois do episódio da ciclofaixa da Loureiro, eu me dei conta que quando acontece uma chuva de reclamações, quem leva a pior são os técnicos, mesmo que a intenção do ativismo foi apontar o dedo na cara da diretoria…

    Como cicloativista, isso me deixa bastante chateada, pois está claro que desde que isso aconteceu a equipe técnica se afastou de nós (o que eu compreendo). Então eu me pergunto: como continuar participando ativamente da implementação do Plano Cicloviário sem criar essas situações?

    • Melissa disse:

      Para vocês terem uma idéia, olhem nessa imagem o perfil ideal projetado para essa ciclovia: http://imageshack.us/photo/my-images/843/image002ij.gif/

      Eu não consegui achar esse perfil em nenhuma parte… para ele ser possível, deveriam ter revitalizado TODA a calçada, com direito a deslocar os postes para o lado do meio-fio, e a SMAM também teria que ir lá plantar umas árvores. Apenas jogar asfalto ali em cima é simplório, e mesmo com sinalização depois, fica impossível resolver a charada. ou seja, o problema envolve mais secretarias, mas quem leva chibatada é quem projetou.

    • Aldo disse:

      Eu assumo grande parte da responsabilidade, e me orgulho disto, por ter melado a intenção de se fazer estreitas ciclofaixas na Loureiro da Silva nos bordos direitos das pistas, que criariam perigosíssimos conflitos entre ciclistas e veículos motorizados, inclusive ônibus, com previsívies fatalidades
      No meu ponto de vista, o que aconteceu foi que a Prefeitura pretendia fazer um agradinho aos ciclistas depois do terrível massacre do dia 26 de fevereiro. Ela achou que iria ser uma pechincha: apenas tinta, tachões e todas as oito a dez pistas preservadas para os automóveis, que poderiam continuar usando-as como uma free-way.
      Acho que os técnicos da Prefeitura podem ter errado ao criar uma expectativa aos administradores que isto poderia ser feito e seria uma solução razoável, embora não ideal.
      Quando fornecemos argumentos irrefutáveis, com dados reais, de que seria muito mais perigoso implementar aquela solução que simplesmente não fazer nada, a Prefeitura começou a se dar conta que não iria conseguir adoçar a boca dos ciclistas com uma balinha qualquer. Ficou provado que aquela situação viária exigia a construção de uma ciclovia segregada, onde seriam reduzidas as sagradas pistas para automóveis.
      A administração da Prefeitura de Porto Alegre, sem ver uma saída para o brete que haviam se metido, em grande parte por sua própria incompetência e completo desconhecimento das questões técnicas, como ficou demonstrado em diversas manifestações esdrúxulas, só viu uma saída: apontar culpados. E os técnicos são normalmente o alvo preferido nessas situações.

    • Aldo disse:

      Melissa,

      O que aconteceu, Melissa, no episódio da Loureiro da Silva, é que fomos enrolados.

      Os ciclistas demandaram a implantação urgente de ciclofaixas . A Prefeitura então ofereceu a Av. Loureiro da Silva, onde supostamente seria simples e rápido, embora já soubesse que ali era caso para ciclovia e não ciclofaixa. Chegou a se cogitar um tempo de execução de apenas três dias, após concluído o projeto, lembra?

      Ao se analisar o esboço do projeto, ficou claro que uma ciclofaixa naquele local traria um risco muito grande para os ciclistas, e o que se buscava era justamente o oposto.
      Neste momento, a alternativa óbvia seria escolher uma rua ou avenida com menos fluxo de carros e de menor velocidade e implantar nela a ciclofaixa.

      Mas o que se fez então? Nada!

      Aparentemente, o conceito das ciclofaixas, que demandam poucos recursos e utilizam sobras das vias para automóveis, não se enquadra nos objetivos da atual Administração. Esta prioriza o trânsito de automóveis ou obras caras, como um metrô de bilhões de reais que nossos filhos e netos irão pagar. Enquanto isso, obstrui alternativas simples que custariam milhares de vezes menos.

      Se a Prefeitura negar, eu a desafio a fazer já uma ciclovia ou ciclofaixa no futuro traçado do metrô. Mas eu sei que não fará, pois abalaria a credibilidade do mesmo, que circulará a menos de 35 km/h em média, sem contar o tempo de espera nas estações e o de deslocamento das pessoas até elas, que serão bem distantes entre si. Certamente, de bicicleta a 24km/h seria mais rápido que de metrô. E aí, como é que fica, sr. Prefeito?

  5. Aldo disse:

    A implementação de qualquer projeto sempre esbarra em dificuldades, às vezes difíceis ou caras de se resolver. Por causa disto, o resultado prático tende a ser pior que o idealizado.

    Um projeto, por sua vez, deve atingir um determinado objetivo proposto pelo contratante, de forma a atender às suas necessidades, através do usa da técnica e das normas aplicáveis.

    Do ponto de vista dos ciclistas, essa ciclovia tem equívocos óbvios desde a sua concepção, mas também méritos. Ela talvez atenda plenamente anseios dos pedestres, comerciantes, motoristas e até dos políticos que irão utilizá-la como plataforma eleitoral.

    Pode-se dizer, pelo resultado obtido, que os ciclistas tiveram uma influência bem menor que os comerciantes ou empresários de transporte coletivo de ônibus, por exemplo.

    O primeiro grande erro dessa ciclovia é o descuido com a segurança, embora nem alguns ciclistas estejam percebendo.

    A concepção de qualquer ciclovia deve atentar prioritariamente para a questão dos cruzamentos, onde ocorrem a maioria dos acidentes. Portanto, a ciclovia deve ser implementada onde houver o menor número de conflitos, especialmente com veículos automotores.

    Pois ela foi colocada justamente onde há mais conflitos, no caso os especialmente numerosos acessos de automóveis dos estabelecimentos comerciais, quando deveria ter ficado junto ao canteiro central.

    Talvez fosse uma solução mais cara e demorada, mas a solução implementada, além de cara, deixa muito a desejar como estrutura cicloviária. Só se justificaria como solução transitória, e aí deveria ser muito barata e rápida de se implementar, que não foi o caso.

    Eu vejo que a solução é criar uma ciclovia bidirecional junto ao canteiro existente, implementado um segundo canteiro de forma a deixá-la totalmente segregada dos veículos. Com isso, um dos sentidos da via para automóveis deveria ser alargada no espaço hoje ocupado pela ciclovia na calçada, de forma a manter sua largura original.

    Em termos de ocupação de espaço, esta nova solução é equivalente à implementada. Além disso, ela evita o problema bizarro da pavimentação da calçada, que virou um jogo de empurra-empurra entre a Prefeitura e os proprietários de imóveis.

  6. A Nilo Wulff me parece melhor que nada, eu andaria alí, embora ache estranho a mão esquerda junto ao canteiro pelo costume de andar na direita.
    A de Ipanema é boa, ando lá bastante.
    A Diário de Notícias é horrível, não dá para andar.
    A João A. da S. pode ficar boa se for bem pintada e forem feitas as calçadas.

    Esta é minha avaliação mais isenta.

    Também esperar o que de um Estado em que colocar um barco de transporte fluvial para funcionar dá capa de jornal???
    Fica todo mundo abismado com o progresso de se ter um barco para atravessar o Guaíba!!!!

    Abismado é que este projeto tenha sempre sido tão facilmente boicotado.
    Acho que as ciclovias é a mesma coisa, as concessionárias dos ônibus estão por trás.
    A própria Carris é contra as ciclovias, que vão atrapalhar o tráfego dos ônibus e tirar passageiros.

    E os motoristas estão em franca campanha do fino educativo para tirar os ciclistas das ruas.

    Na minha percepção quem os ônibus estão pior que os carros no tráfego contra os ciclistas.

    • Felipe Koch disse:

      Vou concordar contigo Aires, sexta-feira à tarde andei por toda a parte plana da Cristóvão Colombo, para mim um circuito inédito.
      Achei que teria muitos problemas por ser uma avenida de grande fluxo e pista estreita com estacionamento.
      O curioso é que o estacionamento causa um “efeito ciclovia”: como os carros estacionados ocupam 2/3 da faixa, sobra 1/3 para pedalar pois os carros circulantes não cabem no espaço. Com atenção, claro, para não tomar uma “portada”.
      Andando devagar e atento, foi surpreendentemente tranquilo, num horário de tráfego médio (por volta da 16:00).
      Um dos únicos problemas foi com um ônibus, em um trecho sem estacionamento, que, embora tendo 2 pistas para me ultrapassar e distante de qualquer parada, resolveu me tirar um fino em alta velocidade.
      Outro foi de um SUV BMW, mas esperar o que de um idiota que usa um caminhão como veículo de passeio individual em pleno centro da cidade?

      • Aldo disse:

        Há diversas outras avenidas com essa em Porto Alegre, com fluxo médio de veículos e velocidades moderadas, onde se poderiam perfeitamente implantar ciclofaixas nas sobras de largura das faixas de automóveis, por exemplo: Praia da Belas, Getúlio Vargas, José de Alencar, Goethe, Mariante, etc. . Já pensei em listá-las, detalhando as dimensões de cada uma delas com proposta para implantação de ciclovia.

  7. Gustavo disse:

    O Google Street view foi todo mapeado por UM CARRO, QUEIMANDO PETRÓLEO para mapear…

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