Vá a Pé ! ! !

“Ok, ok, pode ser que o automóvel não seja a melhor alternativa, pode ser que seja perigoso, que ponha a vida dos outros em risco, que polua o mar e o nosso ar, que não seja eficiente, seja repetitivo, mas eu não sei ou não gosto de andar de bicicleta e o transporte coletivo é muito ruim”

Vá a pé, 🙂


Para ninguém pensar que o
meu colega e grade tubista
e ciclista Whilton é brabo
como parece na primeira foto:
heheh

Esses dias eu deixei todas as minhas bicicletas em casa e me mandei para o trabalho a pé, caminhando e correndo com os pés descalços. Delícia, cada passo uma sensação diferente. Minha casa, no bairro Petrópolis, dista 8kms de onde eu trabalho e foram 40 minutos divididos em incontáveis momentos assim como toda a vida deveria ser.

Caminhar é um dos grandes prazeres da vida. Se percebemos miles de coisas a mais no mundo quando deixamos de dirigir para pedalar, quando caminhamos percebemos mais outras miles de coisas e caminhar esta ao alcançe de todos.

Como passei pelo centro aproveitei para procurar uma navalha para não depender das giletes descartáveis e testadas na pele de pessoas de outras espécies para garantir que não vai deixar vermelhinha a pele do consumidor. Como cheguei cedo lá passei em várias lojas de cabeleireiros e nada, mas como estava de boa percebi um corredorzinho amarelo que era mais que um corredorzinho no meio de um mundaréu de lojas. Era uma barbearia das super antigas. Entrei, conversei com os senhores e um deles me vendeu uma navalha de verdade, feita na Suíça, super antiga mas boa como nova por 100 reais.
Saí faceiro por demais!

Impressionante quantos são os aspectos em que o tempo passa e a humanidade regride. Animais racionais? Sim, as baleias!!

Na volta passei pela Andradas, muita vida, muita alegria, muita mas muita gente bonita. Estava tudo tão gostoso ali que fiquei muito receoso que a prefeitura libere um dia ela para o trânsito e/ou estacionamento de carros, afinal o comércio, pessoas qualificadas…


Como se tantas pessoas bonitas e felizes não bastassem eu encontro um grupo de artistas mandando ver para alegrar ainda mais o dia:

Segue uma música deles deste dia:

Seguí meu caminho faceiro como sempre e como iria passar perto do Mercado Público aproveitei para comprar alguns alimentos na Banca da Macrobiótica Sauer.

 

Este próximo vídeo também é para ilustrar o pé como meio de transporte e deixar uma pergunta para quem organiza o trânsito: Por que deixar carros passarem por uma rua com trânsito hiper intenso de pedestres?
 

 

Talvez seja pela mesma iniciativa de estimular os pedestres a aprender a dividir o mesmo espaço que as máquinas como tristemente esta acontecendo na Estacionamento Glênio Perez.

 

Segui, como já devem desconfiar, faceiro e aí encontrei uma das piores e premiadas faixas de “vai lá filhão”, faixa de “que deus lhe proteja!”, de “sua vida é importante, bastante importante mas a prioridade é o fluxo e o prazer de dirigir das pessoas que geram empregos”, “insegurança”, “boa sorte”, “etc.” Escrevi para diversos membros da EPTC já a muitos mas muitos meses atrás, já conversei sobre esta e todas faixas diretamente em reuniões na EPTC. Eles ficam chateados, alguns brabos quando reclamamos mas a verdade é que nós ciclistas e pedestres somos vítimas a muito mas muito tempo de diversos tipos de violência por não termos a preferência.

 

Dinheiro para duplicar avenidas aumentando as velocidades momentâneas dos carros, aumentando o fluxo de carros e por consequência aumentando o números de mortos e feridos no trânsito aí tem, para lombadas antes de todas faixas de “seja um bravo herói e com um gesto pare muitos veículos a 60km/h, não esqueça as motocicletas e sempre lembre de proteger as outras pessoas atravessando a faixa junto com você”. Dinheiro para mimar quem se desloca de carro para o centro e pobres, não encontram vagas de estacionamento aí tem, muito dinheiro, suficiente para construir estacionamentos subterrâneos = maior fluxo de automóveis =  mais atropelamentos e + mortes. Dinheiro para lombadas antes de faixas de “reze e peça perdão pelos pecados, estás prestes a passar por um momento decisivo em sua vida” aí não tem.

 

Não é preciso ser um gênio para se dar conta que duplicação de vias para carros e estacionamentos subterrâneos para carros são infrações contra as leis, contra a constituição e contra o bom senso. A preferência é dos pedestres inclusive cadeirantes e depois ciclistas. Construir obras faraônicas para automóveis antes de criar uma excelente estrutura de acessibilidade e para caminhantes e ciclistas é ilegal mesmo que sempre encontrem maneiras de burlar a lei. Jeitinho brasileiro, mas não o bom jeitinho…

Todos que assistiram ao vídeo e que estão lendo estas linhas perceberam que eu sobrevivi atravessar a faixa portanto, como bravo sobrevivente seguem dicas:

– Demostre que você é suicida,

– Faça sinal com o braço e com a perna,

Por último e mais importante que todas dicas possíveis:

– Tenha uma filmadora apontando para os carros.

Faceiro, chego em casa com minhas compras:

Eu, o mais desqualificado possível, nem um chinelo remendado eu tinha nos pés e mesmo assim gastei 46 reais com 4 saquinhos de diferentes tipos sementes de linhaça, um frasco de óleo de linhaça dourada, quinoa para germinar e castanhas do pará.

Almoço de um cidadão desqualificado que nem fogão tem:

 

 

Posso não ser um cidadão qualificado mas eu sou feliz, o que mais importa mesmo?

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32 respostas para Vá a Pé ! ! !

  1. Endereço da lojinha da navalha? Eu quero uma pelo mesmo motivo a semanas…

  2. Btw, boa a idéia da câmera apontando para os carros na hora de atravessar a faixa de matança… Ei de implementar.

  3. Leandro Ferreira disse:

    bah tambem quero o endereço, o motivo é o mesmo ou nao caso eu me mate pela falta de habilidade…

    • Klaus disse:

      Alguns amigos meus me botaram o terror que se alguém me assusta eu ia cortar a jugular

      :O

      Já fiz os pêlos várias vezes com a Navalha e é bem tranquilo pegar a manha, 🙂

      Claro, usando aloe-vera de creme…

    • heltonbiker disse:

      Façam como eu (se quiserem, claro): Deixem a barba crescer livremente!

      Free beards != Free birds

  4. Vinicius disse:

    Nem todo mundo mora no Bom Fim. Vai a pé do Rubem Berta, vai…

    • Klaus disse:

      Vamo certo! Devem ser uns 20kms, tranquilo.

      Quando estava viajando com uma das minhas malucas bikes reclinadas de bamboo no extremo sul do Chile eu vi lá na Carreteira Austral ao muito longe duas pessoas vindo caminhando na minha direção.

      Fomos nos aproximando até que paramos para conversar.

      Era um casal de franceses que estavam vindo caminhando de Ushuaia. Já tinham caminhado 1.200kms divididos em alguns meses. Eles levavam as mochilas em um carrinho preso ao corpo para não ter o peso nas costas.

      Caminhavam entre 40 e 50 kms por dia, todos os dias, carregando barraca, sacos de dormir e mantimentos.

      O corpo humano é feito para fazer muito esforço, para ser forte, para ser muito exigido e retribuir a demanda de esforço. Na atualidade as pessoas são muito sedentárias e se alimentam péssimamente mal mas isso é facilmente reversível, basta querer.

      Se quiseres companhia para este desafio de ir e voltar caminhando a pé e descalço do Rubem Berta eu vou contigo. Se tens que chegar no trabalho às 9 assim como eu saímos às 6 e chegamos com folga, se tens que chegar às 7 aí melhor ir de bike, 😉

      A sensação de superar um desafio é única.

      Grande Abr [ ] ço !! 🙂

      • Camilo disse:

        Quando estive em Bariloche para escalar no inicio do ano conheci uma francesa que estava vindo de bike venezuela e indo para ushuaia, ela me contou de um casal de franceses que conheceu que estava cruzando os andes caminhando! Fiquei impressionado (tanto com ela que estava cruzando a AL sozinha de bike, quando os que estavam fazendo isso caminhando!). Ela me contou que o carrinho era porque um cachorro que acompanhava eles ficou com um problema na pata e não consegui mais andar, aí eles construiram o carrinho para levar o seu companheiro de viajem! Parece história de filme, mas esta aqui a prova: http://3.bp.blogspot.com/_TqfUqInWYGI/TQ38eOnR7PI/AAAAAAAAFUs/MkU9qKbHlEY/s1600/Uyuni+-+Salta+2010+%2528109%2529.JPG
        Se alguém quiser saber mais dessa história, tem um relato bem legal no blog do namorado da Coralie, o Alexis, que acabou virando meu amigo e companheiro de cordadas em algumas agulhas.
        Abraço,
        Camilo

  5. ilka disse:

    dizem que sou louca…por pensar assim…já não sou a única…que encontrou a paz….
    mais louco é quem me diz….

    não há nada parecido com “andar de pés descalços”
    eu amo andar de pés descalços…delícia é molhar os pés depois, com água geladinha da torneira
    🙂

  6. Klaus, não conheço ninguém que pense mais fora da caixa que tu. 😉 Admirável!

  7. juliofiori disse:

    Legal a iniciativa…

    Eu só estou esperando essa ciclovia na Ipiranga ficar pronta para deixar o meu carro em casa…

    Só fiquei com uma dúvida: 8km em 40 min??? A pé???

    abraço

    • Beto Flach disse:

      Haha! É verdade… mas repara o “tamanhozinho” da perna da “criança”: cada passo deve cobrir um tanto de légua! Hahaha! Tchê, Klaus, sou teu fã, velho! Super abraço.

  8. Diego Alves disse:

    Caminhar é incrivel. O que eu acho mais incrivel é a possíbilidade de fazer novos amigos. Você vai longe assim Klaus. A minha avó, costuma ir ao centro (da azenha) caminhando. Isso que ela tem 84 anos.

  9. Klaus disse:

    Valeu Julio! 🙂

    Eu fui correndo e caminhando.

    Correndo a gente vai a uns 12km/h tranquilo (maratonistas correm a 20km/h!!) e caminhando a 7km/h, correndo mais que caminhando da para percorrer 8 quilômetros em bem menos de uma hora.

    Linkes para inspirar a caminhar e correr pela cidade:
    http://noticias.r7.com/sao-paulo/noticias/carroca-e-maratonista-sao-mais-rapidos-que-onibus-em-corredores-de-sp-20100516.html

    http://g1.globo.com/Sites/Especiais/Noticias/0,,MUL1395059-17083,00-MARATONISTA+BRASILEIRO+REPETE+FORREST+GUMP+E+CRUZA+OS+EUA+CORRENDO.html

    Antes de pronta a ciclovia podes ir a pé, é bom demais, 🙂 Não precisa ser descalço, 😀

    Da para acompanhar a Massa Crítica correndo também!

    Abração!!
    🙂

    • heltonbiker disse:

      Andar descalço vs. calçado deve ser como andar de bike vs. de carro: aumenta a consciência a respeito do estado da nossa cidade (= calçadas sujas e esburacadas).

      Nâo sei se eu andaria descalço com tanto lixo, cacos de vidro, cuspes, bitucas de cigarro, pedras, rachaduras, etc.

      Por outro lado, acho que deveria ser possível fazer isso com segurança e higiente, bastaria nossa cidade ser limpa. Menos carros = menos fuligem ajudaria muito também.

      • Camilo disse:

        Tem um calçado agora no mercado que tenta imitar com mais segurança o andar descalço. FiveFingers da vibram. Seria um meio termo entre andar de calçado e a pé. Na publicidade deles tem uma coisa interessante: “ajuda a aumentar a percepção e atenção, já que o usuário tem que cuidar mais onde pisa”. Refletindo: andar a pé ajuda desenvolver os reflexos, a atenção e a percepção, já que tem que cuidar onde se coloca o pé!
        😉

      • Olavo Ludwig disse:

        Camilo, eu já tinha visto fotos desse calçado, mas não sabia para que era, só as fotos já me chamaram a atenção para o conforto que deve ser usá-los. Descalço…hum…eu não consigo mesmo, nem em casa, no máximo de meias, meu leve T.O.C. não permite!

    • Olavo Ludwig disse:

      Acompanhar a massa correndo, gostei da ideia. Dá para revezar bicicleta com alguém que corre mais não tem bici e quer participar da massa! Muito bom!!!!

  10. Klaus disse:

    Ah!

    Grande vantagem de ir caminhando e/ou correndo:

    A gente não precisa parar nunca, vamos costeando os rios e atravessamos quando da uma acalmada ou quando represa.

    O que atrapalha os carros são as sinaleiras.

    O que atrapalha os ciclistas são os estacionamentos/engarrafamentos de carros.

    A pé é mais simples.

    🙂

  11. Luiz Porcher disse:

    cuidado com a leptospirose. tem bastante rato em porto alegre
    e claro, com cacos de vidro também.
    eu adoro andar de pé no chão, mas em poa nao me arrisco
    numa cidadezinha do interior, limpa, eu pilharia com certeza 🙂

  12. Marcelo Sgarbossa disse:

    Klaus, salva nós!

  13. Jeferson disse:

    Sacanagem. O sujeito fala que tem que sair do Rubem Berta, que é longe pra burro. Ok. Daí vem outro e retruca que na França encontrou não sei quem blá blá blá. Vem outro e diz que em Bariloche viu um cachorrinho não sei o que lá. Eita Brasil! França e Bariloche pra “civilizar” o Rubem Berta! Gente, Rubem Berta é lá no fim do mundo. Dependendo de onde o cara mora lá dentro, vai levar uma vida pra sair a pé. Vocês vão me desculpar, mas faltou um pouco humanidade, humildade e compreensão nos dois comentários.

    • Marcelo Tskin disse:

      Quem tem grana para pagar R$100 por uma navalha pra fazer a barba, é outra história. A maior parte dos trabalhadores tem que usar as lâminas testadas nas outras espécies mesmo. Ou o que o blogueiro propõe? Que apenas a elite tenha acesso às navalhas, para que as outras espécies não sejam utilizadas como cobaias?
      Aiai, como é bom ser burguês, não é mesmo? A gente pode até se preocupar com o sofrimento de outras espécies. Já os trabalhadores precisam se preocupar com as contas no final do mês, e comprar lâminas descartáveis baratinhas… Senão o jeito é ficar barbudo mesmo.
      E quem mora no Rubem Berta não tem como chegar no trabalho no centro todo suado ou com a roupa amarrotada depois de vir de casa pedalando. Sabe como é, trabalho não é gandaia, não. A gente pode chegar na facul todo o dia atrasado, o professor não liga. Mas se chegar ao trabalho atrasado e sujo, vai pra rua. Além disso, o ônibus, para a maior parte dos trabalhadores (quem ganha 1 ou 2 salários) tem um custo muito baixo.
      “Ah, mas na Holanda 93585% das pessoas vão para o trabalho de bike”. Ok, na Holanda tem quem more a 30km do local de trabalho?

      • ilka sant'anna disse:

        Sabe Marcelo, fiquei pensando no teu comentário, pensando se deveria escrever.
        Leia com calma, respirando pausadamente…que os resultados poderão ser muito bons.
        Buenas, estou aqui. Prá te dizer que: sim, a maior parte das pessoas tem que usar lâminas com tecnologias testadas em animais, mas essa grande maioria não sabe disso, não sabem que são testadas em animais e que isso é muito cruel.
        Essa grande maioria também não tem dinheiro para investir R$100,00 em uma navalha, talvez também não tenha tempo para fazer o cálculo de quantas lâminas ela precisaria comprar para se manter barbeada durante um ano e que a navalha sairia mais barato em vários sentidos ambientais da palavra. Mas as pessoas não são obrigadas a pensar todas da mesma forma e isso é incrível. Logo, ninguém tá obrigando ninguém a usar navalhas.
        Sobre chegar suado ao trabalho. A empresa em que eu trabalho tem chuveiros para os funcionários, logo, posso estar bem apresentável para trabalhar, me deslocando da maneira que for, à pé, de bici, de ônibus, de carro e etc. Mas eu, só lavo o rosto e as mãos, e me refresco com um ventilador. Podes pensar que foi sorte, ou escolha.Além do mais…a diversidade é uma coisa linda e plena, alguns moram perto do trabalho, outros longe, mas a questão é repensar certas atitudes, viver melhor, seja rico ou pobre, seja quem for, o mundo abraça a todos e penso que devemos retribuir esse abraço da melhor maneira possível…e…é possível…conversado, divulgado…pensado, vivenciado. Muitas vezes somos condicionados a viver de uma maneira sem pensar que poderíamos viver de outra. Para cada situação uma adaptação.
        Ah e não esquecendo, em qual grupo tu te identifica? Burguês ou trabalhador? Ah, falando em história. Os burgueses eram trabalhadores tá. PARA CADA SITUAÇÃO UMA ADAPTAÇÃO! Um abraço com carinho de trabalhadora que teve a oportunidade de escolher. 🙂

  14. Klaus disse:

    Oi Jeferson, 🙂

    Quando tiver tempo vou ir sozinho até o Rubem Berta e de lá até o meu trabalho onde começo às 9hrs e de volta para a minha casa caminhando a pé descalço e depois escrevo um artigo.

    A pé realmente é uma pernada, tranquila de fazer mas se a gente tem tempo, no dia-a-dia de lá até o centro o ideal é ir de bike em todos aspectos inclusive no tempo de deslocamento que será de infinitos momentos interessantes e inspiradores e em menos minutos que em outros modais.

    A idéia não é sacanear, absolutamente pelo contrário, 🙂 É mostrar que o impensável é possível e pode ser ótimo, tranquilo, diferente, interessante, pior ou melhor.

    Abraço, 🙂

  15. Marcelo Tskin disse:

    Pedestre é quem mais sofre com o trânsito. Sofre principalmente com os carros, ônibus, motocicletas e… bicicletas! Sim, conheço vários amigos que foram atropelados por bikes que vinham na contramão das vias, ou passaram o sinal aberto para os pedestres. Mas, sabe como é, né… os bikers são iluminados, anjos que só pensam no bem comum. E depois que aquele maluco desgraçado atropelou o pessoal do Massa Crítica, não podemos fazer crítica alguma aos bikers.

    • ilka sant'anna disse:

      O pedestre…é pessoa…que vive, quem vive pode sofrer…quem sofre pode interferir e…
      Cadeirantes, mal e mal têm rampas…e quando elas existem, estão lá no cantinho do prédio…na periferia…mas el@s @s cadeirantes continuam lá…lutando por seu respeito…
      Idosos também são pessoas…e mesmo assim, quem os vê?…você?
      Poderíamos ficar chorando e sofrendo…quem vai nos defender?

      Dentro do meu pequeno conhecimento, penso…quem mais sofre com o trânsito são os seres vivos bioindicadores da qualidade do ambiente…estes sim sofrem mas também evoluem, e eles diferentemente de nós, conseguem de maneiras surpreendentes, se adaptarem verdadeiramente.
      A Massa Crítica é Crítica. Experimente participar e verá.

      E…às vezes as pessoas erram e podem fazer coisas ruins…mas essa marca de ruim não precisa ficar por toda a existência…
      espero que teus amigos que foram atropelados por bikers não pensem que tod@s bicicletistas erram sempre, pois assim como el@s..tod@s temos falhas…
      um abraço sobre duas rodas 🙂

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