Ciclistas correm risco na Av. Padre Cacique

Mesmo depois de três reuniões com representantes do Poder Público Municipal, os ciclistas de Porto Alegre ainda correm um grande risco na curva do antigo Estaleiro Só (Avenida Padre Cacique).

Em boa parte do trecho, que liga as “supostas ciclovias” da Edivaldo Pereira Paiva com a da Diário de Notícias, além dos carros trafegarem sempre em altíssima velocidade, não existe qualquer sinalização indicando o constante trânsito de bicicletas em ambos os sentidos.

Os pedestres também sofrem com a ausência de calçamento adequado, tendo muitas vezes de caminhar em cima da própria pista de rolamento ou dividir um estreito espaço com as bicicletas.

Vale lembrar que, atendendo uma solicitação dos próprios ciclistas, a EPTC assumiu o compromisso de emergencialmente instalar placas alertando os motoristas para o trânsito de bicicletas naquele local e também na Avenida Sertório. Infelizmente, só uma pequena parcela das cinquenta placas prometidas foram instaladas na Avenida Ipiranga.

No último encontro, os gestores públicos informaram que as placas faltantes não haviam sido instaladas em função do mau tempo. De lá para cá, já se vão mais de trinta dias com longos períodos de clima seco.

Cinquenta placas já deveriam ter sido instaladas na Av. Ipiranga, Sertório e na Padre Cacique.

Fonte: Poabikers

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40 respostas para Ciclistas correm risco na Av. Padre Cacique

  1. airesbecker disse:

    Temos que conseguir uma nova reunião com os secretários ou mesmo uma audiência com o prefeito.
    Este prefeito não tem consciência do risco que causa para uma parcela da população.
    Vejam nestas duas fotos que uma ciclovia pode ser feita de maneiro temporária ou provisória.
    E não precisa ser nada de caro ou complicado, pode ser simples garantir um espaço para o ciclismo, não é nenhum bicho de sete cabeças.

    • Aldo disse:

      A primeira foto mostra uma ciclofaixa na Holanda em um espaço menor que o que há na Av. Getúlio Vargas. Eu tenho defendido há meses fazer uma ciclofaixa lá, à esquerda dos carros estacionados, mas a EPTC decretou que não há espaço. Mas, na José de Alencar, que tem apenas meio metro a mais de largura, tem espaço para demarcar até outra faixa para automóveis. Estão nos tratando como idiotas!

    • Camilo disse:

      Essa primeira foto parace com o espaço que se tem em um trecho da Lima e Silva… Igualzinho para quem pedala pela esquerda

  2. airesbecker disse:

    Em vários locais de Porto Alegre há espaço disponível para colocação de ciclofaixa.
    Outro dia estava passando pela Assis Brasil depois do terminal triangulo e tem espaço para ciclofaixa de1,5m.
    Se o prefeito pensa que uma ciclovia isolada vai contar como plataforma política para o ano que vem ele está enganado.
    Do jeito que está é mais provável ele receber um bom protesto por algum lamentável incidente no ano da eleição.
    Vamos tentar uma audiência estou louco para dizer algumas verdades.

    • Aldo disse:

      Estou pensando em redigir critérios para analisar se ha espaço para repintar as faixas de automóveis de forma a criar espaço para uma ciclofaixa.

      Em princípio, as faixas para automóveis necessitam em média 3m (um pouco menos para automóveis e um pouco mais para ônibus e caminhões grandes). Um ciclofaixa unidirecional junto ao meio-fio necessita no mínimo 2m (ou 1,5m se for afastada do meio-fio. Com base nestes critérios, tenho observado que há espaço na maior parte das avenidas para implantar ciclofaixas unidirecionais em Porto Alegre.

      Talvez devêssemos listá-las, mostrando a situação atual (as medidas podem ser feitas pelo Google Earth) e a situação proposta de cada uma delas.

      Por exemplo: A Av. Getúlio Vargas atualmente tem uma faixa de 2,2m para estacionamento e uma de 4,3m para veículos automotores. A minha proposta é fazer uma faixa de 2m para estacionamento, uma de 1,5m para bicicletas e uma de 3m para veículos automotores.

      Essa lista nos forneceria argumentos para exigirmos uma implantação acelerada de ciclofaixas, de forma que a Prefeitura de Porto Alegre recuperasse o atraso do cronograma do Plano Cicloviário.

  3. heltonbiker disse:

    Quanto às proximidades do Iberê Camargo, e conforme mostrado na foto deste post, algum COMPLETO IMBECIL teve a genial idéia de colocar aqueles paralelepípedos descontínuos, extremamente pontiagudos, que parecem gritar a todo instante: “Ciclista, caia de cabeça aqui!”

    E eu sigo gritando internamente: “Por que, meu Deus, POR QUÊ?!?!?!?!?”

  4. Jeferson disse:

    O próprio museu foi planejado pra quem vai de carro. Não tem calçada pra sair nem pra chegar por nenhum lado. A parada de ônibus mais próxima, na volta para o Centro, fica longe. A parada para chegar também fica distante (embora não propriamente longe). O símbolo do museu é uma das meninas de bicicleta pintadas pelo Iberê, mas não há local para deixar bicicletas. A entrada do museu, igualmente, foi planejada para carros. Quem entra a pé ou de bicicleta fica se perguntando por onde pode ir.

    • sara disse:

      Na verdade tem um bicicletário escondido lá nos fundos, pelo menos quando eu fui a um tempo atras tinha. Mas a acessibilidade é uma palhaçada. Aliás, do outro lado da rua é uma palhaçada, e agora com aqueles blocos de concreto com um cano no meio que eu não entendi pra que servem… E o poste, o que dizer do poste??? ali o melhor é ir pela rua e tomar uma faixa inteira.

  5. Eduardo disse:

    Absurdo são “ciclistas” que trafegam pelo asfalto nesse trecho (na curva do antigo Estaleiro Só e Iberê) na CONTRA-MÃO (Zona Sul em direção ao Centro). Bicicleta em velocidade acima de 10km/h não deveria circular em locais onde existem pedestres, logo, Zona Sul para o Centro, deveria ser pela Av. Pinheiro Borda enquanto não existe ciclovia nesse trecho (na curva do antigo Estaleiro Só e Iberê). Particularmente, acho bem confortável pedalar na Diário de Notícias em ambos os lados da avenida, com a ampliação da via, “sobra” espaço para ciclista junto ao “cordão da calçada”.

    • Aldo disse:

      Revoltante é ver QUATRO faixas ociosas para automóveis (não há congestionamentos naquele trecho), mas NENHUM espaço para bicicletas ou pedestres. Para “curtir” Porto Alegre, o cidadão deve ir de carro, parece querer a Prefeitura. As indústrias do automóvel e petróleo ficam agradecidas.

  6. lobodopampa disse:

    De fato é uma burrice pedalar na contra-mão naquele trecho de alta velocidade. Muitos ciclistas não têm mesmo as noções mais básicas de legislação e ciclismo veicular, e fazem muitas coisas que os põe em risco, achando que estão se protegendo.

    Por outro lado, não vejo nada de mais os ciclistas “se virarem” como podem trafegando pela “calçada” na curva do Estaleiro; compartilhando o infortúnio com os pedestres, por assim dizer, e certamente em baixíssima velocidade (outra coisa não é possível).

    A reclamação quanto à sinalização procede, houve promessa e ainda não foi cumprida à risca.

    O museu é acessável por bicicleta, com alguma dificuldade; mas evidentemente isso não foi priorizado, nem sequer previsto. É uma pena.

    As reuniões – aquelas com a equipe técnica ao menos – foram interrompidas porque as relações estão estremecidas.

  7. sara disse:

    vamos fazer uma pressão pra voltar a ter as reuniões?
    fazer um e-mail padrão, com as demandas, e todo mundo mandar pro prefeito, capellari, busatto, o que acham?
    vou tentar organizar isso, se quiserm coloque alguns tópicos aqui, resumidos por favor.

    • lobodopampa disse:

      oi Sara

      pode ser que dê certo;
      porém não esqueçamos que foi por causa da “pressão” –
      pressão mal-feita, de forma inadequada, que se produziu
      o atual distanciamento entre EPTC e ciclistas.

      Até então havia um bom diálogo, onde inclusive era possível
      debater as (grandes) diferenças de opinião/concepção
      e tentar encontrar soluções e colaborar juntos para construir uma cidade melhor.

  8. Pedro Ayres disse:

    Enquanto não vem alguma providência, ocupem a faixa inteira. Melhora bastante a vida. Experiência própria. Motorista pode ficar brabo, esbravejar, mas não vai passar por cima e não vai ter chance de tirar fina, vai ter que trocar de faixa.

    Boas pedaladas, abraço.

    • Melissa disse:

      É verdade, ocupar a faixa inteira é uma garantia a mais de segurança. Quem não pedala não acredita, mas o fato é que vão trocar de faixa pra ultrapassar, o que é o certo. Se o ciclista fica quase colado no cordão, o motorista acha que não tem problema passar raspando por ele, na mesma faixa. Recomendo muito.

      Aliás, sinto que a EPTC está nos ignorando. Temos que ir lá pessoalmente em grupo, vamos combinar na lista.

    • airesbecker disse:

      Este negócio de pedalar na faixa inteira é bem relativo também.
      Em faixas rápidas não acho seguro.
      Em faixas lentas sim é possível.
      São dois os contra-tempos de se usar a faixa inteira:
      Em faixas lentas, alguns carros acham que estão lentos pela presença do ciclista e ficam tentando ultrapassar compulsivamente, ou reclamam da presença do ciclista, em alguns casos de forma grosseira, mas isto é uma questão de educação, ao menos quando não agridem jogando coisas ou atingindo de propósito.
      Porém em vias rápidas em algumas situações é bastante arriscado, por exemplo, contra o sol algum motorista rápido pode não ver o ciclista, ou alguem que saia para uma ultrapassagem perigosa de um veículo maior pela direita pode atigir sem tempo de reação ao ciclista.
      Conheço um caso concreto, em que o motorista ia atrás de um furgão com a visão encoberta, com a presença do ciclista na faixa de rodagem o furgão se deslocou para a faixa da esquerda para passar o ciclista, mas o veículo que ia atrás do furgão não enchergava o ciclista e seguiu em velocidade pela mesma faixa colidindo com o ciclista.
      Portanto em faixa rápidas usem o acostamento.
      Por estas razões a minha postura é que para o ciclismo seguro é necessário estrutura adequada e isto é obrigação do governo, pois não é uma questão de tráfego mas sim de segurança pública pois envolve a integridade pessoal.

  9. Aldo disse:

    O Prefeito tomou conhecimento da situação que os ciclistas estão enfrentando através de um comentário que um cidadão postou no blog do Fortunati em julho deste ano:
    http://fortunati.com.br/316/#comment-40

    O Prefeito Fortunati respondeu ao cidadão que ele terá que esperar até as obras ficarem concluídas, pois não seria possível recuperar aquele trecho agora. Ou seja, ele implicitamente sugere que o cidadão escolha outro meio de transporte que não a bicicleta. Para mim isso se chama no mínimo falta de respeito. E olhem que ele se intitula “amigo dos ciclistas” no início do post (e nem placas de ciclistas a Prefeitura coloca, e ainda dão a esfarrapada desculpa do tempo). Leiam com seus próprios olhos:

    Fortunati disse:
    11 de julho de 2011 às 14:55
    Prezado José Antônio,

    Obrigado pelo contato. Pode ter certeza de que estamos atentos. Fique tranquilo que ao final da obra serão feitas as correções necessárias. Nesse momento, os trabalhos ainda não foram concluídos e os trechos da ciclovia só poderão ser recuperados após as intervenções estarem finalizadas.
    Um grande abraço!

  10. Olavo Ludwig disse:

    A EPTC está nos ignorando, pois agora já saiu na grande mídia a grande obra da ciclovia da Ipiranga, com o prefeito e sua equipe pedalando em parceria com os ciclistas de Porto Alegre, todo o cidadão da cidade sabe que o Fortunati adora bicicletas e tem feito de tudo para melhorar a vida dos ciclistas. Excelente jogada política não é? Fomos usados e enrolados por meses.
    Não acredito que tenha sido aquela pressão sobre a ciclofaixa na Loureiro que tenha quebrado alguma relação com a EPTC, pode ter sido uma desculpa para a EPTC se mostrar como sempre foi de fato: “Não estamos nem ai para melhorar a cidade realmente, temos é que fazer o jogo político para a próxima eleição”. Pra mim é isto, mesmo que alguns funcionários da própria eptc achem que não, pois também foram usados.
    Para que ficar agora respondendo e-mails com cobranças de meia dúzia de ciclistas, sobre os assuntos falados nas reuniões, se “grandes ciclovias” estão sendo construídas em Porto Alegre, e já foi dito que a partir do ano que vem se aplicará os 20% das multas conforme a lei?

    • lobodopampa disse:

      É uma especulação razoável.

      Em que isso nos ajuda?

      • Aldo disse:

        Eu concordo com a teoria conspiratória do Olavo. Também acredito que as ciclofaixas saíram da pauta da Prefeitura por não atenderem aos seus objetivos políticos: Como justificariam ciclovias caras, e que permitem negócios com grandes grupos econômicos, se um pouco de tinta pode dar resultados semelhantes e até melhores? Este é um obstáculo na implementação de infraestrutura cicloviária que existe em praticamente qualquer lugar do mundo. Não é à toa que está se disseminando o conceito de ciclovia cidadã, cujo principal objetivo, a meu ver, é denunciar a politicagem na construção de ciclovias.

        Acho ingenuidade pensar que a EPTC deixou as ciclofaixas de lado por conta de algum melindre. Mas devemos testar esta minha teoria indo à EPTC cobrar o compromisso que assumiram de construir ciclofaixas ainda neste ano. E acho bom termos propostas de vias em que podem ser implantadas. E não vamos esquecer, é claro, de cobrar a ciclovia da Av. Loureiro da Silva, que já estaria sendo estudada pela EPTC,

        Outra ideia que me ocorreu foi a de demarcarmos pequenos trechos de ciclofaixas com objetivos cenográficos, registrando em vídeo e fotografias. O objetivo seria mostrar que as ciclofaixas podem ser feitas de forma simples e barata, se forem utilizadas partes das ruas e avenidas que estão sendo desperdiçadas devido à largura excessiva das faixas para automóveis. Mas defendo que seja feito dentro dos limites legais, com autorização da EPTC e utilizando algum produto que saia facilmente com água, como giz, por exemplo, ou faixas coloridas de papel ou plástico que seriam colocadas provisoriamente sobre o asfalto.

        Aproveito para denunciar a aberração de se construir uma ciclovia sobre um dos taludes da Av. Ipiranga enquanto se preservam estacionamentos para automóveis, não apenas em um, mas em ambos os sentidos da Avenida e no mesmo trecho da ciclovia. Irão até derrubar árvores para manter vagas de estacionamento na via pública. É ultrajante!

      • Olavo Ludwig disse:

        Talvez nos ajude a não cair na mesma conversa outra vez.
        Seria interessante se nos ajudasse na mobilização de mais ciclistas e não ciclistas na cobrança e pressão constante.
        E se isso não ajudar agora, que tenha consequência na próxima eleição. Pois a coisa ficando do jeito que está, eu farei questão de fazer campanha contra o Fortunati.

  11. umeboshi1.@wordpress.com disse:

    Concordo plenamente com a visão do Olavo, e ainda acrescento que o importante hoje para eles é o projeto do Metrô em Porto Alegre. E que se vocês virem os esboços do projeto, como eu vi num seminário recentemente na PUC onde aparecem sempre bicicletas estacionadas nas futuras estações. Dá até impressão que eles querem mostrar que acompanham o desenvolvimento dos transportes mais evoluídos, como no caso do Metrô.

  12. Bom, obrigado pelo post Olavo, lembro que pedi desesperadamente ao Secretario Capellari a instalação pelo menos das placas e eles falaram que fariam. Falei isto bem na hora que eles estavam fazendo a apologia de todo o que eles tem feito pelos ciclista na reunião do mês de julho.Todos os dias este e o meu percurso indo e vindo do trabalho. Indo por cima da calçada porque de outra forma seria contramão e retornando também por cima da calçada fazendo mil equilíbrios porque os burocratas ainda não tiveram tempo de colocar as placas prometidas. Sinceramente esta Prefeitura tem um perfil muito estranho, todo é enrolação. Ainda como podem ver nas fotos o pessoal do Porto Alegre em cena, faz questão de colocar estes tijolões para segurar as bandeirolas de propaganda, bem no meio do caminho dos ciclistas. Já liguei para reclamar, só que não dão bola, eles acham que tem que colocar neste lugar, faz 3 anos que fazem desta forma. O ano passado foram destruídas numa noite todas as bandeirolas nem sei por quem e realmente nunca dei apoio a depredadores mas neste caso achei bem legal. E toda uma imensa falta de consideração, veja como está a própria “ciclocoisa” da Diário de Notícias. Estão nos fazendo a vida insuportável, mas certamente na eleição cada um de nos tem que responder como eles merecem e o próximo prefeito/a de Porto Alegre, tem que ter algum comprometimento com a causa dos ciclistas e para isto precisamos estar organizados. Todos os dias quando uso esta avenida para ir e vir do trabalho, junto muita raiva desta situação e hoje fico extremamente sensibilizado quando um amigo, cicloativista, que nem mora nesta região, formula esta reclamação. Saúde José Antonio Reimunde Martinez

    • Olavo Ludwig disse:

      Martinez, os elogios da postagem devem ser direcionados ao Pablo que foi quem escreveu lá no site do Poabikers, eu só copiei e colei aqui, pois achei importante. A fonte tá citada no final da postagem.

  13. airesbecker disse:

    Acho que cabe um último contato com a atual adminstração para perguntar se é só isto que eles tem para oferecer.
    Acho que ainda cabe uma última chance para que nos ofereçam uma agenda razoável.

    Ano que vem tem eleição para a prefeitura.
    A maioria dos secretários já está planejando a saída para se candidatar.
    Acho que devemos nos antecipar a este cenário e contatar alguns futuros candidatos e políticos.
    Devemos especular e nos comunicar com os veradores e deputados.
    Vamos colocar em uma carta resumo de nossos problemas e a negligência da prefeitura com a nossa questão.

    DEVEMOS REALÇAR QUE A NOSSA QUESTÃO NÃO É UMA SIMPLES QUESTÃO DE TRÂNSITO, MAS SIM UM PROBLEMA DE SEGURANÇA E DE INTEGRIDADE FÍSICA, UMA OBRIGAÇÃO DO GOVERNO QUE É NEGLIGENCIADA PELA ATUAL PREFEITURA.

    Vamos ver quem é candidato e quem responde, vamos ver quem nos recebe e quem quer contar com nosso apoio, recebendo a nossa informação para a campanha política e assumindo compromisso.

    Vamos ver qual candidato é mais favorável ao ciclismo e trabalhar municiando com vídeos e informações.

    Não tem nenhum ciclista disponível a concorrer a vereador????!!!!

    • Olavo Ludwig disse:

      Aires, tem um ciclista que já concorreu, não se elegeu e ao que tudo indica vai concorrer novamente, e desde 2008 voto nele, é o Marcelo Sgarbossa. A maioria do pessoal que anda por aqui acho que já conhece ele, e quem conhece ele a mais tempo (eu conheço desde 2008) sabe que ele é uma pessoa fantástica e não um oportunista como alguns podem pensar.
      Em 2008 teve um outro candidato que chegou a ir num passeio noturno pedalar, teve apoio forte de ciclistas influentes e que hoje se arrependem, pois o cara era um oportunista sendo hoje um secretário do Fortunati e quem nunca mais falou em bicicleta.
      Eu desde já tô apoiando o Marcelo Sgarbossa pois confio nele.

  14. lobodopampa disse:

    Respeito a “teoria conspiratória” (sic), embora não concorde nem discorde – vejo como especulação.

    Apenas observo que não faz sentido acreditar nessa teoria e AO MESMO TEMPO querer sentar, conversar, trabalhar junto com os técnicos da EPTC. Malhar a EPTC a torto e a direito, às vezes de forma inadequada, e depois se surpreender e se espantar que alguma solicitação de reunião não é atendida prontamente.

    Ou você trabalha junto, debate as diferenças, negocia, reclama, etc, mas tudo dentro de uma perspectiva “estamos no mesmo barco”,

    OU

    você fica mais numas de olhar de fora, cobrar, denunciar (se for o caso), espera resultados, mas não espera (nem quer) diálogo. Neste caso, “você” é o patrão “deles”, o cidadão que paga impostos e quer resultados – não reuniões.

    Me parece que há uma certa confusão/mistura de duas atitudes que não são compatíveis simultaneamente.

    • airesbecker disse:

      É que naturalmente há divergência de opiniões e atitudes, isto aqui é só um blog, não pode ser mais coordenado do que é, cada um tem a sua postura e isto é democrático.
      E assim a EPTC tem que entender, que está tratando com o público e não com uma manada de seguidores fiéis.
      E acho que isto pode ser interessante para eles pois só assim podem avaliar a real percepção e o impacto das políticas públicas.

    • Aldo disse:

      Eu diria que devemos sempre procurar tratar os outros com respeito, seja “trabalhando junto” ou fazendo críticas, inclusive contundentes ou até carregadas de indignação e raiva.

      Por outro lado, quem exerce uma função pública e é eventualmente ofendido (não estou me referindo a ser criticado) por alguém, não pode generalizar e reagir contra outras pessoas, como é comum acontecer. Em especial, devem ser evitadas, por todos, rotulações com a intenção de menosprezar, mesmo com termos não propriamente agressivos, como: “ciclistas”, “ativistas”, “políticos”, etc.

  15. Camilo disse:

    Se eles colocassem as placas com a mesma rapidez com que arrancaram as feitas por ativistas ciclistas para informar que há ciclistas na rua…

  16. Gente, bom dia, quando li a opinião do Eduardo fiquei estarrecido ele acredita que:
    “… tem que andar de “bici” pela Diário de Notícias em ambos lados da via junto ao “cordão da Calçada” ….ir pela Pinheiro Borda quem vá para o Centro”.
    Eu nem acredito que li isto.
    Na Diário de Notícias constitui infração ao Código Brasileiro de Trânsito circular pela calçada, porque esta via tem “ciclovia”.
    Na Pinheiro Borda circular de bicicleta é suicídio já o fiz e após quase três acidentes graves desisti.
    Ir “junto ao cordão da calçada”, que viagem é esta?
    Eduardo, por favor pela tua segurança, da uma olhada no teu jeito de dirigir bicicleta, por favor já que falamos nele, chama o Marcelo Sgarbossa que é um “bicianjo” e ele terá o maior prazer de te ajudar para poderes entender o perigo imenso desta tua proposta.
    Nunca esquece que esta é uma via que pela ausência da EPTC desde a sua instalação tem um trânsito, que se movimenta a mais de 100 km/h. Hoje a EPTC como não educou nem coibiu os desvios de conduta dos motoristas, desde a implantação, colocando pardais, está lá multando e ganhando dinheiro prática habitual desde a criação desta EMPRESA.
    Compartilho este trecho de calçada com os pedestres, que une a “ciclo-coisa” da Diário de Notícias com a “ciclo-coisa” da Edivaldo Pereira Paiva, faz muitos anos e só uma vez fui atacado pelas costas, faz quatro anos atrás, por um “corredor de rua”, que me derrubou já que se achou no direito de me dar uma punição exemplar, por usar a via pública para circular de bicicleta.
    Me machucou bastante, fui no IML, fiz “corpo de delito” registrei queixa na Polícia Civil e na Brigada Militar já que um brigadiano presenciou o que aconteceu a uma distância de 50 metros e correu o agressor sem sucesso.
    O fato aconteceu exatamente após eu passar pelo poste que está “dês-inteligentemente” encravado no meio da faixa de pedestres e ciclistas deixando 0,30 m. para circular de cada lado do poste. Aos lados dele ficam, um “peral” para bicicletas de 3 metros de altura e do outro um salto de 0,20 m para cair de cabeça na rua.
    Salvo este caso nunca tive algum evento e sempre tive uma viagem agradável.
    Faço este trajeto em todos os dias úteis do ano, exceto quando chove, todos os meses do ano, quatro vezes por dia.
    O Código Brasileiro de Trânsito prevê sim que pode ser usada a calçada quando não existe forma do ciclista transitar pela rua. Logicamente não faço o trajeto em alta velocidade nunca, não sou desportista sou um cidadão que usa a bicicleta como modal de transporte.
    Da nossa crítica à EPTC, concordo com as manifestações que falam da nossa dualidade de critérios, no trato com eles, mas eu pergunto quando na nossa empresa não atendemos de acordo o cliente ele não fica bravo e volta para reclamar quantas vezes ele acha que tem que voltar? Esta é a nossa relação com a EPTC somos clientes deles e teremos que voltar lá, tantas vezes como acharmos necessárias para que eles cumpram às nossas solicitações.
    Novamente informo que solicitei autorização à EPTC para pintar horizontalmente bicicletas na faixa de trânsito, para os motoristas lembrarem que a rua é compartilhada e até hoje não tive resposta alguma. Sei que ninguém gosta de que “alguém” nos represente mas acredito que se não fizermos assim na área política estaremos acabados como movimento, não adianta nada todo o caminho que tivemos até agora e não nos organizar com representação importante no âmbito legal e até político, não falo nos aspectos políticos partidários mas nos aspectos políticos formais de ação. Saúde José Antonio Reimunde Martinez

    • lobodopampa disse:

      Excetuando a parte sobre as vias que no entender dele são “suicídio” (o que é flagrante exagero, pois eu e toda a torcida do Flamengo passamos na Pinheiro Borda, Wenceslau, Diário, Padre Cacique etc, e ainda não nos suicidamos, nem estamos tentando) – concordo com tudo que o Martinez disse. Especialmente sobre se organizar melhor.

      Eu tenho dificuldade de entender essa paranóia contra associações mais formalizadas.

      Nenhuma associação tem a obrigação de representar a ninguém que não seus associados. Se surgir uma associação que, por uma razão outra, eu vier a perceber que não está me representando como eu gostaria, bem, é simples (mas dá trabalho), tem 2 opções:

      1) vou lá e tento influenciar democraticamente as decisões dessa associação; isso só é possível se eu for sócio e me interessar pelos rumos da organização, dá trabalho portanto;

      2) se eu vejo que não há como, vou “procurar minha turma”, e criar outra associação, e parender com os erros (ou não) da primeira. Variedade é bom.

      Todas as 2 opções são muito melhores do que o temos atualmente (que é uma espécie de balaio de gatos muito bem intencionados).

      Dêem uma olhada no blog bikeportland.org

      Na barra de links tem uma infinidade de coisas ciclo-a-ver, como bicicletarias, eventos, fabricantes locais etc etc. Bem lá embaixo tem a categoria Organizações/Clubes. Eu contei mais de 40.

      QUARENTA.

      Portland tem menos de 600 mil habitantes e é considerada a cidade pró-bicicleta modelo nos EUA.

      Menciono muito os EUA, não porque seka pró-americano (antes o contrário), é que infelizmente nessas questões de mobilidade, bicicleta etc, temos mais pontos em comum com eles do que com os europeus, e me parece que eles estão à nossa frente na busca de soluções (por mais que me doa reconhecer isso).

    • Eduardo disse:

      “junto ao cordão da calçada” = faixa da direita, 0,5m do cordão.
      Pedalar em calçadas oferece risco ou, no mínimo, tensão aos pedestres. Se n for em velocidade baixíssima, similar a dos pedestres, por favor, pedale na rua/avenida/rodovia, etc…
      “Na Pinheiro Borda circular de bicicleta é suicídio já o fiz e após quase três acidentes graves desisti.” “Quase acidente” que viagem é esta? Se tu tem medo de sofrer acidentes nas avenidas sendo ultrapassado por carros em alta velocidade, os pedestres tb sofrem isso com ciclistas nas calçadas. Mtos sofrem e inclusive um (que n concordo com a agressão) reagiu ao teu abuso. Respeite o pedestre, por favor.

      • airesbecker disse:

        Bicicletas em calçadas podem oferecer transtorno a pedestres, mas dificilmente causam acidentes e nunca causam óbitos.
        Entre correr risco de vida e causar transtorno a pedestres fico com a segunda opção.
        Não que eu seja a favor disto, mas dos males o menor.
        Tanto que estou aqui defendendo infraestrutura adequada para o ciclismo.

  17. Eduardo ,muita calma nestas horas, tu não mereces a minha resposta . Saúde José Antonio Reimunde Martinez

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