Mapa da Ciclovia da Ipiranga

 

Essa imagem ao lado especifica as alterações do lado do talude da futura Ciclovia da Ipiranga. Quatro sinaleiras para ciclistas serão implementadas, e em dois cruzamentos será proibida a conversão à esquerda dos automóveis.

Apesar de nessa ilustração parecer que vai ficar um belo zigue-zague, até que não vai ficar assim, com exceção do trecho da Azenha e Santana (que tem estruturas tombadas, árvores e postes gigantes). Vejam nesse mapa, que dá pra ter uma noção melhor: [link]

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21 respostas para Mapa da Ciclovia da Ipiranga

  1. airesbecker disse:

    Tomara que seja bem feita!!
    Vamos ficar atentos!

  2. Quero ver um asfaltinho liso feito um tapete, senão vou continuar pedalando pela pista da direita.

  3. Leandro Ferreira disse:

    como sempre gostaria de compartilhar e nao sabia onde colocar http://www.youtube.com/watch?v=Pn6ie1zCkZU

  4. Melissa disse:

    Esse final de semana passei pelos taludes, onde será construída a primeira etapa, e vi várias estaquinhas vermelhas demarcando por onde vai passar a ciclovia. Fui me informar com um obreiro, e ele confirmou que a primeira etapa (do início da avenida até a érico veríssimo) tá pra ser concluída até dezembro.

    O que vai dar dor de cabeça pros engenheiros são aqueles postes gigantes. Eles vão ter que alargar o talude nesses pontos, fazer um desvio pro lado do dilúvio. Mas imaginem o PESO desses postes, vão ter que tomar muito cuidado pra não dar merda na hora de escavar e fazer obras em torno deles. Fora isso, segundo ele, tá tranqüilo.

  5. Melissa sempe conferindo a jogada, parabens. Saúde. José Antonio Reimunde Martinez

  6. Fernando Pavão disse:

    Ainda tenho dúvidas de que vai ser algo bem feito. Mas tomara que funcione. E que o pessoal use pra ir à ufrgs também! D43 lotadaço pagando 2,70 não tem como.

  7. Aldo disse:

    Um detalhe do projeto que me incomoda, pelo desperdício de recursos, é a pintura dessa ciclovia de vermelho. Ela será segregada dos automóveis, exceto dos cruzamentos, então não vejo sentido algum em gastar tanta tinta sem um propósito claro. Seria para alertar aos pedestres? Acho que não, porque está se supondo que não há pedestres naquele espaço. E, se houver, eles certamente utilizarão a ciclovia independente da sua cor, pois não está prevista nenhuma calçada ali. Com o dinheiro da pintura, se poderia inclusive fazer um calçamento simples com lajes e ia sobrar muito troco.

    Lembrem que foi falado que o Zaffari está pleiteando reembolso da diferença de custo dessa ciclovia para uma ciclovia de custo padrão. E essa verba que a Prefeitura terá que arcar será subtraída de outras ciclovias.

    Eu sei que a Prefeitura quer pintar a ciclovia de vermelho para ela ficar melhor na foto. Então, quem sabe, pintem só o trecho que será fotografado para agradar aos políticos e os empreendedores que estão fazendo essa contrapartida. Seria mais prudente e eles ficariam melhor na foto aos meus olhos.

    • Melissa disse:

      A pintura em vermelho não é uma decisão da Prefeitura, é um padrão nacional que eles tem que seguir. E eu não acho que seja desperdício de recursos. Um grande erro aqui no Brasil é que as pessoas costumam achar supérfluo se preocupar com a beleza de uma obra, que o importante mesmo é fazê-la para que cumpra seu objetivo. Se a obra fica bonita, as pessoas sentem vontade de ir e de usar, ganha destaque e atrai turismo, não é só a Prefeitura que se beneficia com as fotografias.

      • Aldo disse:

        O objetivo dessa pintura não é embelezar, mas distinguir a ciclovia das vias para automóveis e para pedestres. Além disso, essa pintura não é obrigatória pelo CTB, sendo portanto opção do ente público.
        No caso da ciclovia da Ipiranga, como não há trânsito algum nos taludes, a pintura só é obrigatória nos cruzamentos de vias de veículos motorizados e nos acessos da ciclovia.
        Se a pintura estiver sendo usada com o objetivo único de embelezar, então está se desviando uma verba destinada a ciclovias para outra finalidade. Simples assim. E pelo que já sabemos, esse tipo de pintura é especialmente caro. Pode-se usar esses recursos para implementar boas soluções nos pontos críticos onde falta espaço nos taludes.

    • sarapoara disse:

      Aldo,
      eu não acho que devemos nos preocupar com os custos. Nós, como cidadãos, devemos nos preocupar em exigir ciclovias, ciclofaixas, e os custos é problema das empresas, ou da prefeitura.
      A gente fica muito nessa de “vamos fazer o mais barato pra sair de uma vez” e não tá rolando, não começaram nenhuma ciclofaixa ainda. Aliás, alguém sabe da Icaraí?
      Não sabia desse reembolso da diferença, mas não acho que tenhamos que nos envolver nisso.
      abraço

      • Aldo disse:

        É que o maior argumento que a Prefeitura utiliza para justificar a parca construção de ciclovias é a limitação de recursos. E é um argumento válido. Se o dinheiro não for bem aplicado, teremos menos ciclovias. E como cidadão, quero me assegurar que o suado dinheiro da coletividade não está sendo desperdiçado.
        A questão do reembolso foi citada na última reunião com a EPTC, se não me engano, pela Eng. Lisandra. Os dados estavam indicando que o custo da ciclovia da Ipiranga, quase 500 mil por quilômetro, era maior que o custo médio ou padrão.

  8. Pablo disse:

    Peço desculpa para os que gostaram, mas ficou uma verdadeira colcha de retalhos! O espaço “que sobra” é oferecido aos ciclistas.
    Seria muito melhor se fosse excluída uma das pistas da Ipiranga e feita uma ciclovia digna e contínua! Tudo bem, sei que é um sonho…
    Mas se vão alargar o talude em alguns pontos, qual o impedimento de fazer isso por uma maior extensão e fazer a ciclovia contínua?
    Os governantes de Poa já mostraram qual é a sua política… Poderão até construir ciclovias e ciclofaixas, mas será sempre no “espaço que estiver sobrando”, jamais farão qualquer obra que reduza o espaço dos veículos.
    Não sou adepto de uma política contrária ou de desestímulo ao uso do carro, bem pelo contrário. Acho que motoristas e ciclistas devem sempre ser beneficiados ao máximo possível por um planejamento viário coerente. Só não posso aceitar a ideia de que construam ciclovias e ciclofaixas sempre no espaço que “sobra”, fazendo obras que só prejudicam quem já usa a bicicleta.
    Na ciclovia da Ipiranga, além de todos os aspectos já citados, temos ainda a questão de um “suposto compartilhamento” entre ciclistas e pedestres sobre as calçadas das pontes que são tombadas.
    Até onde pude entender, não é possível qualquer marcação ou sinalização nestes espaços, não teremos uma ciclovia sobre a calçada, mas sim ciclistas e pedestres disputando o espaço em uma “calçada ciclável”… Assim como o sinal da mãozinha na faixa de segurança e a ciclovia de tijolos, temos Porto Alegre mais uma vez “dando um show” de criatividade em “soluções de trânsito”.
    E viva a Ciclovia da Ipiranga!
    Saliento que este comentário não é uma crítica aos técnicos da EPTC, infelizmente aquela equipe tem que trabalhar e desenvolver projetos de acordo com decisões políticas que estão acima de qualquer “boa vontade”.

    • Aldo disse:

      O prefeito e seus secretários preferiram fazer a bicicletada do dia 22 numa das pistas da Ipiranga, protegida por cones, e não nos taludes que estão oferecendo à plebe.

  9. Olavo Ludwig disse:

    Valeu, Melissa, eu gostaria de saber é dos acessos, Por exemplo no mapa não aparece o cruzamento com a Érico, como será para sair e entrar na ciclovia nestes cruzamentos. Será que vai ter que se parar de repente na ciclovia e virar a bici ou teria uma caixa?

  10. juliofiori disse:

    Como está a construção da ciclovia na Ipiranga? Algo já foi feito?

  11. Pingback: E pro pedestre, sobra o que? | Vá de Bici

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